Uma ofensiva militar de grande escala contra o Irã foi confirmada por Donald Trump, divulgada nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026, prometendo intensificar os ataques nas próximas três semanas. A ação visa neutralizar a infraestrutura subterrânea iraniana e redefinir a segurança no Oriente Médio.
O plano estratégico, que prevê bombardeios contínuos durante 21 dias, foi detalhado pela agência Reuters, que informou que o uso de munições antibunker foi autorizado. A magnitude da operação supera os bloqueios marítimos de 2024, com um custo diário estimado em 140 milhões de dólares.
Os mercados globais reagiram rapidamente, com o petróleo Brent ultrapassando 105 dólares por barril. O trânsito de petroleiros no Estreito de Ormuz caiu 40%, impactando diretamente o comércio de energia. A Agência Internacional de Energia Atômica alertou sobre a ativação de centrífugas avançadas no Irã, aumentando as tensões.
O Congresso dos EUA está dividido sobre a legalidade da operação, com democratas exigindo a invocação da Lei de Resolução de Poderes de Guerra. A Casa Branca defende a ação como uma medida de defesa preventiva. Bases militares no Catar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos estão em alerta máximo.
A Guarda Revolucionária do Irã mobilizou suas forças ao longo do Golfo Pérsico, enquanto radares detectaram a ativação de mísseis balísticos. Teerã prometeu uma resposta massiva a qualquer violação de seu espaço aéreo. A diplomacia internacional, liderada pela China, pede contenção imediata das hostilidades.
O USS Gerald R. Ford mantém posição no Mar Arábico, enquanto caças F-35 foram deslocados para o Mediterrâneo. O espaço aéreo sobre o Iraque foi fechado. A operação inclui ataques cibernéticos contra a infraestrutura iraniana, com falhas em cabos submarinos regionais.
O impacto na cadeia de suprimentos é significativo, com rotas comerciais desviadas e prêmios de seguro marítimo aumentando 300%. O Conselho de Segurança da ONU agendou uma reunião de emergência a pedido da Rússia, que possui acordos com o Irã. Moscou classificou a ação como uma violação do direito internacional.
O objetivo dos EUA é incapacitar refinarias e bases de drones iranianas. A destruição da capacidade bélica do Irã pode reconfigurar o poder no Golfo, criando um vácuo de influência. A decisão de Trump marca uma militarização permanente das rotas comerciais, alterando a geoeconomia global.
A contagem regressiva para a transformação geopolítica global começou. As próximas três semanas não representam apenas uma crise, mas uma mudança estrutural na segurança e economia mundial. A resiliência do Irã e a capacidade destrutiva dos EUA serão testadas neste confronto de alta intensidade.