pedofilia - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/pedofilia/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Tue, 09 Sep 2025 16:42:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 https://www.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png pedofilia - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/pedofilia/ 32 32 A suposta carta de Trump a Epstein, com desenho de corpo de mulher, divulgada por parlamentares dos EUA https://www.ocafezinho.com/2025/09/10/a-suposta-carta-de-trump-a-epstein-com-desenho-de-corpo-de-mulher-divulgada-por-parlamentares-dos-eua/ https://www.ocafezinho.com/2025/09/10/a-suposta-carta-de-trump-a-epstein-com-desenho-de-corpo-de-mulher-divulgada-por-parlamentares-dos-eua/#respond Wed, 10 Sep 2025 11:00:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=217025 Epstein e Trump em 1997 — foram próximos por anos, mas Trump afirma que romperam no início dos anos 2000

Parlamentares dos Estados Unidos divulgaram nesta segunda-feira (08/09) uma cópia de um “livro de aniversário” entregue em 2003 ao financista Jeffrey Epstein, condenado por pedofilia e morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por outras acusações. O material inclui uma nota supostamente escrita e assinada pelo hoje presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O livro com mensagens a Epstein pelo seu aniversário de 50 anos foi divulgado pelos parlamentares americanos junto com uma série de documentos que incluem o testamento de Epstein e sua agenda pessoal, na qual aparecem contatos de membros da realeza britânica, celebridades, empresários, modelos e políticos de vários países.

Os advogados do espólio de Epstein enviaram documentos ao Comitê de Supervisão da Câmara após serem intimados no mês passado para a entrega de vários documentos, entre eles o livro de aniversário.

A Casa Branca negou a autenticidade da suposta nota de Trump, que trazia um desenho do corpo feminino, e afirmou que o presidente “não fez o desenho e nem o assinou”. Afirmou ainda que a assinatura presente na imagem não corresponde à dele. O presidente Donald Trump não comentou a divulgação da nota.

A divulgação da suposta carta de Trump ocorre enquanto o presidente enfrenta pressão crescente, inclusive de aliados e de integrantes de seu próprio Partido Republicano, por mais transparência sobre o que as investigações a respeito de Epstein revelaram.

O livro de 238 páginas foi preparado em 2003 para o aniversário de 50 anos de Epstein pela britânica Ghislaine Maxwell, ex-namorada e cúmplice de Epstein. Ela foi condenada em 2021 por conspiração no tráfico sexual de menores.

Esse material, que inclui a suposta mensagem de Trump, foi produzido três anos antes de as alegações de abuso sexual contra Epstein se tornarem públicas. Epstein foi indiciado pela primeira vez em 2006, na Flórida, acusado de crime estadual de solicitação de prostituição.

Trump e Epstein foram amigos por vários anos, mas o presidente americano afirmou que se desentendeu com Epstein no início dos anos 2000, após o financista contratar funcionários de seu resort em Mar-a-Lago, na Flórida.

Intitulado “Os Primeiros Cinquenta Anos”, o livro reúne mensagens supostamente enviadas por pessoas ligadas a Epstein.

Quando a existência da nota atribuída a Trump foi revelada pelo Wall Street Journal em julho de 2025, o presidente americano disse que ela era “falsa” e negou ser o autor dela. Trump processou judicialmente repórteres, editores e executivos do jornal, incluindo Rupert Murdoch, dono da News Corp, pedindo indenização de US$ 10 bilhões (cerca de R$ 55 bilhões). Ainda não houve decisão final sobre o processo.

Democratas do Comitê de Supervisão da Câmara divulgaram a imagem nesta segunda-feira, após recebê-la do espólio de Epstein. A Casa Branca afirmou que “o presidente Trump não desenhou esta imagem e não a assinou”. | Reprodução X

Agora, meses depois, parlamentares do Partido Democrata publicaram na rede social X uma imagem da suposta carta de aniversário antes da divulgação oficial do material e de outros documentos de Epstein pelo Comitê de Supervisão da Câmara.

Eis o conteúdo do suposto texto, traduzido:

Voz-off: Deve haver mais na vida do que ter tudo.

Donald: Sim, há, mas não direi o que é.

Jeffrey: Nem eu, já que também sei o que é.

Donald: Temos certas coisas em comum, Jeffrey.

Jeffrey: Sim, temos, pensando bem.

Donald: Enigmas nunca envelhecem, você reparou isso?

Jeffrey: De fato, isso ficou claro para mim na última vez que te vi.

