pv - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/pv/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Thu, 25 Jun 2020 09:36:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://www.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png pv - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/pv/ 32 32 Direitos Já! reunirá FHC, Marina, Haddad, Freixo, Dino https://www.ocafezinho.com/2020/06/24/direitos-ja-amplitude/ https://www.ocafezinho.com/2020/06/24/direitos-ja-amplitude/#comments Wed, 24 Jun 2020 12:43:42 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=111282 12 Comentários 🔥]]> Nesta sexta-feira (26), às 19h, ato do Direitos Já! trata da Defesa da democracia, da vida e proteção social.

O ato contará com ampla participação de vários setores da sociedade.

Para o organizador do evento e coordenador do grupo Direitos Já!, Fernando Guimarães, o Brasil “nunca viu uma reunião tão ampla”.

O ato deve reunir de figuras políticas, como Marina Silva, Flávio Dino e FHC a lideranças de movimentos e instituições como a UNE, o MTST e a OAB.

Na sopa de letrinhas partidária, legendas do DEM ao PSOL, passando pelo PL, pelo PSDB, pelo MDB, pelo PODEMOS, pelo Solidariedade e pelo PT, além de outros, como PDT, PCdoB, Rede, PSB, Cidadania e PV, marcam presença.

O evento também reunirá economistas e jornalistas diversos, como Miriam Leitão, Reinaldo Azevedo e Mônica de Bolle, além do escritor Eduardo Moreira, e lideranças sindicais, como os presidentes da CUT e da UGT.

Até ex-ministro do Governo Bolsonaro deve participar.

Algumas das personalidades confirmadas são:

Flávio Dino, governador do Maranhão (PCdoB); Ciro Gomes, ex-ministro (PDT); Fernando Haddad, ex-prefeito (PT); Marina Silva, ex-senadora (REDE); Paulo Câmara, governador do Pernambuco (PSB); Luciano Huck, apresentador da Rede Globo; Camilo Santana, governador do Ceará (PT); Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB; General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro; Reinaldo Azevedo, jornalista da BandNews; Eduardo Suplicy, vereador (PT); Dráuzio Varella, médico oncologista; Marieta Severo, atriz global; Fernando Gabeira, escritor e jornalista (PV); Miriam Leitão, jornalista; Mônica de Bolle, economista; Eduardo Moreira, ex-banqueiro; Manuela D’ávila, ex-deputada federal (PCdoB); Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro (DEM); Juca Kfouri, jornalista; Petra Costa, cineasta; Walter Casagrande, ex-futebolista; Zélia Duncan, música; Julia Lemertz, atriz; Carlos Lupi, presidente do PDT; Carlos Siqueira, presidente do PSB; Luciana Santos, presidente do PCdoB; Bruno Araújo, presidente do PSDB; Tasso Jereissati, senador (PSDB); Cristovam Buarque, ex-senador (Cidadania); Marcelo Freixo, deputado federal (PSOL); Márcio França, ex-governador de São Paulo (PSB); Marta Suplicy, ex-senadora (SDD); Aldo Rebelo, ex-ministro (SDD); José Aníbal, ex-senador (PSDB); Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania; Joenia Wapichana, deputada federal (REDE); Iago Montalvão, presidente da UNE; Joanna Maranhão, nadadora olímpica; Orlando Silva, deputado federal (PCdoB); José Nelto, deputado federal (PODEMOS); Fernanda Melchionna, deputada federal (PSOL); Alexandre Padilha (deputado federal, PT); José Luiz Penna, presidente nacional do PV; Marcelo Ramos, deputado federal (PL); Guilherme Boulos, liderança do MTST (PSOL); Alessandro Molon, deputado federal (PSB); David Miranda, deputado federal (PSOL); Randolfe Rodrigues, senador (REDE); Jandira Feghali, deputada federal (PCdoB); José Carlos Dias, presidente da Comissão Arns de Direitos Humanos; Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República (PSDB); Maria Alice Setúbal, socióloga, Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT); Sérgio Nobre, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT); dentre outros.

Segundo Guimarães, o presidente do STF, Dias Toffoli, também teria se comprometido com participar, bem como o arcebispo metropolitano de São Paulo, Odilo Scherer.

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Marina Silva será a principal adversária de Dilma em 2014? https://www.ocafezinho.com/2013/01/29/marina-silva-sera-a-principal-adversaria-de-dilma-em-2014/ https://www.ocafezinho.com/2013/01/29/marina-silva-sera-a-principal-adversaria-de-dilma-em-2014/#comments Tue, 29 Jan 2013 16:53:39 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=9508

Marina com 35%, contra 39% de Dilma, segundo pesquisa

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Bem, tragédias não são para serem esquecidas, jamais. Mas a melhor maneira de ajudar o país a superar o trauma é virando a página e seguindo em frente. Além disso, a quem não pode ajudar, pede-se não atrapalhar. Ao trabalho, pois.

No domingo, a coluna do Ilimar Franco publicou uma pesquisa eleitoral encomendada pelo PV para 2014. Num dos cenários, há praticamente empate técnico entre Dilma e Marina Silva.

