Hangout com Miguel do Rosário 17 de abril de 2019

Delfim detona mercado financeiro no Roda Viva

Por Redação

12 de abril de 2019 : 15h16

O ex-ministro Delfim Neto foi o entrevistado do Roda Viva da última segunda-feira. O economista detonou o mercado financeiro e as tendências neoliberais de hoje, e acabou se posicionando, inclusive nas palavras dos entrevistadores, como um keynesiano. Vale a pena assistir!

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8 comentários

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Adriano César

14 de abril de 2019 às 20h07

Veja como raciocina um homem do mercado. Mesmo com toda a experiência em economia, a lealdade ao Deus mercado e muito evidente.
Ele diz o maior dispêndio do país é com a previdência.
Não é verdade !!!
O maior dispêndio do país é a dívida pública.
Mas nem ele, nem políticos e nem imprensa, ousam afrontar ou denunciar os bancos.
São todos defensores dos bancos.
Aquelas instituições que faturam fortunas e nos sufocam sem os recursos necessários para sobreviver.
A ganância dos bancos é a trava do nosso crescimento.

Responder

Paulo

12 de abril de 2019 às 21h33

“Nada é garantia na economia, a economia é expectativa”, mas “tem que fazer a Reforma da Previdência”. E sobre os R$ 15 milhões recebidos através do Governo Lula, em propina (dos quais R$ 4 milhões já foram rastreados), no caso de Belo Monte, ele disse alguma coisa?

Responder

    Hairy Heart

    13 de abril de 2019 às 12h51

    Essas suas informações têm fonte confiável ou é só mais uma opinião entre tantas outras baseadas em puro achismo enviesado por ideologia de boteco ???

    Responder

      LUPE

      13 de abril de 2019 às 13h11

      Caro Hairy Heart

      Paulo ,
      como sempre desconfio,
      se faz passar por sensato às vezes,
      mas,
      me parece que é mais um “comentarista”
      a serviço de nossos inimigos,
      (é pago em dólares)
      para manter aceso o ódio contra Lula
      e o petismo.
      O que é da conveniência dos nossos inimigor por causa disso >>>>>>>>>>>.

      >>>>>>>>>> Clique em

      https://jornalggn.com.br/noticia/fhc-vs-lula-dilma-um-quadro-comparativo/

      Responder

        Paulo

        14 de abril de 2019 às 11h17

        Lúmpen, não tenho ódio contra Dilma, Lula ou o PT, mas, dentro da minha capacidade de apreensão dos fatos da vida e da política, os considero dissimulados, cínicos e, sim, corruptos…

        Responder

      Paulo

      14 de abril de 2019 às 11h14

      “Czar da ditadura e conselheiro do PT: o economista investigado na Lava Jato, ex-ministro e ex-deputado Antônio Delfim Netto é suspeito de receber propina na organização do consórcio que construiu a usina de Belo Monte. Sua trajetória inclui diversas denúncias e trabalho para a ditadura militar e o economista Antônio Delfim Netto, de 89 anos, teve uma trajetória longa na vida pública. Surgiu como o homem-forte da economia durante a ditadura, cumpriu cinco mandatos como deputado federal e acabou como conselheiro econômico dos governos Lula e Dilma Rousseff – defendida por ele até a véspera do impeachment. A investigação da Lava Jato não é a primeira denúncia de corrupção que ele enfrenta.

      Delfim Netto ganhou o apelido de “Czar” da ditadura pelo poder que exerceu em suas passagens por diversos governos militares, primeiramente como ministro da Fazenda e depois no Planejamento. Seu estilo de gestão foi marcado pela visão desenvolvimentista, com o crescimento do papel de empresas estatais, controles de preços, juros e câmbio, além do controle sobre o sistema financeiro e bancos estatais.

