Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Dirceu, o curinga de todos

Por Miguel do Rosário

30 de novembro de 2012 : 12h15

O delator/corrupto usou Dirceu para desviar o foco da mídia sobre si mesmo. Conseguiu. A mesma tática usada por Jefferson foi consagrada. Agora todo corrupto pego com a boca na botija grita: “Foi o Dirceu! Foi o Dirceu!”  A mídia estampará manchetes garrafais sobre Dirceu, esquecendo o corrupto. Ninguém quer ter os olhos do dragão postos sobre si. Os corruptos estão aprendendo qual é o jogo político em curso no país.

‘Folha de S. Paulo’: o delator esclarece; o jornal esconde

Saul Leblon, na Carta Maior

A Folha voltou à carga na edição desta 5ª feira. Não para admitir que um dia antes induzira seu leitor a enxergar no ex-ministro José Dirceu um dos integrantes do esquema de corrupção investigado na Operação Porto Seguro. ( Leia ao final desse texto o post ‘Mídia & togas: a confraria do domínio do fato’)

Não, o que o jornal tenta agora é produzir uma declaração que confirme a sua jpressuposição editorial.

Foi o que fez em 2009 também quando passou meses tentando provar que era verdadeira uma ficha falsa do DOPS sobre a então ministra Dilma Rousseff. A falsificação rudimentar, publicada como documento na 1ª página do jornal em 5 de abril daquele ano, já era parte da campanha eleitoral do eterno candidato derrotado à Presidência, José Serra.

Desta vez, o jornal foi à fonte para entrevistar o delator da Operação Porto Seguro, Cyonil Borges. Não deu certo.

No pingue pongue de 768 palavras publicado na edição de hoje, 29-11 (leia ao final desse texto: ‘Não sou santo, mas não sou corrupto, diz delator do esquema’), o diário pergunta se o nome do ministro foi mencionado nos contatos que manteve com o esquema de corrupção dos irmãos Vieira.

A resposta de Cyonil: ” O nome do ex-ministro, pelo que tudo indica, foi usado pelo Paulo (Vieira).”

A explicação parece pertinente em relação ao pano de fundo. O nome de Dirceu foi jogado na praça pelo linchamento midiático a que vem sendo submetido há meses. Tornou-se um ‘genérico’ de uso encorajador para qualquer fim. Um corrupto se vale disso para encorpar o alcance de um esquema golpista.

Até um delator de propósitos ambíguos como Cyonil (ele esperou 11 meses pela 2ª parcela da propina e só então entregou o jogo e a 1ª à PF) tem a decência de contextualizar o sentido dessa menção.

O que faz a Folha de posse desse desmentido em relação ao publicado? Nada.

Ou melhor, tudo ao contrário do que ocorreu na 4ª feira, quando o editor e o jornal agiram como os corruptos. Usaram o ‘genérico’ em ilações para encorpar uma denúncia e desse modo atingir o objetivo editorial de denegrir adicionalmente o PT.

Como Cyonil decepcionou, o jornal manipulou seu leitor pela segunda vez.

A pergunta que a ombudsman do jornal deveria encaminhar à Secretaria de Redação é: ‘se o delator tivesse confirmado a pauta, a resposta seria mantida no mesmo socavão espertamente reservado ao desmentido?’. A ver.

Leia aqui a entrevista publicada na Folha de S. Paulo em 29-11

‘Não sou santo, mas não sou corrupto’, diz delator do esquema’

Não sou santo, mas não sou corrupto”. É esse mantra que Cyonil Borges, 37, repete quando é acusado de ter recebido R$ 100 mil do grupo que foi alvo da Operação Porto Seguro, acusado de tráfico de influência no governo.

Cyonil é um personagem nada linear: ele entregou os R$ 100 mil à Polícia Federal, virou delator e forneceu as informações que nortearam as investigações.

