Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Por que milhões ficam em casa ao invés de sairem às ruas em defesa da democracia no Brasil?

Por Bajonas Teixeira

29 de julho de 2016 : 18h32

(Foto: Tomaz Silva)

Por Bajonas Teixeira de Brito Junior, colunista de política do Cafezinho

A democracia no Brasil é o período em que a violência policial se abate apenas sobre os pobres e os negros de forma inclemente, resguardando a classe média. Já as ditaduras são aqueles momentos em que a classe média vê suspensas as prerrogativas e privilégios que a resguardam da violência policial (e também judicial) exercida diariamente nas periferias. Assim, é claro, que por mais ‘democrático’ que seja o período que o país atravessa, para os pobres é sempre ditadura.

E esse é o grande motivo pelo qual não se vê nas ruas milhões e milhões lutando pela democracia. Para as periferias, a diferença empírica entre democracia e tirania é muito tênue e, na prática, nula ou desprezível.  Tanto na democracia quanto na ditadura militar, a polícia que as reprime é a mesma: a polícia militar. Ou seja, seu cotidiano permanece sempre militarizado.

Na democracia pré-64, por exemplo, o general Amaury Kruel, que depois viria a ser figura decisiva para a engrenagem do golpe militar, foi chefe de polícia do Distrito Federal (atual município do Rio de Janeiro). Sua gestão foi uma das mais violentas e, ao mesmo tempo, das mais corruptas, de que se tem notícia. Parte da sua história está contada no artigo de Alexandre Leitão para a Revista de História.

Como nos outros momentos da democracia brasileira, a democracia pré-64 era uma ditadura pura e simples para os setores populares. E é talvez uma das tarefas mais importantes para compreender o atual golpe, e a responsabilidades do PT nele, examinar o vínculo de democracia e ditadura no país nessa perspectiva, a exposição à violência policial.

A questão da ditadura policial no Brasil é uma das que mais expõe o sistema de cumplicidade que imobiliza a resistência política no país nas situações de golpe. Como ninguém ignora, tirando Sem Terras e Sem Tetos, que são movidos em parte por instituições, o grosso da população no Brasil não é sujeito político ativo. Embora por diversas vezes, e com graus diferentes, as periferias tenham esboçado gestos de politização, como passeatas, em geral sua ação à repressão policial é pontual, com pequenas explosões de fúria que não vão além de incendiar alguns poucos ônibus.

Isso não é novidade, déficit ou carência brasileira. É o lugar mais comum entre os lugares comuns da história. Em decorrência dele, o espaço da política se encolhe, e seus agentes ficam restritos às classes médias e à ralas presenças vindas de baixo. Nos anos de chumbo, por exemplo, parte da resistência armada foi feita por ex-sargentos que vinha da tradição pré-64, oriundos das classes populares, e jovens de classe média junto com alguns intelectuais.

A classe média como um todo estava longe de ser de esquerda. Era um punhado de seus membros, em parte sensíveis à fascinação internacional do esquerdismo, particularmente sua voga na França (na época a classe média ainda falava o francês, e muito pouco o inglês), e em parte reagindo ao enclausuramento imposto pelo regime militar. A maior porção da classe média, por passividade ou convicção, foi direta ou indiretamente cúmplice do golpe.

Em parte, o segmento da classe média que se opôs ao golpe, o fez contra o avanço da repressão policial sobre ela, até então relativamente protegida. O saldo de 1964 a 1979, segundo o historiador Jacob Gorender, calculado por baixo, foi de “cerca de 50 mil pessoas com passagem pelas prisões por motivos políticos; cerca de 20 mil submetidas a torturas físicas também por motivos políticos; 320 militantes de esquerda mortos pelos órgãos repressivos, incluindo 144 dados com ‘desparecidos’; centenas de baleados em manifestações públicas, com uma parte incalculável de mortos; 8 mil acusados mais 11 mil indiciados em 800 processos judiciais por crimes a segurança nacional; centenas de condenação à penas de prisão; 4 condenações a pena de morte; 130 banidos do território nacional; milhares de exilados; 780 cassações de direitos políticos por dez anos com base em ato institucional, incontáveis reformas, aposentadorias e demissões do serviço público por meios discricionários.”

A maioria desses presos, banidos, torturados e mortos foi de membros da classe média (ao menos entre o final dos anos 60 e inícios dos 70). Esse é o significado preciso, numérico, da suspensão das garantias de que goza tradicionalmente a classe média. Uma matéria do Estadão, órgão não exatamente radical, assinada por Ariel Palacios, contabiliza trinta mil mortos pela ditadura na Argentina. No Brasil, segundo os números acima, foram 320 militantes de esquerda mortos. Ou seja, algo próximo a 1% da quantidade de argentinos (Gorender se refere ainda a “um número incalculável” de mortos em manifestações, mas esses não temos como conferir. O relatório da Comissão Nacional da Verdade, embora eleve aquele número para 434 mortos durante a ditadura militar, cobre um período maior que o analisado por Gorender).