      As análises sobre o período de gestão do economista sempre contrapõem o resultado do crescimento do PIB, bastante acelerado entre o fim dos anos 60 e fim dos anos 70, com a crise que se seguiu. Delfim Netto optou por controlar preços e juros como forma de combater uma inflação que começava a sair do controle no fim dos anos 70, o que não foi suficiente para resolver desequilíbrios graves na economia, em especial o déficit externo. Em 1981, a economia afundava em uma recessão profunda, que seria seguida pela hiperinflação.

      Em 1983, ficaram mais fortes as denúncias de corrupção que envolviam o ex-ministro. Houve, por exemplo, a acusação de que um de seus auxiliares se beneficiou com a gestão da dívida da Polônia (que quebrou e ficou inadimplente com o Brasil), além de acusações de ele mesmo ter ganhado com a quebra do Montepio Capemi e do conglomerado Coroa-Brastel. Em outro caso, foi acusado de cobrar 10% em todas as negociações feitas com a França no período em que foi embaixador naquele país.

      Como político, o economista fez parte da Assembleia Nacional Constituinte. Foi crítico da equipe econômica do governo José Sarney no fim dos anos de 1980 e votou a favor do impeachment de Fernando Collor, em 1992. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ele se contrapôs à elevação de impostos (como a antiga CPMF) e criticava a manutenção do real valorizado. Por outro lado, defendeu o Proer, programa de reestruturação dos bancos e integrou a comissão que criou a Lei de Responsabilidade Fiscal.

      Relação com o PT
      Foi na transição para o governo Lula que Delfim Netto voltou a ter influência na gestão da política econômica, após ter sido um dos primeiros defensores do ex-presidente nos meses que antecederam as eleições de 2002. Embora não fizesse parte da equipe que assumiu a Fazenda, ele foi convidado para fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, ao mesmo tempo em que era um consultor informal de Lula.

      Em 2005, seu nome voltou a fazer parte de uma denúncia de corrupção. Seu sobrinho, Luiz Appolonio Neto, foi acusado de fazer parte de um esquema de propinas no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). Toda a cúpula do IRB acabou demitida pelo então ministro da Fazenda, Antônio Palocci.

      Sem conseguir se reeleger para a Câmara em 2006, Delfim Netto acabou indicado por Lula para o conselho curador da EBC e, depois, para o conselho orientador do Ipea. Elogiou a criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), guarda-chuva sob o qual estão as obras com suspeita de corrupção investigadas pela Lava Jato. Na sequência da reeleição de Lula, em 2009, o economista chegou a declarar que “Lula salvou o capitalismo brasileiro”. A proximidade com o PT continuou no governo Dilma, que também conversava sobre economia com Delfim.

      Alguns dos nomes com os quais Delfim Netto se envolveu ao longo dos governos petistas estão citados na investigação conduzida pela Polícia Federal e Ministério Público Federal. Foram pedidas buscas contra seu sobrinho Luiz Appolonio Neto, o mesmo do IRB, ao mesmo tempo em que o ex-ministro Antonio Palocci é apontado como o responsável por fazer a ponte para o pagamento da propina. Lula saberia do esquema, segundo os delatores Emílio e Marcelo Odebrecht.

      Segundo a investigação, Delfim Netto em conjunto a o pecuarista José Carlos Bumlai, ajudou o governo federal a estruturar o consórcio Norte Energia, que foi formado por diversas empresas que a rigor não teriam capacidade para a construção da usina de Belo Monte. “Em virtude dessa ajuda que, na verdade, seria uma fraude ao leilão, Delfim Netto foi angariado com o direcionamento das vantagens indevidas que (Antonio) Palocci (ex-ministro dos Governos Lula e Dilma) havia pedido ao PT e ao MDB”, disse o procurador da República Athayde Ribeiro Costa.

      O procurador sustenta que os pagamentos de propina foram feitos em espécie, no caso da Odebrecht, e em relação às demais empresas em contratos fictícios, um com a empresa LS, do qual é sócio o sobrinho de Delfim Netto, Luiz Appolonio, e à empresa Aspen, da qual é sócio Delfim.

