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O pulso ainda pulsa! Militantes do DF se unem contra conservadorismo

Por Miguel do Rosário

02 de setembro de 2015 : 16h18

A vida política no país não morreu.

Nem é apenas dominada por coxinhas raivosos, financiados por milionários temerosos de que, um dia, acabe a farra da sonegação e dos juros altos.

O pulso ainda pulsa.

E, se houver inteligência e vontade por parte das organizações políticas que ainda não sucumbiram ao pragmatismo barrigudo e preguiçoso, que devora qualquer organização quando permanece por algum tempo em posições de poder, pode pulsar ainda mais.

Como contribuição a esse movimento do Distrito Federal, eu traduzo aqui um trecho inicial da Declaração dos Direitos Humanos, o texto base da revolução francesa de 1789. Acho que tem muito a ver com o que os juristas progressistas estão tentando mostrar à opinião pública.

“Os representantes do Povo Francês, constituídos em Assembléia Nacional, consideram que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo pelos direitos do Homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos governos (…)”.

Bonito, não?

É o contrário do que a mídia e a coxinhada cunhista tenta impor ao Brasil: quer combater a corrupção, os problemas sociais e a criminalidade, com redução dos direitos humanos.

***

No DF, militantes de esquerda se unem para enfrentar o conservadorismo

Eles adotaram a Praça do Balaio como ponto de referência para discussões sobre a defesa da democracia e dos direitos sociais.

Por Najla Passos, na Carta Maior.

Noite de segunda na capital federal. Mais de cem pessoas se reúnem em uma praça pública, na 202 Norte, em frente ao Balaio Café, tradicional espaço de vanguarda do Plano Piloto, para discutir o tema “Democracia, poder punitivo e efetivação da cidadania”, no evento batizado de Okupa Praça do Balaio.

De acordo com o advogado Patrick Mariano, um dos organizadores, o objetivo é “pensar estratégias de atuação contra a escalada autoritária e a retirada de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, neste momento delicado em que se assistem tentativas diárias de desmonte dos direitos constitucionais e ataques às conquistas sociais”.

Na mesa, o professor universitário e ex-reitor da UnB, José Geraldo de Souza Junior, o advogado e ex-presidente da OAB, Cezar Britto, um dos coordenadores nacionais do MST, Alexandre Conceição, e a coordenadora do Intervozes, Bia Barbosa. Na plateia, advogados populares, militantes de movimentos sociais e de partidos políticos de esquerda.

Idealizado pela Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (Renap), o evento logo contou com a adesão de movimentos como MST, Consulta Popular e Levante da Juventude. Militantes do PSOL e do PT marcaram presença. “A preocupação com o momento atual é geral e, por isso, vários movimentos se somaram”, afirma Mariano.

‘A praça é do povo’

Militante histórico na luta pela democracia, José Geraldo elogiou a iniciativa de reunir militantes na praça para debater os rumos do país. “A rua é o lugar onde a multidão se transforma em povo”, lembrou, citando o filósofo marxista Marshal Berman, autor do clássico “tudo que é sólido se desmancha no ar”, um dos maiores tratados sobre a modernidade.

O acadêmico lembrou que a emergência da condição do povo como sujeito na história do país é recente e dramática. Segundo ele, para alcança-la, é preciso lutar até mesmo contra as leis, por causa da cultura jurídica da punição que sobressai no país. “No Brasil, a luta pela cidadania sempre foi a luta contra a criminalização do protesto”, afirmou.

José Geraldo acrescentou que o projeto colonizador sempre “coisificou” quem já vivia no Brasil para que a opressão não gerasse dramas morais. E destacou que esta herança continua viva no patrimonialismo, no machismo, no clientelismo, na defesa dos privilégios, nos estereótipos reproduzidos pela mídia.

“A perpetuação desses esteriótipos fazem com que a sociedade desqualifique o sujeito para retirar dele toda a sua solidariedade. “Crianças são as ‘nossas’. As ‘deles’ são menores, pivetes. É por isso que a sociedade aceita o extermínio, a redução da maioridade”, exemplificou.

Coordenadora do Intervozes, Bia Barbosa qualificou ainda mais o efeito da brutal concentração dos meios de comunicação de massa no brasil sobre a orientação ideológica da população. “Alguém acha que as 7 horas diárias de programas policialescos em todos os estados do Brasil não influenciou para que a maioria da população defendesse a redução da maioridade? “, questionou.