Devemos concluir por esses números que tivemos uma repressão mais branda, mais humana? Quem tenha lido sobre os torturadores Freury e Ulstra, não alimentará essas ilusões. A hipótese mais provável é que a resistência brasileira, medida pela mobilização da classe média,  tenha sido muito menor que a argentina e que isso se reflita no saldo geral do conflito. Mas, se for assim, isso significa uma adesão muito ampla, maior do que se costuma admitir, da classe média ao golpe militar.

O grande problema político brasileiro, é que as identidades de classe no país, em particular as da classe média, se formam pelos privilégios, acessos, prerrogativas, que são negadas aos grupos da parte inferior do sistema, especialmente os negros. Esse é o cabresto, a coleira do cão, que prende a classe média às elites e a torna tão antidemocrática (E não esquecendo que nossos números relativos à violência policial cotidiana assombram o mundo inteiro, e que os comandos dessas polícias saem, em geral, da classe média).

A explosão de ódios nas redes, o ritual repetido com tanta frequência desde o segundo semestre de 2014, quando os crimes de ódio cresceram 84%, e que se vê, por exemplo, no seu último episódio, no ataque sofrido por Preta Gil, é expressão dos privilégios da classe média: negros tem um lugar (“cada macaco no seu galho”), não podem fazer sucesso, ocupar a posição de astros ou estrelas, etc. Se isso é pouco tolerado para os homens negros, o é muito menos para as mulheres negras (Preta Gil, Tais Araújo, Maju, etc.), que segundo a lógica hierárquica aqui vigente, devem ocupar o último degrau da escala social.

O Brasil é um país de privilégios e privilegiados, por isso seu sistema de classes, etnias e gêneros é tão rígido. Negros, índios, mulheres (gays nem se fala) devem ficar em seu lugar. Por outro, a classe média sente-se segura de si, quando sabe que esses grupos estão ferreamente atados aos seus lugares estruturais. É óbvio que há segmentos dentro da classe média que escapam a essa lógica, e inclusive formam vanguardas na luta contra ela, mas são minoritários.

O governo Temer é o retrato da reação, do ódio diante das ameaças de ruptura com esse imobilismo. Ao montar um ministério ficha suja, masculino, branco, e oligárquico, a intenção foi ditada pelo instinto de conservação, o mais rústico que se possa imaginar.

Mas esse movimento, por trágico que seja, é um abalo de superfície. Ele seria impossível sem cumplicidades mais amplas, que unem um espectro muito mais vasto do que a direita de classe média.

Sua localização é justamente a violência policial. O Brasil é um país excludente que liquidou quase todas as vias de comunicação com os párias. Sua linguagem se reduziu quase exclusivamente à violência militarizada (polícia militar), pela qual o pequeno núcleo de privilegiados teceu em torno de si um escudo, uma couraça de chumbo.

De um lado está o privilégio, de outro as vítimas excluídas que devem ser excluídas para que os privilegiados continuem sendo privilegiados. E quem são os privilegiados? É toda a classe média (não é preciso falar dos ricos nem dos bilionários), não só a de direita, mas também a de esquerda, coxinhas e mortadelas. É isso que faz a cumplicidade ser tão vasta.

O resultado disso é a incapacidade de criar uma aliança verdadeira entre a classe média anti-golpe e as periferias, que às vezes estão apenas à distância de centenas de metros uma da outra (como na Zona Sul do Rio de Janeiro). Recentemente, presenciamos dois momentos de  aproximação, ou tentativa de aproximação.

Uma foi em 2013, no episódio do assassinato de Amarildo. No clima dos protestos, uma passeata foi feita da Rocinha até o cemitério São João Batista. Que eu lembre, foi o primeiro ato político de uma ‘periferia’ e só teve lugar em razão de sua articulação com a classe média (a parte da esquerda) que protestava naquele momento.

O outro episódio foi a tentativa, que parece não ter sido bem sucedida, de inserir, através do funk, as favelas nas manifestações de apoio a Dilma, e ocorreu na Zona Sul do Rio na  expectativa de reunir 100 mil pessoas. O comparecimento foi muito menor. A Frente Brasil Popular estimou em 5 mil pessoas, o número de presentes pela manhã no dia 17 de abril.

Qual é a dificuldade maior em realizar essa junção? É o fato de que o divisor de águas entre os dois grupos é a violência policial, que se abate sobre os pobres e os negros e da qual a classe média está relativamente isenta. É seu privilégio. Sua prerrogativa. E, por estar em boa medida resguardada, ela permanece em grande parte insensível, isto é, relativamente cúmplice, senão inteiramente cúmplice, diante da constituição das periferias brasileiras como campos de reclusão.

A repressão aos rolezinhos, por exemplo, inaceitável numa sociedade democrática, encontrou cumplicidade total na classe média em todos os seus espectros políticos, que depois também não questionou o fato de que dois de seus líderes tenham sido mortos em circunstâncias não muito claras.