      “Ressalto que os contratos pelos serviços de consultoria eram inexistentes”, relatou o procurador. A Buona Fortuna já rastreou pagamentos que somam R$ 4,4 milhões de um total estimado em R$ 15 milhões, pelas empresas Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS e J. Malucelli, todas integrantes do Consórcio Construtor de Belo Monte, em favor de pessoas jurídicas relacionadas a Delfim.

      Outro lado
      A defesa do ex-ministro Delfim Netto negou, por meio de seus advogados, comentou as acusações de ter recebido valores indevidos por empresas envolvidas na construção da usina de Belo Monte, no Pará.

      “O professor Delfim Netto não ocupa cargo público desde 2006 e não cometeu nenhum ato ilícito em qualquer tempo. Os valores que recebeu foram honorários por consultoria prestada”, afirmaram os advogados Ricardo Tosto e Jorge Nerm, em nota.

      A defesa de Luiz Appolonio Neto, representada pelo advogado Fernando Araneo, sócio do Leite, Tosto e Barros Advogados, “refuta veementemente as acusações e esclarece que sua vida profissional sempre foi pautada pela legalidade”.”
      Fonte: Gazeta do Povo (09/03/2018)

      Responder

        Emerson

        14 de abril de 2019 às 14h34

        Caro Paulo,
        Aproveitando sua capacidade de compreensão pois apreensão, sugere sentido desconexo ao entendimento de sua frase segue com a observação que dissimulados e cínicos não são referencias partidárias..e e sim adjetivos comuns em todos os segmentos, inclusive religiosos…e filosóficos como a maçonaria…

        1 – Nascido em em Maringá, em 1° de agosto de 1972, é filho de professor de Geografia da Universidade de Estadual de Maringá, Dalton Áureo Moro, morto em 2005, um dos fundadores do PSDB do Paraná, conhecidíssimo por suas ideias ultradireitistas e por espinafrar qualquer um que tivesse ideologia de esquerda.

        2 – Graduado em Direito pela UEM – Universidade Estadual de Maringá, em 1995, obteve posteriormente os títulos de mestre e doutor em direito pela Universidade Federal do Paraná. Através de seu orientador, Marçal Justen Filho, tentou ser professor da UFPR, mas queria ludibriar o regime de TIDE (tempo integral e dedicação exclusiva) da Universidade, mantendo o emprego na Magistratura e na UFPR ao mesmo tempo, e perdeu. Especializou-se em crimes financeiros e tornou-se juiz federal em 1996, ou seja, três anos apenas depois de se graduar (o que deve ser um recorde) – [sic: na verdade apenas um ano] e atua, até hoje, sem a carteira de advogado, pois nunca fez o exame da OAB.

        3 – Cursou o ‘Program of Instruction for Lawyers’ na ‘Harvard Law School’ e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro no ‘International Visitors Program’, promovido pelo Departamento de Estado Americano.

        4 – Seu primeiro serviço foi no escritório do advogado tributarista Dr. Irivaldo Joaquim de Souza, que foi advogado de Jairo Gianoto, ex-prefeito de Maringá pelo PSDB, entre 1997 a 2000, que foi condenado e preso por gestão fraudulenta – a quem moro serviu como testemunha de defesa, já como juiz de primeira instância.

        5 – Tem como esposa a dra. Rosângela Wolff de Quadros Moro, uma advogada cujo escritório trabalha para o governo tucano do Paraná de Beto Richa, e assessora a megacorporação SHELL, uma das principais multinacionais imperialistas na área de petróleo. Recentemente, a esposa de Sergio Moro foi flagrada participando de desvios das verbas da APAE, num ‘deja vü’ de Rosane Collor, ‘ex-posa’ do ex-presidente Fernando Collor, que também participava de desvios de dinheiro dá instituição que cuida dos excepcionais.

