Boulos na Carta Capital (ao vivo!)

A ditadura foi o regime mais corrupto da história

Por Miguel do Rosário

10 de março de 2014 : 17h16

A Corrupção na Ditadura Militar.

Publicado em 02/12/2012 no blog Falandoverdades.

Depois de muitas pesquisas, procura de arquivos ,eis que nos deparamos com farto material que mostra a corrupção escancarada na Ditadura Militar que tem em seu círculo até hoje defensores falso moralistas elitizados que falam em nome de minorias ,vamos então abordar o tema.

Moralismo capenga

O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

Por Heloisa Maria Murgel Starling

Combater a corrupção e derrotar o comunismo: esses eram os principais objetivos que fermentavam os discursos nos quartéis, às vésperas do golpe que derrubou o governo João Goulart, em março de 1964. A noção de corrupção dos militares sempre esteve identificada com uma desonestidade específica: o mau trato do dinheiro público. Reduzia-se a furto. Na perspectiva da caserna, corrupção era resultado dos vícios produzidos por uma vida política de baixa qualidade moral e vinha associada, às vésperas do golpe, ao comportamento viciado dos políticos diretamente vinculados ao regime nacional-desenvolvimentista.

Animado por essa lógica, tão logo iniciou seu governo, o marechal Castello Branco (1964-1967) prometeu dar ampla divulgação às provas de corrupção do regime anterior por meio de um livro branco da corrupção – promessa nunca cumprida, certamente porque seria preciso admitir o envolvimento de militares nos episódios relatados. Desde o início o regime militar fracassou no combate à corrupção, o que se deve em grande parte a uma visão estritamente moral da corrupção.

Essa redução do político ao que ele não é – a moral individual, a alternativa salvacionista – definiu o desastre da estratégia de combate à corrupção do regime militar brasileiro, ao mesmo tempo em que determinou o comportamento público de boa parte de seus principais líderes, preocupados em valorizar ao extremo algo chamado de decência pessoal.

Os resultados da moralidade privada dos generais foram insignificantes para a vida pública do país. O regime militar conviveu tanto com os corruptos, e com sua disposição de fazer parte do governo, quanto com a face mais exibida da corrupção, que compôs a lista dos grandes escândalos de ladroagem da ditadura. Entre muitos outros estão a operação Capemi (Caixa de Pecúlio dos Militares), que ganhou concorrência suspeita para a exploração de madeira no Pará, e os desvios de verba na construção da ponte Rio–Niterói e da Rodovia Transamazônica. Castello Branco descobriu depressa que esconjurar a corrupção era fácil; prender corrupto era outra conversa: “o problema mais grave do Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”.

A declaração de Castello foi feita meses depois de iniciados os trabalhos da Comissão Geral de Investigações. Projetada logo após o golpe, a CGI conduzia os Inquéritos Policiais-Militares que deveriam identificar o envolvimento dos acusados em atividades de subversão da ordem ou de corrupção. Com jurisdição em todo o território nacional, seus processos obedeciam a rito sumário e seus membros eram recrutados entre os oficiais radicais da Marinha e da Aeronáutica que buscavam utilizar a CGI para construir uma base de poder própria e paralela à Presidência da República.

O Ato Institucional n.º 5, editado em 13 de dezembro de 1968, deu início ao período mais violento e repressivo do regime ditatorial brasileiro – e, de quebra, ampliou o alcance dos mecanismos instituídos pelos militares para defender a moralidade pública. Uma nova CGI foi gerada no âmbito do Ministério da Justiça com a tarefa de realizar investigações e abrir inquéritos para fazer cumprir o estabelecido pelo Artigo 8º. do AI-5, em que o presidente da República passava a poder confiscar bens de “todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública”.

Para agir contra a corrupção e dar conta da moralidade pública, os militares trabalharam tanto com a natureza ditatorial do regime como com a vantagem fornecida pela legislação punitiva. Deu em nada. Desde 1968 até 1978, quando foi extinta pelo general Geisel, a CGI mancou das duas pernas. Seus integrantes alimentaram a arrogante certeza de que podiam impedir qualquer forma de rapinagem do dinheiro público, através da mera intimidação, convocando os cidadãos tidos como larápios potenciais para esclarecimentos.

