Incêndios na Amazonia mobilizam governos do mundo inteiro

Ibope: Bolsonaro 59% X 41% Haddad em votos válidos

Por Miguel do Rosário

15 de outubro de 2018 : 20h10

No Ibope Inteligência

Primeira pesquisa do segundo turno mostra Jair Bolsonaro 18 pontos percentuais à frente de Fernando Haddad nos votos válidos

Na primeira pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência no segundo turno da eleição para presidente da República, sob encomenda da TV Globo e do jornal O Estado de São Paulo, Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa com 59% dos votos válidos e Fernando Haddad atinge 41%. O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.

VOTOS VÁLIDOS: JAIR BOLSONARO 59% X FERNANDO HADDAD 41%

Considerando os votos totais, Jair Bolsonaro têm 52% das intenções de voto e Fernando Haddad, do PT, alcança 37% das menções entre os eleitores brasileiros. Aqueles que declaram votar em branco ou anular o voto somam 9% e os que não sabem ou não respondem totalizam 2%.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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10 comentários

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vicente

16 de outubro de 2018 às 08h00

Complicado. Quase irreversível. Se a tragédia acontecer, será um aprendizado pra essa gente que insuflou ódio na população desde 2003 achando que era só tirar o PT.
Bem fez o PT que se manteve na disputa. Se o PT tivesse apoiado Ciro Gomes, nada nos indica que este venceria o coiso e o futuro do PT, único partido do Brasil ainda de pé (apesar de ser o mais atacado), seria o fim. Com a mobilização petista, ainda nos resta uma organização para enfrentar a longa noite que se aproxima.

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    Serg1o Se7e

    16 de outubro de 2018 às 12h01

    pt ainda de pé?

    Acho que você olhou os resultados do primeiro turno de alguma outra eleição passada….

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foo

16 de outubro de 2018 às 04h17

A situação está muito complicada, e, a essa altura, parece cada vez mais difícil de reverter.

É difícil, pois do outro lado não há o menor escrúpulo. Eles apelam para os instintos mais baixos, de medo e ódio.

O que nós podemos fazer é continuar conversando, tentando mudar voto por voto, até o dia D.

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    Serg1o Se7e

    16 de outubro de 2018 às 12h03

    Apelam mesmo!
    Tanto apelaram que rolou até facada!

    ops!

    Responder

Damião Bonfim

15 de outubro de 2018 às 23h03

Desde muito cedo, Bolsonaro cresceu discursando contra o PT (como se esse fosse o responsável por toda corrupção no País). Com o flerte da sociedade à Justiça (que também investia contra o partido), nada parecia favorável à estrela.
Ao insistir em lança candidatura ao Planalto, o que o PT conseguiu (como ninguém conseguiria) foi dar contexto (e munição) ao discurso de Bolsonaro, cujo teor depende irremediavelmente do PT. Sem PT, talvez o “mito” continuaria sendo um mito, mas não seria uma realidade. Nesse sentido, os quase 60% de votos válidos a ele, segundo as pesquisas registradas projetam, nada mais são que resultado de um plebiscito sobre a volta do PT ao Poder. E a resposta, por ora, parece ser NÃO!

Depois da eleição, o povo vai pensar em Bolsonaro – e mais ainda, quando ele der início ao seu governo. Se é que ele sabe o que fará. Pela campanha, não é possível saber, porque ele não discute, não aprofunda nada e anseia que todos votem nele no escuro.

Da nossa parte, por respeito ao País, resta-nos dar o voto de confiança em Haddad, para que “não pequemos por omissão”, já que aos nossos olhos, o passado está bem ali.

Imaginem termos de aturar um provável discurso de posse a exaltar torturadores e a dizer que fomos libertos do comunismo! É a eleição de um personagem que parece fascinar pela ignorância com que representa a consciência política de um povo que não sabe lidar com a democracia, e que por isso acha que qualquer um pode cuidar dela.

Ou alguém está votando em Bolsonaro por causa de seu programa de governo, de sua eloquência, visão de País e percepção das reais demandas da sociedade? Nesse sentido, realmente, para que debate? Não se está discutindo País, mas questões morais, de costume e medos. Se o País estivesse mesmo procurando escolher um Presidente, Bolsonaro nem seria assunto.

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    Serg1o Se7e

    16 de outubro de 2018 às 12h11

    Damião, você falou “pela campanha, não é possível saber, porque ele não discute, não aprofunda nada e anseia que todos votem nele no escuro”.

    Programas de governo e debates não são bases sólidas para escolher um candidato.
    Lembro você que em 2014, durante praticamente todo o ano, a então presidente Dilma AFIRMOU, CONFIRMOU E ASSINOU EMBAIXO que a economia ia bem, que não tínhamos de nos preocupar. Durante os debates ela foi contundente (se é que isso seja possível para ela….): não há crise!
    Assim que assumiu em janeiro de 2015 (já um pouco após o segundo turno) nem preciso dizer tudo que aconteceu com nossa economia e conosco. Dilma mentiu descaradamente para ser reeleita e depois terminou de afundar o país.
    O próprio presidiário Luis Inacio reconhece que ela foi um erro dele e para a economia do país.

    De que adianta discutir se depois de assumir tudo pode mudar, ou pela mentira ou pelo contexto?

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vinicius

15 de outubro de 2018 às 21h08

Parabéns PT. Parabéns.

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devanir marchioli

15 de outubro de 2018 às 21h03

Haddad só esta cumprindo tabela neste segundo turno, depois da trágica manobra petista que colo do Bolsonaro esta eleição, tudo o que temos que fazer e já começar a pensar nas eleições de 2022, abandonar de vez o PT e Lula e começar a preparar a campanha de Ciro para aí ele liderar as forças progressistas

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CezarR

15 de outubro de 2018 às 20h42

Ah, mas a culpa não é do PT, diz a colunista do Cafezinho. Certo, a culpa é do impeachment e da prisão injusta e não da leitura da conjuntura diante do impeachment e da prisão injusta….

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    Mariana T Noviello

    16 de outubro de 2018 às 04h39

    Não, ao contrário, é irônico!! A colunista diz, que quanto tudo isso acabar e o Coiso ganhar, neste clima que nós vivemos, ninguém vai precisar se preocupar pq os ataques são sempre contra o PT.

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