A jornalista afirmou que a concentração dos meios prejudica não só a discussão sobre as pautas de interesse do governo, mas sobre todos os temas propostos na sociedade brasileira. “O avanço conservador no Brasil se dá via concentração dos meios de comunicação”, alertou.

Bia ressaltou que a quebra da estrutura de concentração de mídia no Brasil é essencial para manutenção da democracia. E lamentou o fato dos governos do PT não terem enfrentado essa questão, que é uma agenda herdada do século XX. “Dos parlamentares eleitos, pelo menos 44 são donos diretos de meios de comunicação, o que a constituição proíbe”, reforçou.

A coordenadora do Intervozes também alertou os militantes sobre o avanço do conservadorismo no Congresso. Segundo ela, enquanto muitos estão preocupados com um possível impeachment da presidenta Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados a ordem constitucional já foi quebrada.

“Se do ponto de vista do executivo há a ameaça de impeachment, no legislativo o rompimento institucional já aconteceu. E isso não está posto para a sociedade. Estamos vivendo uma constituinte e, daqui a pouco, não restará mais nada da Constituição de 1988”, alertou.

Com isso, entretanto, ela não deixou de fazer críticas ao governo Dilma. Repudiou tanto a recém aprovada Lei Antiterrorismo que criminaliza as ações dos movimentos sociais, enviada ao Congresso pelo executivo, quanto a CPI de Crimes Cibernéticos, proposta pelo PT que, segundo a jornalista, pode descontruir os avanços conquistados pela sociedade civil com o marco civil da internet.

Outro militante histórico, Cezar Britto saudou a disposição das mais de cem pessoas que compareceram ao evento com o propósito de ajudar a discutir uma outra proposta de país. Segundo ele, o Brasil vive um momento em que as máscaras estão caindo e, assim, fica mais fácil saber quem está de que lado.

O ex-presidente da OAB justificou o recuo da esquerda brasileira como fenômeno diretamente ligado à redemocratização, já que, após a Constituição de 1988, muitos acharam que os principais problemas do país estavam resolvidos. Outra questão relevante, segundo ele, foi a queda do Muro de Berlim, que deixou a esquerda atônita.

Para completar o quadro, o advogado citou a vitória do governo popular, em 2003, que deu novas esperanças à militância de esquerda. “Mas o governo popular acabou se aproximando dos seus inimigos, que mesmo assim agora dá o troco”, avaliou.

Britto acredita que, apesar dos tempos difíceis, há novidades na conjuntura que podem incidir em um futuro melhor. Primeiro, ele cita o papel das redes sociais, que ajudam a quebrar a hegemonia dos meios de comunicação e, assim difundir versões diferenciadas para os mesmos fatos.

Segundo, a política de cotas que, no futuro, promete quebrar a composição classista do poder judiciário. “Não se discute o acesso ao poder judiciário, que só é dado à classe média alta que nunca pegou um ônibus. É possível que as cotas mudem isso, o que significará a democratização do poder judiciário”, ressaltou.

Ele também comemorou o fato de que a reação espontânea ao avanço do conservadorismo conta com cada vez mais pessoas dispostas a lutar. “Nós vamos conquistar no Brasil uma reação contra a direita? Não sei. Mas se nós não tentarmos, a direita será mais fortalecida”, afirmou.

Um dos coordenadores nacionais do MST, Alexandre Conceição falou do ponto de vista daqueles que ainda nem sequer usufruíram a democracia prevista pela Constituição de 1988, hoje sob ataque. “A Constituição já está sendo desmontada e ainda não chegou lá debaixo da lona”, ressaltou.

Conceição manifestou sua insatisfação com o espaço dado ao agronegócio em um país que é comandado há 12 anos por um governo popular. “O Brasil é o maior consumidor de agrotóxico do mundo e o segundo país em concentração de renda. Só perde para o Paraguai, onde são os brasileiros que são os donos da terra”, apontou.

Para ele, a ameaça de impeachment é a prova de que a elite não tolera um governo popular, ainda que ele lhe faça as mais diversas concessões. “Parece que esse povo do governo não aprendeu com a contradição e com a luta de classes. Esse povo do governo acha que, alisando a direita e passando a mão na Rede Globo, vão ter governabilidade para fazer um bom governo. Chega de ‘ingenuidade’, para não dizer outra coisa”, desabafou.