Enquanto isso a classe média continua gozando de suas prerrogativas e imunidades (prisão especial, acesso à advogados, olhar condescendente de juízes, conversão fácil de penas de prisão em prestação de serviços, etc.).

O PT no poder, longe de compreender essa dinâmica, reanimou uma compreensão colonial de pobres controlados como índios em aldeamentos e missões, fortaleceu imensamente o aparato policial do país. Nunca atentou para o significado político democrático que seria, rompendo o padrão repressivo, construir um amplo diálogo com os excluídos das periferias.

O resultado da cegueira do PT foi a UPP (cujo projeto inicial, inclusive, previa cercar as favelas com muros altos pontuados por guaritas) e o crescimento das milícias. Lembremos que nos últimos tempos, o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, utilizou de diversas evasivas, após uma denúncia de ação das milícias em áreas do Minha Casa Minha Vida do Rio de Janeiro, e não fez o efetivo combate com o uso da Polícia Federal, alegando que a iniciativa caberia ao PMDB do Rio.

Mas como o PMDB tomaria essa iniciativa se até a própria Globo reconhecia e apontava a ligação do braço direito do prefeito Eduardo Paes (PMDB) com as milícias no estado?

No fundo, tanto no PT quanto na democracia pré-64, a imagem da população sempre foi o de uma turba perigosa que só se disciplina através da violência policial. É, com dissemos, a velha ideia de que o povo deve ser controlado politicamente de cima, tal como os jesuítas faziam com os índios nas missões.

Veja-se a participação de Leonardo Boff no seminário Pax Rocinha, ocorrido em maio de 2013, que saudou o secretário Beltrame e o projeto da UPP nesses termos:

“O que vocês fazem é altamente arriscado, mas é também altamente humanitário. É um trabalho de transformar pessoas em cidadãos, que voltam a ter alegria de viver e conviver, que podem dormir tranquilamente, andar pelas ruas à noite. Pessoas que fazem parte da construção do bem comum”, disse Boff.

O projeto da UPP seduziu profundamente Leonardo Boff. Tanto que ao começar sua intervenção no evento, afirmou para o secretário José Mariano Beltrame: “Eu escutei o secretário com mais atenção do que se o Papa Francisco estivesse aqui. Porque ele não disse somente palavras, disse coisas importantes, convocou a população a trabalhar pelo caminho certo”.

Todas as pesquisas feitas nas comunidades do Rio de Janeiro mostram o contrário disso. Apontam para a presença tirânica de policiais, para os atos de arbítrio e incontáveis violências que passam a fazer parte do dia a dia da população, principalmente dos jovens. Os próprios policiais creem que a população os vê negativamente, e, em pesquisa recente (outubro de 2015), mais de 60% dos entrevistados confirmaram esse diagnóstico.

Veja-se que até a teologia da libertação, um dos horizontes ideológicos do PT, tem seu limite de reflexão dentro da lógica policial concentracionária. Tudo isso vem de longe, do passado colonial, e do zelo missionário que via negros e índios mergulhados no pecado, do qual deveriam ser retirados sob tutela da igreja.

Quando a Frente Brasil Popular espera colocar 100 mil periféricos na praia de Copacabana, e aparecem apenas cinco mil, e talvez nenhum deles propriamente descendo do morro, o que se deveria perguntar é se os anos que o PT promoveu uma política de segurança baseado na repressão não se refletem nesse esvaziamento.

Por que lutariam pela democracia se, como a experiência mostra todo dia, essa democracia permanece uma ditadura policial?

 

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60 comentários

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José Ruiz

14 de agosto de 2016 às 14h27

reflexão show de bola.. entendo que as UPP’s foram uma tentativa sincera, em um contexto extremamente inflexível.. uma canetada que acabasse com a criminalização do uso de drogas resolveria enorme parte da violência no país, em especial nas favelas.. um exemplo.. extinguir a PM.. outro exemplo.. mas como fazer isso em meio a uma sociedade medieval? Quem vem primeiro, o ovo ou a galinha.. complicado.. é muita areia para o caminhãozinho do PT.. é um problema para toda a sociedade..

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MANU (www.Lula.com.br)

07 de agosto de 2016 às 13h10

Falta de comunicação, incompetência em divulgar seus feitos, erros na escolha de ministros e sobre vida a mídia golpista, ficou em cima do muro querendo agradar todo mundo e não agradou ninguém………

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julio quezada

01 de agosto de 2016 às 19h14

muito interessante, notei a falta da importancia da midia em esse processo todo.

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ANA LUCIA ANDRADE SANTANA

31 de julho de 2016 às 20h49

Excelente texto. Parabens!

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Sandra Francesca de Almeida

31 de julho de 2016 às 18h41

Uma hipótese muito interessante e pertinente. Que o PT e as esquerdas reflitam sobre as questões apontadas no texto e tirem as devidas consequências para o trabalho de conscientização política da população.

