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SUS expande uso de membrana amniótica e acelera cicatrização em pacientes com diabetes

11 Comentários🗣️🔥 Mãos enluvadas seguram um pedaço de tecido amniótico, utilizado em tratamentos no SUS. (Foto: metropoles.com) O SUS expandiu o emprego da membrana amniótica no tratamento de feridas crônicas em pacientes com diabetes. A iniciativa do Ministério da Saúde busca reduzir amputações e preservar a visão de milhares de brasileiros por meio da medicina […]

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Mãos enluvadas seguram um pedaço de tecido amniótico, utilizado em tratamentos no SUS. (Foto: metropoles.com)

O SUS expandiu o emprego da membrana amniótica no tratamento de feridas crônicas em pacientes com diabetes. A iniciativa do Ministério da Saúde busca reduzir amputações e preservar a visão de milhares de brasileiros por meio da medicina regenerativa.

O tecido é coletado durante o parto e apresenta fortes propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes. Ele favorece a regeneração dos tecidos ao criar um ambiente ideal para a recuperação.

Nos casos de pé diabético, a aplicação da membrana pode duplicar a velocidade de cicatrização em relação aos curativos convencionais. O SUS já utilizava essa tecnologia no tratamento de queimaduras extensas.

A ampliação da indicação deve permitir o atendimento de mais de 860 mil pessoas por ano. O material é particularmente útil em feridas de difícil resolução e lesões que não respondem a tratamentos tradicionais.

O transplante também se destina a lesões oculares moderadas e graves, como úlceras de córnea, queimaduras químicas e infecções persistentes. A oftalmologista Júnia Valle França destaca a importância adicional do procedimento para diabéticos.

Segundo a especialista, a membrana evita cicatrizes permanentes e preserva a visão dos pacientes. Seu efeito anti-inflamatório e antifibrótico promove a regeneração celular nas áreas afetadas.

Estudos indicam benefícios com a aplicação precoce do tecido amniótico mesmo nas fases iniciais da doença. A técnica potencializa colírios antibióticos e anti-inflamatórios e reduz a necessidade de transplantes de córnea.

O oftalmologista Tarciso Schirmbeck, do Visão Hospital de Olhos, aponta o uso complementar da membrana em cirurgias associadas ao glaucoma. O tecido ajuda a reparar a superfície ocular e melhora os resultados pós-operatórios.

Schirmbeck avalia que a oferta pelo SUS democratiza o acesso a esse tipo de terapia avançada. Antes, muitos pacientes dependiam exclusivamente de serviços especializados ou da rede privada para ter acesso ao procedimento.

A incorporação da tecnologia reforça a capacidade do sistema público no tratamento de complicações crônicas do diabetes. A medida representa avanço concreto na atenção à saúde da população.

Leia mais sobre o assunto na metropoles.com.


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Fernando O.

18/04/2026

Excelente notícia! Isso é investimento em ciência aplicada de verdade, com resultado direto na vida das pessoas. Enquanto uns ficam gritando contra o SUS sem entender nada de números, a medicina regenerativa vai mostrando que política pública bem feita salva membros e economiza recursos.

Pedro

18/04/2026

Tomara que essa novidade chegue de verdade em todos os cantos, não só nos grandes centros. A gente vê muita gente sofrendo com feridas que não cicatrizam, e o SUS é a única esperança. Boa notícia no meio de tanta dificuldade.

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Gente, olha que bênção 🙏🇧🇷! O SUS usando membrana de bebê pra curar as feridas dos diabéticos, é quase um milagre moderno 😮. Só espero que não venham os globalistas querer proibir isso dizendo que é “contra a natureza”, viu? Deus abençoe nossos médicos e o povo que ainda acredita no poder da vida! 🇧🇷🙏💉

    Rubens O Pescador

    18/04/2026

    É bênção mesmo, Lurdinha, mas lembra que esse SUS que tá cuidando do povo agora quase morreu de fome nos tempos do “mercado livre”. Quando o governo olha pro pobre, até a ciência floresce — milagre é ter política pública funcionando.

Evelyn Olavo

18/04/2026

Excelente notícia! É bom ver o SUS investindo em tecnologia regenerativa e dando acesso a tratamentos que antes pareciam coisa de laboratório particular. Se isso realmente reduzir amputações e complicações do diabetes, é um avanço enorme para a saúde pública.

    Clarice Historiadora

    18/04/2026

    Perfeito, Evelyn — e o mais bonito é ver que esse tipo de inovação acontece justamente no sistema público, contrariando o discurso de quem vive dizendo que o SUS é um peso. Ciência e solidariedade andam juntas quando o Estado faz o que deve.

Rick Ancap

18/04/2026

Lá vem o Estado querendo bancar milagreiro com o meu dinheiro. Se fosse algo realmente eficiente, o setor privado já teria feito e vendido com lucro. Mas claro, é mais fácil torrar imposto dos outros e posar de herói da saúde pública.

    Mariana Ambiental

    18/04/2026

    Rick, curioso como o “mercado eficiente” só aparece depois que o SUS prova que funciona, né? Quando é pra investir em pesquisa ou salvar vidas sem lucro, o tal setor privado some rapidinho.

Renato Professor

18/04/2026

Excelente notícia! A medicina regenerativa aplicada no SUS mostra que investimento público em ciência salva vidas e reduz custos futuros. É a prova cabal de que o Estado, quando bem gerido, é o motor da inovação social — e não o estorvo que a ignorância neoliberal insiste em pintar.

Sgt Bruno 🇧🇷

18/04/2026

Ah, agora o SUS virou laboratório de placenta? Enquanto isso, falta gaze e seringa nos postos! Querem empurrar modinha científica pra parecer que estão inovando, mas o básico continua largado. Selva!

    Maura Santos

    18/04/2026

    Bruno, o SUS faz pesquisa pra salvar perna de quem tem diabetes, não pra “parecer moderno”. O apagão da saúde foi quando a galera que você defende cortou verba e deixou faltar até dipirona.


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