Bahia: Refinaria privatizada provoca desabastecimento de Gás de Cozinha

Abaixo o complexo de viralata!

Por Miguel do Rosário

11 de julho de 2014 : 21h38

Publico abaixo, com alguns dias de atraso, o último texto de Wanderley Guilherme dos Santos. E acrescento breves comentários, à guisa de introdução.

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Jogadores do Chile tiram selfie com presidenta, depois de serem recebidos pela multidão em festa, apesar da desclassificação.

O complexo de vira-latas também se manifesta, em nosso colunismo ancien regime, na xenofobia contra os argentinos, compreensível e tolerável como brincadeira popular, mas inaceitável enquanto política editorial de jornalões metido a sérios. A insinuação reiterada de que seria uma “vergonha” entregar a taça à Messi apenas revela a pobreza de espírito da nossa mídia.

O Chile, desclassificado nas oitavas de final, foi recebido com festa pela multidão, tirou selfie com a presidenta. Tudo alegria. Aqui, há um processo de envenenamento diário do povo, através do monopólio da mídia.

Observe como Cantanhede encerra sua coluna de hoje:

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“Inacreditável Cristina”?

“Acendendo velas para vitória da Alemanha”?

Inacreditável, por que? Cristina invadiu algum país, como faz EUA e França? Espionou o Brasil? Acho incrível o desrespeito gratuito, puramente adjetivo, contra uma chefe de Estado.

E vem esse “acendendo vela”. Qual o problema em entregar a taça para a Argentina?

Uma mídia responsável não deveria estimular a convivência harmônica entre Brasil e Argentina?

As secretarias de Educação de todos os governos tucanos distribuem milhares de assinaturas da Folha para crianças brasileiras, e é isso que se lhes ensinam? Que um chefe de estado “acende velas” para a vitória da Alemanha, porque a Argentina é feia, má e boba?

Ora, a mídia desinforma. A Argentina tem sido infinitamente mais importante para a economia brasileira do que a Alemanha. A Argentina compra máquinas do Brasil. A Alemanha compra café.

Não estou falando que devemos torcer pela Argentina. Torce-se pra quem quiser.  Seria meio ridículo torcer apenas por razões “geopolíticas”. Só estou dizendo que não é vergonha entregar taça para um jogador argentino.

Outra coisa grotesca é essa grita contra uma reforma do futebol brasileiro.

Em primeiro lugar, é óbvio que os jogadores ficaram psicologicamente abalados pela campanha de terror promovida pela mídia. As comissões técnicas, seus familiares, todos estavam com medo, e quando a Copa começou, houve uma reversão de expectativa muito brusca. Toda “vergonha” que se dizia que o Brasil iria passar, com uma organização mal feita, passou para dentro de campo.

Os jogadores não tinham liberdade. O Fantástico fazia até leitura labial do que diziam em campo, nos treinos. A cena de um jogador conversando com o técnico com um tênis sobre a boca, para que a Globo não fizesse leitura labial do que estava dizendo, expressa um ambiente opressivo, um Big Brother exagerado, que prejudicou emocionalmente os atletas.

No dia seguinte à derrota, houve reportagens falando sobre a decisão da Alemanha, anos atrás, de reformar seu futebol, através de intervenção estatal. O governo concedeu subsídios para o país melhorar seus estádios. Acertou a dívida dos clubes, mas impondo modelos rígidos de organização.

Quer dizer que o governo alemão pode intervir, democraticamente, para moralizar o futebol de seu país. O Brasil, não.

Ora, a Globo não quer mudanças no futebol justamente porque o modelo atual lhe beneficia. A Globo ajusta horários de jogos do campeonato brasileiro de acordo com a sua grade de programação. Isso é um absurdo! O povo é obrigado a assistir aos jogos num horário desconfortável, apenas para a Globo não perder anúncios.

O Brasil precisa lutar pelo controle democrático de sua subjetividade.

Nenhum veículo de mídia vai comentar essa matéria, publicada na Economist?

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Ao artigo do Wanderley:

*

Abaixo o complexo de vira lata!