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Ricardo

31 de julho de 2016 às 17h50

Como é que é??? Povo sair às ruas???
Pera lá! Tem alguém delirando?…
Quem sai às ruas é quem tem opinião política, sobretudo por ter recursos educacionais pra isso.
Agora, por que o Temer não enfrenta a oposição das ruas, essa sim parece ser a questão chave (que ninguém se põe).
Mas a resposta parece bastante simples: POR QUE NÃO HÁ OPÇÃO A ELE.
Nem a Dilma nem o PT representam uma opção política consistente hoje.
Dilma traiu seus eleitores. O PT traiu sua história.
Para que ir para as ruas contra Temer? Para trazer a Dilma de volta? Só os religiosos petistas querem isso! Quem tem opinião política para ir às ruas não quer mais ver nem a Dilma nem o PT, mesmo que pintados de ouro!

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JOHN J.

31 de julho de 2016 às 16h25

DOUTORA ELIANA CALMON DIRIA QUE AMB PODERIA SER AMBT
ASSOCIAÇÃO MAGISTRADOS BANDIDOS DE TOGA.
https://www.youtube.com/watch?v=wHKIErwmG-4

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cvilela

31 de julho de 2016 às 09h26

Ótima análise! Apesar deste tipo de análise sempre cometer o vício do dualismo, concordo em quase tudo. Mas vou me restringir as questões que não concordo: Polícia x pobre, rolezinho de pobre x segurança; PT responsável por tudo. Primeiro, a polícia sempre foi instrumento de repressão, especialmente contra os pobres e negros? SIM, mas rolezinho de pobre ou de RICO, naquela circunstâncias (lugar privado de interesse econômico), sempre haverá reação dos usuários e administradores dos shoppings, EM QUALQUER PAÍS NO MUNDO. O controle sob as massas nessas manifestações em espaços restritos quase sempre termina em confusão. Segundo, as UPPs foram a melhor solução de segurança até hoje implantada nas comunidades carentes, apesar de cometer abusos. Mas não se pode negar o sucesso em sua essência que é a ideia de polícia comunitária tão almejada pelos especialistas. Só porque foi iniciativa de um governo de direita é ruim?? E quanto ao PT, ele cometeu muitos erros mas o PT não representa toda a esquerda nem toda a sociedade. Todos nós somos responsáveis na ação e na omissão, até mesmo quem não é PT e se acha oposição aos seus governos.

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Carlos

31 de julho de 2016 às 03h09

Boa analise mas pode acrescentar que as chamadas conquistas sociais do pt são obra de propaganda. Esse partido nunca foi de esquerda.

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Mara

31 de julho de 2016 às 01h22

Olá, fiz uma pesquisa aqui no Cafezinho e google sobre esse Bajonas. O cara escreveu mais de 40 artigos defendendo Dilma e Lula e atacando os golpistas. Só aqui foram 37, e uma porção no Jornalistas Livres. Vocês devem ter razão se ele está defendendo o governo do PT ele só pode ser mesmo do PSOL. Ainda bem que vocês são inteligentes e perceberam. Com gente como vocês alertas nunca vão conseguir dar um golpe contra o PT. Parabéns!!

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sho

31 de julho de 2016 às 00h03

Que texto é esse? Esse Bajonas viajou legal. A pior coisa é psolista ressentido que fica com o mantra”: culpa do PT, culpa do PT, culpa do PT…….que saco!

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Isadora

31 de julho de 2016 às 00h01

Esse texto é lamentável, inverídico, e pelo nível de ressentimento e mimimi, só pode ser um PSOLista muito choramingão; a culpa é do PT, é ??? Ah que é isso, toma tento!!!

Responder

sho

31 de julho de 2016 às 00h00

O que é esse Bajonas? Onde vive, do que se alimenta?

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Rosiane Oliveira

30 de julho de 2016 às 18h17

É triste, mas Brasil fascista é real. O desmantelamento dos 13 anos de inclusão é assustador…

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isadora

30 de julho de 2016 às 18h27

Pô, esses é o típico texto de PSOLista, muita demagogia, muito mimimi; um texto choramingão

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Jadir Rocha

30 de julho de 2016 às 17h14

Penso que os brasileiros, a favor da democracia, deveriam protestar no dia da abertura dos Jogos Olímpicos. Sem dúvida, seriam manchetes internacionais.

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Erica

30 de julho de 2016 às 14h38

palavras duras mas verdadeiras, algumas concordo outras não.

Responder

Leonor Bueno

30 de julho de 2016 às 11h50

Somos mesmo insensíveis e relativamente cúmplices em relação à barbárie da polícia nas periferias. E temos, sim, o rabo preso por privilégios. Reconhecer isso é o primeiro passo, porque a culpa não é de um partido.

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Eduardo Albuquerque

30 de julho de 2016 às 11h17

Aqui pra nós. Ir pra ruas já dizendo q serão manifestações pacíficas já garantem que os golpistas não serão incomodados e passa cheque em branco pra covardia. Os movs não tem coragem. Então ir pra rua pra tirar selfie é como ir em procissão ou bloco de carnaval.

