economia asiática - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/economia-asiatica/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Sat, 08 Nov 2025 19:37:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://controle.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png economia asiática - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/economia-asiatica/ 32 32 Mercado japonês rompe 50 mil pontos e reacende confiança no Japão https://www.ocafezinho.com/2025/11/08/mercado-japones-rompe-50-mil-pontos-e-reacende-confianca-no-japao/ https://www.ocafezinho.com/2025/11/08/mercado-japones-rompe-50-mil-pontos-e-reacende-confianca-no-japao/#respond Sat, 08 Nov 2025 19:37:05 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=220772 Da Ásia a Wall Street, investidores apostam que a paz comercial e o estímulo fiscal japonês abrirão um novo capítulo para a economia mundial

O índice Nikkei 225 subiu 2,5%, rompendo a barreira psicológica dos 50.000 pontos pela primeira vez em sua história. Na Coreia do Sul, o Kospi não ficou atrás, com alta de 2,9%, também atingindo um recorde histórico. O otimismo asiático se completou com as altas de 1,2% do CSI 300 da China e de 1,1% do Hang Seng de Hong Kong.

Esse rali contagiou Wall Street. O S&P 500 fechou em alta de 1,2%, e o Nasdaq Composite, focado em tecnologia, avançou 1,8%. Ambos os índices agora são negociados em suas máximas históricas, preparando o cenário para uma semana decisiva que inclui a decisão de juros do Federal Reserve e uma série de balanços corporativos.

O principal combustível para esse otimismo é a expectativa crescente de que Donald Trump e Xi Jinping finalmente colocarão um ponto final, ou ao menos uma vírgula mais longa, na tensa guerra comercial. Os dois líderes devem se encontrar esta semana na Coreia do Sul, na primeira cúpula entre eles desde 2019.

O encontro ocorre após um período de alta tensão, marcado pelo anúncio de Pequim de controles rigorosos sobre a exportação de terras raras e ameaças de Trump de impor uma tarifa adicional de 100% sobre a China.

No entanto, o clima mudou drasticamente após negociações no fim de semana, na Malásia. Autoridades americanas agora esperam que a China recue e adie os controles de exportação. O otimismo foi selado pelo Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que afirmou no domingo que os dois lados concordaram com uma estrutura “muito positiva” para a reunião. A esperança é que a trégua comercial, que expira em 10 de novembro, seja estendida.

Para analistas, o mercado finalmente vê uma luz no fim do túnel. “Está a regressar algum pragmatismo”, disse Emmanuel Cau, chefe de estratégia de ações europeias do Barclays. “O mercado está a habituar-se a ignorar o ruído, partindo da expectativa de que [os EUA e a China] precisam um do outro.”

Cau acrescentou: “Ainda assim, esta é uma boa notícia e deve reforçar a narrativa otimista predominante”.

Enquanto o mundo observa a Coreia, em Tóquio a euforia tem um sotaque local. A escalada do Nikkei não se deve apenas à China, mas também ao otimismo renovado com as políticas de crescimento da nova primeira-ministra, Sanae Takaichi.

Em um discurso político na sexta-feira, Takaichi apresentou planos para estimular o crescimento econômico e, crucialmente, acelerar os gastos com defesa. O mercado reagiu instantaneamente: as ações da fabricante de armamentos Kawasaki Heavy Industries dispararam 7,1%, puxando o índice.

A visita de Trump ao Japão esta semana, onde se encontrará com Takaichi para fortalecer a aliança bilateral, adiciona mais uma camada de confiança.

Analistas que cobrem o Japão há décadas veem uma mudança fundamental. Nicholas Smith, estrategista de ações japonesas da CLSA, foi enfático: “A ultrapassagem dos 50 anos reflete a mudança do espírito da época: ultrapassar os 40 anos no ano passado quebrou a maldição do teto de vidro, but a alta de 62% em relação às mínimas deste ano demonstra que, pela primeira vez em uma geração, o Japão voltou a ser um lugar onde realmente se pode ganhar dinheiro.”

O apetite parece estar apenas começando. Neil Newman, da Astris Advisory, observou que a alta está sendo impulsionada por investidores estrangeiros, já que o Nikkei (focado em grandes empresas) superou o índice Topix (mais amplo). “Acho que 60.000 até o próximo verão é totalmente possível… O ritmo com que o mercado está se movimentando é algo que não víamos desde a grande alta do Abenomics, há 10 anos. Tudo parece muito esticado, mas há um impulso real”, disse Newman.