A CGI atribuiu-se ainda a megalomaníaca tarefa de transformar o combate à corrupção numa rede nacional, atuando ao mesmo tempo como um tribunal administrativo especial e como uma agência de investigação e informação. Acabou submergindo na própria mediocridade, enredada em uma área de atuação muito ampla que incluía investigar, por exemplo, o atraso dos salários das professoras municipais de São José do Mipibu, no Rio Grande do Norte; a compra de adubo superfaturado pela Secretaria de Agricultura de Minas Gerais e as acusações de irregularidades na Federação Baiana de Futebol. Entre 1968 e 1973 os integrantes da comissão produziram cerca de 1.153 processos. Desse conjunto, mil foram arquivados; 58 transformados em propostas de confisco de bens por enriquecimento ilícito, e 41 foram alvo de decreto presidencial.

Mas o fracasso do combate à corrupção não deve ser creditado exclusivamente aos desacertos da Comissão Geral de Investigações ou à recusa de membros da nova ordem política em pagar o preço da moralidade pública. A corrupção não poupou a ditadura militar brasileira porque estava representada na própria natureza desse regime. Estava inscrita em sua estrutura de poder e no princípio de funcionamento de seu governo. Numa ditadura onde a lei degradou em arbítrio e o corpo político foi esvaziado de seu significado público, não cabia regra capaz de impedir a desmedida: havia privilégios, apropriação privada do que seria o bem público, impunidade e excessos.

A corrupção se inscreve na natureza do regime militar também na sua associação com a tortura – o máximo de corrupção de nossa natureza humana. A prática da tortura política não foi fruto das ações incidentais de personalidades desequilibradas, e nessa constatação reside o escândalo e a dor. A existência da tortura não surgiu na história desse regime nem como algo que escapou ao controle, nem como efeito não controlado de uma guerra que se desenrolou apenas nos porões da ditadura, em momentos restritos.

Ao se materializar sob a forma de política de Estado durante a ditadura, em especial entre 1969 e 1977, a tortura se tornou inseparável da corrupção. Uma se sustentava na outra. O regime militar elevou o torturador à condição de intocável: promoções convencionais, gratificações salariais e até recompensa pública foram garantidas aos integrantes do aparelho de repressão política. Caso exemplar: a concessão da Medalha do Pacificador ao delegado Sérgio Paranhos Fleury (1933-1979).

A corrupção garantiu a passagem da tortura quando esta precisou transbordar para outras áreas da atividade pública, de modo a obter cumplicidade e legitimar seus resultados. Para a tortura funcionar é preciso que na máquina judiciária existam aqueles que reconheçam como legais e verossímeis processos absurdos, confissões renegadas, laudos periciais mentirosos. Também é necessário encontrar gente disposta a fraudar autópsias, autos de corpo de delito e a receber presos marcados pela violência física. É preciso, ainda, descobrir empresários dispostos a fornecer dotações extra-orçamentárias para que a máquina de repressão política funcione com maior precisão e eficácia.

A corrupção quebra o princípio da confiança, o elo que permite ao cidadão se associar para interferir na vida de seu país, e ainda degrada o sentido do público. Por conta disso, nas ditaduras, a corrupção tem funcionalidade: serve para garantir a dissipação da vida pública. Nas democracias – e diante da República – seu efeito é outro: serve para dissolver os princípios políticos que sustentam as condições para o exercício da virtude do cidadão. O regime militar brasileiro fracassou no combate à corrupção por uma razão simples – só há um remédio contra a corrupção: mais democracia.

Heloisa Maria Murgel Starling é professora de História da Universidade Federal de Minas Gerais e co-autora de Corrupção: ensaios e críticas (Editora da UFMG, 2008).

Saiba Mais – Bibliografia:

FICO, Carlos. Como eles agiam: os subterrâneos da ditadura militar. Rio de Janeiro: Record, 2001.

GASPARI, Elio. Coleção As Ilusões Armadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

RIBEIRO, Renato Janine. A sociedade contra o social: o alto custo da vida pública no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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55 comentários

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Raymundo de Lima

15 de julho de 2018 às 15h25

“O mesmo podemos afirmar quanto à homenagem feita pelo deputado Jair Bolsonaro ao falecido coronel Brilhante Ustra. Este coronel do Exército Brasileiro foi condenado, em 2008, pelo juiz Gustavo Santini Teodoro, da 23ª Vara Cível de São Paulo, por sequestro e tortura. Ele era chefe do DOI-CODI do II Exército, em São Paulo, órgão encarregado da repressão aos opositores da ditadura militar. Portanto, o coronel foi devidamente reconhecido como torturador.