        6 – É Maçom e vive pregando em Igrejas evangélicas, junto com outro juiz (sic), pastor e notório anti-petista, anti-Brasil e baba-ovo dos EUA, formado por Harvard, o procurador ‘Deltan POWERPOINT Dallagnol’, que não tem provas mas muitas convicções, que a Lava-Jato tem auxílio de ‘Deus’.

        Moro condecorado na maçonaria (assista a partir do 3:18 min). Obviamente não se precisa concordar com as opiniões do autor do vídeo sobre a maçonaria, sobre o PT, sobre o ocultismo etc., mas o fato é que ele registra algo que se tentou manter oculto.

        7 – Em 2003, Moro julgou o escândalo do BANESTADO, que envolveu remessas ilegais de mais US$ 124 bilhões (R$ 520 BILHÕES) ilegalmente , para os EUA, no final da década de 90 – para se ter uma ideia, o montante estimado que foi desviado na PETROBRAS é de cerca de US$ 20 BILHÔES). Neste caso, onde só foram para cadeia alguns laranjas e doleiros sem nenhuma importância, o juiz contou com a ajuda do doleiro ALBERTO YOUSSEFF, natural de Londrina-PR, e ignorou solenemente suas delações contra JAIME LERNER e ÁLVARO DIAS, membros do alto tucanato do Paraná, que tiveram suas campanhas amplamente financiadas pelo doleiro, além de utilizar várias vezes o seu jatinho particular [confira na reportagem da revista Carta Capital A semente dos escândalos;

        8 – Em 2010/12, Moro foi assessor da Ministra ROSA WEBER no julgamento televisivo do Mensalão do PT, a famigerada AP-470, quando promulgou o famoso e famigerado voto: “Não tenho provas contra você, Zé Dirceu, mas vou condená-lo mesmo assim, porque assim permite a literatura jurídica”.

        9 – Em 2014, através de escutas plantadas nas empresas do José Janene (PP) um dos cabeças do caso do ‘Mensalão’, a PF chega ao doleiro Carlos Habib Chater, que tinha como base de atuação o Posto da Torre, em BRASÍLIA (daí o nome de ‘Operação LAVA-JATO’). Nesse momento surge em cena novamente a figura do Doleiro ALBERTO YOUSSEFF (codnomes: ‘Primo’ e ‘Beto’), captado em escutas telefônicas. Yousseff, então, é preso e concorda em fazer delação premiada novamente, e o ‘juizmoro’ dá início, em Curitiba, à Operação LAVA-JATO, que tem por escopo investigar as denúncias de desvios na PETROBRAS (que tem sede no Rio de janeiro), e torna notório o bordão “NÃO VEM AO CASO”, emitido pelo juiz todas as vezes que as delações incriminam ou lançam suspeitas sobre TUCANOS, ou qualquer um que não pertença ao PT;

        10 – Após 3 anos de Operação Lava-Jato e suas intermináveis fases, e idas e vindas, sob o comando do ‘juizmoro’ – que, notadamente, recebe salário muito acima do teto constitucional, e que viaja com frequência aos EUA para trocar ‘informações’ com os órgãos de controle daquele país que GRAMPEARAM a PETROBRAS e a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL durante anos, o resultado é estarrecedor:

        10.1 – ALBERTO YOSSEFF, doleiro corrupto e bandido contumaz, que deveria estar preso mas, apesar de reincidente, recebeu todas as benesses de uma nova delação premiada, manteve boa parte de seu grande e patrimônio ilícito e responde em liberdade por seus crimes, tendo se tornado uma espécie de DELATOR PESSOAL do ‘juizmoro’;

        10.2 – Quase todas as grandes empreiteiras nacionais estão com seus diretores e presidentes presos preventivamente há pelo menos um ano. Centenas de obras foram paralisadas e milhões de trabalhadores foram lançados ao desemprego, jogando o país numa crise sem precedentes, cujas causas são muito mais políticas e internas do que econômicas e externas A referida “Operação” foi criada com o objetivo único de culpabilizar e criminalizar o PT e as políticas sociais que fizeram o BRASIL e o Presidente LULA respeitados em âmbito internacional – levou o país de 14ª a 5ª. economia do mundo, numa situação de pleno emprego, em pouco mais de 10 anos de governos progressistas ;

