Uzbequistão - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/uzbequistao/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Tue, 21 Jan 2025 17:58:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://www.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2015/10/cropped-Logo_Cafezinho_tmb-32x32.png Uzbequistão - O Cafezinho https://www.ocafezinho.com/tag/uzbequistao/ 32 32 Oito nações são anunciadas como ‘países parceiros’ do Brics https://www.ocafezinho.com/2025/01/21/oito-nacoes-sao-anunciadas-como-paises-parceiros-do-brics/ https://www.ocafezinho.com/2025/01/21/oito-nacoes-sao-anunciadas-como-paises-parceiros-do-brics/#comments Tue, 21 Jan 2025 19:05:00 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=200881 1 Comentário 🔥]]> Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Tailândia, Uganda e Uzbequistão são primeiras nações a aderir ao Brics como país parceiro, modalidade criada na cúpula de Kazan, na Rússia

Nos últimos dias da presidência russa do Brics, Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Tailândia, Uganda e Uzbequistão foram anunciados como ‘países parceiros’ do agrupamento a partir de 1º de janeiro de 2025. A adesão inaugurou a modalidade criada durante a Cúpula de Kazan, em outubro de 2024. Mais de 30 nações já externaram interesse em participar do Brics tanto na qualidade de membros como de parceiros.

“Esta adesão não só abre novas portas para o nosso país, mas também nos posiciona na posição de expandir e diversificar as relações comerciais num mercado vibrante e em crescimento. A integração nos Brics dá a oportunidade de impulsionar setores-chave como energia, comércio, tecnologia, indústria transformadora e finanças sustentáveis”, declarou o presidente boliviano Luis Arce em seu perfil em uma rede social, sobre a adesão da Bolívia ao fórum.

Países parceiros do Brics

Países parceiros são convidados para a Cúpula, para a reunião de Ministros das Relações Exteriores e podem integrar outros espaços de discussão do fórum, após consulta aos países membros e decisão por consenso. Essas nações podem ainda endossar às Declarações de Cúpula do Brics, Conjuntas dos Ministros das Relações Exteriores do Brics, bem como a outros documentos finais.

O processo de adesão como “país parceiro” do Brics é realizado em etapas. A primeira, são consultas informais realizadas pela presidência de turno, seguindo critérios como equilíbrio geográfico e de manutenção de boas relações diplomáticas com todos os membros do grupo. Em seguida, os líderes do agrupamento decidem por consenso convidar os países a somarem-se à categoria de “país parceiro”. Finalizadas as consultas, a divulgação dos novos parceiros acontece na medida em que eles aceitam o convite.

Publicado originalmente pela Agência Gov em 17/01/2025 – 15h15

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Histórico! China e Rússia fazem acordo gigante para áreas de energia e ferrovias https://www.ocafezinho.com/2025/01/01/historico-china-e-russia-fazem-acordo-gigante-para-areas-de-energia-e-ferrovias/ https://www.ocafezinho.com/2025/01/01/historico-china-e-russia-fazem-acordo-gigante-para-areas-de-energia-e-ferrovias/#respond Wed, 01 Jan 2025 12:27:13 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=199602 Esse tipo de notícia costuma passar despercebido na mídia tradicional, apesar de sua enome importância histórica e consequências geopolíticas imediatas.

A Rússia permitiu avanços em dois projetos de infraestrutura com a China: a construção da ferrovia China-Quirguistão-Uzbequistão (CKU) e o redirecionamento do gasoduto Power of Siberia 2 para o Cazaquistão, em vez da Mongólia. Esses projetos visam fortalecer a cooperação econômica e logística entre os países.

A ferrovia CKU, que conectará Kashi, na China, a Andijan, no Uzbequistão, passando pelo Quirguistão, começará a ser construída em julho de 2025, com previsão de conclusão em seis anos. O projeto foi proposto originalmente nos anos 1990 e enfrentou atrasos devido à oposição russa, que buscava manter o controle sobre o transporte de recursos naturais da Ásia Central para a Europa. No entanto, os três países assinaram um memorando de entendimento em 1997, e recentemente a Rússia deu sinal verde para o projeto.

