Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Lava Jato inicia milionésima etapa

Por Miguel do Rosário

16 de novembro de 2015 : 14h06

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Análise Diária de Conjuntura – 16/11/2015

A operação Lava Jato iniciou a sua vigésima etapa de cabeça baixa. Os pedidos de prisão são poucos, tímidos e, provavelmente, mais uma vez sem grande embasamento.

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Seus organizadores devem estar deprimidos porque a operação não conseguiu ainda completar suas duas missões:

1) Ainda não conseguiu destruir completamente a economia nacional, embora tenha tentado com afinco, ao paralisar atividades das principais empresas nacionais, desorganizando nossa economia. Mas chegou perto. O PIB deve cair 3% este ano, sendo que quase metade da queda vem da irresponsabilidade com que a Lava Jato foi conduzida. A mídia ainda tenta defendê-la, inventando que foram recuperados alguns bilhões. Mentira. Não foi recuperado nada. O que foi perdido, isso sim, não tem volta: empresas desmanteladas, empregos destruídos, avanço de concorrentes estrangeiras – muito mais corruptas, como Halliburton – sobre o nosso mercado. Pior: as únicas empresas brasileiras de engenharia que vinham conquistando mercado lá fora, como a Odebrecht, que ganhou licitação para construir parte do aeroporto de Miami, estão sendo debilitadas.

2) Não conseguiu fornecer subsídios suficientes para o golpe de Estado, o que era o objetivo principal de toda a conspiração. Dilma está saindo fortalecida, pela simples razão de que, após investigações profundas, vazamentos generalizados, prisões preventivas exageradas, não se encontrou um mísero indício de qualquer participação da presidenta em qualquer esquema. Ao contrário, a lhaneza da presidenta, que, mesmo diante de inimagináveis arbítrios e truculências judiciais e midiáticas, respondeu apenas com infinita resignação, apenas reforçou a sua imagem de uma estadista disposta a atravessar todos os sacrifícios necessários para estabelecer uma democracia sólida no país, onde governantes jamais deveriam usar o poder do Estado para se impor sobre seus adversários.

Na seara econômica, as previsões apocalípticas não estão se confirmando. Apesar da crise, as empresas estrangeiras continuam anunciando investimentos de longo prazo no país. Na verdade, diante da neurastenia depressiva que a mídia brasileira propaga no país, alguns estrangeiros sentem-se na obrigação, para proteger seus próprios investimentos, de exercer um papel de psicológicos sociais. Foi o que fez Bill Clinton, ao afirmar que os brasileiros devem continuar otimistas, porque o Brasil oferece material para otimismo.

O Valor, cujas características de jornal voltado para empresários, força-o a não seguir a linha de “fábrica de mentiras para coxinhas” seguida pelos outros jornalões tem noticiado, diariamente, a determinação de grandes empresas internacionais de ampliarem seus investimentos no país.

Semana passada noticiamos que uma estatal chinesa anunciou o investimento de alguns bilhões de reais em infra-estrutura no Brasil.

Hoje, o Valor informa que a Dreyfus, uma das maiores empresas do mundo, anunciou investimentos de R$ 604 milhões em logística, no país. E mais, a Dreyfus deve destinar cerca de 20% dos US$ 4 bilhões de seus investimentos globais da empresa nos´próximos cinco anos.

O mundo inteiro está anunciando grandes investimentos no país, como que tentando reverter, com ações, a propaganda mentirosa e negativa da mídia brasileira, de que o Brasil irá “regredir” nos próximos anos.

Essa propaganda da mídia é uma ação puramente política, sem embasamento na realidade. O Brasil hoje é um país muito mais promissor do que alguns anos atrás: a infra-estrutura melhorou, o poder aquisitivo da população cresceu, a produção do país se multiplicou. Temos mais petróleo, mais água, mais serviços, mais infraestrutura energética, do que jamais tivemos. Nosso endividamento público caiu brutalmente em relação à dez anos.

A inflação passa por um período de pressão, mas é mentira afirmar que ela está fora de controle.

O problema brasileiro é de ordem política. Há um setor da elite que não é democrático, e que tem na mídia o seu principal porta-voz. Este setor patrocina todo o tipo de golpe, conspiração, para voltar ao poder. Derrotado nas urnas por quatro eleições seguidas, ele tenta voltar através de manobras judiciais, manipulação da notícia e truculência. Na sociedade, nas ruas, este setor se expressa com extrema truculência, xingando petistas em restaurantes, agredindo pessoas em aeroportos, patrocinando locautes de caminhoneiros, chancelando arbítrios judiciais, mentindo descaradamente sobre tudo e sobre todos.

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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1 comentário

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Rogério Maestri

17 de novembro de 2015 às 00h39

Repetições em filmes tem os seus limites, nem Sexta-feira 13 conseguiu passar do 10º, o Moro é mais assustador que o Jason! Manda ele pro staites.

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