A exemplo dos demais palestrantes, o dirigente também criticou a doutrina antiterror, difundida mundo afora após os atentados de 11/9 e que agora se implantou definitivamente no país, a partir da Lei Antiterrorismo. “É uma lei contra protesto, contra ocupação, contra manifestação e contra a praça”, denunciou.

Okupa Praça do Balaio

Com a pretensão de se reunir pelo menos uma vez por mês, o Okupa Praça do Balaio capta bem o sentimento difuso na esquerda de que é preciso reagir com urgência. Para o próximo encontro, já colocou em discussão vários temas: reforma política, direito à cidade, violência contra a juventude pobre e negra, auditoria da dívida e política econômica…

Também está no horizonte próximo a criação de uma página no Facebook para organização do coletivo. Por hora, as discussões são feitas pela página do primeiro Okupa Praça do Balaio.

(Foto: Patrick Mariano / Facebook)

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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40 comentários

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enio

03 de setembro de 2015 às 08h40

Coxinhas são jacus baleados.

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Messias Franca de Macedo

03 de setembro de 2015 às 07h31

[FORA DE PAUTA(?!)]

POLÍCIA FEDERAL PEDE DESARQUIVAMENTO DO CASO ANASTASIA

Em ofício enviado ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal afirma ter recebido novas informações sobre o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) que não eram de conhecimento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quando pediu o arquivamento das investigações ao tucano; a principal novidade seria um e-mail enviado em janeiro por uma moradora mineira ao Gabinete Pessoal de Dilma Rousseff, que aponta a casa de Belo Horizonte em que o policial federal Jayme Oliveira Filho, o Careca, ligado ao doleiro Alberto Youssef, teria entregue R$ 1 milhão, em 2010

3 DE SETEMBRO DE 2015 ÀS 05:17

(…)

FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/195417/PF-pede-desarquivamento-do-caso-Anastasia.htm

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Pablo Bichassa

03 de setembro de 2015 às 01h56

Parece reunião de auto ajuda do clube da luta

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marco

02 de setembro de 2015 às 21h48

É de fato,uma matéria animadora.Conseguiu até,mexer com os coxinhas que se manifestaram aqui.Tiveram tempo até,de se desprenderem dos testículos dos ricos que servem,para digitar seus recados.Xingam,por que estão preocupados.A melhor coisa dessa reunião em Brasília,foi sem dúvidas a reação da coxinhama.

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    Fábio Lima

    02 de setembro de 2015 às 22h20

    Que ricos? Lula ( e seus 27 milhões ); Lulinha e seu súbito enriquecimento? Palocci e Dirceu com suas consultas milionárias ? Marcelo Odebrech e suas obras superfaturadas concedidas pelo petê? Júnior Friboi e seus camaradas empréstimos do BNDES? A esses ricos que têm os testículos afagados por vocês petistas ?

    Responder

Elisabete Jardelino

03 de setembro de 2015 às 00h33

Tina Jardelino

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Messias Franca de Macedo

02 de setembro de 2015 às 20h29

https://www.facebook.com/estudiolegalidade/videos/914055881963196/

Brizola vive! O PiG é a nova cara da Direita!
Abra o olho, ele dizia ! Eles querem te enganar !

Publicado em 02/09/2015

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2015/09/02/brizola-vive-o-pig-e-a-nova-cara-da-direita/

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Ricardo Edmundo Cecconello

02 de setembro de 2015 às 22h46

SE ESTOURAR UM PNEU NAS REDONDEZAS FASCISTAS, OU UM PUM PIPOCAR, SAEM TODOS CORRENDO, CAGANDO DE MEDO.

https://www.facebook.com/100008606057421/videos/1475559622740892/?pnref=story

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Roberto Carlos Valadares Lins

02 de setembro de 2015 às 21h33

Isabel Lins

Responder

Silvio Sabá

02 de setembro de 2015 às 20h43

Você já não suporta mais tamanho BANDITISMO do Cartel Midiático? Nem eu!
http://www.compasnett.blogspot.com.br/2015/09/capa-da-8-edicao-da-revista-petralha.html

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Carvalho Bruno

02 de setembro de 2015 às 20h24

Estaremos sempre aptos aos embates . Não haverá descanso pra vocês.