O trajeto da ferrovia inclui a passagem pelo Torugart Pass, no Quirguistão, e a construção do trecho quirguiz será gerida pela CKU Railway Co, uma joint venture entre os três governos. A China e o Uzbequistão construirão as seções dentro de seus territórios. Apesar do uso de diferentes bitolas ferroviárias nos países envolvidos, o projeto seguirá o padrão russo de 1.524 mm em suas novas linhas no Quirguistão e no Uzbequistão.

O gasoduto Power of Siberia 2 será redirecionado para passar pelo Cazaquistão. O projeto, que visa transportar gás russo para a China, terá capacidade de 45 bilhões de metros cúbicos por ano, dos quais 10 bilhões atenderão a demanda doméstica do nordeste do Cazaquistão e 35 bilhões serão exportados para a China. O vice-primeiro-ministro russo Alexander Novak confirmou que o estudo de viabilidade e as negociações estão em andamento.

O projeto inicial previa o trajeto do gasoduto pela Mongólia, que completou um estudo de viabilidade em 2022 e planejava começar a construção em 2024. No entanto, o governo chinês rejeitou essa rota, preferindo o trajeto pelo Cazaquistão. O redirecionamento elimina custos de construção associados ao terreno montanhoso da Mongólia e evita uma rota que poderia estar sujeita a tensões políticas, porque o governo chinês vê a Mongólia como inclinada para os EUA.

Os preços globais de energia caíram para cerca de US$ 70 por barril em dezembro de 2024, reduzindo a receita russa de exportação de petróleo. Adicionalmente, as sanções impostas por G7, União Europeia e Austrália limitaram os preços do petróleo russo a US$ 60 por barril, afetando as reservas de moeda estrangeira do país. Desde o início da guerra na Ucrânia, o rublo desvalorizou-se 34%, com queda de 17% somente em 2024, atingindo 108 por dólar.

A cerimônia de lançamento da ferrovia CKU ocorreu em Jalalabad, Quirguistão, no dia 27 de dezembro de 2024, com a presença do enviado especial do presidente chinês Xi Jinping, Zheng Shanjie, e do presidente quirguiz Sadyr Japarov. Os presidentes da China e do Uzbequistão enviaram mensagens de congratulação para o evento.

Com a conclusão da ferrovia CKU, o comércio da Ásia Central poderá se diversificar, abrindo um novo corredor para a Europa via Irã, Turquia e Grécia, reduzindo a dependência de rotas controladas pela Rússia. O projeto é considerado um marco nas relações econômicas entre a China e os países da Ásia Central, facilitando o transporte de bens e ampliando a conectividade regional.

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Os 13 novos países que devem se associar ao Brics https://www.ocafezinho.com/2024/10/23/os-13-novos-paises-que-devem-se-associar-ao-brics/ https://www.ocafezinho.com/2024/10/23/os-13-novos-paises-que-devem-se-associar-ao-brics/#respond Wed, 23 Oct 2024 22:38:04 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=195753 Os países do Brics formalizaram nesta quarta-feira, dia 23, a criação de uma nova categoria de associação ao bloco e definiram a lista com 13 países potenciais: Argélia, Belarus, Bolívia, Cuba, Indonésia, Cazaquistão, Malásia, Nigéria, Tailândia, Turquia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã.

A Declaração de Kazan, documento final da 16ª cúpula anual de líderes do Brics, confirma o estabelecimento da categoria de “Países Parceiros do Brics”. Os líderes celebraram o “considerável interesse dos países do Sul Global”. Em Kazan, os atuais membros do bloco avaliaram manifestações formais de adesão expressadas por 33 países.

