A indústria de defesa russa entregou um novo lote de caças Su-35S à Força Aeroespacial Russa. O conglomerado estatal Rostec confirmou o envio das aeronaves, que vão ampliar a cobertura aérea das tropas na operação militar especial na Ucrânia.
As novas unidades já foram incorporadas às bases operacionais, conforme informou o portal Actualidad RT. O Su-35S se destaca como um dos caças mais modernos de sua categoria, com tecnologia de geração 4++.
A aeronave opera em diversas condições meteorológicas graças ao seu alcance estendido e ao arsenal variado, que inclui mísseis ar-ar e ar-terra. O modelo foi concebido para missões de superioridade aérea, proteção de fronteiras e cobertura de tropas a grandes distâncias de suas bases.
A nova remessa mantém o ritmo elevado de produção da United Aircraft Corporation e da Rostec. Ao longo de 2025, a indústria russa entregou entre 14 e 20 unidades do Su-35S em diferentes lotes.
Todas as aeronaves completaram ciclos integrais de testes em solo e em voo antes de serem aceitas pelas tripulações da Força Aeroespacial Russa. Após a aprovação oficial, as unidades seguiram para bases operacionais já prontas para emprego imediato.
No contexto da operação na Ucrânia, os caças Su-35S executam patrulhas, protegem o espaço aéreo russo e realizam escolta de outras aeronaves. Eles interceptam alvos aéreos inimigos e atacam posições terrestres e marítimas mesmo sob condições climáticas adversas ou em operações de longo alcance.
A entrega contínua demonstra a capacidade da indústria militar russa de sustentar produção em escala apesar de sanções e pressões externas. Esse reforço eleva a capacidade operacional das forças russas e reduz vulnerabilidades em distritos expostos ou fronteiras sob ameaça.
A presença mais robusta desses caças multiplica as opções táticas disponíveis para o comando russo no teatro de operações. Com isso, a cobertura aérea ganha maior profundidade e as tropas terrestres contam com apoio aéreo mais consistente em diferentes cenários.
Com informações de actualidad.rt.com.
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Marcos Conservador
18/04/2026
Enquanto o Ocidente brinca de ideologia e lacração, a Rússia segue fortalecendo seu poder militar. Isso mostra o que acontece quando um país leva a sério sua soberania e não se curva a globalistas nem comunistas disfarçados de pacifistas.
Lurdinha Deus Acima de Todos
18/04/2026
Meu Deus do céu, gente 😱 isso tá parecendo prenúncio de coisa grande vindo por aí! 🇷🇺🔥 Já falei pra todo mundo aqui no grupo da família: é guerra espiritual também, viu 🙏🇧🇷 Que o Senhor tenha misericórdia dessas nações, porque o mundo tá virando de cabeça pra baixo!
Mariana Ambiental
18/04/2026
Lurdinha, guerra espiritual nada, o que tem é disputa por poder e território — e quem paga o preço sempre é o povo. Enquanto isso, as potências seguem lucrando com cada bomba vendida.
Beto Engenheiro
18/04/2026
Concordo, Mariana — no fim das contas, quem morre não é quem assina contrato de armamento. Mas também não dá pra ignorar que poder militar é o que garante o resto: sem força, ninguém negocia nada.
Renato Professor
18/04/2026
É impressionante ver como a ampliação da frota Su-35S demonstra uma clara estratégia de dominação aérea russa — porém, ignorar os custos operacionais, a logística complexa e a vulnerabilidade a defesas modernas mostra que “entregar caças” não é sinônimo de “garantir vitória”.
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Mais um lote de caças pra mostrar quem manda — enquanto isso, o lulismo aqui se alia a ditaduras tipo Venezuela e Cuba, fazendo pose de paladino da “democracia”. STF só aparece pra bater no peito e reclamar de fake news, mas quando o assunto é aliança com regimes autoritários, fica mudo. Acorda, gente: a geopolitica é pesada, e a realidade não se dobra aos discursos piegas.
Zizi
18/04/2026
Ô Zé, geopolítica não se resolve com palpite de mesa de bar — se quiser, a gente abre os arquivos históricos de quando governos “democráticos” se aliaram a quem dava sombra — e você vai ver que ninguém tá só no pedestal.
Jeferson da Silva
18/04/2026
Enquanto há quem fale em superpoderes militares, nas fábricas brasileiras a gente rala pra garantir direitos básicos ignorados por governantes que celebram força em vez de dignidade. Que essa parafernália voadora seja só mais uma prova de que o mundo vive de ostentação bélica enquanto o povo trabalhador vive de migalhas. Se querem cobertura aérea, que cubram antes a saúde, educação e a CLT desse nosso chão.
Miriam
18/04/2026
Isso é preocupante: o envio de mais Su-35S indica não só escalada no conflito, mas também capacidade russa de reposição de ativos avançados. É urgente que a comunidade internacional reforce mecanismos de contenção diplomática e examine sanções tecnológicas mais duras.
Maura Santos
18/04/2026
Se a extrema-direita reclamar de investimento social enquanto a Rússia manda mais Su-35S pra zona de guerra, é bom lembrar quem, no passado, desmontou escola, saúde e deixou a conta do apagão pra população pagar. A barba deles está queimando, mas ainda tentam puxar conversa como se nada tivesse acontecido.
Augusto Silva
18/04/2026
Se esses Su-35S forem mesmo entregues (não é a primeira vez que a “confirmação estatal” vira fumaça), a Rússia está investindo pesado para tentar ganhar no ar o que parece já perder no chão: moral, economia e direitos humanos. Se quiserem cobertura aérea de verdade, que comece a cobrir também os rastros de destruição deixados nos bombardeios — a realidade costuma se revelar mais alta do que qualquer caça supersônico.
Eduardo C.
18/04/2026
Interessante movimento logístico — reforçar cobertura aérea com Su-35S pode ajustar significantemente a capacidade russa de dissuasão estratégica. Mas é preciso saber quantas dessas aeronaves foram entregues, qual a taxa de manutenção operacional delas, e como isso impacta realmente o domínio do espaço aéreo ucraniano.
Tonho Patriota
18/04/2026
Isso aí é o comunismo voando alto, com caças que só servem pra triplicar vítimas civis! Faz o L, Rússia! A galera que apoia essas atrocidades no mundo todo esquece que depois quem paga é gente inocente.
Clarice Historiadora
18/04/2026
Comunismo? Me explica onde o “ismo” entra nisso — isso é guerra de agressão patrocinada por um Estado que desrespeita leis internacionais, não ideologia de proteção social. E sim: a culpa sempre sobra para civis, vítimas de decisões de elites poderosas que nem sentem o cheiro de um bombardeio.