novo recorde - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/novo-recorde/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Thu, 12 Feb 2026 19:18:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://controle.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png novo recorde - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/novo-recorde/ 32 32 Produção da soja tem previsão de novo recorde na série histórica em 2026 https://www.ocafezinho.com/2026/02/12/producao-da-soja-tem-previsao-de-novo-recorde-na-serie-historica-em-2026/ https://www.ocafezinho.com/2026/02/12/producao-da-soja-tem-previsao-de-novo-recorde-na-serie-historica-em-2026/#respond Thu, 12 Feb 2026 20:00:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=225832 Projeções indicam uma safra histórica da soja, impulsionada por condições climáticas favoráveis

A estimativa em janeiro da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2026 atingiu 342,7 milhões de toneladas, com previsão de novo recorde da série histórica para a produção da soja no ano. O resultado é 1,0% menor que o de 2025 (346,1 milhões de toneladas), uma queda de 3,4 milhões de toneladas. Em relação a dezembro de 2025, houve aumento de 2,8 milhões de toneladas (0,8%). Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (12) pelo IBGE.

O gerente do LSPA, Carlos Barradas, destaca o desempenho da soja. “A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2026 está aproximando-se do recorde da safra de 2025, estando turbinada pela produção da soja, que é recorde da série histórica do IBGE. Até o momento, as condições climáticas estão beneficiando as lavouras da primeira safra”.

O arroz, o milho e a soja, que são os três principais produtos deste grupo, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, a soja teve um aumento de 3,9% na estimativa da produção (172,5 milhões de toneladas), seguida pelo feijão, com 0,9%. As quedas foram no algodão herbáceo (em caroço) de -11,0%; no arroz em casca com -7,9%; no milho com -5,6%; no sorgo de -13,9%; e no trigo de -1,0%.

Já na área a ser colhida, houve aumentos de 0,5% na da soja; de 2,2% na do milho (aumentos de 9,3% no milho 1ª safra e de 0,5% no milho 2ª safra) e de 0,9% na do trigo, ocorrendo declínios de 6,2% na área a ser colhida do algodão herbáceo (em caroço); de 5,9% na do arroz em casca; de 1,4% na do feijão e de 2,9% na do sorgo.

Mato Grosso mantém liderança na produção de grãos

A grande região que liderou o volume de produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi a Centro-Oeste com 167,5 milhões de toneladas (48,9%). Em seguida, Sul, com 95,3 milhões de toneladas (27,8%); Sudeste, com 30,2 milhões de toneladas (8,8%); Nordeste, com 28,2 milhões de toneladas (8,2%); e Norte, com 21,5 milhões de toneladas (6,3%). A estimativa da produção apresentou variação anual positiva para a Região Sul (10,4%) e a Nordeste (1,8%), e negativas para a Centro-Oeste (-6,2%), a Sudeste (-2,9%) e a Norte (-3,7%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção a Região Sul (0,2%), a Norte (0,5%) e a Centro-Oeste (1,6%). A Sudeste apresentou estabilidade (-0,0%) e a Nordeste teve declínio (-0,4%).

O Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos entre as unidades da federação, com participação de 30,3%, seguido pelo Paraná (13,9%), Rio Grande do Sul (11,8%), Goiás (10,6%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,6% do total.

Soja tem previsão de novo recorde na série histórica em 2026

A estimativa da produção nacional da oleaginosa alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 172,5 milhões de toneladas, um aumento de 1,3% em relação ao 3º prognóstico e 3,9% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior. Estima-se que a produção brasileira tenha um incremento de 3,4% no rendimento médio anual, alcançando 3 598 kg/ha (60 sacas/ha), contribuindo para que o volume colhido da oleaginosa represente mais da metade do total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no país em 2025. Por sua vez, a área total cultivada deve alcançar 48,0 milhões de hectares, o que representa um aumento de 0,5% no ano (222,6 mil hectares), seguindo em ritmo de plena expansão, mesmo com os preços da commodity em patamares abaixo do desejado pelos produtores. As projeções indicam uma safra histórica, impulsionada por condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras do país, e pela expansão da área plantada.

O Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, estimou uma produção de 48,5 milhões de toneladas, crescimento de 3,8% em relação ao 3º prognóstico, porém, declínio de 3,3% em relação ao volume colhido no ano anterior. Goiás deve totalizar uma produção de 19,1 milhões de toneladas, crescimento de 2,3% em relação ao 3º prognóstico, e declínio de 5,8% em relação ao volume colhido em 2025, com crescimento de 0,5% na área plantada e declínio de 6,3% no rendimento médio. O Mato Grosso do Sul aguarda uma produção de 15,0 milhões de toneladas, aumento de 14,0% em relação ao volume colhido em 2025. O Paraná, com uma produção de 22,2 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do país, com crescimentos de 0,3%, em relação ao 3º prognóstico, e de 3,9%, em relação ao volume colhido em 2025. O Rio Grande do Sul estimou uma produção de 21,2 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 55,4% em relação ao volume colhido no ano anterior, com o rendimento médio devendo aumentar 57,5% e a área plantada, declinar 1,4%. Em 2025, a produção gaúcha foi prejudicada pelo clima por causa da falta de chuvas durante o ciclo da cultura, o que faz da safra de 2026, uma recuperação.

Sobre o LSPA

Implantado em novembro de 1972, o LSPA fornece estimativas mensais sobre quantidade produzida, área plantada, área colhida e rendimento médio dos produtos agrícolas mais importantes. O levantamento permite acompanhamento de cada cultura investigada, desde a intenção de plantio até o final da colheita e, ainda, o prognóstico da próxima safra, com base em levantamentos específicos em outubro, novembro e dezembro. Acesse os dados no Sidra. A próxima divulgação do LSPA, referente a fevereiro de 2026, será em 13 de março.

Publicado originalmente pela Agência de Notícias IBGE em 12/02/2026

Por Sabrina Pirrho – Editoria Estatísticas Econômicas

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Conab: produção de carne de frango deve atingir novo recorde em 2026 https://www.ocafezinho.com/2025/11/26/conab-producao-de-carne-de-frango-deve-atingir-novo-recorde-em-2026/ https://www.ocafezinho.com/2025/11/26/conab-producao-de-carne-de-frango-deve-atingir-novo-recorde-em-2026/#respond Wed, 26 Nov 2025 18:00:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=221994 A produção de carne de frango em 2026 pode chegar a cerca de 15,86 milhões de toneladas. O bom resultado da avicultura de corte, junto com a suinocultura, influencia positivamente a produção de carnes no País

A produção de carne de frango em 2026 pode chegar a cerca de 15,86 milhões de toneladas. Se confirmado, o volume representa um novo recorde na série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), superando a estimativa de produção deste ano, que é de 15,5 milhões de toneladas. O bom resultado da avicultura de corte, junto com a suinocultura, influencia positivamente a produção de carnes no país. Devem ser produzidas no país 32,6 milhões de toneladas de carnes, quando somadas as três principais proteínas mais consumidas pelos brasileiros (aves, suína e bovina).

O volume previsto para o próximo ano representa uma ligeira alta de 0,4% em relação à quantidade prevista para este ano, de 32,48 milhões de toneladas, e também se configura como um novo recorde. É o que revela o quadro de suprimento do produto atualizado nesta quarta-feira (26) pela estatal.

Neste ano, o bom resultado da produção de carne de frango permite um aumento na disponibilidade interna do produto no mercado doméstico, mesmo com o ligeiro aumento nas exportações, estimadas em 5,2 milhões de toneladas, frente ao volume embarcado em 2024 de 5,15 milhões de toneladas. Vale lembrar que as vendas ao mercado internacional foram afetadas pelo registro de um caso de Influenza Aviária em maio, no Rio Grande do Sul. Ainda assim, os embarques seguiram aquecidos, com outros mercados absorvendo parte significativa da produção, amenizando o impacto nas exportações. Neste mês, a China, o maior importador de carne de frango, declarou a retomada das compras do produto brasileiro.

Trajetória ascendente

Para 2026, a expectativa é de continuidade da trajetória positiva das exportações, com o volume total embarcado estimado em 5,25 milhões de toneladas. Mais uma vez, o aumento nas vendas internacionais não deve impactar o mercado doméstico, já que a disponibilidade interna também deve crescer no próximo ano em 3,1%, saindo de 10,3 milhões de toneladas em 2025 para 10,62 milhões de toneladas em 2026, possibilitando que a disponibilidade per capita seja estimada em 51,3 quilos por habitante, garantindo o abastecimento.

Panorama semelhante é esperado para a carne suína. Em 2025, a produção deve chegar a 5,63 milhões de toneladas. As exportações seguem crescendo, mesmo com a desaceleração da demanda chinesa em razão da recuperação do seu plantel após ser afetada pela Peste Suína Africana (PSA), e devem atingir 1,48 milhão de toneladas até o final deste ano. Ainda assim, a disponibilidade interna deve sair de 4 milhões de toneladas em 2024 para 4,16 milhões de toneladas em 2025.