A calmaria na frente comercial teve um impacto direto e imediato em setores sensíveis à geopolítica. A perspectiva de paz entre as duas superpotências “significa que o comércio de IA e semicondutores que atravessam fronteiras continua a receber sinal verde”, analisou Giles Parkinson, chefe de ações da TrinityBridge. “Isso remove um fator limitante para parte desse comércio de IA.” Como prova, as ações da gigante americana de chips Nvidia subiram 2,8%.

O otimismo com o crescimento global também reconfigurou o mercado de commodities. O ouro, tradicional refúgio em tempos de incerteza, caiu 3,1%, perdendo a marca de US$ 4.000 por onça. Em contrapartida, os contratos futuros de cobre, um termômetro da indústria, subiram 0,9%. Sinais de progresso nas negociações “impulsionaram o otimismo no setor de metais”, afirmou Daniel Hynes, estrategista sênior de commodities do ANZ.

Enquanto isso, o Bitcoin manteve a estabilidade, negociado a US$ 114.638 após uma alta no fim de semana.

Completando o cenário perfeito para os investidores, os mercados dos EUA também celebravam dados de inflação abaixo do esperado, divulgados na sexta-feira. Isso reforça a aposta de que o Federal Reserve (o banco central americano) irá cortar as taxas de juros esta semana.

“Estamos num ambiente em que vemos o Fed a flexibilizar ainda mais a política monetária, mesmo sem haver recessão nos EUA”, resumiu Frank Benzimra, chefe de estratégia de ações asiáticas do Société Générale. “Isso tem alguma influência em todos os outros mercados de ações.”

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Isenção de visto entre China e Coreia do Sul ganha peso econômico, político e social https://www.ocafezinho.com/2025/09/29/isencao-de-visto-entre-china-e-coreia-do-sul-ganha-peso-economico-politico-e-social/ https://www.ocafezinho.com/2025/09/29/isencao-de-visto-entre-china-e-coreia-do-sul-ganha-peso-economico-politico-e-social/#respond Tue, 30 Sep 2025 02:59:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=218220 O gasto médio de turistas chineses supera o de outros visitantes e reacende a esperança de recuperação para setores que sofrem com a crise global

A Coreia do Sul iniciou nesta segunda-feira (30) uma política experimental de entrada sem visto para grupos de turistas chineses, uma medida que já repercute fortemente em ambos os países. A decisão coincide com a “Semana Dourada” — período que reúne o Dia Nacional da China e o Festival do Meio do Outono — e tem sido vista como um gesto capaz de gerar impactos muito além do setor econômico.

Especialistas e veículos de comunicação sul-coreanos avaliam que a medida pode dar novo fôlego à economia local, que enfrenta pressões negativas desde o ano passado em razão da crise econômica global e de fragilidades estruturais internas. O jornal Chosun Ilbo observou que “empresas em toda a Coreia do Sul estão se esforçando ativamente para atrair turistas chineses”, destacando que transportes, turismo e varejo estão mobilizados para atender à chamada “demanda especial” vinda da China.

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Os números explicam essa movimentação: somente no primeiro semestre de 2025, visitantes chineses representaram 28,6% de todos os turistas estrangeiros no país, consolidando-se como o maior grupo. E o potencial econômico é expressivo: segundo o Banco da Coreia, em 2019, cada turista chinês gastou em média US$ 1.689 em território sul-coreano, valor bem superior ao desembolso médio de visitantes americanos e japoneses.

Diante dessa perspectiva, o setor turístico já prepara promoções e serviços personalizados para esse público, levando em conta desde preferências culturais até hábitos de pagamento, em especial o uso intensivo de plataformas móveis.

Troca de gestos diplomáticos

A isenção de visto para grupos de turistas chineses também é vista como uma resposta de Seul ao gesto de Pequim em novembro passado, quando o governo chinês concedeu entrada sem visto a cidadãos sul-coreanos. Hoje, a China mantém políticas unilaterais semelhantes com mais de 40 países, incentivando tanto a chegada de turistas estrangeiros quanto a saída de viajantes chineses para o exterior.

Esse fluxo crescente fortalece não apenas a economia, mas também o entendimento cultural e político. Para o Global Times, editorial de Pequim, a decisão sul-coreana é “o primeiro passo do gênero entre economias desenvolvidas” e tem valor simbólico ao reforçar a confiança política por meio de medidas pragmáticas.

Turistas sul-coreanos descobrem a China

Desde que a China abriu as portas para visitantes da Coreia do Sul, a procura cresceu de forma acelerada. Em 2025, o país superou Japão e Tailândia e se tornou o destino internacional favorito dos sul-coreanos. Redes sociais chinesas têm registrado tópicos em alta como “Jovens sul-coreanos visitam Xangai nos fins de semana” e “Turistas sul-coreanos lotam Zhangjiajie”, evidenciando essa nova tendência.