Responder

    O Cafezinho

    02 de setembro de 2015 às 20h43

    Vocês quem, Carvalho Bruno?

    Responder

      Asdrubal Caldas

      02 de setembro de 2015 às 22h59

      Cafezinho> não se exaspere ao responder um comentário. Pois você poderá cometer erros como o cometido ao responder ao Carvalho Bruno. O correto seria você interrogá-lo dizendo: Carvalho Bruno, vocês quem? E você inverteu e deu outro sentido ao seu questionamento.

      Responder

    Carvalho Bruno

    02 de setembro de 2015 às 20h51

    Advinha ??? Vou dar dicas : Vermelhos , orfaos do Karl Marx , burros , desonestos , mal carater, geracao quero bolsa quero cota , e etc…

    Responder

      Mauricio Gomes

      02 de setembro de 2015 às 22h14

      Pra quem chama os outros de burros, você deveria escrever melhor não? É MAU CARÁTER SEU BURRO! Com U!

      Responder

    O Cafezinho

    02 de setembro de 2015 às 20h59

    ok, bruno. Um monte de juristas que trabalham de graça para os mais pobres, ativistas políticos que dedicaram suas vidas a causas sociais, são tudo isso que você está falando… você deve ter um ótimo caráter.

    Responder

    Débora Cavalcanti

    02 de setembro de 2015 às 22h41

    Responder

    Carvalho Bruno

    02 de setembro de 2015 às 22h52

    Tambem trabalho em causas sociais , para os pobres e nao fico ” pagando de bom samaritano” . Abracos

    Responder

    Carvalho Bruno

    02 de setembro de 2015 às 22h54

    So nao sou jurista pq a epoca , nao tive condicoes de me formar em direito mas me formei em outro curso.

    Responder

      Mauricio Gomes

      02 de setembro de 2015 às 20h18

      Formou-se em que filhote? Em golpismo coxinha?

      Responder

    Socorro Morais

    03 de setembro de 2015 às 10h50

    Oh Deus! todos os coxinhas são acéfalos!!!

    Responder

    Henrique Pedro

    03 de setembro de 2015 às 10h58

    Débora Cavalcanti no seu fluxograma há um erro. Estamos na verdade na parte que a classe média é destruída, porém é um governo de esquerda que está exercendo essa função. (Apesar que creio em governos de direita e esquerda competentes, o que ocorre é que temos um de esquerda, todos os anos de Dilma, muito incompetente)

    Responder

    Amarilia Teixeira Couto

    03 de setembro de 2015 às 12h41

    Carvalho Bruno Não é melhor você se juntar aos que desejam o melhor para o país?Discordar politicamente é normal e essencial numa democracia,mas desconhecer as grandes demandas da população e negar os avanços que tivemos na era petista é torcer contra o Brasil.Eu me lembro bem em todas as vezes que o Lula perdeu,eu continuei torcendo a favor do meu país.Não seria bom que TODOS torcessem para que Dilma faça uma boa gestão e não o contrário?

    Responder

    Carvalho Bruno

    03 de setembro de 2015 às 17h35

    Quem deseja melhorar o pais apoiando um regime corrupto , falido e claramente incompetente ?? Voces não podem ser a solução e sabe o porque ?? Por que vocês são a causa e a origem do problema . A tal da teoria do capitalismo de Estado , aliada a mudança da politica macroeconômica , à corrupção e essa coalização de vários partidos no Governo PT e a origem do caos que vicemos . A resolução dessa conjuntura passa por um ampla reforma política e principalmente , pelo expurgo dos partidos de esquerda frente ao Governo Federal .

    Responder

    Carmem Witt

    04 de setembro de 2015 às 05h58

    regime corrupto,tipo o psdb, querer manter o financiamento corrupto de Empresários corruptos, o toma lá ,dá cá???, psdb=os mais fichas sujas, psdb= maioria dos corruptos do Lava Jato, junto com PP, pmdb,,isto quem appia são os paneleiros-gourmet-direitalhas-tucanalhas!

    Responder

    Carvalho Bruno

    04 de setembro de 2015 às 10h11

    Tu nem sabes diferenciar regime politico de partido politico. Tem quase 14 anos que o PSDB saiu da Presidencia da Republica e voces ainda insistem nessa dicotomia burra e estupida. Tu nao tens entendimento suficiente pra entender a complexidade da situacao atual no Brasil por isso achas que o debate se restringe a um 3* , 4* ou 5* turno. Fora a arrogancia e prepotencia em diminuir as manifestacoes de ruas. Voces nao sao os donos das ruas e nem da razao. Fora o fato de nao terem conduta moral minima pra criticar alguem .