Donald: Um amigo é algo maravilhoso. Feliz aniversário — e que cada dia seja outro segredo maravilhoso.

Donald J. Trump

Robert Garcia, parlamentar democrata no Comitê de Supervisão da Câmara liderado pelos republicanos, afirmou que Trump dizia “que aquela nota de aniversário não existia”. “Agora sabemos que Donald Trump estava mentindo e fazendo tudo que podia para encobrir a verdade”, disse Garcia.

A nota, supostamente assinada por Trump, contém várias linhas de texto, com a última dizendo: “Feliz aniversário — e que cada dia seja outro maravilhoso segredo”.

Em declaração, o presidente republicano do comitê, James Comer, acusou os democratas de “selecionar documentos e politizar informações” recebidas do espólio de Epstein.

“Os republicanos do Comitê de Supervisão estão focados em conduzir uma investigação completa para trazer transparência e responsabilização aos sobreviventes dos crimes hediondos de Epstein e ao povo americano”, afirmou Comer.

Além do livro de aniversário, os parlamentares divulgaram um acordo firmado em 2007 entre Epstein e promotores federais do Gabinete do Procurador dos EUA para o Distrito Sul da Flórida. Foi divulgada também uma agenda pessoal de Epstein com contatos adicionados ao longo de quase 30 anos.

Depois que os democratas divulgaram a nota na segunda-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que “a equipe jurídica do presidente Trump continuará a buscar agressivamente o litígio” contra o Wall Street Journal.

Quem mais aparece no livro?

Além da nota atribuída a Trump, há outra que foi supostamente escrita pelo ex-presidente americano Bill Clinton, na qual menciona a “curiosidade infantil” de Epstein.

Um porta-voz de Clinton reconheceu que ele conhecia Epstein na época, mas afirmou que desconhecia seus crimes. A BBC procurou a Fundação Clinton e um advogado do ex-presidente para comentar o livro divulgado pelos parlamentares americanos.

O material também inclui uma mensagem de aniversário do ex-ministro britânico Peter Mandelson, hoje embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, que chamou Epstein de “meu melhor amigo”.

Procurado pela BBC, um porta-voz de Mandelson disse que ele sempre deixou claro lamentar profundamente ter sido apresentado a Epstein.

O príncipe britânico Andrew, irmão do rei Charles 3º, é citado brevemente no livro. Em uma nota, uma mulher não identificada afirma ter conhecido Andrew, Clinton e Trump por meio de Epstein, além de várias celebridades. Ela acrescenta que já “viu os aposentos privados do Palácio de Buckingham” e “sentou no trono da rainha da Inglaterra”.

Andrew enfrentou acusações no caso Epstein e negou qualquer irregularidade. Em 2022, ele fechou um acordo com a americana Virginia Giuffre para encerrar um processo aberto contra ele por acusação de abuso sexual.

Giuffre estava processando Andrew, alegando que ele a agrediu sexualmente em três ocasiões quando ela tinha 17 anos, em 2001. Ela afirmou que, naquele ano, Epstein a levou para Londres e a apresentou ao príncipe Andrew.

Giuffre morreu em abril de 2025, aos 41 anos. A família dela afirmou que a causa da morte foi suicídio.

Em julho de 2025, o presidente Trump afirmou a jornalistas a bordo do Air Force One que Giuffre foi uma das jovens funcionárias “roubadas” por Epstein do spa de seu resort na Flórida, Mar-a-Lago, o que levou ao afastamento dos dois, segundo ele. “Ele a roubou, e, a propósito, ela não tinha nenhuma queixa de nós, você sabe. Nenhuma.”

Publicado originalmente pela BBC News em 09/09/2025

Por Nardine Saad

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CCJ aprova fim de fiança para crimes relacionados à pedofilia https://www.ocafezinho.com/2025/08/28/ccj-aprova-fim-de-fianca-para-crimes-relacionados-a-pedofilia/ https://www.ocafezinho.com/2025/08/28/ccj-aprova-fim-de-fianca-para-crimes-relacionados-a-pedofilia/#respond Thu, 28 Aug 2025 22:00:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=216324 Agora esse projeto será analisado na Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (27) um projeto de lei que acaba com a fiança para crimes relacionados à pedofilia. A matéria segue para a Câmara dos Deputados (a não ser que haja recurso para votação no Plenário do Senado).

Esse projeto (PL 5.490/2023) foi proposto pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG) e recebeu parecer favorável do senador Marcio Bittar (PL-AC). A proposta altera o Código de Processo Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

De acordo com o texto, a fiança não será possível para os seguintes crimes (que estão previstos no Código Penal):

  • corrupção de menores;
  • satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente;
  • favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou vulnerável; e
  • divulgação de cena de estupro cometido contra vulnerável.