Há nações capazes de superar seus períodos de subordinação a potências estranhas. Mas há momentos de ruptura em que o viralatismo tem que ser vencido.

Por Wanderley Guilherme dos Santos, na Carta Maior.

O complexo de vira lata existe e com freqüência se disfarça. Por exemplo, é crucial não confundir mudança com retirada, recuo. Avançar na política social é mudança, enfraquecer a Petrobrás, retirada; modernizar a infra-estrutura é mudança, reduzir os planos estatais de investimento, retirada; expandir os canais de participação política é mudança; frear os aumentos do salário mínimo, retirada. Tudo é movimento, mas há uma diferença de natureza entre o movimento para frente e o movimento para trás. A oposição vende gato por lebre ao insistir em mudanças abstratas sem esclarecer a direção delas. No essencial, são todas mudanças para trás, retiradas, recuos, viralatice diante dos desafios.

O complexo de vira lata se manifesta no pânico diante de vitórias históricas. Às responsabilidades assumidas pelos vencedores, os vira latas preferem a glória das derrotas heróicas. Assim foi, registro respeitosamente, com o México diante da Holanda, a Nigéria diante da França, a Argélia diante da Alemanha, e até mesmo com o Chile diante do Brasil, pois aquele chute na trave de Julio Cesar no minuto final da prorrogação e os dois pênaltis perdidos pelos chilenos devem muito à influência do complexo, solicitado em ajuda à competência do goleiro canarinho.

Todos esses times foram recebidos de volta em casa como heróis, quais os trezentos de Esparta, heroicamente derrotados. Ao contrário dos espartanos, se acaso voltassem, contudo, os vira latas temem a igualdade e se auto crucificam como subordinados perpétuos. Não é que não tenham valor e honra, mas falta-lhes algo na hora das grandes decisões. Parece previsão depois do fato, mas é a crônica reiterada dos campeonatos.

No futebol, países vencedores são aqueles que entram em campo com a convicção de que merecem a vitória, independente de clima, horário ou cor da camisa do adversário. Até o último segundo do apito final do árbitro não se curvam à hipótese de que a derrota seja inapelável e de que seja justo perderem para o opositor do momento. Não é fortuito que as emocionantes vitórias nas prorrogações, nos minutos finais e nos pênaltis só tenham beneficiado vencedores reconhecidos. O complexo independe de diferenças econômicas. Estou inclusive inclinado a listar a Suíça como vítima circunstancial de viralatismo futebolísitico, recaída no papel tradicional de ir embora mais cedo.

Assim fora do campo como dentro dele. Há nações capazes de superar seus períodos civilizatórios de subordinação econômica e cultural a potências estranhas. Mas há momentos de ruptura em que o viralatismo tem que ser vencido para que os povos adquiram autonomia de julgamento e conduta. Por qualquer análise isenta o Brasil tem enfrentado nos últimos anos precisamente um desafio de tal magnitude. Diante da oportunidade de ingressar em patamar superior de coexistência internacional, é fundamental que forje a convicção de ser um País vencedor, potente por sua economia, cultura e sociedade, e em busca da igualdade em todas as arenas. E não se trata estritamente de futebol, porque os vencedores, ocasionalmente, também perdem uma partida. Perdem, mas não cabisbaixos, conformados, apenas adiam a decisão para futuros embates.

Do mesmo modo na vida aqui fora. Há que ignorar os vira latas que entregam o jogo antes mesmo que comece. Há que mudar para frente, sempre, pois o tempo não para, interessa é saber onde se encaminha e orientá-lo em nosso favor. Os distraídos, ou de má fé, talvez não se dêem conta de que, no fundo, aderiram à corrente do “não vai ter País”, facção com que a comunidade brasileira tem se havido, e vencido, ao longo de sua história. É o partido do “não vai ter indústria”, da década de 50, do “não vai ter petróleo e ferro”, dos anos setenta, do “não vai ter democracia”, dos anos 80, da Constituição de 88. Assim tem sido neste século XXI: o governo de um metalúrgico seria um fracasso, e foi o que se viu: o início da maior transformação social na história brasileira, que, aliás, não pode ser reduzida à baboseira oposicionista de que vai manter o que estiver certo nas políticas sociais do governo. Não existe “política social do governo” dissociada de sua ideologia nuclear de governar para os mais carentes, seja nas decisões de política social, econômica ou internacional. Está em curso magnífica transformação da pirâmide brasileira e esse é o sentido da mudança que deve continuar.

