Nesta segunda-feira (13 de abril de 2026), em declaração à imprensa, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que apenas uma das 27 unidades da Federação ainda não aderiu à proposta do governo federal de subsídio ao diesel importado. A medida, que integra o pacote para conter a alta dos combustíveis, terá o custo dividido igualmente entre a União e os estados que aceitaram o acordo.
Alckmin não especificou qual estado ainda não aderiu ao programa. “Vinte e seis estados já aderiram. De repente, a gente chega à unanimidade, aos 27”, declarou. Há duas semanas, o vice-presidente havia indicado que os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia sinalizaram que não iriam aderir à proposta de subsídio.
“O governo tirou o PIS Cofins do diesel, colocou um subsídio federal no diesel e convidou os estados para também participar. Não obrigou ninguém. Os estados reduzem 0,32 centavos o ICMS e o governo federal, para quem reduzir 0,32, coloca uma redução de mais 0,32, dá um subsídio. Então, a população ganha 0,64 centavos por litro durante 2 meses”, explicou.
O vice-presidente projetou ainda que, com a construção de novas refinarias, o país deverá atingir a autossuficiência na produção de diesel em cerca de cinco anos. Alckmin citou um estudo da Petrobras que indica a possibilidade de zerar a importação do combustível com a finalização das obras, ressaltando que, embora essa seja a meta, ainda não é a realidade atual.
Fonte: Agência Brasil.