Autor de livros jurídicos, professor de cursinhos preparatórios para concursos, ele atuou na investigação da Unifesp em 2008 que culminou com a queda do reitor.

Em entrevista à Folha, ele diz que nunca tocou no dinheiro para não caracterizar o crime de corrupção. Afirma que só cometeu um “pecado” no caso: ter deixado Paulo Rodrigues Vieira, preso pela PF, se aproximar dele.

Entrevista

*Folha – Uma procuradora disse que o sr. é um corrupto que não recebeu o combinado.
Cyonil Borges – Respeito a procuradora, mas ela está desestimulando as pessoas de bem a denunciar.

Mas o sr. recebeu dinheiro? O inquérito diz que deixaram R$ 50 mil na sua portaria e o sr. recebeu mais R$ 50 mil dentro de um táxi. Foi assim?
Não aceitei o dinheiro. Há e-mails que mostram que ele liga em casa dizendo que queria me presentear. Eu disse: “Esquece”. Fiquei angustiado. Quem não ficaria com os nomes que Paulo citava?

O sr. ouviu o nome do ex-ministro José Dirceu?
O nome do ex-ministro, pelo que tudo indica, foi usado pelo Paulo. O Paulo falou em dois momentos o nome do ex-ministro José Dirceu. Num momento, ele disse que o processo no TCU [sobre a Tecondi, empresa de contêineres] era de interesse do Zé Dirceu.

Paulo citava outros nomes?
Um nome que ele citava, indevidamente, foi o do ministro José Múcio, do TCU. Mas o ministro recusou o processo, alegando foro íntimo. Isso mostra a idoneidade do Múcio. Como ele não conseguiu no TCU, foi para a AGU.

O sr. disse que não recebeu dinheiro, mas os pacotes ficaram na sua casa.
Quem pegou o pacote na portaria foi um rapaz do lava-jato. O Paulo interfonou, às 8h da manhã de um sábado: “Tô aqui com a família. Posso subir?” “Não, não pode”.

Quando foi isso?
Em abril de 2010, mais ou menos. Desci do meu apartamento com roupa para correr e o porteiro disse: “Deixaram aqui…”. Pego o carro, saio. Peço para o rapaz do lava-jato lavar meu carro e pegar o pacote. Não toquei no dinheiro.

Por que não tocou?
Não sou bandido. Isso poderia caracterizar crime de corrupção passiva.

Você ficou incomodado de ter R$ 100 mil em casa?
Não tinha incômodo. Daí a minha mulher descobre. Ela ficou chateada e pensou outras coisas. Queria depositar. Falei: “Não, isso é dinheiro de cursinho preparatório”.

Tipo caixa dois?
Eu não sou santo. Tenho meus pecados, mas não sou corrupto. Alguns cursinhos pagam em dinheiro, por fora.

Algumas pessoas o descrevem como corrupto arrependido.
Para se arrepender, você tem de aceitar. Eu nunca aceitei nada. Eu posso ter o pecado de, num primeiro momento, ter deixado o cara [Paulo] se aproximar. Quando ele passou o dinheiro, eu falei: “Você tá retardado? O que você bebeu, cara?” Ele: “Mas esse dinheiro é particular”. Eu falei: “Brother, isso é corrupção”. Ele: “Então eu compro isso aqui [R$ 100 mil] em seus livros”. Eu falei: “Não tenho livro para isso”.

Mas o sr. escreveu um segundo parecer que, aparentemente, atendia à Tecondi.
O primeiro parecer foi totalmente contrário. Aí tem um e-mail em que ele fala sobre o meu parecer, o segundo: “Isso não atende o interesse do grupo”. Ele queria que o contrato de arrendamento da área [da Tecondi] fosse renovado. Mas isso era inviável.

Mas o seu parecer abre uma porta para a Tecondi ser beneficiada no TCU, segundo a PF. O sr. diz que houve investimento e o rompimento geraria insegurança jurídica.
Isso não era o que o Paulo queria. O parecer de 2010 era totalmente contrário, mas houve um investimento de cerca de R$ 270 milhões.