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Marcos Aurélio Witczak

30 de julho de 2016 às 07h56

É um texto psolista. É o PT de vinte anos atrás. Bom que exista. Talvez possa ajudar o PT a se renovar. Acho difícil, quando se vê o partido votando, depois de tudo, no Rodrigo Maia para presidente da Câmara. É um texto tão verdadeiro que deixa clara a inanição da esquerda mais radical ( a mesma falta de união entre periferia e classe média existe na esquerda brasileira) em relação ao golpe, por exemplo. Aliás, em vez de defender, senão o governo e o PT, a democracia, alguns líderes dessa “nova esquerda” deram declarações bastante dúbias, quando não namoraram com a direita golpista. E por vezes engrossaram as manifestações contra Dilma e o governo, em erro estratégico gigantesco. O PT, por outro lado, ano após ano, foi cometendo erros cada vez maiores e ficou mais e mais enredado nas teias do PMDB et caterva. Criou e fomentou muitas mágoas e perdeu quadros importantes. E não foi por ingenuidade.

Responder

Antonio Passos

29 de julho de 2016 às 23h56

Ah pra variar a culpa é do PT. O PT virou pau de galinheiro de “intelectuais de sofá”. O povo não vai às ruas porque a mídia lhes fala sozinha. O PT errou ao não enfrentá-la, assim como a esquerda está ACOELHADA há décadas, delirando com comissões da verdade, enquanto Zé Dirceu ia pra masmorra. A esquerda que lutou contra a ditadura está de bolso mais cheio, e prefere ficar guerreando os fantasmas de 40 anos atrás, do que enfrentar Moro e Gilmar. É mais fácil ficar com essa conversinha de “estado policial”, do que encarar o judiciário mais golpista e de direita do mundo. O povo engoliu o discurso do mensalão e QUEM na esquerda contestou ? QUEM encarou Joaquim Barbosa ? Só o Zé de Abreu né.

Responder

    Carlos Dias

    30 de julho de 2016 às 00h39

    Pois é, Antônio e como escrevi.. Esses milhões que estão agora parados, segundo o texto, por algum motivo mais nobre, suponho, sairam às ruas em junho de 2013 pra ferrar conosco…..

    Sabe o que é… o dever de escrever… as vezes se escreve demais…

    Responder

      Pinheiro -

      30 de julho de 2016 às 01h01

      Cara,voce tem filhos? Voce esta defendedo CORRUPTOS, nao importa se é de direita ou de esquerda, Lula e Aecio sao da mesma laia. Voce esta jugando os julgadores ao inves dos réus. Cara o que voce esta fazendo? O Lula pode ter feito mil maravilhas (acho que nao chega nem a 10) mas deixou se corromper por grandes empresas e com o poder e agora tem que pagar pelo que fez. Quem defende bandido é cumplice.

      Responder

        Carlos Dias

        30 de julho de 2016 às 02h03

        Verdade, mas antes de prenderem o Cunha, vai ver se eu to lá na esquina…

        Responder

        LL Vanderlei

        30 de julho de 2016 às 08h54

        Heim? Cadê as provas? Ninguém sequer sabe do que o Lula é acusado. Caixa dois em campanha não vale, porque nem o pt, nem qualquer outro partido (psol incluído) ganha eleição sem caixa dois com a legislação eleitoral desse país. Agora, acusar Lula de ter desviado dinheiro público para seu próprio bolso sem provas, baseado unicamente nas calúnias do pig e nas delações de bandidos é de uma ingenuidade tocante. Além disso, porque só querem o Lula? E o aécio, e o cunha soltinho da silva, e o gilmar dantas, e o fhc privateiro, e…

        Responder

          Pinheiro -

          30 de julho de 2016 às 13h09

          Os mesmos Bandidos que voe diz que estao acusando o Lula, sao os mesmos que estao acusando o Aécio, que por enquanto, ainda é SUSPEITO igual o Lula. Porque as acusações pro Aécio fazem dele um CORRUPTO e PRO LULA NAO? É ISSO QUE EU NAO ENTENDO

          LL Vanderlei

          31 de julho de 2016 às 16h14

          Pinheiro, não seja leviano e cínico consigo próprio. Na tv e nos jornalões só o Lula já é pintado como corrupto, como demônio, como chefe de quadrilha e mil outras acusações. Até capa de revista com a imagem do ex presidente emulando uma divindade irada e decaída já apareceu. Com roupa de presidiário então já é figurinha fácil. Como consequência, a grande maioria da população alienada já entrou na onda e repete a mesma ladainha imunda da rede globo e demais mídias golpistas. Enquanto isso, Aécio e cia, quando muito, é “mencionado”. O juiz playmobil da república de curitiba a serviço das elites preconceituosas é tratado como salvador da pátria etc.

          Vitor Sorenzi

          05 de agosto de 2016 às 10h36

          Nao pede para o cara raciocinar que ele trava….