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Hoje vamos discutir a pesquisa já mencionada; comentar as eleições para o senado e a arriscada aposta do PMDB num nome como o de Renan Calheiros, tão queimado na opinião pública; outros assuntos.

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Na hipótese de que os números sejam minimamente confiáveis, analisemos o impacto que teriam sobre a disputa política. Gostaria de ouvir a opinião de vocês.

A pesquisa foi feita sob encomenda do PV, e beneficia Marina Silva, então a primeira suspeita, que é beneficiar o cliente, poderia ser descartada. O PV, em tese, não gostou dos números, embora também não se possa descartar uma tese meio conspiratória, de uma aliança oculta entre tucanos e verdes, aliados antigos em São Paulo e Minas.

Os números, contudo, também não são muito positivos para Aécio, visto que o mineiro fica bem atrás de Marina. Mas não tão ruins assim; o tucano não tem o recall de Marina, que participou da última eleição e obteve mais de 20 milhões de votos. Talvez os 10% de Gabeira sejam exagerados. Enfim, vamos fingir que acreditamos nela. Observações:

  1. Dilma só ganharia no primeiro turno se seu único rival forte for Aécio Neves.
  2. Marina Silva ficaria quase empatada com Dilma (39% a 35%) num cenário com Aécio e Eduardo Campos. Neste caso, a oposição poderia ganhar num segundo turno com uma aliança entre Marina e Aécio Neves.

Na pesquisa sobre confiabilidade, é interessante notar que o PSDB é o último colocado, atrás até do PMDB, embora isso seja explicável pela polaridade. Os petistas tendem, naturalmente, a marcar o PSDB como menos confiável. E vice-versa.

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Os reservatórios encheram mais um pouco nos últimos dias. Os reservatórios do Sudeste estavam com 35.93% de volume útil, no último dia 28, contra 34,28% no dia 24.

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Um grupo de engenheiros elétricos, ligados a USP, à Eletrobrás, a ONG Ilumina, continua extremamente crítico à política energética do governo federal. Tenho acompanhado atentamente a manifestação dessas pessoas, respeitáveis, e justamente por causa delas tenho evitado, há tempos, qualquer oba oba em relação ao desconto na conta de luz. Por causa disso, também, tenho sido até meio paranóico no acompanhamento do nível dos reservatórios.

Algumas críticas me parecem pertinentes, como esta, que denuncia um certo lobby “fóssil” por trás da prioridade a termoelétricas ao invés de mais eólicas.

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Chamo a atenção para essa entrevista do Gilberto Carvalho à Carta Capital, onde aborda o problema da comunicação do governo. É interessante notar que, de maneira geral, um processo de tomada de consciência sobre o problema da concentração de mídia vem ganhando força nos últimos anos, amadurecendo.

A grande mídia, por sua vez, não apenas bloqueia qualquer debate – ela só abre espaço às opiniões que chancelam as suas, como foi o caso do artigo de Roberto Romano, publicado ontem no Estadão, atacando as iniciativas populares em prol de um novo marco regulatório para a mídia nacional. Romano compara essas iniciativas, que visam ampliar a liberdade, e dar mais pluralidade à opinião pública, às políticas tomadas pelo temível cardeal Richelieu, na França do século XVII.

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No front parlamentar, o assunto mais importante do momento é a discussão em torno do timing do procurador geral da república, Roberto Gurgel, de veicular, às vésperas da eleição para presidência do Senado, uma denúncia antiga contra Renan Calheiros. Há suspeita, em vista da atuação extremamente partidarizada e passional de Gurgel durante o processo do mensalão, de um movimento similar. Novamente, mídia e PGR se aliam, com Gurgel alimentando o noticiário com frases bombásticas, cada uma das quais, independente do resultado do processo em curso, já representam um golpe no adversário. É curioso, de fato, que Gurgel tenha sentado, durante dois anos, sobre as investigações da Polícia Federal sobre Demóstenes Torres e Cachoeira, dando tempo para que a quadrilha elegesse dezenas de parlamentares e prefeitos; que se mantenha inerte sobre as acusações contidas no livro Privataria Tucana; e que de repente se erga, tão altivo, para atacar Renan Calheiros por causa de notas fiscais supostamente frias referente à venda de gado.

Por outro lado, o lançamento do nome de Renan Calheiro foi, de fato, um lance de intrepidez de eficácia duvidosa. A mídia derrubou Renan após um longo processo de fritura, e, independente de sua culpabilidade ou não, ele ainda tem sua imagem bastante chamuscada; e não, como Lula, apenas entre setores restritos da elite. A mídia, por sua vez, considera a candidatura de Renan, uma afronta pessoal a seu poder.  Antes mesmo de assumir, a própria candidatura já está provocando uma crise. O senador e presidenciável Aécio Neves (PSDB) parece ter despertado para a oportunidade de capitalizar politicamente em cima da polêmica, e já começou a se movimentar. Ao lançar Renan, o PMDB, e também o governo, por ter cedido, deram um tiro no pé. O PSDB disse estudar o apoio a Pedro Tacques, do PDT, o qual analisa uma fusão com a candidatura de Randolfo Rodrigues. Lembrem-se que uma pessoa errada na presidência do Senado poderia desestabilizar a república, e até mesmo comprometer a reeleição de Dilma Rousseff.

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