Live do Cafezinho: bate papo com o cineasta cearense Wolney Oliveira

Direitos Já! Fórum pela democracia. Foto: reprodução.

Direitos Já! reunirá FHC, Marina, Haddad, Freixo, Dino

Por Redação

24 de junho de 2020 : 09h43

Nesta sexta-feira (26), às 19h, ato do Direitos Já! trata da Defesa da democracia, da vida e proteção social.

O ato contará com ampla participação de vários setores da sociedade.

Para o organizador do evento e coordenador do grupo Direitos Já!, Fernando Guimarães, o Brasil “nunca viu uma reunião tão ampla”.

O ato deve reunir de figuras políticas, como Marina Silva, Flávio Dino e FHC a lideranças de movimentos e instituições como a UNE, o MTST e a OAB.

Na sopa de letrinhas partidária, legendas do DEM ao PSOL, passando pelo PL, pelo PSDB, pelo MDB, pelo PODEMOS, pelo Solidariedade e pelo PT, além de outros, como PDT, PCdoB, Rede, PSB, Cidadania e PV, marcam presença.

O evento também reunirá economistas e jornalistas diversos, como Miriam Leitão, Reinaldo Azevedo e Mônica de Bolle, além do escritor Eduardo Moreira, e lideranças sindicais, como os presidentes da CUT e da UGT.

Até ex-ministro do Governo Bolsonaro deve participar.

Algumas das personalidades confirmadas são:

Flávio Dino, governador do Maranhão (PCdoB); Ciro Gomes, ex-ministro (PDT); Fernando Haddad, ex-prefeito (PT); Marina Silva, ex-senadora (REDE); Paulo Câmara, governador do Pernambuco (PSB); Luciano Huck, apresentador da Rede Globo; Camilo Santana, governador do Ceará (PT); Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB; General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro; Reinaldo Azevedo, jornalista da BandNews; Eduardo Suplicy, vereador (PT); Dráuzio Varella, médico oncologista; Marieta Severo, atriz global; Fernando Gabeira, escritor e jornalista (PV); Miriam Leitão, jornalista; Mônica de Bolle, economista; Eduardo Moreira, ex-banqueiro; Manuela D’ávila, ex-deputada federal (PCdoB); Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro (DEM); Juca Kfouri, jornalista; Petra Costa, cineasta; Walter Casagrande, ex-futebolista; Zélia Duncan, música; Julia Lemertz, atriz; Carlos Lupi, presidente do PDT; Carlos Siqueira, presidente do PSB; Luciana Santos, presidente do PCdoB; Bruno Araújo, presidente do PSDB; Tasso Jereissati, senador (PSDB); Cristovam Buarque, ex-senador (Cidadania); Marcelo Freixo, deputado federal (PSOL); Márcio França, ex-governador de São Paulo (PSB); Marta Suplicy, ex-senadora (SDD); Aldo Rebelo, ex-ministro (SDD); José Aníbal, ex-senador (PSDB); Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania; Joenia Wapichana, deputada federal (REDE); Iago Montalvão, presidente da UNE; Joanna Maranhão, nadadora olímpica; Orlando Silva, deputado federal (PCdoB); José Nelto, deputado federal (PODEMOS); Fernanda Melchionna, deputada federal (PSOL); Alexandre Padilha (deputado federal, PT); José Luiz Penna, presidente nacional do PV; Marcelo Ramos, deputado federal (PL); Guilherme Boulos, liderança do MTST (PSOL); Alessandro Molon, deputado federal (PSB); David Miranda, deputado federal (PSOL); Randolfe Rodrigues, senador (REDE); Jandira Feghali, deputada federal (PCdoB); José Carlos Dias, presidente da Comissão Arns de Direitos Humanos; Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República (PSDB); Maria Alice Setúbal, socióloga, Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT); Sérgio Nobre, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT); dentre outros.

Segundo Guimarães, o presidente do STF, Dias Toffoli, também teria se comprometido com participar, bem como o arcebispo metropolitano de São Paulo, Odilo Scherer.

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12 comentários

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Antônio Cândido

25 de junho de 2020 às 05h43

Deixa o PT espernear, o alucinação e a amnésia dos fatos é livre. Quando quis se abraçou com Renan, Sarney, etc. Mesmo depois do golpe contra Dilma.

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Alexandre Neres

24 de junho de 2020 às 18h29

Deve ser duro ficar no vácuo com a recusa de Sarney, Temer e FHC. Querer se conciliar com esses velhacos e eles na hora agá tirarem o corpo fora é muita humilhação!

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Kleiton

24 de junho de 2020 às 17h21

Falidos Políticos Já seria o nome ideal para essa turma.

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Miramar

24 de junho de 2020 às 12h43

Democracia, amplitude e realismo político. Gostei.

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Marcos Videira

24 de junho de 2020 às 11h23

Lula é o único político relevante que não quer se “misturar” com os demais.
Lula segrega o PT a um isolamento sectário. As eleições deste ano mostrarão o resultado dessa estratégia do lulopetismo. As pesquisas já apresentam sinais.

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    Junior Santos

    24 de junho de 2020 às 12h38

    ciro foi pra Paris, FHC anulou o voto, teve Lawfare, teve máquina de Fake News com dinheiro de empresários, teve interferência da PF bolsonarista, interferência do Sérgio Moro, teve candidatos do PDT apoiando Bolsonaro, teve fakeada, e mesmo com somente uma semana para transferência dos votos do Lula pro Haddad ele chegou perto de vencer. Mas o ciro parou no tempo e só fica repetindo essa sandice de “matemática eleitoral” e se aliando aos golpistas para bater no PT com mentiras.

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      Alan C

      24 de junho de 2020 às 17h51

      E teve 6 milhões de votos de lulistas para o bozo.

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        Kleiton

        24 de junho de 2020 às 21h30

        Então não são lulistas.

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          Alan C

          25 de junho de 2020 às 12h14

          Na ausência dele, votaram no projetinho de hitler, bizarro… Mas pro fanatismo lulista tá tudo certo.

      Miramar

      25 de junho de 2020 às 00h52

      O mais engraçado é que o Ciro não coordena a frente e sequer foi mencionado na manchete.A participação dele é tão grande quanto a de Marina Silva ou Cristovam Buarque dentre outros, ou seja, é um convidado a mais. Mas a ordem do Politburo é bater no Ciro…

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      Marcelo

      25 de junho de 2020 às 12h15

      Haddad chegou perto de vencer, com 10 pontos percentuais de desvantagem. Bem perto mesmo.

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        Batista

        25 de junho de 2020 às 17h18

        Se der-se ao esforço de considerar a exatidão matemática, descobrirá que a diferença de fato para vencer foi de 5,13% + 1 votos, e se esforçar um bocadinho mais, pra observar as pesquisas da última semana da eleição, chegará a conclusão que alguns poucos dias mais de campanha e o mito teria ido pro brejo, poupando-nos desse pandemônio desde 2019, e isso com: Ciro em Paris, ‘mídia’ jogando contra, sem debates e possibilidade do contraditório, sem justiça eleitoral a sustar a chuva de fakenews e sem levar-se em conta ‘otras cositas más’, pois não vale a pena, quando se apequenam.

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