Além disso, a fiança também fica proibida para seis crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente:

  • produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • adquirir, possuir ou armazenar fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual; e
  • aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança com o fim de com ela praticar ato libidinoso.

Para o senador Marcio Bittar, a aprovação da matéria “é oportuna, relevante e urgente”.

“É dever do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à dignidade e ao respeito, além de colocá-los a salvo de toda forma de exploração ou violência. O abuso ou a exploração sexual de crianças, adolescentes ou vulneráveis é um crime covarde, cometido contra quem não possui o necessário discernimento para a prática do ato sexual e que, portanto, não pode oferecer resistência”, argumentou.

Publicado originalmente pela Agência Senado em 27/08/2025

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Vídeo viral sobre adultização mostra falha das big techs na proteção de crianças, dizem especialistas https://www.ocafezinho.com/2025/08/12/video-viral-sobre-adultizacao-mostra-falha-das-big-techs-na-protecao-de-criancas-dizem-especialistas/ https://www.ocafezinho.com/2025/08/12/video-viral-sobre-adultizacao-mostra-falha-das-big-techs-na-protecao-de-criancas-dizem-especialistas/#respond Tue, 12 Aug 2025 11:44:47 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=215024 Assunto veio à tona após youtuber denunciar a exploração e sexualização de crianças e adolescentes na internet

O vídeo do youtuber Felipe Bressanim Pereira, de 27 anos, conhecido como Felca, que denuncia a exploração e a adultização precoce de crianças e adolescentes na internet, motivou um debate sobre os perigos e a exploração infantil em plataformas digitais. Publicado na última quarta-feira (6), o conteúdo já alcançou mais de 170 milhões de visualizações no Instagram e 30 milhões no YouTube.

Biana Fernandes, pesquisadora do Laboratório Etnográfico de Estudos Tecnológicos e Digitais (Letec), ligado ao Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP), explica ao BdF Entrevista, da Rádio Brasil de Fato, que “as plataformas de massa moldam as nossas conversas, o nosso acesso à informação e até as nossas relações pessoais” e “essas decisões políticas, econômicas e técnicas tomadas por empresas” tornam fácil o acesso a redes de pedofilia, como denunciado no vídeo de Felca.

Ela alerta que “parar no alerta aos pais é olhar para a superfície do problema” e que “as redes amplificam esse conteúdo e os tornam rentáveis”. Segundo Biana, “os algoritmos das big techs não estão aí para garantir que a internet seja um espaço saudável; eles foram criados para nos manter o maior tempo possível na plataforma, porque isso é muito lucrativo”. Assim, “não importa se o conteúdo é violento, explorador, mentiroso, o que importa é se ele prende a nossa atenção”, conclui.

Redes sociais operam sob “lógica fascista”

A pesquisadora destaca que a “moderação é reativa e lenta” porque “as empresas priorizam aumentar lucro e não promover um ambiente social saudável”, ainda que tenham capacidade técnica para agir rápido. Ela explica que “a combinação entre o alcance global das plataformas e a automação algorítmica cria um efeito de amplificação sem precedentes na história da comunicação”.

Ela ressalta que “qualquer tipo de atenção é monetizada: um conteúdo de ódio é igual a um conteúdo que você acha lindo, para a plataforma é a mesma coisa”. E lembra que “90% de todas as interações de um post ocorrem nas primeiras 30 horas”, e que “a escolha estrutural de colocar o lucro acima da prevenção de danos reforça esses efeitos nocivos”.

No geral, Biana afirma que o funcionamento das big techs é baseado na “ideologia que faz você preferir o lucro ao invés de manutenção de direitos e promoção de justiça social, é uma lógica fascista”. Para ela, “essas empresas não devem ser pautadas com leis de regulação que garantam livre disputa de mercado, porque eles penetram em várias áreas da nossa vida de maneira muito profunda”.

Trabalho infantil e riscos psicológicos

Já a jornalista e criadora de conteúdo Nathália Braga, também em conversa no BdF Entrevista, relaciona o fenômeno com o trabalho infantil digital, destacando que “os influenciadores mirins acabaram se tornando um canal onde a publicidade infantil irregular, obviamente, acontece” e que “as crianças que estão na audiência ocupam um papel muito interessante para as empresas de tecnologia, porque são uma das audiências mais reais possíveis”.