        10.3 – A cadeia produtiva da PETROBRAS, que respondia por 13% do PIB nacional, até 2014, foi quebrada e a empresa corre sérios riscos de ser fatiada e privatizada, assim como o Pré-sal – que ela descobriu com tecnologia própria -, e muitos de seus valiosos ativos estão sendo leiloados a preço de banana pelo novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, que já foi Ministro de FHC nos tempos da PRIVATARIA TUCANA;

        10.4 – A indústria naval e a indústria aeroespacial foram destruídas, bem como foi destruído o Projeto Nuclear Brasileiro, com a prisão irresponsável e injustificável do Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, responsável pelo desenvolvimento de método revolucionário de beneficiamento de urânio, no qual os EUA tem grande interesse;

        10.5 – Os políticos mais delatados, até agora, na Lava-Jato do ‘juizmoro’ são, notoriamente, membros do PSDB, PMDB e PP, que são inúmeros e permanecem intocados. Esta malta de delatados que ‘não vem ao caso’, por sua vez, uniram-se num conluio macabro para derrubar a Presidente eleita através de um GOLPE DE ESTADO farsesco e circense absurdo, e tomar o Poder no País, e há graves suspeitas de que assassinaram o Ministro TEORI ZAVASCKI, que já havia anunciado que levaria a julgamento TODOS os envolvidos no esquema de desvio investigado pela LAVA-JATO, que hoje querem abafar;mas foi morto, por acidente, diz-se.

        10.6 – Só quem foi para a cadeia até o momento foram o costas largas ZÉ DIRCEU (novamente sem provas e acusado dos mesmos crimes pelos quais foi absurdamente condenado sem provas na AP-470) e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, mesmo tendo apresentado toda a contabilidade das doações recebidas pelo partido nas campanhas de 2010 e 2014.
        —————————————————————————————

        COMENTÁRIO INCORPORADO – Em 22/07/17 –
        Por Marcos César Danhoni Neves( Professor titular de Física da Universidade Estadual de Maringá-UEM) desde 2001 e docente e pesquisador há quase 30 anos, especialista em história e epistemologia da ciência, educação científica, além de processos de ensino-aprendizagem e análise de discursos):

        Moro tem um currículo péssimo: uma página no sistema Lattes (do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico ligado ao extinto MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia). Lista somente 4 livros e 5 artigos publicados. ||| Mesmo sua formação acadêmica é estranha: mestrado e doutorado obtidos em três anos. Isso precisaria ser investigado, pois a formação mínima regulada pela CAPES-MEC (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Ministério da Educação) é de 24 meses para Mestrado e 48 meses para o Doutorado. ||| Significa que “algo” ocorreu nessa formação apressada.. Que “algo” é esse, é necessário apurar com rigor jurídico. ||| Se seguirmos o texto de mais de 200 páginas da condenação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e guiando-me pela minha experiência em pesquisa qualitativa, análise de discurso e fenomenologia, notamos claramente que parte significativa do texto consiste em Moro tentar apagar suas digitais, sem sucesso, ao desdizer que agiu com imparcialidade. ||| Nestas páginas robustas lemos uma declaração clara de culpa: Moro considera a parte da defesa de Lula em menos de 1% do texto total! E dos mais de 900 parágrafos, somente nos cinco finais alinhava sua denúncia e sentença sem provas baseada num misto frankensteiniano de “explanacionismo” (uma “doutrina” jurídica personalíssima criada por Deltan Dallagnol) e “teoria do domínio do fato”, ou seja, sentença exarada sobre ilações, somente.

        Responder

          Paulo

          14 de abril de 2019 às 21h40

          É apreensão, mesmo, Émerson! Agora, depois do seu texto, virou apreensão (não estranhe a sinonímia!)…

          Responder

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