O sr. nunca escreveu um parecer por encomenda de Paulo?
Ele pediu que eu lesse um parecer do advogado da Codesp. Falei: “Tá bem escrito”.

Por que você recebeu o dinheiro em abril de 2010 e só foi à polícia em fevereiro de 2011?
Eu queria reunir provas. Imagina você chegar na polícia com um pacote de dinheiro e falar: “Entregaram isso na minha portaria”. Eu seria preso. Nunca tive mácula na administração pública. Fiz a investigação dos cartões corporativos da Unifesp.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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8 comentários

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Messias Franca de Macedo

07 de dezembro de 2012 às 01h50

… NO PICADEIRO GLOBAL,
O JORNALISTA PÓS-DOUTO (sic)
EM DIREITO PENAL(!):
SIM,
O IMORTAL
RESPONDE POR
‘MERDAL’!…

… Já pedindo desculpas antecipadas pelo cordel de improviso [RISOS], leitor(a), imagine algo bizarro elevado a enésima potência! Imaginou?!… “Agaranto” que não chega perto da cena na qual o *Merval Pereira “da grobo” tenta explicar ao assinante (sic) “o notório saber jurídico dele!”… O indivíduo não tem o mínimo de ‘sinmancol’®: emite “parecer” (idem sic) contrário ao do catedrático jurista doutor Ricardo Lewandovski – e o faz com ‘a maior cara-de-pau de criança chupando pirulito’! Segundo “o jornalista pós-douto em ‘jornalismo jurídico’ e especialista-mor em ‘jornalismo Constitucional'” [haja sic e RISOS ESTONTEANTES!], a celeuma travada no “supremoTF” é muito simples de ser resolvida: “… Quem tem razão é o ministro revisor Joaquim Barbosa! A instituição que define a cassação do mandato de um parlamentar não é o Congresso Nacional, e sim **”o supremoTF do supremo Joaquim Barbosa, o Inclemente”! E ponto final! Não cabe recurso de nenhuma espécie ou natureza! Ou como afirmou o boçal do Joaquim Barbosa: “Let´s move on” (expressão inglesa, vamos seguir em frente, em tradução livre)…
RESCALDO I: *o que é aquilo televisionado, sô?!…
**”o supremo do supremoTF”!: aspas monstruosas e letras submicroscópicas!

RESCALDO II: … Já não bastam “os beiços ‘autoassoprados’ do Gilmar Mendes”, “seu menino”?! O que é (a)quilo televisionado, “‘fi’ de Deus'”?!…

E viva “os imortais”!… E “os supremos”!…

Que país é este, sô?!… Lá isto é jornalismo?!… Lá isto é Corte Suprema?!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

