Análise da reunião ministerial de Bolsonaro

Reino Unido aprova regulação da mídia!

Por Miguel do Rosário

30 de outubro de 2014 : 11h10

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A pátria da liberdade da imprensa, o Reino Unido, mostrou ao Brasil e ao mundo que regular a mídia não é censura. É uma maneira de garantir a continuidade da própria liberdade.

Sem regulação, a imprensa e a mídia tendem a serem controladas por monopólios, golpistas e criminosos da informação, como aconteceu no Reino Unido, onde jornalistas e editores subornavam policiais para que espionassem cidadãos ingleses.

Aqui, a atividade criminosa da imprensa é rotina. A Veja usava Cachoeira, bandidão de Goiás, e Cachoeira usava a Veja.

E acabamos de testemunhar como Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, criminosos presos pela Polícia Federal, também entraram num jogo armado com a imprensa de oposição.

Não haverá editoriais contra o que agora já está claro que foi um crime: a “retificação” do depoimento de Alberto Youssef, para incluir os nomes de Lula e Dilma?

Não, não haverá, porque a imprensa brasileira é criminosa orgulhosa de seus crimes. Merval Pereira, por exemplo, fala na delação premiada como se nunca tivesse acontecido nada de errado.

E a notícia publicada ontem, discretamente, sobre a suspeita da PF de que tenha havido “armação” entre o advogado de Youssef e a Veja, não repercutiu. Como assim? O caso mobilizou o país, quase mudou os rumos da eleição, e a imprensa não quer saber?

Se não tem condições de fazer uma regulação da mídia imediata, o governo brasileiro tem de adotar iniciativas políticas imediatas que permitam, ao menos, a oxigenação do debate político.

É isso, ou terá dificuldades de governar.

É uma condição de sua própria sobrevivência.

Sobrevivência do governo e do próprio processo democrático.

*

No Jornal GGN.

Regulação da mídia é aprovada no Reino Unido

QUI, 30/10/2014 – 09:57
ATUALIZADO EM 30/10/2014 – 10:01

Jornal GGN – A rainha Elizabeth II sancionou ontem um sistema de regulação da mídia do Reino Unido, que vai submeter revistas e jornais britânicos a um órgão de fiscalização do governo que pretende coibir abusos. A discussão entrou em pauta depois que repórteres do jornal “News of the World” e de outros meios de comunicação tiveram acesso ilegal a ligações telefônicas de celebridades, políticos e vítimas de crimes. Os jornais ameaçam boicotar a medida. Vítimas de abusos da imprensa apoiam a solução. “A imprensa deveria aproveitar para mostrar que não teme ser submetida a padrões éticos decentes, e que tem orgulho de agir com responsabilidade com as pessoas para quem e sobre quem escrevem”.

Reino Unido aprova regulação da mídia

Do O Globo

Jornais não conseguem barrar medida em resposta a escândalo sobre escutas

Rebekah Brooks chega ao tribunal em Londres – Kirsty Wigglesworth / AP

LONDRES – Depois de países como Equador e Venezuela lançarem este ano medidas de controle da imprensa, foi a vez de o Reino Unido unir-se à polêmica. Dois dias após o premier David Cameron ameaçar censurar o “Guardian” pela publicação de documentos sigilosos sobre a espionagem no país, a rainha Elizabeth II sancionou nesta quarta-feira um sistema de regulação da mídia, que foi amplamente criticado por jornalistas locais. A iniciativa, apoiada pelos três principais partidos políticos britânicos, vem na esteira do escândalo de escutas telefônicas por jornalistas, e depois de os meios de comunicação verem seus esforços contra o controle rejeitados na Justiça.