Quem governa em busca da vitória aceita com humanidade a glória e admite alguns escorregões na travessia. A política dos vira latas prefere recuar, propor “remédios heróicos”, e quando ganha uma pequena batalha aqui ou ali “é por milagre”. Milagre é a esperança de sobrevivência dos vira latas. O Brasil não deve ganhar seu futuro por milagre, mas por convicção.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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42 comentários

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Eliane

15 de julho de 2014 às 21h15

Lendo como os alemães sao os melhores gestores do universo e lá nao existe corrupcao, lembrei da historia do aeroporto de Berlim. Novelão para construir.

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Dorgival

13 de julho de 2014 às 08h48

Como a Copa é um evento esportivo, se não aparecer nenhum juíz ” padrão FIFA” espero que o time que jogar melhor ganhe.

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Dorgival

13 de julho de 2014 às 08h26

O Heleno não está no seu bom dia. Acordou e pensou: hoje vou tentar detonar alguém porque estou com raiva do mundo. Essa expressão ” ficar de quatro” remete à muitas interpretações que nem Freud explica. Só Jesus salva. Quanto a vaia no Maracanã para Dilma, isso só servirá para mostrar ao mundo o tipo de gente respeitosa e educada que tem acesso aos ingressos da FIFA . Vaias apenas tornam Dilma mais forte e determinada.

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Marina

13 de julho de 2014 às 08h12

Viva a Dilma! Para quem foi torturada na Ditadura para que hoje pudéssemos viver na democracia , vaia de coxinhas com complexo de vira lata é refresco.

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jõao

12 de julho de 2014 às 21h41

PSDB quer censurar site independente de Minas Gerais
Partido entrou com ação judicial para tirar do ar o site Poços 10. Medida, porém, só fez os acessos à página multiplicarem
A vida do analista de sistemas Luciano Moura virou de ponta-cabeça desde que ele se tornou o inimigo número um do PSDB. Ele é proprietário do site Poços 10, página compiladora de notícias da cidade Poços de Caldas (MG), e foi acusado de ser “membro de uma quadrilha virtual” pelo coordenador jurídico da campanha de Aécio Neves à presidência, deputado Carlos Sampaio (SP).
Tudo começou no fim de maio, quando o site republicou uma matéria compartilhada na internet havia mais de um ano. O texto trazia uma suposta frase de Andrea Falcão, ex-mulher de Aécio, acusando-o de usar a filha para servir de justificativa para transportar diamantes para o exterior de forma ilegal. Tanto Aécio quanto Andrea negaram a existência do diálogo. O PSDB aproveitou a oportunidade para tentar censurar o site, apesar de uma série de outros blogs terem divulgado exatamente o mesmo texto.
– See more at: http://pocos10.com.br/?p=12177#sthash.yssoSwsC.mNvjJg3K.dpuf

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Cláudio Henrique

12 de julho de 2014 às 16h39

“Quer dizer que o governo alemão pode intervir, democraticamente, para moralizar o futebol de seu país. O Brasil, não”. Acontece, meu caro, que na Alemanha não há André Vargas ( o independência financeira), não há Rosimery Noronha ( a traficante de influência ), não há Delúbio Soares ( o piada de salão) , não há cúpula do governo preso por corrupção. Quer comparar uma intervenção estatal do Estado alemão com uma intervenção estatal do governo petista. Por favor, não insulte nossa inteligência!

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Vitor

12 de julho de 2014 às 12h12

Não é vergonha entregar a Copa pra Argentina no Brasil, é apenas triste dentro da nossa rivalidade FUTEBOLÍSTICA com os hermanos! Tomara que dê Alemanha para não ouvirmos essa zoação pra sempre dos criativos argentinos! Já basta a “decime que se siente”, que é uma sacada genial! Filhos da mãe! Go Muller! Go Klose!