          LL Vanderlei

          07 de agosto de 2016 às 15h06

          Verdade. Igual a brinquedo quando a pilha esgota. Aí tem que recarregar no pig de novo.

      Helena Veiga

      30 de julho de 2016 às 01h37

      Vocês, não tiveram honestidade intelectual nem para ler o artigo inteiro, e passam a vida no abafadinho dos boxes de comentários, sem correr riscos só falando asneiras, que vida triste. E já insultando e caluniando. Sabe eu acho o PT é responsável por ter caído nessa trama, por ter sido tão tolo. Ele deu de mão beijada aos golpistas tudo que precisavam para destruir o estado, a democracia, a petrobras. Partidos que eu saiba são forças políticas que lutam pelo poder maquiavélicamente, um partido burro é engolido por outro e assim vai. É inaceitável tanta tolice.

      Responder

        Carlos Dias

        30 de julho de 2016 às 02h08

        Em 2013 multidões nas ruas contra “tudo que estava aí”… Helena, onde voc? estava em 2013? Agora que temos golpe e crise, não temos multidões disponíveis pra fazer mobilização? Ah tá… Vai ver se eu to lá do Posto 6, tá?

        Responder

    Rodrigo

    30 de julho de 2016 às 05h44

    Este texto e’ o da nova esquerda, do PSOL. O PT errou, sim quando Lula tinha mais de 85% de aprovacao e nao levou em frente a Reforma Economica da Midia, inclusive esta na Constituicao. O Brasil para avancar 20 anos em 5, tem um caminho curto e certeiro. Fechar a Globo, o cancer maior do Brasil, a Globo corrompe, a Globo mente, a Globo transforma grande parte da classe media em verdadeiros zumbis virtuais, a Globo propaga o racismo, o facismo e o odio. Eu falo morando ha mais de 30 anos fora do Brasil em Pais com uma das midias mais democraticas do planeta, hoje aos meus 65 anos nao tenho duvida, a GLOBO e’ o cancer do Brasil, acabem com a Globo e o Brasil dara um salto enorme CIVILIZATORIO. Simples assim, o resto e’ chororo de esquerda virtual e guerrilheiros de teclado.

    Responder

      LL Vanderlei

      30 de julho de 2016 às 08h47

      É “simples assim” pra você que está seguro e vaidoso aí no exterior. A conjugação correta do verbo não é “acabem com a globo”, é ACABEMOS com a globo.

      Responder

    LL Vanderlei

    30 de julho de 2016 às 08h45

    Não são visões excludentes. O “estado policial” e o fascismo elitista do judiciário são parte de uma mesma estrutura. Eles se complementam. Do mesmo modo, ainda há muito que se falar e escrever sobre a ditadura civil-militar iniciada lá em 1964, justamente para lançar luzes sobre o atual momento sombrio por que passa o país. É preciso unir os discursos. E mais importante: é preciso unir a ações. É justamente essa desunião (nas narrativas e principalmente na praxis) que fortalece a direita golpista.

    Responder

    Marcelo L.

    30 de julho de 2016 às 11h07

    Você dois, Antonio Passos e Carlos Dias, vão ter que virar homens, certo? Vão ter que ir para as ruas enfrentar os batalhões de choque, como o Eduardo Suplicy está fazendo. Acabou essa maricagem de cargo comissionado e puxa-saquismo partidário. Vão ter que seguir o exemplo o Suplicy. Vão fazer o enfrentamento junto com os movimentos confrontando a PM. Acabou o parasitismo. Amanhã mesmo vão começar a denunciar as milícias e atritar com o PMDB. Acabou a sombra e a água fresca.

    Responder

Biana

29 de julho de 2016 às 21h44

Essa observação é interessante, mas o Rio não é o Brasil, e a luta contra o Golpe não é só do PT. Colocar dessa forma, como se a luta fosse tão restrita, isso sim enfraquece. Convocar a população a lutar contra o Golpe, não é para ser confundido com um convite a um comício de partido, seja lá qual for, a luta é pela democracia, não precisa de bandeiras partidárias, não é campanha eleitoral. Isso precisa ficar bem claro, pois a população quer defender uma causa, o momento, para as bandeiras partidárias não é agora. Se querem o povo na rua, neste momento, terão que saber deixar as bandeiras partidárias guardadas. O povo que ver a defesa de suas conquistas, essa é a bandeira que deve ser levantada.

Responder

    Marcelo L.

    29 de julho de 2016 às 21h59

    Biana, posso não ter entendido bem o que você disse. Você quer dizer que fazer qualquer crítica nesse momento enfraquece? O ideal é agir cego, surdo e mudo olhando para a frente com a viseira bem ajustada na testa? Acho que pensar não pode enfraquecer ninguém. Pensar só fortalece. O PT tem que mudar e muito. Você diz que “o povo quer ver a defesa de suas conquistas”. Por que não estão todos na rua? Claro, tem a Globo. Tem o judiciário. Tem o golpe. Nessa equação só o PT não é responsável por nada? Não pode. O PT errou muito, vai ter que se reinventar ou vai ser enterrado pela história. Pensar não enfraquece. Só burrice é que enfraquece.