06 de dezembro de 2012 às 20h31

“CORTE SUPREMA” OU “UM HOSPÍCIO/SANATÓRIO INQUISITÓRIO DOS TEMPOS DO JUDAS”?!…

… Tarde de quinta-feira (06/12/12), durante a sessão do STF cuja pauta é tratar da revisão das penas de multa aplicadas aos réus do mensalão [nunca é demais relembrar, ‘data venia’, o mensalão do PT, revisor!]… O Excelentíssimo e catedrático ministro revisor da Ação Penal 470, doutor Ricardo Lewandovski, ministrou uma aula de Direito, de racionalidade, de bom senso… E de Matemática! Na aula de matemática, o ínclito doutor Lewandovski enunciou um estudo científico elaborado por ele próprio objetivando estabelecer a devida correspondência entre a pena vinculada à restrição da liberdade e a pena associada ao pagamento da multa correlata… Pois muito bem: o atual presidente do STF e ministro relator da supramenciona Ação Penal entrou em polvorosa! Algumas ‘pérolas’ das argumentações Barbosianas, abre aspas: “… Não! Não é possível, neste julgamento *já encerrado, admitirmos que a propositura do ministro revisor suplante a do ministro relator! Ademais, eu teria que refazer todos os meus [“meus”(!) (A)de(n)do sujo do matuto ‘bananiense’!] cálculos! E este procedimento demandaria muito tempo! Não há mais tempo! Iríamos entrar pelo mês de fevereiro!… Nós não podemos mais postergar a conclusão deste processo! A nação brasileira não suporta mais este julgamento!…” [E um sorrisinho maroto! Sorrisinho maroto protagonizado pelo inclemente ministro relator Joaquim Barbosa, revisor!]… Engana-se [mais uma vez!] o Joaquim Barbosa! O verdadeiro, honesto, sapiente e justo povo trabalhador brasileiro está somente AGUARDANDO o verdadeiro início deste, digamos, embate! [De novo, (A)de(n)do sujo do matuto!]
O inclemente ‘Joaquim Dono da Verdade Barbosa’ acredita que a aplicação da multa deve se valer, exclusivamente, em razão das condições pecuniárias dos réus! Contudo, este argumento é desconstruído pelo fato de o método para o cálculo do valor das multas, elaborado por Lewandovski, ter considerado, entre outros elementos, a referida condição financeira.
Enfim, segundo ‘o aleatório e desproporcional modelo dos cálculos’ preconizado pelo ministro relator Joaquim Barbosa, em média, os valores das penas representam cerca de o dobro e até mesmo o triplo daqueles encontrados pelo modelo científico e jurídico propugnado pelo ministro revisor Ricardo Lewandovski…
*um dos ministros advertiu ao presidente do STF de que o julgamento ora em curso ainda está
passível de **preclusão.
[**preclusão: perda de determinada faculdade processual civil, pelo não exercício dela na ordem legal, ou por se haver realizado uma atividade incompatível com tal exercício, ou, ainda, por já ter sido ela validamente exercitada.
FONTE: http://webdicionario.com/preclus%C3%A3o ]
… O despautério do Joaquim Barbosa foi de tal (des)ordem(!) a ponto de instigar uma intervenção do ministro Celso de Mello: “Com todo o respeito à Vossa Excelência, ministro relator Joaquim Barbosa, eu creio que devemos, sim, refletir acerca do encaminhamento do excelentíssimo ministro revisor Ricardo Lewandovski!… Nós não podemos aplicar penas de maneira aleatória! E mais: é ainda pertinente a eventual mudança do voto de nós ministros!…”
(“As paredes e o teto da Sala do Júri do STF pareciam ranger e tremer de indignação, surpresa, assombro e perplexidade!”)
Ministro Marco Aurélio Mello, abre aspas: “… Portanto, ministro Joaquim Barbosa, após ouvir e analisar a proposta do brilhante ministro revisor, eu modifico o meu voto e acompanho o critério trazido pelo eminente colega Ricardo Lewandovski! E o faço em consonância e respeito aos princípios da razoabilidade, da racionalidade, da coerência e da LEGALIDADE!… É importante aclarar, presidente Joaquim Barbosa, que nós não estamos correndo atrás do relógio! Não pode haver pressa, açodamento, nas condenações! Mesmo porque em conformidade com o Código Penal, o voto de um juiz não está na dependência da sua vontade! O voto substanciado de um juiz deve estar fundamentalmente subordinado aos pressupostos consignados nas Leis. Portanto, nós devemos nos pronunciar com a devida segurança!…”
Em seguida, “a lona do circo armado pelo inclemente Joaquim Barbosa e os seus pares começou a, definitivamente, desabar!” Primeiro, a ministra Cármem Lúcia ‘começa a pular do barco do timoneiro Joaquim Barbosa’: “Nas sessões anteriores, e em conformidade ao que foi exposto pelo presidente Joaquim Barbosa, eu acompanhei ‘a dosimetria’ estabelecida pelo ministro relator! No entanto, agora, à luz das argumentações há pouco proferidas, eu TAMBÉM modifico o meu voto, passando a acompanhar o eminente ministro revisor Ricardo Lewandowski!…”
Depois foi a vez da ministra Rosa Weber esboçar “o certeiro pulo da canoa furada (sic) dirigida a esmo pelo incauto timoneiro Joaquim Barbosa!” Ao declarar que estava propensa a alterar o voto dela, a ministra Rosa Weber não conseguiu disfarçar o constrangimento e o receio em melindrar o ego do ‘supremo’ Joaquim Barbosa! Cena comovente! “Um momento mágico!”, diria Ayres Britto, “o ex-supremo” e autor do prefácio da mais recente ‘OBRA’-prima do Merval “da globo”!
O doutor Ricardo Lewandovski – demonstrando toda a humildade, seriedade e sobriedade atinente aos sábios – advertiu que a proposta também objetiva uma atitude de precaução e prudência, para o enfrentamento aos futuros recursos/embargos que advirão após o encerramento deste julgamento…
… Em certo momento, “o supremo réu confesso do supremoTF” Luiz Fux interveio… Bom, neste impreterível e exato momento… Eu deixei de assistir a transmissão, ao vivo, da TV (In)Justiça!…