Participaram pela primeira vez de uma cúpula do Brics após a expansão de 2023 os dez membros atuais – Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã. A presidência rotativa será assumida pelo Brasil em 1º de janeiro de 2025, quando será criada oficialmente a categoria de países “parceiros”.

O chanceler Mauro Vieira destacou que a discussão na cúpula foi centrada nos critérios e princípios que vão orientar a futura ampliação do Brics, sem definir prazos específicos para a inclusão formal dos novos países. Segundo ele, qualquer decisão será tomada em consenso entre os dez membros atuais. Vieira ressaltou que o Brasil não vê o Brics como um bloco hostil ao Ocidente, mas como um espaço de cooperação para o desenvolvimento e fortalecimento do interesse nacional.

O Brasil indicou simpatia por candidaturas de países latino-americanos, como Cuba e Bolívia, e se posicionou contra um aumento desmedido no número de associados. A expansão do bloco tem sido fomentada principalmente por China e Rússia, interessadas em aumentar a influência do Brics no cenário global.

A Venezuela, apesar da presença de Nicolás Maduro na cúpula e do apoio de Rússia e China, ficou de fora da lista de países potenciais. Nos bastidores, diplomatas indicaram que o Brasil se opôs ao ingresso venezuelano devido a questões políticas e recentes provocações de Caracas. O retorno da Venezuela ao processo de adesão dependeria de uma nova rodada de consultas entre os líderes.

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Bomba! Brics deve aceitar mais 12 países! Saiba quais são https://www.ocafezinho.com/2024/10/22/bomba-brics-deve-aceitar-mais-12-paises-saiba-quais-sao/ https://www.ocafezinho.com/2024/10/22/bomba-brics-deve-aceitar-mais-12-paises-saiba-quais-sao/#respond Tue, 22 Oct 2024 15:09:36 +0000 https://www.ocafezinho.com/?p=195627

Na 16ª reunião do Brics, que começa nesta terça (22) em Kazan, na Rússia, uma das principais novidades será a admissão de 12 novos países como parceiros do grupo. Embora a lista final ainda possa sofrer mudanças durante as reuniões de líderes, os países convidados até agora, segundo informações obtidas por negociadores, são:

  • Cuba e Bolívia (América Latina)
  • Indonésia e Malásia (Sudeste Asiático)
  • Uzbequistão e Cazaquistão (Ásia Central)
  • Tailândia e Indonésia (Sudeste Asiático)
  • Nigéria e Uganda (África)
  • Turquia e Belarus (Europa/Ásia)

A inclusão desses países segue uma linha de diversificação regional e estratégica. A presidência russa do Brics, que está liderando as negociações, busca equilibrar o bloco com a entrada de novas nações, evitando o predomínio de apenas uma região ou potência.

A decisão de expandir o grupo ocorre após a primeira grande ampliação em 2023, quando Irã e Etiópia foram adicionados, demonstrando a influência da China dentro do grupo. O processo de inclusão, no entanto, tem sido conduzido com cautela, para evitar situações como a da Arábia Saudita, que demonstrou desinteresse após o ingresso de seu arquirrival Irã no ano passado.

Outra novidade importante a ser discutida na cúpula é a questão da reforma do Conselho de Segurança da ONU, onde o Brics busca maior representatividade. O Brasil, que já havia garantido uma menção nominal em 2023 ao lado de Índia e África do Sul, vê agora uma reformulação dos termos após as demandas de novos membros, como Egito e Etiópia, que também almejam assentos no conselho reformado.

A exclusão da Venezuela

Apesar do estreito relacionamento entre Caracas e Moscou, o Brasil vetou informalmente a inclusão da Venezuela como parceira do Brics. A ausência da Venezuela na lista de convidados reflete um consenso nas reuniões preparatórias, onde prevaleceu a decisão de não admitir o país liderado por Nicolás Maduro.