A novidade deve sujeitar revistas e jornais britânicos a um órgão de fiscalização do governo com a função de coibir os abusos descobertos com o escândalo dos grampos – que revelou que repórteres do jornal “News of the World”, do magnata Rupert Murdoch, e de outros meios de comunicação, tiveram acesso ilegal a ligações telefônicas de celebridades, políticos e vítimas de crimes. Também torna mais fácil para as pessoas que se sintam atacadas pela imprensa terem suas queixas ouvidas, além de permitir ao órgão federal cobrar multas aos meios de comunicação.

“(A medida) vai proteger a liberdade de imprensa ao oferecer reparação quando erros forem cometidos”, defendeu o Ministério da Cultura, em comunicado.

Jornalistas locais argumentam que o órgão federal poderia ser usado por políticos para punir publicações das quais não gostam. Eles também reclamam que propostas sugeridas por eles foram ignoradas.

Ex-editores supervisionariam grampo

A guerra, porém, ainda não acabou. Várias publicações já ameaçaram boicotar o novo órgão. Outras consideram levar o tema ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Os meios de comunicação não são obrigados a se inscrever no novo marco regulatório, mas não está claro, até agora, como o impasse será resolvido.

– As chances de nos unirmos à interferência estatal é nula – disse Tony Gallagher, editor do jornal “Daily Telegraph”.

Já o grupo “Hacked Off”, que reúne pessoas que se sentiram atacadas pela mídia, elogiou a medida. “A imprensa deveria aproveitar para mostrar que não teme ser submetida a padrões éticos decentes, e que tem orgulho de agir com responsabilidade com as pessoas para quem e sobre quem escrevem”, disse num comunicado.

No mesmo dia, dois jornalistas foram acusados em Londres de supervisionar grampos telefônicos. Segundo a promotoria, Rebekah Brooks, ex-braço direito de Murdoch, e Andy Coulson, ex-chefe de imprensa do premier britânico, teriam supervisionado um sistema de escutas e de pagamentos ilegais a funcionários públicos quando eram chefes do “News of the World”. Ambos negam as acusações.

Ainda ontem, outros três jornalistas do extinto tabloide declararam-se culpados das denúncias relacionadas às escutas, nas primeiras confissões desde o início da investigação, em 2011.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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55 comentários

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Marcos Freire

01 de novembro de 2014 às 08h39

Se o povinho que comenta aqui é contra a globo, e já vimos que o povinho é 1/4 do pais que elegeu a cambada di PT, porque vcs se preocupam tanto com a globo?? Facam militancia para os pobres nao assistirem mais a globo..simples…deixem a globo só com as elites….que assunto chato esse…muda de canal e pronto…vao assisir qualquer programinha de povao de outra emissora…..

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Suzana

31 de outubro de 2014 às 19h05

S a presidente Dilma COSEGUIR passar a lei de meios, ela será golpeada fatalmente por um GOLPE MIDIÁTICO VIRULENTO!

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Janete Borges T. Noleto

31 de outubro de 2014 às 20h32

Como tem acontecido aqui no Brasil.

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Fernando Toscano

31 de outubro de 2014 às 16h58

Isso foi um caso especifico em 2013 que a mídia tinha grampeado o telefone de uma garota morta para pública uma história no jornal. Por isso que ta tendo um pouco de regulamentação lá. Não tem nada haver com o BR

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Juba

31 de outubro de 2014 às 11h58

Até onde o retrocesso e o primitivismo são radicalizados?

E no Brasil?

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flavio

31 de outubro de 2014 às 08h38

já tinhamos a pequena ilha comunista
agora temos a grande ilha comunista……………………kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
viva a Rainha!!!