Esse cenário positivo tende a se repetir no próximo ano. Em 2026, a Conab espera uma alta na produção de 4,5% em comparação com este ano, podendo chegar a 5,88 milhões de toneladas. Esse aumento no volume produzido possibilita uma nova elevação nos embarques, projetados em 1,6 milhão de toneladas, sem afetar o abastecimento interno, uma vez que é previsto um incremento na disponibilidade interna no próximo ano na ordem de 3,2%, estimada em cerca de 4,3 milhões de toneladas.

No caso da carne bovina, em 2025 a produção é estimada em 11,38 milhões de toneladas, volume levemente superior ao obtido em 2024. As exportações seguem aquecidas e a expectativa é que até o final de 2025 sejam embarcadas 4,21 milhões de toneladas, o maior volume já registrado. O bom ritmo das exportações acontece mesmo com as tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos ao produto brasileiro, retiradas em meados de novembro deste ano, e é estimulado pela demanda chinesa, que absorveu 53,7% das exportações brasileiras.

Já em 2026, deverá ser marcada a reversão do ciclo pecuário, o que reflete em uma menor produção de carnes, estimada em 10,89 milhões de toneladas, diante de uma maior retenção de fêmeas. A demanda internacional pelo produto brasileiro deve seguir aquecida e o volume exportado tende a se manter próximo da estabilidade, em torno de 4,25 milhões de toneladas. Por sua vez, há expectativa de redução na quantidade do produto disponível no mercado interno, estimada em 6,67 milhões de toneladas.

Produção de ovos

Já com relação ao quadro de suprimento de ovos, a estimativa da Conab é de um novo recorde na produção em 2026, estimada em 50,3 bilhões de unidades, uma alta de 2,6% em relação à projeção do volume produzido em 2025, de 49 bilhões de unidades. Esse resultado mantém o movimento de alta na disponibilidade do produto no mercado interno.

Clique aqui e acesse o quadro de suprimento de carnes e ovos atualizados.

Publicado originalmente pela Agência Gov em 26/11/2025

Por Conab

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5%: o menor desemprego menor da história brasileira https://www.ocafezinho.com/2025/09/16/5-o-menor-desemprego-menor-da-historia-brasileira/ https://www.ocafezinho.com/2025/09/16/5-o-menor-desemprego-menor-da-historia-brasileira/#respond Tue, 16 Sep 2025 15:06:47 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=217439 No trimestre encerrado em julho, desocupação cai para 5,6%, menor taxa desde 2012.
Número de trabalhadores do país com carteira assinada bateu novo recorde, chegando a 39,1 milhões.

A taxa de desocupação do trimestre móvel encerrado em julho de 2025 caiu para 5,6%. Foi a menor taxa da série histórica deste indicador, que teve início em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (16) pelo IBGE.

No trimestre, a população desocupada caiu para 6,118 milhões, o menor contingente desde o último trimestre de 2013 (6,100 milhões). Já a população ocupada, ou seja, o total de trabalhadores do país, bateu novo recorde, chegando a 102,4 milhões. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) manteve o percentual recorde: 58,8%. Além disso, o número de empregados com carteira assinada também foi recorde, chegando a 39,1 milhões.

Para William Kratochwill, analista do IBGE, “esses números sustentam o bom momento do mercado de trabalho, com crescimento da ocupação e redução da subutilização da mão de obra, ou seja, um mercado de trabalho mais ativo”

Taxa de desocupação, na semana de referência, das pessoas de 14 anos ou mais de idade (%)

A população fora da força de trabalho ficou em 65,6 milhões, mostrando estabilidade nas duas comparações. Além disso, a população desalentada caiu para 2,7 milhões, recuando 11,0% (332 mil pessoas a menos) no trimestre e mostrando redução de 15,0% (menos 475 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados caiu 0,3 p.p. no trimestre e recuou 0,4 p.p. no ano, chegando a 2,4%.

Para o analista do IBGE, “esses indicadores demonstram que as pessoas que deixaram a população desocupada não estão se retirando da força de trabalho ou caindo no desalento, elas estão realmente ingressando no mercado de trabalho, o que é corroborado pelo recorde na ocupação”.