Quem viaja retorna com impressões marcantes: a infraestrutura moderna, a ampla digitalização de serviços, o dinamismo da economia e a diversidade das paisagens. Segundo analistas, essa vivência tem contribuído para desconstruir estereótipos e mudar a imagem que parte da sociedade sul-coreana ainda mantinha sobre a China.

Riscos e desafios

Apesar do cenário promissor, nem tudo são flores. Nos últimos dias, protestos de grupos de extrema direita em Seul, sobretudo em Myeongdong, trouxeram à tona sentimentos anti-China, acompanhados por discursos de certos políticos que propagam teorias da conspiração. Esses episódios levaram a Embaixada da China a emitir alertas de segurança a seus cidadãos que viajam para a Coreia do Sul.

O governo de Lee Jae-myung reagiu afirmando que adotará medidas para conter tais manifestações e garantir a segurança dos turistas. A diplomacia chinesa, por sua vez, cobra um ambiente social favorável ao fortalecimento das relações bilaterais.

Muito além da economia

Para analistas, a questão dos vistos não pode ser vista apenas pelo viés financeiro. Trata-se de um passo estratégico em busca de maior integração regional, cooperação e amizade entre as duas nações vizinhas. O desafio, agora, é transformar essa política “experimental” em uma prática consolidada, garantindo qualidade nos serviços, segurança aos visitantes e mecanismos eficazes para lidar com eventuais conflitos.

Como resume o Global Times: “Nenhuma montanha pode deter o fluxo caudaloso de um rio caudaloso.” A frase traduz a expectativa de que resistências pontuais sejam superadas pelo movimento histórico de aproximação entre os dois países.

A entrada sem visto para grupos de turistas chineses, portanto, não representa apenas uma oportunidade econômica para a Coreia do Sul, mas um marco simbólico que pode redefinir os rumos da relação bilateral.

Com informações de Global Times*

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Conheça a blindagem asiática contra a fúria tarifária de Trump https://www.ocafezinho.com/2025/04/21/conheca-a-blindagem-asiatica-contra-a-furia-tarifaria-de-trump/ Mon, 21 Apr 2025 07:00:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=207117 Mesmo com tarifas recordes dos EUA, a região ASEAN+3 mostra força e união para resistir a choques econômicos e manter a estabilidade financeira

A região ASEAN+3 – composta pelos 10 países-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático mais China, Japão e Coreia do Sul – possui fundamentos econômicos sólidos e capacidade política para absorver os impactos das tarifas comerciais impostas pelos EUA. A avaliação foi divulgada na última terça-feira pelo Escritório de Pesquisa Macroeconômica da ASEAN+3 (AMRO), organização que monitora a estabilidade econômica regional.

Leia+: Saiba o que é a Asean+3, o bloco econômico que pode derrubar o imperialismo americano

Segundo o relatório, 13 das 14 economias do bloco estão sujeitas às maiores alíquotas efetivas anunciadas pelo governo Trump, com média ponderada de 26% (excluída a China). As medidas protecionistas e a instabilidade política devem frear o comércio internacional, desorganizar cadeias produtivas e aumentar a volatilidade nos mercados financeiros, alertou a entidade sediada em Cingapura.

Crescimento em revisão

O AMRO havia projetado expansão acima de 4% para a região em 2024 e 2025, sustentada por demanda doméstica robusta, recuperação de investimentos e inflação controlada. Porém, as tarifas recíprocas introduziram incertezas que podem reduzir o crescimento para menos de 4% este ano e 3,4% em 2026.

Apesar dos desafios, o bloco mantém condições para enfrentar choques externos. “Os governos têm espaço fiscal para apoiar setores vulneráveis e sustentar a demanda interna”, destacou o estudo. Bancos centrais regionais também dispõem de margem para afrouxar políticas monetárias, dada a inflação baixa e estável, além de instrumentos para garantir estabilidade financeira.

Diversificação como blindagem

O relatório enfatiza que a região reduziu significativamente sua dependência do mercado americano – as exportações para os EUA caíram de 24% do total em 2000 para 15% atualmente. “O avanço na integração regional e diversificação comercial reforçará a capacidade de resistir a turbulências globais”, avaliou o AMRO.

As tarifas recíprocas foram instituídas por Trump em 2 de abril, estabelecendo alíquota básica de 10% sobre parceiros comerciais, com taxas adicionais progressivas. As importações chinesas foram inicialmente taxadas em 34%, valor elevado para 145% em 11 de abril.