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Edi Silva

31 de outubro de 2014 às 09h26

Comunistas! Foram comprados pelos dólares de Cuba! Pelo petróleo da Venezuela! Bolivarianos! rsrsrsrs

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Rafael

31 de outubro de 2014 às 03h15

como muitos ja disseram em tom de brincadeira… Lá a situação é diferente… Quero saber aqui, em meio ao populismo e a corrupção, quem vai garantir que o governo não use essa “regulação” para permitir que saiam apenas notícias boas sobre o governo? Cono ficaremos sabendo dos casos de corrupção? O próprio governo vai denunciar a si mesmo em sua TV estatal??? Isso é ridículo! Prefiro saber a que interesses defendem os veículos e fazer eu mesmo a filtragem dos fatos… Mas como vamos confiar plenamente no governo para decidir sobre as notícias que chegam até nós? Quem vai dar essa garantia? Se nem a presidente da república teve caráter para assumir em rede nacional que o José Dirceu era um criminoso e não um herói… se nem o PT e nem o PSDB assumem os podres de seus partidos… Imagina tendo a mídia na mão deles!! De repente os problemas do Brasil vào desaparecer… Vocês tão é loucos. E na Inglaterra não é diferente. A monarquia já é ultrapassada. Agora além de concentrar riqueza e idolatria eles controlam a informação, ou seja, só vai sair notícia boa. E ainda tem quem apóie isso!! Querem fugir da verdade e viver no maravilhoso mundo da propaganda do PT onde o Brasil é próspero e o governo é honesto!!! Ridículo.

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    Pedro Luís

    31 de outubro de 2014 às 16h27

    A monarquia britânica tem seus custos, mas também gera renda de turismo e tem outra função que é muito mais importante que ser atração turística.

    A Rainha não depende dos políticos. Aí está o poder dela.

    Ela reina mas não governa, é certo, mas não é uma figura inútil. Ela funciona como um poder moderador, que pode cuidar mais isentamente de preservar o equilíbrio e o interesse do país como um todo.

    Responder

Carlos Carvalho

31 de outubro de 2014 às 00h17

Esses ingleses são todos ditadores comunistas!

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Lu Vigiano

30 de outubro de 2014 às 22h49

A Rainha é comunista!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Mario Alex

30 de outubro de 2014 às 19h18

Não é regulamentação econômica e sim de conteúdo. É censura mesmo.

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Vanuzia Brito Lima

30 de outubro de 2014 às 21h10

Reino Unido aprova regulação da mídia e NÃO são PETISTAS.

Responder

Juliano Gomes

30 de outubro de 2014 às 20h05

Cuba está dominando o mundo civilizado. Viva Fidel!!!

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    El Bartho

    30 de outubro de 2014 às 20h54

    A Rainha é COMUNISTA? KKKKKKKKKK

    Responder

      Pedro Luís

      31 de outubro de 2014 às 16h29

      Não, não, a rainha da Inglaterra não é comunista.

      O comunista cubano é que é um rei.

      Responder

João Soares Sobrinho

30 de outubro de 2014 às 18h30

Lei de meios já, para que o povo tenha voz permanente na mídia. Queremos sempre ouvir as duas partes. Queremos saber os motivos de uma greve, e não apenas seus prejuízos para a sociedade. Queremos ouvir as lideranças do MST, e não apenas os prejuízos causados pelos protestos. Queremos programas de debates na TV aberta com direito ao contraditório. Não queremos opiniões públicas enlatadas, pré-fabricadas nas redações e editoriais. Queremos formar nossa própria opinião. Não somos gansos da mídia, com opiniões de foie gras!!

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João Soares Sobrinho

30 de outubro de 2014 às 18h30

Lei de meios já, para que o povo tenha voz permanente na mídia. Queremos sempre ouvir as duas partes. Queremos saber os motivos de uma greve, e não apenas seus prejuízos para a sociedade. Queremos ouvir as lideranças do MST, e não apenas os prejuízos causados pelos protestos. Queremos programas de debates na TV aberta com direito ao contraditório. Não queremos opiniões públicas enlatadas, pré-fabricadas nas redações e editoriais. Queremos formar nossa própria opinião. Não somos gansos da mídia, com opiniões de foie gras!!