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    Eduardo Jorge

    12 de julho de 2014 às 13h20

    Vitor voce matou a pau. E exatamente isso. Nao e nada ideologico nem esquerdofrenico, como muitos comentaristas progressistas , que nao entendem e nao tem o futebol no sangue, nunca foram na geral do Maraca na decada de 60, e ficam falando um monte de besteiras. Vou torcer contra a Argentina, em decorrencia desse maravilhoso dentimento, dessa paixao meio louca , dessa rivalidade , que mantem o futebol como o mais popular esporte do planeta.

    Responder

      Vitor

      13 de julho de 2014 às 09h54

      Exatamente Eduardo. As vezes ouço uns argumentos esdrúxulos de que deveríamos torcer para eles porque são nossos vizinhos… Só pode ser piada! Então os flamenguistas agora vão torcer pro Vasco quando os cruz-maltinos jogarem contra um time de fora do Rio? Até parece… A rivalidade, quando as pessoas realmente entendem o significado dela, é maravilhosa e saudável! Vamos Alemanha!!!

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C.Paoliello

12 de julho de 2014 às 11h50

NOVAS REGRAS DE PROTEÇÃO AOS USUÁRIOS NOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES DEVEM DIMINUIR O DESRESPEITO DAS OPERADORAS AOS CIDADÃOS BRASILEIROS

http://m.agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-07/rgc-deve-trazer-mais-transparencia-dizem-entidades-de-defesa-do-consumidor

Operadoras não poderão mais nos tratar como vira-latas.

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Tania

12 de julho de 2014 às 11h49

Texto espetacular! Absolutamente inacreditável é o comentário da jornalista da Folha.

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Jose Roberto

12 de julho de 2014 às 13h56

VAMOS LÁ ALEMANHA DA UMA SURRA NOS HERMANOS

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Jussara Goes Monteiro

12 de julho de 2014 às 11h54

Eu amo os argentinos.

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Jussara Goes Monteiro

12 de julho de 2014 às 11h54

Eu amo os argentinos.

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Flávia Alonso

12 de julho de 2014 às 11h40

Elisangela Lazarini, sobre isso q eu escrevi ontem. Vale a pena ler! Beijos!

Responder

Flávia Alonso

12 de julho de 2014 às 11h40

Elisangela Lazarini, sobre isso q eu escrevi ontem. Vale a pena ler! Beijos!

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Antonio Carvalho

12 de julho de 2014 às 11h22

Excelente texto!

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Gilberto

12 de julho de 2014 às 08h18

Vergonha de quê? O BRASIL É PENTA-CAMPEÃO MUNDIAL! Tem tantos títulos quanto a Alemanha e a Argentina JUNTAS! O importante é: NEOLIBERALISMO DA TUCANALHADA NUNCA MAIS! DILMA NO PRIMEIRO TURNO!

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Cio Mara

12 de julho de 2014 às 06h48

Torcerei pelos hermanos e com certeza amargarei outra derrota; esta Copa é dos germanos.

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Jose Pereira Pereira

12 de julho de 2014 às 02h41

Pessoalmente vou torcer pelos Argentinos.

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Ronaldo Souza

11 de julho de 2014 às 22h26

Miguel, peço desculpas por insistir nesse ponto, mas a expectativa gerada foi muito grande.

As informações diziam que hoje já haveria uma ação no centro de mídia e que no domingo seria a ação, vamos chamar de fechamento desse momento.

E de repente até o post “desaparece”.

Por isso a dúvida: o que podemos de fato esperar? Ou não devemos mais? Teria surgido aquilo que eu temia, uma medida por parte da Globo?

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    Miguel

    11 de julho de 2014 às 22h54

    O post está aí embaixo. É que não tive tempo de atualizar. O evento no centro de mídia foi bom, conversamos com alguns jornalistas.