Em plena Câmara dos Deputados, ao homenageá-lo, o deputado Jair Bolsonaro fez apologia à tortura. Isso é indiscutível. Se homenagear um torturador não constitui apologia à tortura, então constitui o quê? Patriotismo? Saudosismo? Mera opinião?… E para confirmar a veracidade do crime, ao prestar homenagem ao torturador, o deputado fez questão de acrescentar que o dito coronel era “o pavor de Dilma Rousseff”. Este acréscimo se deve ao fato de a Presidenta afastada ter sido torturada durante a ditadura militar. Isso não constitui apologia ao crime de tortura? Claro que sim. E se é apologia ao crime de tortura, o deputado quebrou o decoro parlamentar e seu mandato deve ser cassado na forma da lei”. (Tiago de França).

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Carlos Mega

27 de maio de 2018 às 17h09

TEXTO LIXO…
BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO MESMO…
ERA SÓ SER CIDADÃO DE BEM, NÃO SER TERRORISTA QUE NADA TE ACONTECERIA…

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    GENESSON

    02 de agosto de 2018 às 23h22

    texto tendencioso. era só andar na linha que não acontecia nada.
    meus avós me contavam isso, agora pra jornalista eram crueis sim. rsrsrs

    Responder

Ailton Benedito Henrique

09 de maio de 2018 às 21h10

Bolsonaro é um bordel de políticos corruptos

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Ailton Benedito Henrique

09 de maio de 2018 às 21h07

Os políticos corruptos deveria ser inforcado

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Jose ueliton

24 de outubro de 2017 às 08h51

Perfeitissimo.

Responder

Almanakut Brasil

18 de setembro de 2017 às 20h01

Quando o PSDB ou qualquer outro partido de esquerda deixar de governar São Paulo, a Fundação Padre Anchieta e a Rede Cultura deixará de chorar só Herzog com o dinheiro dos paulistas!

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Almanakut Brasil

18 de setembro de 2017 às 19h59

Infelizmente, o Regime Militar, o brando, não fez como as DITADURAS comunistas que fuzilaram seus opositores sem julgamento e deu no que deu!

Herança maldita para o futuro!

O Brasil precisa de uma FAXINA GERAL, ampla e irrestrita, para mandar essa raça desgraçada para o Inferno, pela última vez!

E quem quiser que vá com eles!

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Samuel

14 de setembro de 2017 às 13h52

E o governo civil é milhões de vezes corrupto, pois não tem vergonha na cara de receber tantas denúncias e nenhuma delas é resolvida. Para de brincadeira. Governo sem moral!

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Percival

02 de julho de 2017 às 21h35

Excelente matéria, abordando de maneira clara as consequências de um regime ditatorial. Seja de “esquerda” ou “direita”. E aqueles que enaltecem os “militares” da época, se esquecem que se ainda estivessem no poder, não estariam aqui dando suas opiniões. E se por acaso tivessem esse direito, após escreverem o que bem entendem, na certa seriam levado para um “DOI-Codi” ou um “Dops” da vida, e veriam como seriam tratados “democraticamente. Temos que ter consciência, é que aqueles que hoje criticamos, são os mesmos que colocamos lá através de nossos votos. Votar no “que rouba mas faz”, no “pior que está não pode ficar” e por aí vai, só pode dar no que está dando.

Responder

Francisco de Assis Nascimento Filho

23 de maio de 2017 às 07h25

Assassinato e violência não é corrupção

Responder

Carlos

15 de abril de 2017 às 01h38

Claro que nao da pra esperar muito do autor do artigo. O mesmo autor do brilhante livro golpe 16 com prefacio do incorruptivel ex presidente Lula, que nao enriqueceu nem um centavo no seu mandato. O mesmo que articulou o impeachment do Collor, que fou deposto em um processo que durou menos uma semana Ou seja, só é golpe se for comigo, se for com os outros se chama defesa da democracia.

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    Wilson

    22 de abril de 2017 às 16h18

    Justificar um erro com outro não dá.

    Responder

    Ricardo

    02 de julho de 2017 às 08h11

    Isso é Ad Hominem fera. Ler um manual básico de falácias antes de participar de discussões ajuda.

