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Hezbollah adverte Israel e promete responder a qualquer violação da trégua

12 Comentários🗣️🔥 Homem segura a bandeira do Hezbolá em um veículo, com uma mulher ao lado, no Líbano. (Foto: actualidad.rt.com) O movimento libanês Hezbollah declarou que seus combatentes permanecerão em estado de prontidão e responderão a qualquer violação da trégua firmada entre Israel e o Líbano. O vice-secretário-geral do grupo, Naim Qassem, afirmou que o […]

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Homem segura a bandeira do Hezbolá em um veículo, com uma mulher ao lado, no Líbano. (Foto: actualidad.rt.com)

O movimento libanês Hezbollah declarou que seus combatentes permanecerão em estado de prontidão e responderão a qualquer violação da trégua firmada entre Israel e o Líbano.

O vice-secretário-geral do grupo, Naim Qassem, afirmou que o cessar-fogo deve significar o fim total das hostilidades. Ele alertou que a resistência não confia nas intenções israelenses.

Em pronunciamento, Qassem destacou que os combatentes continuarão com o dedo no gatilho, prontos para reagir a qualquer agressão. Ele lembrou que o grupo não aceitará repetir o período de quinze meses de paciência diante das ofensivas israelenses.

A advertência ocorre em meio a uma trégua temporária firmada após intensos confrontos no território libanês. O acordo contou com a participação de representantes de Tel Aviv e Beirute.

Apesar do cessar-fogo, as Forças de Defesa de Israel afirmaram que continuarão a realizar operações militares no Líbano. Altos comandantes israelenses declararam que as tropas estão autorizadas a destruir infraestruturas consideradas terroristas mesmo durante a pausa.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, reforçou que o cessar-fogo não é permanente. Ele afirmou que a campanha militar contra o Hezbollah ainda não atingiu todos os seus objetivos e que as forças manterão o controle das áreas capturadas no sul do Líbano.

As operações de Tel Aviv provocaram a destruição de milhares de casas em localidades libanesas e geraram deslocamentos em massa de civis. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram soldados israelenses comemorando demolições de residências, o que gerou indignação entre a população libanesa.

O endurecimento do discurso do Hezbollah reflete a tensão persistente na fronteira sul do Líbano. A advertência de Qassem deixa claro que o grupo não pretende recuar e que qualquer violação poderá reacender rapidamente os combates na região.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


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Vanessa Silva

18/04/2026

É triste ver como essas tréguas viram pausas temporárias em vez de pontes para a paz. Enquanto cada lado insiste em mostrar força, quem paga o preço são as cidades e as pessoas que tentam reconstruir suas vidas no meio do medo. Planejar o futuro deveria ser mais importante do que manter a retórica da guerra.

Tonho Patriota

18/04/2026

ESSA TURMA AÍ TÁ TUDO JUNTO COM O COMUNISMO MUNDIAL, QUERENDO DOMINAR O PLANETA! E O LÁ DO BRASIL AINDA FAZ O L E DEFENDE ESSES POVOS ARMADOS! SE O BOLSONARO TIVESSE NO PODER JÁ TINHA RESOLVIDO ISSO NA HORA, COM NÍOBIO E ORAÇÃO!

    Francisco de Assis

    18/04/2026

    Tonho, meu irmão, essa história de comunismo mundial é conversa de quem ainda acredita em mamadeira de piroca. O mundo é bem mais complexo que isso — e o Brasil, soberano e respeitado de novo, não precisa de niobium nem de reza pra se impor, precisa é de inteligência e diplomacia.

Augusto Silva

18/04/2026

Mais uma vez, o Oriente Médio flerta com o abismo enquanto o resto do mundo finge surpresa. A trégua vira palavra de luxo quando a diplomacia é tratada como capricho. O problema é que cada míssil lançado lá custa caro aqui também — no petróleo, nos alimentos e até no humor dos mercados.

Renato Professor

18/04/2026

A trégua, em contextos tão inflamados, é sempre uma pausa tensa e precária. O Hezbollah age dentro da lógica da dissuasão regional, mas a verdadeira questão é: até quando os atores locais e globais continuarão reféns de um equilíbrio construído sobre o medo? A paz duradoura exige mais do que pausas — exige coragem política e justiça histórica.

Clarice Historiadora

18/04/2026

É curioso ver como o Ocidente finge surpresa com o Hezbollah reafirmando o óbvio: que uma trégua só funciona se ambos os lados a respeitam. Israel tem um histórico longo de “acordos temporários” que termina sempre em novas ofensivas — basta lembrar o Líbano em 2006. A memória curta é um privilégio que só quem não vive sob bombas pode ter.

Karina Libertária

18/04/2026

Aff, mais uma vez essa galera do Oriente Médio arrumando confusão. Se cada um cuidasse do próprio business e investisse direito, não precisavam viver de guerra. Aqui em Miami ninguém tem tempo pra isso, o foco é trabalhar e fazer o dinheiro render, não ficar jogando bomba.

    Jeferson da Silva

    18/04/2026

    Karina, fácil falar de paz e “foco no dinheiro” sentada em Miami. Quem vive sob ocupação, sem direito nem a água ou trabalho digno, não tem luxo de abrir startup — luta pra sobreviver.

Fernando O.

18/04/2026

Enquanto houver armas apontadas de ambos os lados, “trégua” é só uma pausa tensa. O Hezbollah fala em prontidão e Israel nunca confia totalmente — é matemática simples: duas forças armadas em alerta máximo não produzem paz duradoura.

Mariana Ambiental

18/04/2026

Enquanto as potências jogam seu xadrez geopolítico, quem paga o preço são sempre os povos e seus territórios devastados. A trégua só tem sentido se vier acompanhada de soberania real e fim das ocupações. Paz não é ausência de tiros, é justiça.

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Gente, isso tá parecendo o fim dos tempos mesmo 😱🙏 Cada dia é uma ameaça nova, ninguém fala de paz de verdade! Que Deus tenha misericórdia e proteja o povo inocente, porque o mundo tá virando uma bagunça total 🇧🇷🙏🇺🇸

    Maura Santos

    18/04/2026

    Lurdinha, o mundo sempre teve seus caos, mas quem lucra com o medo são os mesmos que vendem guerra e cortam verba da cultura e da educação. Paz de verdade se constrói com diálogo e justiça, não com profecia de fim dos tempos.


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