Em 2024, o segmento hoteleiro de luxo no Brasil concentra suas operações em áreas de preservação ambiental e pontos afastados dos centros urbanos. Empreendimentos localizados na Bahia, em Santa Catarina e no Amazonas estruturam instalações de baixa densidade para reduzir o fluxo de visitantes. O Awasi, situado no município de Governador Celso Ramos, opera 25 vilas na Costa Esmeralda, com a maior unidade atingindo 300 metros quadrados de área construída.
No litoral de Pernambuco, o Nannai Resort funciona na praia de Muro Alto, a 54 quilômetros do centro comercial de Porto de Galinhas. A propriedade distribui os hóspedes em bangalôs equipados com piscinas individuais e mantém um sistema de serviços diretos nos quartos. Na região Norte, o Juma Amazon Lodge adota um modelo arquitetônico distinto, com bases erguidas sobre palafitas no interior da floresta amazônica.
As redes hoteleiras internacionais também adequam seus formatos para atender a este nicho de mercado. O Club Med estabeleceu a categoria de espaços restritos, que reserva áreas de piscina, serviços de concierge e café da manhã nas suítes para grupos menores de clientes. No interior de São Paulo, o Fasano Boa Vista concentra sua infraestrutura na cidade de Porto Feliz, onde mantém campos de golfe e um centro hípico.
Distribuição de hospedagens regionais
As faixas litorâneas e as áreas de serra abrigam complexos estruturados para a ocupação reduzida. Os projetos arquitetônicos utilizam matérias-primas locais para adequar os edifícios à topografia de cada região. O levantamento de propriedades em atividade no Brasil inclui:
- Txai Resort, construído no município de Itacaré, no litoral baiano.
- Kenoa Resort, estabelecido em Barra de São Miguel, no estado de Alagoas.
- Botanique Hotel, posicionado na região da Serra da Mantiqueira, no interior paulista.


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