    Responder

Art Fact

12 de julho de 2014 às 01h23

Se a Alemanha jogar com a camisa rubro negra, o manto sagrado, talvez eu assista o jogo, se não, irei jogar videogame ou comer um pé de porco no feijão acompanhado por uma breja bem gelada no buteco da esquina.
E a Dilma, se quiser, pode entregar a taça. Tem meu apoio.

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    Anônimo

    12 de julho de 2014 às 01h27

    Agora pronto. Era só o q faltava…

    Responder

    SanDu

    12 de julho de 2014 às 01h29

    Agora pronto!!!!!! Era só o que faltava…

    Responder

guy

11 de julho de 2014 às 22h13

viva DILMA a melhor presidenta deste imenso BRASIL e o NORDESTE é 100% contigo.

Responder

Ronaldo Souza

11 de julho de 2014 às 22h04

Miguel, o que há de novo sobre o processo da Globo?

Responder

    Miguel do Rosário

    11 de julho de 2014 às 22h10

    Amanhã tem novidades.

    Responder

Mauro Coelho

12 de julho de 2014 às 00h57

Torcer pra Argentina eu nunca torci, e não será desta vez, quanto a Malvinas, ela é dos argentinos!

Responder

O Cafezinho

12 de julho de 2014 às 00h51

Alexandro Rodrigues Não falei nada disso! Pode torcer à vontade pela Alemanha! Eu mesmo nem vou torcer por ninguém. Agora não generaliza. Não são todos que agem assim. É um grande país, com gente educada e culta também. Nem distorce o que eu falei. Eu falei que não é “vergonha” entregar uma taça para a Argentina.

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    Heleno

    12 de julho de 2014 às 00h37

    “Eu mesmo nem vou torcer por ninguém.”.Mentira,eu sei que honestidade não é o forte dos blogueiros chapa-branca; na postagem “Mineiraço” vc disse “O negócio agora é torcer pela Argentina.” O Miguel, assim como os vira-latas esquerdistas, já estão de quatro, baixando as calças para os hermanos. Bom proveito!

    Responder

      Miguel do Rosário

      12 de julho de 2014 às 00h56

      Isso antes, seu idiota. Agora não. Embora possa mudar de ideia a qq momento sobre isso. Qual seu interesse pra quem vou torcer? E se torcer pra argentina é fixar de quatro, então torcer pra Alemanha não o é? Vc é muito idiota, da pena.

      Responder

        Heleno

        12 de julho de 2014 às 04h58

        Eu torci pelo Brasil, seu idiota e continuo torcendo pelo Brasil no terceiro lugar, e só. Torço também para que o petê (não é nem pela Dilma, coitada) leve uma sonora vaia no maracanã. Quanto a você, assim como os vira-latas de esquerda, pode ficar de quatro para quem você quiser!

        Responder

          Miguel do Rosário

          12 de julho de 2014 às 08h41

          Você é que pode ficar de quatro para quem quiser, já que você que veio com essa expressão de baixo nível. Quanto ao “petê”, que tome vaia dos coxinhas vip do Maracanã, mas seja aclamado nas urnas, pela massa do povo brasileiro.

Vaiolet TheIncredible

12 de julho de 2014 às 00h50

Rivalidade boba!eu que não vou ensinar isso para meus filhos,mais vulgar que o assédio do homens brasileiros?duvido…..

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Alexandro Rodrigues

12 de julho de 2014 às 00h43

Então tá: os argentinos nos chamam de macaquitos, depredam estádios, fazem arruaça bêbados nas ruas, assediam de forma vulgar as mulheres brasileiras e tripudiam sem piedade da decadência do Brasil no futebol e nós, os sempre bonzinhos e pacíficos, temos que engolir e torcer para eles em nome da integração latino americana? Blá blá blá! Sou esquerda, sou petista, mas a imprensa de esquerda já está exagerando nessa história. Achar que os argentinos torceriam por nós se fosse o contrário é piada! Sou Alemanha até o fim! LAS MALVINAS SON INGLESAS E LA COPA ES DE ALEMANIA!

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