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Mussi indefere pedido de produção de provas em disparos em massa no Whatsapp

Ministro do TSE não vê indícios em acusação contra Bolsonaro

Por Redação

26 de setembro de 2019 : 23h57

O ministro Jorge Mussi, do TSE, não aceitou denúncia do PT, baseada em reportagem da Folha, que acusava empresários de patrocinarem “disparos em massa” do Whatsapp em favor de Bolsonaro. Agora a questão será discutida em plenário.

No Conjur

Sem indícios
Mussi indefere pedido de produção de provas em disparos em massa no Whatsapp

26 de setembro de 2019, 20h40

Por Gabriela Coelho

O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral, indeferiu em decisão desta quinta-feira (26/9) um pedido de produção de provas no caso dos disparos em massa na campanha do então candidato Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.

Os ministro agora receberá as alegações finais e a manifestação do Ministério Público Eleitoral para, depois, o processo ser julgado pelo Plenário do TSE.

A decisão de Mussi estabelece que “não há indício de que a AM4, empresa contratada pela campanha de Bolsonaro, tenha fechado contratos para disparo em massa” e que não há “indícios materiais que sustem as dúvidas lançadas” em reportagem.

Além disso, segundo o ministro, o WhatsApp não cometeu irregularidade.

“Verifica-se que a notícia é genérica ao falar de “empresas, açougues, lavadoras de carros e fábricas”. Demais disso, não está amparada em nenhuma prova material, uma vez que, se ele de fato vendeu para pessoas jurídicas brasileiras, deveria a reportagem noticiar de forma clara quem comprou, porquanto a operação de venda deve estar lastreada em contratos de alienação do software, com a devida remessa de pagamentos, via transferência internacional ou boleto de cartão de crédito, depósitos”, disse.

Ação

Uma ação movida pelo PT questionava a legitimidade das eleições do atual presidente. O documento tinha como base em reportagem publicada pela Folha de S. Paulo. Em 18 de outubro, o jornal publicou reportagem dizendo que empresários compraram pacotes de impulsionamento de disparos em massa por WhatsApp contra o PT, prática pode caracterizar doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

Baixa a íntegra da decisão aqui.

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7 comentários

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Robert

27 de setembro de 2019 às 15h16

TSE? Ah, sim, aquele tribunal orquestrado pelo Barroso, Fachin, Rosa Weber et caterva que impediu o Lula de participar da eleição e fez de conta que o Brasil não estava obrigado a respeitar liminar da ONU a favor dos direitos humanos do Lula, nas eleições mais fraudadas da paróquia!

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Alan C

27 de setembro de 2019 às 14h33

Considerações sobre o assunto:

1) Todo mundo sabe que a campanha do bozo usou o whatsapp, eu mesmo recebi e dava pra notar que não era uma pessoa que estava enviando, era algo feito eletronicamente, pois eu recebi mais de 20 mensagens em alguns poucos segundos até conseguir bloquear, senão teria recebido mais.

2) A incapacidade do PT em buscar provas inviabilizou totalmente qualquer acusação. O PT reclama da bozolândia e faz a mesma coisa, também pudera, a semelhança entre essas duas pragas é enorme.

3) Dizer que o palhaço bozo ganhou a eleição por isso é só mais um capricho infantil petista, nada mais.

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    Perfeito

    28 de setembro de 2019 às 01h06

    de fato, o PT deveria ter anexado ao processo uns 5.0000000 de telefones celulares com mensagem do turma do bozo para começar a ter algum fundamento no processo.

    Responder

Schell

27 de setembro de 2019 às 11h11

Vejamos: de onde é oriundo o referido ministreco? Ora, ora e ora, de santacatrina, estado mais bolsonarista e neonazista deste país de merrecas. Inclusive, há pouco tempo, li que o mesmo atuando no tjsc, em floripa, dava aulas na univale de itajaí, para onde se deslocava em carro oficial. Pois é, país de merrecas é isto. Haja paciência para esperar que o judiciário passe a ser judiciário e distribua justiça, muito mais do que ajudar aos “amigos de sempre”.

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Wellington

27 de setembro de 2019 às 10h00

Esse foi pela materia inventada daquela cretina petista autodeclarada da Folha…?

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Guilherme Nagano

27 de setembro de 2019 às 08h01

Acabou a tese q o Bolsonaro só ganhou por causa de Fake News

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    Wellington

    27 de setembro de 2019 às 14h34

    Nunca existiu essa tese, nem entre os esquerdistas, foi lançada no ar pelos mesmos de sempre para os militontos sair papagaiando.

    O único condenado hoje por caixa 2 é o poste.

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