Live do Cafezinho (18 h): Pós-verdade na política brasileira (uma conversa com Fabio Palacio)

Foto: REUTERS / Ueslei Marcelino

Mourão considera presidencialismo de coalizão “pleonasmo”

Por Redação

06 de julho de 2020 : 18h57

Em live promovida pelo banco Credit Suisse nesta segunda-feira (06), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o presidente Jair Bolsonaro tem uma boa relação com o STF e que “o presidencialismo só pode ser de coalizão”.

“Para mim, presidencialismo de coalizão é pleonasmo. Se não houver coalizão, o presidente não governa”, afirmou o vice-presidente.

Ele afirmou que a movimentação do Planalto conquistará para o Governo uma base “mais consistente” que “irá facilitar a aprovação das reformas”.

Sobre a relação de Bolsonaro com o STF, Mourão afirmou que “Fux e o presidente se conhecem bem” e que considera que “o mesmo relacionamento que havia com Toffoli continuará a ocorrer”, tratando como uma a relação como “boa”, já que, segundo ele, “assessores de Bolsonaro ‘fazem ponte’ entre o Executivo e o Judiciário”.

Ele atribuiu a “radicais” os atos contra o Supremo Tribunal Federal e em defesa do fechamento do Congresso Nacional, além de afirmar que “há críticas no mundo jurídico” sobre a atuação de Alexandre de Moraes diante das investigações que apuram as manifestações contra as instituições.

O vice de Bolsonaro também explicou a nova postura mais “contida” do presidente: “a palavra do presidente tem que se reservar, é o comandante”.

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12 comentários

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Solange

07 de julho de 2020 às 17h36

Urgente é a morte política de Bolsonaro para que morram menos brasileiros no país. Sequer temos um ministro da saúde que seja médico.
A morte física dele não deveria nos interessar.
Temos que deseja-lo bem vivo para pagar pelos crimes que está cometendo contra o Brasil.
Valeu Covid. Mas deixa o homem aí viu. Temos contas a acertar com ele.

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Dias

07 de julho de 2020 às 15h28

Desejo melhoras rápidas para o presidente para que a gente tenha o direito e o prazer de retirá-lo do cargo.
Ele morrer agora não vai ser bom negócio para a nossa luta não.
Ele não merece morrer investido no cargo de presidente do país não. Pronto falei.

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Eduardo

07 de julho de 2020 às 12h57

Assumir que estava errado seria esperar muita dignidade de um homem pequeno como Bolsonaro.

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Eduardo

07 de julho de 2020 às 12h26

Bolsonaro desejou a morte de Dilma com câncer ou enfarte.

Vem cá terraplanistas, o mito de vocês é mais humano que Dilma?
Um sujeito que disse que a ditadura devia ter matado uns 30 mil tem alguma humanidade por acaso?
Deus nos livre de tanta ignorância.
O povo brasileiro tem que acordar gente.

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Antenor

07 de julho de 2020 às 11h50

Imagine que badado forte se Bolsonaro tiver contaminado o embaixador dos EUA quando foi comemorar com ele a independência daquele país
mostrando sua subserviência e humilhando o nosso país. Ele se elegeu prá trabalhar para os EUA assim como Moro e Dalagnol usaram seus cargos para defender interesses deles começando por dar um golpe no país.
Não é a tona que tem um suposto guru lá dentro do território dos EUA manipulando um gado por aqui.

Homens que defendem interesses de outra nação em detrimento do seu país não merecem ser chamados de cidadãos, e é um absurdo que um deles ocupe o cargo mais alto do Brasil.

Imaginem também se Bolsonaro tiver contaminado os ministros sabujos que participaram da ultima reunião com ele.

Imaginem quantas pessoas ele não contaminou, uma vez que depois de esconder o resultado de exames – o último totalmente fajuto – apareceu tossindo em live, pegando na mão de velhinha, colocando criança no colo e promovendo aglomerações até em padarias.

Esse homem devia ser no mínimo interditado junto com a sua base social.

Não podemos deixar essa gente decidir o futuro do país. Eles são a minoria e democracia é o regime da maioria.

A propósito, como será que está a epidemia na Virgínia?

.

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Antenor

07 de julho de 2020 às 09h03

Fracassamos sim como sociedade quando elegemos esse monstro para governar o país Vera Magalhães!

Um homem que manda invadir hospitais e insufla seu apoiadores a agredir profissionais de saúde, não usa máscara dando mau exemplo pra população, defende o uso de medicamento que mata e nao cura, e outras barbaridades, não merece a guarida de gente decente em caso de contaminação não minha senhora!

Quantas pessoas não se contaminaram por causa dele?

Quantas ele mesmo não contaminou diretamente?

O Força Covid parece um contra-senso, mais não é Vera. Trata-se de um sinal de que tem ainda muita gente acordada no país – 70 por cento – e que nem todo mundo pensa que a Terra é plana e que os pastores vão curar o Covid com água benta. Mostra que nem todo mundo concorda com as canalhices e loucuras desse homem. Mostra que apesar do voto lavado com fake news o Brasil pode e vai recuperar a dignidade.
É isso aí Vera.
Não espere que tenhamos piedade de um genocida não.

Na verdade, é inegável que a morte dele representaria a liberdade para o Brasil e a possibilidade de sairmos do poço. Não somos hipócritas como voces. Antes ele do que o Brasil. Ele é um grão de areia. Nós somos 210 milhões de grãos de areia. Simples assim!

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Elaine

07 de julho de 2020 às 08h08

Bolsonaro pegou a doença porque que quis e fez muitos brasileiros inocentes pegarem também com seus maus exemplos.

Não merece dó não Vera Magalhães. Merece a morte!

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Antenor

07 de julho de 2020 às 07h21

Bolsonaro com Covid?
E daí? Morra se tiver que morrer!
Não é assim que ele trata o povo brasileiro?

Como maior autoridade do país não deu o bom exemplo por amor vai dar pela dor.
Não usar máscara deixa a pessoa desprotegida e sujeita a pegar mais facilmente a doença SIM!

Que isso sirva de exemplo para a sua base evangélica e terraplanista.

A propósito, agora falta Olavo de Carvalho e Trump. O Bóris já foi.
.

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Antenor

06 de julho de 2020 às 22h31

Ontem morreu um pastor. Nem a água benta dele e nem a cloroquina funcionou.

Soube da notícia de duas pessoas evangélicas que conheço – mais o tenho relações – morreram na semana que passou.

Eu já esperava que eles fossem começar a morrer como moscas.

Vão curar a ignorância pela dor.

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Elaine

06 de julho de 2020 às 22h24

As pessoas estão esquecendo quantas pessoas Bolsonaro deve ter contaminado.
Além de quantas mortes ele é responsável indiretamente por seu mau exemplo.

Genocida sim!

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Paulo

06 de julho de 2020 às 22h21

Seria hora de dar razão aos que propugnam o parlamentarismo? Ou a esquerda brasileira continuará tributária do presidencialismo que “dá voz aos excluídos e preserva a escolha do eleitor”?

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Alan C

06 de julho de 2020 às 20h24

O general de pijama não tá errado e não disse nenhuma novidade.

O modus operandi da política brasileira é esse mesmo, sempre foi e sempre vai ser.

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