Perspectivas chinesas

Antes das medidas protecionistas, o AMRO projetava crescimento chinês acima de 4,8% em 2024 e 4,7% em 2025, convergindo para o potencial de 4% até 2030. Apesar dos riscos, a perspectiva de curto prazo permanece positiva, com consumo impulsionado por juros baixos e melhora nas finanças locais. Investimentos em infraestrutura, tecnologia e serviços devem ganhar força, enquanto o setor imobiliário pode encontrar seu piso no primeiro semestre.

Com informações de Yicai*

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Saiba o que é a Asean+3, o bloco econômico que pode derrubar o imperialismo americano https://www.ocafezinho.com/2025/04/19/saiba-o-que-e-a-asean3-o-bloco-economico-que-pode-derrubar-o-imperialismo-americano/ Sat, 19 Apr 2025 15:15:16 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=207118 Organização AMRO destaca que países asiáticos têm fôlego fiscal e monetário para enfrentar a volatilidade gerada pela guerra comercial de Trump

A região ASEAN+3, que consiste nos 10 estados-membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático e na China, Japão e Coreia do Sul, é resiliente e tem capacidade política para suportar os choques comerciais globais após as chamadas tarifas recíprocas do governo dos EUA, de acordo com uma organização internacional que contribui para a estabilidade econômica da área. A região da ASEAN+3 enfrenta um impacto excessivo das novas tarifas americanas, anunciou na última terça-feira o Escritório de Pesquisa Macroeconômica da ASEAN+3.

Treze das 14 economias-membro estão sujeitas a algumas das maiores taxas tarifárias efetivas anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, “com uma média ponderada pelo comércio estimada em 26%, excluindo a China”, acrescentou.

Os impostos e a incerteza devido às constantes mudanças políticas provavelmente enfraquecerão o ímpeto comercial, interromperão as cadeias de suprimentos e aumentarão a volatilidade do mercado financeiro, observou a AMRO, sediada em Cingapura.

O AMRO havia projetado que a economia da região ASEAN+3 cresceria mais de 4% neste ano e no próximo, “apoiada por uma demanda interna robusta, recuperação do investimento e inflação baixa e estável”, afirmou. No entanto, as tarifas recíprocas geraram incertezas consideráveis, o que poderia levar o crescimento para menos de 4% neste ano e 3,4% em 2026, acrescentou.

A perspectiva regional da ASEAN+3 permanece sustentada por fundamentos resilientes, de acordo com o AMRO. As economias-membro possuem amplo espaço político para amortecer choques de curto prazo, com seus governos tendo capacidade fiscal para direcionar o apoio a setores vulneráveis ​​e sustentar a demanda interna, destacou o relatório.

Os bancos centrais dos países da região ASEAN+3 “têm espaço para flexibilizar a política monetária em vista das taxas de inflação baixas e bem ancoradas, e podem implementar ferramentas macroprudenciais e facilidades de liquidez para salvaguardar a estabilidade financeira”, disse o AMRO.

Além disso, a região é apoiada por um mercado de exportação mais diversificado, observou a AMRO, acrescentando que suas exportações para os EUA representam apenas 15% do total, em comparação com cerca de 24% em 2000. “O progresso contínuo na integração regional e na diversificação do comércio fortalecerá ainda mais a capacidade da região de resistir à turbulência global”, acrescentou.

Trump assinou uma ordem executiva sobre tarifas recíprocas em 2 de abril, anunciando uma taxa básica de 10% sobre parceiros comerciais e tarifas adicionais por algum tempo, a partir de 5 de abril. As importações chinesas enfrentaram inicialmente um imposto de fronteira adicional de 34%, que foi então aumentado para 145% em 11 de abril.

Antes das tarifas recíprocas, a AMRO disse que o crescimento econômico da China provavelmente ultrapassará 4,8% neste ano e 4,7% no ano que vem, e atingirá seu potencial estimado de 4% em 2030.

Embora os riscos persistam, a perspectiva de crescimento econômico da China a curto prazo permanece relativamente positiva, observou o AMRO. O consumo será um impulsionador fundamental, apoiado por taxas de juros mais baixas e pela melhora das finanças dos governos locais, afirmou o órgão, acrescentando que o investimento em infraestrutura, manufatura de alta tecnologia e serviços deve ganhar força este ano, enquanto o investimento imobiliário provavelmente atingirá o fundo do poço até o final do primeiro semestre.

Com informações de Yicai*

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