    Responder

Carlos

15 de abril de 2017 às 01h31

Claro que nao se pode esperar muita coisa do autor desse artigo. Que é o mesmo autor do brilhante livro golpe 16 com prefácio do incorruptivel ex presidente Lula, que por sinal nao enriqueceu nada durante seu mandato. Que por acaso acusa o impeachment de golpe mas foi um dos principais articuladores do impeachment do Collor. Detalhe, retirado do poder em menos de uma semana. Ou seja só é golpe quando é comigo….com os outros é defesa da democracia.

Responder

Carlos

15 de abril de 2017 às 01h09

Que texto imbecil. Não só não deu nenhum exemplo de corrupçao como afirmou que os militares tentaram impedir a corrupçao e falharam. Os comentarios tambem sao uma piada. Ninguem explica porque nenhum presidente militar enriqueceu. Ficam se atendo a tortura e morte de menos de 500 pessoas em 25 anos de governo. A policia militar de hoje mata muito mais. Dessas 500 pessoas varias morreram com armas nas maos como as 41 no araguaia. Nao da pra entender essa necessidade de criticar tudo feito pelos militares. Obvio que crimes foram cometidos e os responsaveis deveriam pagar. Quem matou e torturou deveria ser preso mas é inegavel que foi o governo menos corrupto da historia e que mais desenvolveu o pais que antes era rural. O brasil se tornou a oitava potencia mundial. Quem acha que as rodovias no norte nao servem pra nada com certeza nunca andou nelas. Quem acha que angra nao serve pra nada nao sabe que ela fornece mais de quarenta por cento da energia do estado do rio. O governovl militar errou em muita coisa mas a critica que existe é totalmente tendenciosa. A prova disso é essa materia que esta cheia de palavras bonitas e conceitos abstratatos. A democracia realmente é a melhor forma de governo pra um pais que sabe usa-la. Nos vivemos em uma democracia? Vc sabe quantos deputados o tiririca arrastou pro congresso? Alguem votou neles? Alguem vota em vice ou suplentes. Vamos acordar e parar de ser papagaio de pirata acreditando em tudo que esta nos livros de história. Na alemanha nazista os livros provavam por A mais B que o ariano era uma raça superior. Só porque esta escrito nao quer dizer que seja verdade….

Responder

    Rogerio D Maestri

    08 de junho de 2017 às 02h02

    Caso Lutfalla (1977)
    Caso Atalla
    Caso Abdalla
    Primeiro Caso Econômico (Ministro Ângelo Calmon de Sá acusado de passar um gigantesco cheque sem fundos)
    Caso Halles
    Caso BUC
    Caso Eletrobrás
    Caso Áurea
    Caso Lume
    Caso Ipiranga
    Caso Dow Química
    Caso Nigeriano
    Caso Tama
    Caso Cobec
    Caso Coscafé
    Caso Capemi
    Caso do Grupo Delfim
    Escândalo da Mandioca (1979 e 1981)
    Escândalo das Polonetas
    Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS

    Responder

    Gustavo

    22 de setembro de 2017 às 12h05

    Faço minhas as suas palavras. No regime militar tivemos sim problemas, mas nada comparado ao que vemos hoje. Estamos sendo governados por bandidos e quadrilhas e o povo só entra nessa história fornecendo sua mão de obra para alimentar estes corruptos. Se os militares assumissem o poder hoje eu ficaria muito feliz em ver todos estes vagabundos políticos na cadeia e os vagabundos que andam aterrorizando a população com fuzis nas mãos iriam ser exterminados rapidamente devolvendo a paz aos bons… O texto não apresenta os bens dos corruptos. Todos sabem que os militares morreram sem quase bens nenhum. Comparar com estes corruptos de hoje que armazenam nosso dinheiro em apartamentos é brincadeira né. E por favor militares, se assumirem o poder expulsem o PT, a Globo e esses artistas viados e lésbicas do país, pois eles estão corrompendo o moral no nosso país.

    Responder

      Miguel do Rosário

      22 de setembro de 2017 às 13h08

      Vou deixar esse comentário aqui para vocês entenderem o nível de fascismo que a própria Globo criou. Os ingratos agora se voltam contra sua própria mãe, a Globo. E expulsar “artistas viados e lésbicas”? Que sujeito doente, meu Deus! Gustavo, você tem de ser preso. O que você falou é um crime.