“CORTE SUPREMA” OU “UM HOSPÍCIO/SANATÓRIO INQUISITÓRIO DOS TEMPOS DO JUDAS”?!…
Qual a instância democrática irá promover uma lídima intervenção nestes desatinos e insanidades revelados neste julgamento de exceção pautado pelo PIG?!… Ou seja, qual instância democrática agirá no sentido de salvar – ainda que parcialmente – a reputação desta “Corte Suprema” cada vez mais ínfima corte?!…

EM TEMPOS GOLPISTAS: a nossa subdemocracia de bananas e o Estado de Direito estão sob risco, mesmo porque a [eterna e nefasta] OPOSIÇÃO AO BRASIL “está apostando todas as fichas(!) nas últimas consequências!…”

Lá isto é Corte Suprema, sô?!… Lá isto é democracia?!… Lá isto é Estado Democrático e de Direito, “seu menino”?!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

04 de dezembro de 2012 às 21h56

EM TEMPO NATALINO II: será que “o ilibado” casal Cachoeira, o magistrado “(quase-)supremo” DEMÓstenes Torres [“Bateu na trave!”, diria o Luiz Fux!], ‘o médico [(pan)estuprador] do nome difícil’, Paulo Salin Maluf, Joaquim Roriz, o banqueiro condenado do Cruzeiro do Sul e primo do Indio da Costa [o candidato a vice na chapa presidencial do DEMotucano José (S)erra] e outras figuras notáveis(!) e de inestimáveis serviços prestados ao país (sic) mandarão *“uns mimos comuns para os ‘supremos do supremoTF’”?!… [Excetuando o envio comum para o ínclito, independente, catedrático e impávido ministro doutor Ricardo Lewandovski]

*uma cesta básica, quiçá, cada uma contendo um queijo cuia, um panetone, um bom vinho francês safra 1910 (sic), ameixas selecionadas… E um belíssimo cartão de boas festas e de UM PRÓSPERO(!) E (A)VENTUROSO(!!) ANO NOVO!…

RESCALDO: coisas do ‘domínio do fato BRAZIL’ [“mudado por um menino pobre”, que não responde por Lula, segundo o PIG!… RISOS DO MATUTO!]

