Senador recebeu apoio de lideranças paulistas e de Tarcísio de Freitas, mas ausência das cúpulas do União Brasil e do PP manteve indefinições para 2026
Segundo o Revistaforum, o senador Flávio Bolsonaro (PL) participou na segunda-feira (20) da convenção estadual da federação União Brasil e PP em São Paulo, na Assembleia Legislativa, em uma tentativa de ampliar a base de apoio para a candidatura presidencial às eleições de 2026. A presença foi lida como um gesto direcionado às cúpulas nacionais das legendas, ainda sem posição definida sobre o pleito, segundo o Portal Fórum.
Flávio recebeu o apoio de lideranças paulistas dos dois partidos e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas os presidentes nacionais do União Brasil, Antonio Rueda, e do PP, Ciro Nogueira, não compareceram, mantendo a indefinição. Em seu discurso, o senador afirmou que “aqui em São Paulo, a gente vai caminhar juntos”, e espera que a aliança se repita em âmbito nacional para derrotar o PT.
O deputado federal Guilherme Derrite (PP), indicado para uma vaga ao Senado na chapa de Tarcísio, destoou da direção nacional ao declarar que “se existe uma possibilidade de neutralidade, pode saber que o estado de São Paulo não vai ficar neutro. É Flávio Bolsonaro”. A convenção oficializou o apoio à reeleição do governador paulista, reforçando o palanque regional para o senador.
Flávio adotou um discurso agressivo, prometendo que marginais “vão tomar pau a partir de 2027” e associando a esquerda à leniência com o crime. Tarcísio por sua vez enalteceu o ex-presidente Jair Bolsonaro como “o cara que fez a diferença, que rompeu paradigmas” e declarou apoio ao projeto de Flávio, afirmando que ele contará com um “exército” em São Paulo.
O encontro foi a primeira agenda pública conjunta de Tarcísio e Flávio desde o tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A ausência dos presidentes nacionais do União Brasil e PP evidenciou o isolamento do senador, que precisa costurar alianças sem a presença do pai, inelegível e impedido de participar politicamente.


Kleiton
21/07/2026
O candidato da oposição contra o sistema era um tal de Jair mas foi eliminado pelo consórcio fascista STF/Globo e Cia em pleno estilo venezuelano.
Essas eleições serão uma farsa assim como foi em 2022, o resultado é o que todo mundo já sabe.
Ronaldo Pereira
21/07/2026
Amigo, o que houve em 2022 chama-se democracia: urnas auditadas, voto popular e vitória de Lula. O Judiciário não perseguiu ninguém, apenas aplicou a lei — e se o capitão foi condenado, foi por seus próprios atos, não por conspiração. O trabalhador brasileiro sabe que o verdadeiro sistema é o da exploração patronal, não esse papo de complô da Globo. Quem perde no voto e tenta culpar terceiros está fugindo da realidade da classe proletária.