Agropecuária, Informação e Administração pública puxam alta da ocupação no trimestre

A alta da ocupação frente ao trimestre móvel anterior foi puxada por três dos dez grupamentos de atividade investigados pela PNAD Contínua: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (2,7%, ou mais 206 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (2,0%, ou mais 260 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,8%, ou mais 522 mil pessoas).

Na comparação com o mesmo trimestre móvel de 2024, a ocupação aumentou em cinco grupamentos: Indústria Geral (4,6%, ou mais 580 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (2,1%, ou mais 398 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (6,5%, ou mais 360 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,8%, ou mais 480 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,7%, ou mais 677 mil pessoas).

Taxa de informalidade recua, mas número de trabalhadores informais ainda cresce

No trimestre encerrado em julho, a taxa de informalidade chegou a 37,8%, ligeiramente menor que a do trimestre móvel anterior (38,0%) e inferior, também, à do mesmo período do ano passado (38,7%). No entanto, o total de trabalhadores sem vínculo formal (38,8 milhões) teve ligeira alta frente ao trimestre anterior (38,5 milhões) e ao mesmo período de 2025 (38,7 milhões). William explica que “o crescimento da parcela informal da população ocupada foi marginal, sem significância estatística, no entanto a parcela formal continuou a crescer, promovendo uma redução significativa neste indicador”.

O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada foi recorde (39,1 milhões), mostrando estabilidade no trimestre e crescendo 3,5% (mais 1,3 milhão de pessoas) no ano. O contingente de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também foi recorde, crescendo 1,9% (mais 492 mil pessoas) no trimestre e 4,2% (mais 1 milhão) no ano. Já o número de empregados do setor privado sem carteira assinada (13,5 milhões) ficou estável nas duas comparações.

Massa de rendimento dos trabalhadores é recorde: R$ 352,3 bilhões

Em decorrência dos aumentos no número de trabalhadores e no seu rendimento médio, a massa de rendimento médio real bateu novo recorde, chegando a R$ 352,3 bilhões e crescendo em ambas as comparações: 2,5% (mais R$ 8,6 bilhões) no trimestre e 6,4% (mais R$ 21,3 bilhões) no ano.

Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores chegou a R$ 3.484, crescendo 1,3% no trimestre e 3,8% no ano. O aumento na comparação trimestral foi puxado pela Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,8%, ou mais R$ 86). Os rendimentos dos demais grupamentos não tiveram variação significativa nessa comparação.

Frente ao mesmo trimestre de 2024, houve aumento no rendimento médio de cinco categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (7,2%, ou mais R$ 149), Construção (7,0%, ou mais R$ 178), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,3%, ou mais R$ 246), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,2%, ou mais R$ 151) e Serviços domésticos (5,0%, ou mais R$ 63).

William Kratochwill observa que “os indicadores do mercado de trabalho estão atingindo patamares de destaque, com as medidas de subutilização em patamares mínimos ou próximos do mínimo. No entanto, os rendimentos apresentaram variações marginais, salvo para os militares e funcionários públicos estatutários, o que contribuiu para o aumento do rendimento médio no país”.

Mais sobre a pesquisa

A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa, integrados à rede de mais de 500 agências do IBGE.

Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta presencial.

É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.

Consulte os resultados da PNAD Contínua Mensal no Sidra. Sua próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em agosto, será em 30 de setembro.

Publicado originalmente pela Agência de Notícias IBGE em 16/09/2025

Por Luiz Bello – Editoria Estatísticas Sociais

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Ferrovias da China estabelecem recorde com 726 milhões de viagens de passageiros em janeiro-fevereiro https://www.ocafezinho.com/2025/03/12/ferrovias-da-china-estabelecem-recorde-com-726-milhoes-de-viagens-de-passageiros-em-janeiro-fevereiro/ Wed, 12 Mar 2025 20:03:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=204008 As ferrovias da China movimentaram 726 milhões de viagens de passageiros em janeiro e fevereiro, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior e atingindo um novo recorde, disse o China State Railway Group em 10 de março.

A corrida de viagens de 40 dias do Festival da Primavera acelerou os fluxos de passageiros entre regiões nos primeiros dois meses de 2025, com estudantes, trabalho, visitas familiares e fluxos de turismo levando a um aumento notável no tráfego ferroviário de passageiros. O China State Railway Group prontamente aumentou a capacidade de transporte, operando 11.605 trens de passageiros em média diariamente, marcando um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior.

Publicado originalmente pela CGTN News em 11/03/2025

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