[“… matar no peito é coisa de ‘peixes’ (graúdos e ‘cheirosos’!)…” Ô!…]

Que país é este, sô?!… É ou não é uma Republiqueta de Bananas?! Responde questionando, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!… E complementa: uma espécie [sui generis], digamos, de ‘Brazinduras’ e/ou ‘Brazilguai’!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

04 de dezembro de 2012 às 21h54

BRINDEIRO-GURGEL E CELSO DE MELLO [MAIS UMA VEZ] “ESTÃO TENTANDO MATAR NO PEITO”, DIRIA “O SUPREMO” LUIZ FUX DO *“supremoTF”! ENTENDA
*”supremoTF”: aspas monstruosas e letras submicroscópicas!…

Execução da punição a réus pode ficar nas mãos do STF
A execução das penas dos condenados no julgamento do mensalão pode ser feita pelo presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do caso, Joaquim Barbosa, em vez de ser enviada para juízes da primeira instância.
Nos bastidores do STF, essa tese ganha força e foi apresentada aos colegas pelo decano da corte, Celso de Mello.
(…)

MAIS UMA VEZ, O INCLEMENTE [SELETIVO(!)] INOVA!

A ideia inicial, já manifestada por Barbosa em entrevistas, era que os juízes nos Estados ficassem com a tarefa de determinar onde as penas serão cumpridas e quem teria direito a eventuais benefícios, como a progressão de um regime fechado para um semiaberto.
(…)

EM TEMPO NATALINO I: será que o Duda Mendonça, o Daniel Dantas, “o ilibado” casal Cachoeira, o magistrado “(quase-)supremo” DEMÓstenes Torres [“Bateu na trave!”, diria o Luiz Fux!], o mandante e os assassinos confessos da freira Dorothy Stang, ‘o médico [**(pan)estuprador] do nome difícil’, e outras figuras notáveis(!) e de inestimáveis serviços prestados ao país (sic) mandarão ***“uns mimos comuns para os ‘supremos do supremoTF’”?!… [Excetuando o envio comum para o ínclito, independente, catedrático e impávido ministro doutor Ricardo Lewandovski]

**O prefixo ‘pan’ provém de igual palavra grega pan (forma neutra do adjetivo pâs) que quer dizer todo, toda, tudo. Quando anteposto a um vocábulo com existência independente, o prefixo pan amplia-lhe o significado em toda a sua extensão e abrangência.
FONTE: http://www.dicionarioinformal.com.br/pan/

***uma cesta básica, quicá, cada uma contendo um queijo cuia, um panetone, um bom vinho francês safra 1910 (sic), ameixas selecionadas… E um belíssimo cartão de boas festas e de UM PRÓSPERO(!) E (A)VENTUROSO(!!) ANO NOVO!…

RESCALDO: coisas do ‘domínio do fato BRAZIL’ [“mudado por um menino pobre”, que não responde pelo nome Lula, segundo o PIG!… RISOS DO MATUTO!]

[… “matar no peito é coisa de ‘peixes’ (graúdos e ‘cheirosos’)…!” Ô!…]

Que país é este, sô?!… É ou não é uma Republiqueta de Bananas?! Responde questionando, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!… E complementa: uma espécie [sui generis], digamos, de ‘Brazinduras’ e/ou ‘Brazilguai’!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Anuário do spin

01 de dezembro de 2012 às 05h05

Não é por coincidência que o nome dele é Zé.
Foi o Zé!
Há um enredo popular que nos conta sobre todas as culpas sendo jogadas num certo Zé, até que se descobre a verdade, mas fica por isso mesmo.
Enquanto o Zé for vivo levará todas as culpas
Foi o Zé!

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P.P. Buxbaum (@ppbuxbaum)

30 de novembro de 2012 às 12h38

Dirceu, o curinga de todos – http://t.co/SHSudclP

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migueldorosario (@migueldorosario)

30 de novembro de 2012 às 12h15

O delator/corrupto usou Dirceu para desviar o foco da mídia sobre si mesmo. Conseguiu. A mesma tática usada por… http://t.co/CE8b1f4R

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migueldorosario (@migueldorosario)

30 de novembro de 2012 às 12h15

Dirceu, o curinga de todos http://t.co/mt9DmLaA

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