    Responder

Cláudio

02 de setembro de 2015 às 17h09

“Noite de segunda na capital federal. Mais de cem pessoas se reúnem em uma praça pública”. Iria até ler a matéria até o fim, mas não aguentei de tanto gargalhar e parei de ler quando cheguei ao trecho ” mais de cem pessoas” .kkkkkkkkkkkk

Responder

    Miguel do Rosário

    02 de setembro de 2015 às 17h34

    O que tem de tão engraçado, filho? Preferia 100 retardados pedindo intervenção militar?

    Responder

      Cláudio

      02 de setembro de 2015 às 18h20

      Nem os retardados de Brasília, nem os retardados da intervenção e nem blogueiro retardado que julga que cem gatos pingados têm alguma relevância !

      Responder

Mauricio Gomes

02 de setembro de 2015 às 16h58

Que diferença para a direita colérica e babosa. Ninguém ali estava pregando a morte de ninguém, nem a prisão sem provas ou algo do gênero. Também não tinha retardados pedindo a volta da ditadura que, ato contínuo, caso voltasse aboliria o direito de manifestação na hora. Alguém já viu uma ÚNICA pessoa nos carnacoxinhas falando em propostas para melhorar o Brasil, discutir de verdade temas como a corrupção, impunidade, etc? A única coisa que sai dali é o cheiro fétido de naftalina das viúvas da ditadura misturado com o cheiro podre das coxinhas estragadas.

Responder

    Cláudio

    02 de setembro de 2015 às 17h10

    Serviram pão com mortadela e tubaína ???

    Responder

      Miguel do Rosário

      02 de setembro de 2015 às 17h33

      Ué, é esquerda caviar ou esquerda mortadela? Decidam-se.

      Responder

        Claudio

        02 de setembro de 2015 às 18h45

        Ô blogueiro retardado ! Há duas categorias de militontos; os que se reúnem em ruas, praças nos botequins da Lapa, os que moram em quitinetes compõem a esquerda mortadela. Os que se reúnem em restaurantes caros, bebericam Romanée-conti, os Chicos Buarque, as Betis Caravalho da vida compõem a esquerda caviar. Entendeu, fracassado blogueiro ?

        Responder

          Marcos Souza

          02 de setembro de 2015 às 19h52

          O Miguelito mora numa quitinete alugada. Pertencerá ele á esquerda caviar ou á esquerda mortadela? Oh dúvida cruel !

          Rafael

          02 de setembro de 2015 às 19h52

          Cláudio,

          Ele é tão “fracassado” que conta até com a sua audiência, hahaha…

          Marcos Souza

          02 de setembro de 2015 às 22h24

          Diversão gratuita, é o que me proporcionam o Miguel e seus militontos seguidores. Ele conta com minha audiência, mas não com meu dinheiro pra lhe esmolar uma assinatura !

          rafael

          02 de outubro de 2015 às 22h58

          Marcos Souza = Claudio

          hahahaha…

      Mauricio Gomes

      02 de setembro de 2015 às 20h16

      Não sei, melhor perguntar para sua mãe seu acéfalo ignorante. Você além de burro e mal educado, ainda é um pulha que aproveita o anonimato da internet para agredir os outros. Sorte sua é que o “bolivariano” Miguel é democrata e tolerante demais, pois tipos como você merecem a caixa de spam ou a lata do lixo!

      Responder

        Marcos Souza

        02 de setembro de 2015 às 22h27

        Eu já perguntei à sua mãe; ontem á noite, antes de tirar a dentadura para melhor me pagar um boquete ela disse o Miguel era realmente um fracasso e que infelizmente o próprio filho, Maurício Gomes, tinha a mesma sina, o fracasso !

        Responder

    maria meneses

    02 de setembro de 2015 às 17h52

    Maurício Gomes, Pessoas essas que se manifestam,cinicamente enroladas na bandeira nacional, ou escancaradamente na bandeira americana, com um ódio raivoso e uma violência própria. Estão pouco se lixando com as possíveis soluções para o país e muito menos com o povo brasileiro e suas necessidades prementes.

    Responder

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