Comentários sobre: Financial Times: “Vírus agrava prolongada crise brasileira” https://www.ocafezinho.com/2020/06/17/financial-times-bolsonaro-crise/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Thu, 18 Jun 2020 10:45:24 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 Por: carlos https://www.ocafezinho.com/2020/06/17/financial-times-bolsonaro-crise/#comment-638023 https://www.ocafezinho.com/?p=111014#comment-638023 Em resposta a carlos.

O órgão que apontou as operações atípicas de Guedes é o Coaf.

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Por: carlos https://www.ocafezinho.com/2020/06/17/financial-times-bolsonaro-crise/#comment-638019 https://www.ocafezinho.com/?p=111014#comment-638019 Primeiro esse Paulo Guedes, não ler um manual de economia desde 1980, segundo Ciro Gomes ele está ultrapassado, quebrou o Chile e mais foi pego pela receita com operações atípicas.

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Por: Paulo https://www.ocafezinho.com/2020/06/17/financial-times-bolsonaro-crise/#comment-637980 https://www.ocafezinho.com/?p=111014#comment-637980 E diante desse caos todo, Porco Guedes insiste em que, “em 3 meses, faremos as Reformas necessárias”. Ciro bem disse, em entrevista a CNN, que não conhece e que ninguém conhece esses “projetos” de Reformas do Governo Bolsonabo. Alguém aqui conhece? Duvido. Porque não há projeto. O que há, de um lado, é o desejo de Porco Guedes em colocar alguns apaniguados e cupinchas do mundo financeiro no serviço público brasileiro, via “entrada lateral”, um neologismo que tenta escamotear o verdadeiro significado do termo: a entrada pela porta dos fundos de cidadãos da iniciativa privada que, de outra maneira, não conseguiriam adentrar o serviço público brasileiro. Sob condição de subserviência estrita, é claro. De outro lado, o mote principal da “Reforma Administrativa”, na visão do Capetão, é o de minar a resistência dos agentes públicos a suas políticas atrabiliárias, quando não, criminosas e ditatoriais. Insisto, para aqueles que não conhecem o serviço público brasileiro: a principal Reforma já foi feita em 1988, acabando com os “trens da alegria” dos políticos, de triste memória, e instituindo a meritocracia no recrutamento de agentes públicos. Bolsonabo quer, especialmente com a extensão para 10 anos do estágio probatório dos servidores, deixá-los à mercê do governante de plantão, que o próprio, naturalmente, acredita que será ele. Insisto para os desinformados: estabilidade no serviço público foi instituída para a segurança dos administrados, para precaver a ingerência política no comando dos interesses supremos do Estado brasileiro. E é isso que se quer minar, nessa Reforma…

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