    Responder

      Biana

      29 de julho de 2016 às 22h48

      Não entendeu. Estou falando que analisar o que ocorre apenas no Rio enfraquece a análise pois a luta pela democracia é no país inteiro, e a cidade maravilhosa tem características muito peculiares, então a análise fica incompleta.
      O povo não está na rua porque ainda não compreende o que está realmente perdendo, não sofreu o impacto direto dessas perdas. Pensar, não enfraquece, concordo, por isso que esta análise deve ser mais ampla, não é só analisar o eixo Rio-São Paulo.
      A população foi a várias manifestações recentemente, por causas diferentes,cabe as lideranças desses grupos unir essas causas, pois o “inimigo” é o mesmo.
      O PT tem sua responsabilidade é claro, fez alianças inadequadas, como se não acreditasse em sua própria força, essa foi sua cegueira maior.
      A faixa etária mais jovem, que é que normalmente é mais presente em manifestações, não viveu o antes, não percebe as diferenças e conquistas do governo PT, o que eles tem como fonte, infelizmente é essa mídia. Os mais maduros, sabem a diferença e são os arrimos de família que morrem de medo de enfrentar patrão, pois acham que se demitidos, pela idade, será difícil sua recolocação.
      É preciso repensar a forma de se comunicar com a população, antes de esperar que estejam todos na rua atendendo a um convite. Não basta dizer dia tal manifestação tal hora em tal lugar.
      O velho panfleto, expondo o que está ocorrendo de forma simples, para esclarecer e após um outro convocando. Particularmente, não recebi nenhum panfleto, e acho que depender só de internet não atingem a grande massa. Mas como disse antes, não é um comício, cheio de siglas, tem ser cheio de causas, para quem está de fora entender, pois os de casa já sabem quase tudo. Repito, é para os de fora, os que não acompanham os blogs e tal.

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        LL Vanderlei

        31 de julho de 2016 às 16h20

        Biana e Helena, vocês elevam o nível em meio a tanta bobagem. Excelentes comentários.

        Responder

          Helena Veiga

          05 de agosto de 2016 às 11h08

          Obrigado.

Helena Veiga

29 de julho de 2016 às 20h38

Concordo que é uma tese bem articulada e que deve ser analisada sem baixar o nível no estilo canelada. Ele apresentou alguns argumentos sociológicos, como a identidade de classe baseada no monopólio de privilégios, pela classe média, como também na história brasileira como o pré-64 e as políticas dos séculos da colonização. Nós ainda não aprendemos a refletir sobre a nossa própria violência. E isso só gera violência. Ou comentários tacanhos como os do Pinheiro (típico de leitor de O Globo e do G1) e o do ressentido Carlos Dias, que parece rapaz sustentado pelo PT. Raparigo sustentado como se diz no nordeste. Quando a gente se dá mal na vida pensa para entender o que deu errado. O PT também precisa pensar e para isso vai ter que sair da defensiva e parar de usar argumentos autocondescendentes.

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Antonio Marcos Carvalho

29 de julho de 2016 às 21h21

https://www.youtube.com/watch?v=PWJMDEvUPio&feature=youtu.be

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17Abril2016

29 de julho de 2016 às 20h01

Bajonas desenvolve uma tese bem articulada. Pode ser que tenha fundamento mas precisa ser analisada com criterio, com base nos fatos.

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Carlos Dias

29 de julho de 2016 às 18h45

As vezes penso que o mais simples é baixar o pau no PT…. Bajonas, meu filho, a UPP que muita gente apoiou era uma primeira fase para atuar nesse segmento. Como ir até a favela se tráficantes e milicianos vedavam o intercâmbio? Cara, não se precipite em críticas dolosas ao nosso partido. Os programas não foram completados e muitos foram sabotados.

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    Terceira Onda ?

    29 de julho de 2016 às 19h32

    Carlos Dias, meu partido é o Povo, ou o Partido dos Trabalhadores hoje luta pela Democracia e o povo, e vamos parar de vaidades, ou nunca se resgatará. Eu moro na periferia de São Paulo, sou membro de um coletivo político aqui, e você não tem ideia a dificuldade de encontrar nas quebradas o interesse em ao menos ouvir, quem dirá aderir à uma resistência, ta muito difícil construir uma base, e sem base… e é isso que o seu partido ignorou, a base ¬¬” olha para São Paulo… o Interior do Estado (que é gigantesco), apenas 1 município votou em sua maioria na Dilma no segundo turno… 1 ^^ a gente pode esmiuçar as faixas de idade, de classe social, o Gari votou no Aécio ou nem votou… o filho dele se acha que votou em quem ?