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Alexandre Marques Marques

30 de outubro de 2014 às 18h12

Vamos esperar pra ver na pratica

Responder

Alexandre Marques Marques

30 de outubro de 2014 às 18h12

Vamos esperar pra ver na pratica

Responder

Janys Oliveira

30 de outubro de 2014 às 18h11

Alexandre Marques Marques

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Janys Oliveira

30 de outubro de 2014 às 18h11

Alexandre Marques Marques

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Sueli Braga

30 de outubro de 2014 às 17h55

Essa mulher e uma Dama autentica!

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Judith Godinho

30 de outubro de 2014 às 16h16

Não sabia, a rainha, então é comunista?

Responder

Hilton Guimarães

30 de outubro de 2014 às 15h59

La e MONARQUIA. Ha uma grande diferença.

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    Lucasz

    30 de outubro de 2014 às 14h18

    Lá é parlamentarismo. Monarquia com fraco poder de escolha

    Responder

Clayton Sales

30 de outubro de 2014 às 15h58

Malditos bolcheviques comunistas britânicos. Se mandem pra Cuba, ingleses !! .kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder

Valeria Figueiredo Vaz

30 de outubro de 2014 às 15h54

E eu vivendo no bolivarismo!!!!!

Responder

Fernando Monte

30 de outubro de 2014 às 14h31

Te cuida, Globo e Veja…

Responder

Fernando Monte

30 de outubro de 2014 às 14h31

Te cuida, Globo e Veja…

Responder

Clabel Martins

30 de outubro de 2014 às 14h23

PUTS….Esqueci!!! : KKKKKKKKKKKKKKK

Responder

Clabel Martins

30 de outubro de 2014 às 14h23

PUTS….Esqueci!!! : KKKKKKKKKKKKKKK

Responder

Clabel Martins

30 de outubro de 2014 às 14h22

BOLIVARIANOS! COMUNISTAS!!!!

Responder

Clabel Martins

30 de outubro de 2014 às 14h22

BOLIVARIANOS! COMUNISTAS!!!!

Responder

Paulo De Mattos Skromov

30 de outubro de 2014 às 14h18

So o PMDB e o PDT sem juntaram aos demotucanos para impedir a mera convocação como testemunha do Policarpo da Veja, como podemos crer que esse parlamento nacional, muito pior agora, aprovaria qualquer regulamentação anti-oligopolista.

Responder

Paulo De Mattos Skromov

30 de outubro de 2014 às 14h18

So o PMDB e o PDT sem juntaram aos demotucanos para impedir a mera convocação como testemunha do Policarpo da Veja, como podemos crer que esse parlamento nacional, muito pior agora, aprovaria qualquer regulamentação anti-oligopolista.

Responder

Teder Skiba

30 de outubro de 2014 às 13h59

reforma dos medios ja

Responder

Teder Skiba

30 de outubro de 2014 às 13h59

reforma dos medios ja

Responder

Rodrigo Jardim Rombauer

30 de outubro de 2014 às 13h48

antes de tudo, por favor, uma tv pública de qualidade, um portal de informação estatal plural e que concorra com os canais tradicionais. a legitimidade nascerá da qualidade da informação… por que eu sintonizaria no manhattan connection se eu tenho um canal público exibindo um documentário do eduardo coutinho em HD? não adianta ficar na queda de braço com a mídia burguesa, vão nos chamar de censores, stalinistas, etc. os editoriais deles estão prontos sobre isso. que o governo aposte tudo que tem na comunicação e não apenas na publicidade. já viram o portal da RT news russo? como não temos nada parecido…???

Responder

Rodrigo Jardim Rombauer

30 de outubro de 2014 às 13h48

antes de tudo, por favor, uma tv pública de qualidade, um portal de informação estatal plural e que concorra com os canais tradicionais. a legitimidade nascerá da qualidade da informação… por que eu sintonizaria no manhattan connection se eu tenho um canal público exibindo um documentário do eduardo coutinho em HD? não adianta ficar na queda de braço com a mídia burguesa, vão nos chamar de censores, stalinistas, etc. os editoriais deles estão prontos sobre isso. que o governo aposte tudo que tem na comunicação e não apenas na publicidade. já viram o portal da RT news russo? como não temos nada parecido…???