A relação entre o Brasil e a Venezuela de Maduro se deteriorou desde que Lula (PT) decidiu não reconhecer os resultados das eleições venezuelanas, amplamente consideradas fraudulentas. Essa postura levou a uma ruptura virtual entre os dois países, o que explica a exclusão da Venezuela das negociações.

Com informações de Igor Gielow, da Folha de São Paulo.

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Os Estados Unidos que exportam guerras, perdem mais uma vez para o terrorismo https://www.ocafezinho.com/2017/11/02/os-estados-unidos-que-exportam-guerras-perdem-mais-uma-vez-para-o-terrorismo/ https://www.ocafezinho.com/2017/11/02/os-estados-unidos-que-exportam-guerras-perdem-mais-uma-vez-para-o-terrorismo/#comments Thu, 02 Nov 2017 04:46:44 +0000 https://ocafezinho.com/?p=80742 10 Comentários 🔥]]> (crédito Imagem :Alarabiyan.net)

Os Estados Unidos divulgaram ter encontrado o segundo homem oriundo do Uzbequistão e que presumivelmente está envolvido com atentado. Segundo Bill Sweeney, diretor adjunto do FBI de New York, o indivíduo é Mukhamadzoir kadirov de 32 anos e foi detido por possuir ligações com o terrorista Saipov.

Suyfullo Saipov, um homem de 29 anos oriundo do Uzbequistão, utilizou um veículo utilitário coletor e atropelou pessoas a esmo gerando pelo menos oito mortes. O principal centro financeiro dos Estados Unidos, Manhattan na cidade de New York, foi o palco deste violento atentado.

O terrorista chegou aos Estados Unidos em 2010 e tinha dois endereços, um na Flórida outro em New Jersey. Seis pessoas morreram no local(cinco eram argentinas), mais duas no hospital e pelo menos onze feridas. Depois do acidente o veículo bateu num ônibus, e o condutor portando armas de paintball e ar comprimido, saiu caminhando e foi atingido no abdômen por policiais.

Os militares identificaram que ele gritou ¨Deus é ótimo¨ em árabe, o que foi entendido como sinal de ligação com o ISIS. Segundo O fiscal interino de Manhattan Joon kim, ¨foram encontrados num dos celulares, milhares de imagens e em torno de 90 vídeos que mostravam combatentes da organização matando prisioneiros com um tanque passando por seus corpos.¨

Diante da atrocidade do terrorismo é incabível tentar encontrar justificativa para qualquer ato que só merece condenação! Mas o que realmente pode-se concluir numa análise mais aprofundada, é que os governos estadunidenses tem exportado condições que só fomentam guerras em volta do mundo. O paradigma usado por Washington é de usar força bélica contra nações que não seguem sua cartilha, isto quando não são usados bloqueio econômico, de medicação e alimentos. Vale tudo para derrubar governos, até mesmo treinar terroristas como no Afeganistão, Síria, Turquia e não esquecendo da tentativa de invasão da baia dos porcos em Cuba.

As armas e os treinamentos em muitos casos são usados contra os interesses dos governo do norte, que não significa ser necessariamente o mesmo do seu povo. Nesta abordagem, Julian Assange criador do portal Wikeleaks, conclui trazendo a realidade: ¨se a CIA tivesse gastado mais tempo investigando terroristas do que treinando e armando eles, não teríamos assistido este atentado.¨

Assange acusa literalmente a CIA de apoiar o terrorismo no mundo, aquele que a grande mídia não informa, mas que existe! Assim como o terrorismo que infelizmente abateu as pessoas em Manhattan, existe a violência que é exportada pelo Pentágono.

Nesta seara a questão não é Donald Trump, e sim um modo de operação que passa por todos presidentes estadunidenses do nosso século. Seguindo este modelo, teremos um planeta policial e um grande muro que não serve apenas para impedir os latinos, mas todos os outros acessarem a potência mundial. Qualquer lugar do planeta seguirá inseguro aos americanos do norte, mesmo os que rondam perto de sua própria casa.

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