      Responder

Jorge Burlamaqui Lopes da Costa

28 de março de 2017 às 22h13

Esta reportagem vem corroborar com as minhas ideias a cerca de tudo que já li e estudei da ditadura.

Responder

Fábio

02 de fevereiro de 2017 às 12h31

Pelo jeito não mudou nada na época da Democracia na verdade até piorou não só a corrupção mais todo o país.

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Juliano Nissola

25 de outubro de 2016 às 19h07

foi sim, é só ver como o país ficou depois dele e como aqueles que governaram ficaram bilionários…

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    Wlamir Melgaço

    30 de março de 2017 às 22h13

    Boa noite Juliano.
    Hoje em dia estamos vendo na mídia nome de várias pessoas que foram presas por corrupção, como Cabral, Dirceu, entre outros.
    Poderia dizer alguns nomes de pessoas que naquela época ficaram bilionários, conforme você afirmou nos seus comentários?
    Sds

    Responder

      Juliano Nissola

      17 de maio de 2018 às 21h54

      O que eu quis dizer foi o seguinte: enquanto a mídia oportunista ataca o Regime Militar, os FATOS (o que, invariavelmente, a récua esquerdista ignora) claramente dão conta de que aquele período foi necessário, além de benéfico, ao país.

      Responder

Nicolau

16 de agosto de 2015 às 22h26

Tem milhões de bundas moles no Brasil que gostam de apanhar no rabo da podre Elite Socialista do PT, Mensalão, Petrobras, Lava Jato, Pixuleco e ect! Parasitas “democratas” e bandidos exploradores comunistas não gostam de militares!

Responder

ORLANDO

31 de maio de 2015 às 14h11

” GRAÇAS À DEUS VIVEMOS UM DEMOCRACIA, ONDE PODEMOS CRITICAR ESSE MOMENTO NEGRO DE NOSSA HISTÓRIA, QUE POR DEUS NUNCA MAIS VOLTARÁ EM NOSSA TERRA. “

Responder

Albano

24 de fevereiro de 2015 às 11h09

Tá. E quanto a Venezuela, o que tem a dizer?

Responder

Francisco Nascimento

21 de fevereiro de 2015 às 10h28

Se a ditadura foi tão corrupta, porque nenhum dos dirigentes da época enriqueceu?

Responder

    Miguel do Rosário

    21 de fevereiro de 2015 às 11h07

    quem disse que não? além disso, o poder real estava fora do governo: nos EUA e na mídia. ouviu falar da família Marinho?

    Responder

Claude almeids

20 de fevereiro de 2015 às 10h18

Vamos rolar essa matéria direta no Facebook. Temos a obrigação de passa esse conhecimento para os analfabetos políticos , que querem acaba com a paz do nosso país. Eleseestão sendo usado para quebra o Brasil.

Responder

Adriano

19 de fevereiro de 2015 às 13h14

Por isso criaram o mentirão. Uma formade cooptar os acefalos que acreditam no PSDB, QUE UMA QUADRILHAMAFIOSAQUECOOPTOUVÁRIASINSTITUIÇÕESECONTACOMOAPOIODAMÍDIAGOLPISTA.

Responder

Pedro

10 de maio de 2014 às 17h54

Deis que o brasil foi descoberto pelos portugueses o brasil é palco de roubo e corrupção, mas por que será? por que aqui a mais de 500 anos é abitado por um povo filho da puta, mesquinho, que dá mais valor a um jogador de futebol que um professor, que uma mulher é valorizada pela bunda e não pelo caráter.
povo este que corta fila, que se acha uma carteira não devolve, que acha vantagem em tirar proveito das pessoas, que vende voto. povo morno que aprende os rudimento de uma profissão e acha que está bom…
Nossos governantes militares ou não são reflexo de nós mesmo, o governo não vem de fora, o governo é brasileiro nós colocamos eles lá, nós elegemos e reelegemos esta corja de ladroes
não temos que ver qual governo foi o pior, temos que ver que vivemos em um pais que poderia ser o pais mais rico do mundo, mas não é e nunca será por que aqui todos são corruptos… diferente é quem não é
eu sou otario por que não corto fila, não como mulher dos outros, não traio minha esposa, não dou suborno, pago contas e impostos em dia vivemos num pais em que ser onesto é sinonimo de ser bobo

Responder

marcos aurelio freitas

22 de março de 2014 às 14h55

Gilvan, Dilma, Lula, Zé Dirceu, Genuíno e todos os PTralhas mandam um grande beijo. Disseram que assim que formalizarem o MINSTÉRIO DA CORRUPÇÃO, vc será um dos fortes candidatos ao cargo. Parabéns idiota.