    Responder

      Carlos Dias

      29 de julho de 2016 às 20h48

      Broder, eu concordo parcialmente com o texto.. Só não tô mais aguentando essa babaquice de culpar o PT por tudo. Gosto muito do Bajonas, inclusive. Mas estou ficando de saco cheio desse papo de que tudo foi culpa do PT. concordo tambem com todos voces, temos de seguir analisando os nossos erros..e com uma crítica construtiva apontar como fzerpra não errarmosmais… O problema que ta me deixando puto é esse negócio de que no final das contas tudo se resume ao erro do PT… Isso ai só gerao imobilismo.

      Responder

        Terceira Onda ?

        29 de julho de 2016 às 20h54

        Hasta Siempre !!! Dilma vai entrar para a História !

        Responder

        Helena Veiga

        29 de julho de 2016 às 21h08

        Pois senhor Carlos, se o senhor gosta muito do Bajonas, como eu também gosto, e que acho um dos melhores analistas dessas situação que estamos vivendo, difícil de desatar como nó de marinheiro, deveria pedir desculpas. Não pode destratar alguém que com seriedade e isenção, com o risco até, está nos ajudando a compreender todo esse quiprocó. Crie juízo.

        Responder

          Carlos Dias

          29 de julho de 2016 às 22h53

          Não vejo no que o Bajonas se ofenderia com minhas observações.Comentei o caso das UPPs. Ora, nunca ninguém pensou que seriam a solução pra problemas estruturais seríssimos. Era uma solução emergencial. Havia uma situação em que estava complicado sair de casa, ir até a esquina (me refiro aos moradores das comundades, principalmente). Era necessário uma ação imediata para. ao menos, amenizar o clima de beligerância que tornava qualquer outro passo impossível. Então não é o caso do PT ter se contentado em fazer UPPs… Ao contrário, o PT implementou muitas políticas para tratar da exclusão, criminalidade, analfabetismo, acesso à creches e escolas, etc, etc.. O problema é de “timing”… Pôr uma UPP numa comunidade é relativamente rápido, agora pôr milhões em escolas e creches de qualidade leva um pouco (bem mais , né?) mais de tempo. Tempo que os golpistas querem nos tirar, tempo que os inconformistas de junho de 2016 não quiseram esperar.. Agora cadê os contra tudo que estava aí? Eu discordo do Bajonas por esse detalhe.. Houve sim, mobilizações enormes (por conta de 20 centavos) e esses mesmos protestadores agora estão quietinhos em casa. Entãonão é o caso de que o PT errou e blá blá blá… Quandoo PT estava começandoa mudar o jogo, os protestadores sairam às ruas em massa pra nos fuder o saco…. Ta aí… Agora parecem satisfeitos.. Eu não.. eu vou protestar até que esse governo golpista seja banido e seus perpetradores expulsos do país.

          Carlos Dias

          29 de julho de 2016 às 22h54

          inconformistas de junho de 2013, sorry.

          Osmar Gonçalves Pereira

          31 de julho de 2016 às 01h00

          Carlos, tenho 57 anos e vi o inicio das malfadadas de 2013 pela tv, na biblioteca FCF- Unesp de Araraquara. Na época cursava Ciências Sociais na FCLar e fiz o seguinte comentário: “essas crianças estão brincando com fogo e vão acabar fazendo xixi na cama. O pior é que nós é que teremos de trocar os lençóis.”
          A maioria dos presentes com idade para serem meus filhos olhou com reprovação, alguns, com ódio.

          Carlos Dias

          31 de julho de 2016 às 20h48

          Agora esses bostas fingem que não cagaram nas calças.

          LL Vanderlei

          31 de julho de 2016 às 16h18

          Helena e Biana, vocês elevam o nível em meio a tanta bobagem. Excelentes comentários.

    Biana

    29 de julho de 2016 às 23h03

    Lembrando que as UPP’s no caso ficam no Rio, de onde brotaram as pérolas Cunha, Bolso, Frota, Romário, Paes etc, gente pra lá de disposta a destruir qualquer coisa realizada pelo PT, ou alguém acha que o desejo de usurpar nasceu em 17-04-16?

    Responder

      Helena Veiga

      05 de agosto de 2016 às 11h12

      Será que antes de implementar essa política malfadada não havia um cérebro no PT capaz de perceber no que ia dar? Ou será que não eram capazes de perceber porque estavam excitados com a ‘sorte’ de encontrar uma política, a UPP, que prometia limpar a violência de vez por todos nos subúrbios e nas favelas?

      Responder

Pinheiro -

29 de julho de 2016 às 18h36

Sou pobre e não me sinto na ditadura . Quem se preocupa com a policia é BANDIDO isso sim, tenho medo é dos BANDIDOS. Aliás, se um dia algum BANDIDO me roubar eu chamo a Policia, não pego uma flor e dou pro Ladrão(Mundo imaginário). Falar mal da policia é fácil quando se esta debaixo de um ar condicionado.

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    Biana

    29 de julho de 2016 às 23h08

    Então vamos chamar a polícia para esses bandidos que estão no poder ?

    Responder

      Vitor Sorenzi

      05 de agosto de 2016 às 10h13

      Pediu para ele pensar. Desiste…

      Responder

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