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Marlene Curtis

30 de outubro de 2014 às 13h40

“A pátria da liberdade da imprensa, o Reino Unido, mostrou ao Brasil e ao mundo que regular a mídia não é censura. É uma maneira de garantir a continuidade da própria liberdade” – See more at: https://www.ocafezinho.com/2014/10/30/reino-unido-aprova-regulacao-da-midia/#sthash.NQGlliS3.dpuf

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Marlene Curtis

30 de outubro de 2014 às 13h40

“A pátria da liberdade da imprensa, o Reino Unido, mostrou ao Brasil e ao mundo que regular a mídia não é censura. É uma maneira de garantir a continuidade da própria liberdade” – See more at: https://www.ocafezinho.com/2014/10/30/reino-unido-aprova-regulacao-da-midia/#sthash.NQGlliS3.dpuf

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Amaury Andrade

30 de outubro de 2014 às 13h37

Petralha nobre, e vestida a rigor, na Inglaterra, decepciona-nos com mais esse golpe bolivariano. hehehehe!!!!!!

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Luís Xisto Dias

30 de outubro de 2014 às 13h34

Rainha Elizabeth, sua bolivariana! hehehe

Responder

Marci Souza

30 de outubro de 2014 às 13h30

Olha o golpe comunista aí. Kkkkkkkk

Responder

Marci Souza

30 de outubro de 2014 às 13h30

Olha o golpe comunista aí. Kkkkkkkk

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Romulo Scott

30 de outubro de 2014 às 13h28

Viva a ditadura bolivariana inglesa!! ! (Ironic mode on)

Responder

Romulo Scott

30 de outubro de 2014 às 13h28

Viva a ditadura bolivariana inglesa!! ! (Ironic mode on)

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Rodrigo Jardim Rombauer

30 de outubro de 2014 às 13h23

em nome de quem é lícito concentrar o pensamento único em um canal de tv ou um cartel de jornais e revistas?

Responder

Rodrigo Jardim Rombauer

30 de outubro de 2014 às 13h23

em nome de quem é lícito concentrar o pensamento único em um canal de tv ou um cartel de jornais e revistas?

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Paulim

30 de outubro de 2014 às 11h21

Do O Globo: “Depois de países como Equador e Venezuela lançarem este ano medidas de controle da imprensa, foi a vez de o Reino Unido…” Isso não tem preço!

Responder

Rodrigo Jardim Rombauer

30 de outubro de 2014 às 13h16

o reino unido é “bolivariano”? não, amigos, é apenas uma sociedade que já entendeu o estrago que uma mídia corporativa cujos interesses estão acima da sociedade pode fazer…regulação midiática nao tem nada a ver com censura à liberdade de expressão, e si com a quebra de monopólio pernicioso para a democracia.

Responder

Rodrigo Jardim Rombauer

30 de outubro de 2014 às 13h16

o reino unido é “bolivariano”? não, amigos, é apenas uma sociedade que já entendeu o estrago que uma mídia corporativa cujos interesses estão acima da sociedade pode fazer…regulação midiática nao tem nada a ver com censura à liberdade de expressão, e si com a quebra de monopólio pernicioso para a democracia.

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    ANTONIO CARLOS

    30 de outubro de 2014 às 14h09

    RODRIGO, não perca seu tempo com esses fascistas de merda. Diga para irem ler a veja, estadão, folha de sp, os jornais da globo.

    Responder

    João Bosco Buscacio

    31 de outubro de 2014 às 01h34

    Você não sabia ? Segundo os intelectuais da oposição do Brasil , o reino unido sofre forte influencia do Chavismo venezuelano e do Castrismo cubano que querem dominar a Europa . Simples assim

    Responder

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