Responder

    Miguel do Rosário

    23 de março de 2014 às 13h44

    esqueceu de tomar o remedinho, meu chapa?

    Responder

Gilvan Curvelo

12 de março de 2014 às 13h31

PILANTRAGENS DA DITADURA DO SATANÁS E SUAS PROSTITUTAS – Uso eficaz do poder “público” para silenciar denuncias através de tortura, morte e terror. Raro crime entre uma miríade que não deu para ocultarem: O “Escândalo da Mandioca”, nome dado pela imprensa ao caso, virou notícia em todo o País. O inquérito policial com 30 volumes e 240 indiciados foi distribuído ao procurador Pedro Jorge de Melo e Silva. Entre os envolvidos, figuravam oficiais da Polícia Militar de Pernambuco, um deputado estadual e um vereador de Floresta. http://www.youtube.com/watch?v=YPiuCBV8AOs

Responder

Alessandro

11 de março de 2014 às 11h32

Diga-se, moçada: me refiro aqui à sandice do comentário do Tiago Pereira:

“porra lula é o politico mais rico do mundo cafezinho retardado”

Juro que ainda estou tentando não rir desse sujeito, que deve ser assinante da Veja… só pode!

Responder

Alessandro

11 de março de 2014 às 11h28

À essa sandice, só cabe uma resposta:

Hahahahahahahahahahahahaha…

(tô tentando não gargalhar com a viagem na maionese do nosso amigo aí…)

Responder

11 de março de 2014 às 11h12

Qual a novidade?
Como ACM & famiglia enriqueceram?
Como Sarney & famiglia enriqueceram?
Como as grandes empreiteiras ganharam muito dinheiro?
Como a famiglia roberto marinho ganhou tanto dinheiro?
Ganhando na loteria ou roubando?

Responder

Paulo De Mattos Skromov

11 de março de 2014 às 14h10

O golpe militar foi um grande negócio para os novos donos do poder, e a farra começou já na preparação do golpe com compra de comandantes militares pelo ouro de Washington.

Responder

elisa

11 de março de 2014 às 07h17

Eu mesma posso responder onde alguns estavam. Escondidos porque tinham feito um “acordão” para não serem denunciados pelos crimes que cometeram. E vivendo muito bem, com gordas pensões, pensões que aliás deixam de herança para filhos (adultos saudáveis e que nunca trabalharam na vida, pensões em torno de 20a 30 mil reais tiradas dos nosso impostos). Estavam escondidos com medo de que os julgassem no Brasil como fizeram na Argentina, Chile etc. E enquanto isso éramos nós o povo que mandávamos caminhões de comida para o Nordeste, após ver imagens divulgadas fartamente pelo “Fantástico” de nossos irmãos brasileiros morrendo de fome, literalmente.

Responder

elisa

11 de março de 2014 às 06h25

Estranho isso, agora esses militares virem posar de patriotas. Onde eles estavam quando a inflação no país batia em 100% ao mês? Onde eles estavam quando o FHC vendeu as principais empresas nacionais construídas com nossos impostos? Onde estavam quando mais de 20 milhões de brasileiros morriam na miséria extrema? E se queriam tanto cuidar do Brasil por que o entregaram quebrado ao Tancredo Neves? Agora que o país está melhor todos viram governadores competentes.

Responder

Tiago Pereira

11 de março de 2014 às 02h45

porra lula é o politico mais rico do mundo cafezinho retardado

Responder

    Darien Luz

    04 de abril de 2017 às 15h26

    então por que ele mora na fudida São Bernardo do Campo e FHC mora em Londres?