Sobre os riscos psicológicos, ela aponta que “essas crianças se tornam figuras públicas, elas já são vistas de forma diferenciada pelas pessoas ao redor […] acabam se tornando memes, vítimas de bullying, vítimas de hipersexualização tendo a sua imagem distorcida, atreladas a assuntos e questões visuais que fazem parte do universo adulto”.

Braga indica também que há “um conflito de interesse quando os pais, que deveriam proteger, são também os gestores e beneficiários da exposição das crianças”, além da dificuldade de “apagar tudo da internet” mesmo com ferramentas judiciais.

A escolha do termo “adultização”

Para a comunicadora, a escolha do termo “adultização” foi feita para ampliar o debate. “Quem digitar o termo adultização no Google, ou em qualquer plataforma de pesquisa, vai encontrar artigos, experimentos, todo um arcabouço acadêmico. Então foi uma boa decisão”, avalia.

Além disso, ela acredita que o uso da palavra foi estratégico para evitar limitações impostas por algoritmos em plataformas, o que poderia restringir o alcance do vídeo caso usasse “pedofilia” como título.

Publicado originalmente pelo Brasil de Fato em 12/08/2025

Por Adele Robichez e Luana Ibelli

Edição: Thalita Pires

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Mais seis processos acusam Sean ‘Diddy’ Combs de agressão sexual https://www.ocafezinho.com/2024/10/14/mais-seis-processos-acusam-sean-diddy-combs-de-agressao-sexual/ https://www.ocafezinho.com/2024/10/14/mais-seis-processos-acusam-sean-diddy-combs-de-agressao-sexual/#respond Mon, 14 Oct 2024 23:00:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=194935 Um garoto de 16 anos que disse ter participado de uma das “festas brancas” de Combs está entre os acusadores.


Seis novos processos de agressão sexual foram movidos contra o empresário musical Sean “Diddy” Combs na tarde desta segunda-feira (14), alegando ataques ocorridos em sessões de fotos, festas da indústria e nas famosas “festas brancas” de Combs. Os ataques teriam ocorrido entre 1995 e 2021. Com esses novos casos, o número total de processos de agressão sexual contra Combs sobe para 18.

Todos os seis processos foram movidos anonimamente no Distrito Sul de Nova York, por homens e mulheres, incluindo uma pessoa que era menor de idade na época da suposta agressão. Além de Combs, a loja de departamentos Macy’s e a rede de hotéis Marriott foram nomeadas como co-réus. Nem Macy’s nem Marriott responderam de imediato aos pedidos de comentário do The Washington Post.

Representantes de Combs também não comentaram. Os processos fazem parte de uma onda de reclamações anunciadas por uma equipe de advogados, incluindo Tony Buzbee da Buzbee Law Firm, Andrew Van Arsdale do AVA Law Group, e Antigone Curis do Curis Law. Buzbee não respondeu a um pedido de comentário.

Os advogados revelaram no início deste mês que mais de 100 ações judiciais seriam movidas contra Combs. Em uma coletiva de imprensa no dia 1º de outubro, eles afirmaram que 120 processos seriam apresentados em Nova York, Califórnia e Flórida.

Os advogados mencionaram que as idades dos acusadores variam de 9 a 38 anos no momento dos supostos ataques, ocorridos nas décadas de 2000 e 2010, quando o perfil de celebridade de Combs estava em seu auge. Erica Wolff, advogada de Combs, negou as alegações após a coletiva de imprensa, dizendo que o magnata “não pode responder a todas as alegações sem mérito em meio ao que se tornou um circo midiático imprudente. … Ele está ansioso para provar sua inocência no tribunal, onde a verdade será estabelecida com base em evidências, e não em especulações.”

Buzbee e Van Arsdale têm histórico em casos de agressão sexual de alto perfil. Van Arsdale representou vítimas no processo contra os Boy Scouts of America, enquanto Buzbee defendeu mais de uma dúzia de mulheres que acusaram o quarterback Deshaun Watson de agressão sexual (muitos desses casos foram resolvidos).

À medida que as acusações contra Combs se acumulam, o magnata permanece sob custódia federal no Centro de Detenção Metropolitana do Brooklyn, após sua prisão no mês passado por tráfico sexual e extorsão. Ele foi acusado de liderar uma organização criminosa para explorar sexualmente mulheres, entre outros crimes. Combs se declarou inocente e já fez múltiplos apelos para ser libertado sob fiança. Um juiz de Manhattan marcou o início do julgamento para o dia 5 de maio.

Com informações do The Washington Post*



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