    Responder

Gilvan Curvelo

11 de março de 2014 às 02h25

Pra quem tem memória curta, pra quem tem preguiça de se informar, pra quem sai por aí falando asneiras, um pouco de informação não faz mal pra ninguém. Já pro mau caráter isso não vai fazer a menor diferença. Olá amigos;
Grandes obras do regime militar (para os jovens e os esquecidos):
Usina de Angra dos Reis – uma usina nuclear com tecnologia obsoleta, numa região de difícil evacuação e que custou uma fortuna.
Transamazônica e a Perimetral Norte – foram tomadas pela floresta anos depois, devastando nações indígenas e custaram uma fortuna (a dívida só foi paga no governo Lula).
BR-101 (Rio – Santos) – Uma estrada inexistente que foi traçada em cima da SP-55, estragou o litoral mais lindo do Brasil e deixou dezenas de “obras de arte” abandonadas e enterradas na mata (até hoje estão lá). Enriqueceu muito canalha e aumentou sobremaneira nossa divida externa.
Estatizaram todas as companhias telefônicas e de energia, resultado, único pais do mundo onde uma linha telefônica era patrimônio, telefones caríssimos e que não funcionavam. Rede de energia sucateada.
Destruíram a malha ferroviária, que nunca mais se recompôs.
A economia foi tão mal administrada que a ditadura deixou uma inflação absurda (a acumulada de 1984 foi de 223,90%) e uma moeda totalmente desvalorizada (um dólar valia 4.160 cruzeiros) e uma dívida externa (resultado da roubalheira e de obras faraônicas e mal feitas) que nos levou à moratória (FMI suspendeu em fevereiro de 1985 o crédito ao Brasil, que não cumpria as metas depois de sete tentativas).
Esconderam (afinal isto não podia ocorrer no Brasil) uma epidemia de meningite nos anos 70 que causou a morte de milhares de crianças (registrou a média de 1,15 óbitos por dia) e os jornais não noticiavam por proibição da censura.
Um “pedágio” de CR$ 20.000,00 para quem quisesse viajar para o exterior.
A Lei de reserva de Informática, que proibiu a importação de hardware e deixou o país anos luz atrás do resto do mundo.
Receitas de bolos ou versos de Camôes nas primeiras páginas dos jornais para substituir matéria proibidas na última hora pelo censor.
Centenas de filmes e livros censurados em parte ou totalmente (o caso mais famoso foi o das bolinhas pretas na frente das genitálias dos atores em “A Laranja Mecânica”), enquanto no Palácio da Justiça, seções para os amigos do poder eram livres.
Os absurdos foram tantos que poderia escrever por horas sem esgota-los. E isto sem falar nos presos, exilados, mortos e desaparecidos.
É este regime corrupto, incompetente, arbitrário e violento que um bando de idiotas e boçais querem de volta.

Responder

    Mônica de Medeiros Villela

    01 de março de 2017 às 23h45

    Perfeito!!!!

    Responder

Ângelo Neto Canzi

11 de março de 2014 às 00h20

Quem não se lembra do Andreazza?

Responder

Carlos Melo

10 de março de 2014 às 23h42

Eu que o diga….corrupção sem controle.

Responder

Sonia M B Borges

10 de março de 2014 às 22h59

Tudo tão arrumadinho… o povo de cabeça baixa…etc.

Responder

Carly Martins

10 de março de 2014 às 22h44

Ah, mas tinha a marcha pela família, as pessoas de bem… Super legal! (Com ironia).

Responder

George Ayres

10 de março de 2014 às 20h54

era de se esperar de um regime ditatorial. e ainda tem gente por aí que apoia e reclama de corrupção.

Responder

Alayr Ferreira

10 de março de 2014 às 20h49

Amigo Marcelo Torrado, se vc arrumar um tempo e ver este material sobre a ditadura talvez vc e muitos amigos mudem seus conceitos.

Responder

Loscar Carlos Mello

10 de março de 2014 às 20h26

Mas tem gente aí gritando a plenos pulmões que a Ditadura fez mais coisas para o Brasil do que os anos de presidencialismo. É mole? Fiz um esforço e lembrei do Dops, das Organizações Globo, da censura ao direito de expressão, das torturas, desaparecimentos e até de um modelo político que escondeu décadas da nossa história para preservar seus interesses. Bacana, não? Preferência política é uma coisa, fechar os olhos para os fatos é burrice.

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Eduardo Barros Leal

10 de março de 2014 às 20h21

Ajudada pela mesma imprensa canalha de hoje.

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Suzana De Souza Leão

10 de março de 2014 às 20h17

Corrupto e cruel!

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