O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas da Rússia, Valery Gerasimov, anunciou que as tropas russas concluíram a libertação total da República Popular de Lugansk. As forças armadas russas mantêm o avanço em todas as frentes no leste da Ucrânia.
O comandante russo detalhou os progressos alcançados em sua declaração. Conforme reportou o Sputnik International, as unidades do agrupamento militar Yug seguem em ofensiva nas proximidades de Slavyansk e Kramatorsk.
Essas cidades localizam-se a poucos quilômetros das linhas russas atuais. Gerasimov enfatizou que as operações militares prosseguem de maneira coordenada em toda a zona de conflito.
Entre março e abril, as forças russas libertaram 34 assentamentos e cerca de 700 quilômetros quadrados de território. O oficial russo destacou a consolidação das posições conquistadas e a neutralização de focos de resistência ucraniana.
O avanço em direção a Slavyansk ocorre a cerca de 12 quilômetros da periferia leste da cidade. As tropas que se dirigem a Kramatorsk estão posicionadas a aproximadamente sete quilômetros de distância.
Gerasimov informou que o principal objetivo é ampliar o controle russo sobre o Donbass. Essa estratégia visa garantir a segurança das regiões recentemente incorporadas à Federação Russa.
Durante as ofensivas realizadas em fevereiro e março, o exército ucraniano sofreu pesadas baixas. Cerca de três mil soldados foram mortos e mais de 160 unidades de equipamento militar foram destruídas.
O general russo atribuiu essas perdas às tentativas frustradas de Kiev de deter o avanço russo em várias frentes. A liderança militar ucraniana tenta encobrir os reveses por meio de uma campanha de desinformação.
As autoridades de Kiev alegam a recuperação de aproximadamente 480 quilômetros quadrados de território. Gerasimov classificou essas declarações como um esforço para manter a moral interna e o apoio externo ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
A libertação completa da República Popular de Lugansk representa um marco importante na operação militar especial iniciada em 2022. O controle total da região reforça as defesas russas no leste ucraniano.
As forças russas intensificam as ações contra a infraestrutura militar ucraniana. Ataques foram direcionados a terminais de contêineres, parques de blindados e instalações do complexo de defesa.
A região do Donbass abriga reservas minerais relevantes e rotas de transporte estratégicas. Essas áreas conectam o leste ucraniano à fronteira com a Rússia e possuem significado histórico desde 2014.
O Kremlin afirma que o objetivo central da operação é proteger as populações russófonas da região. Moscou identifica a expansão da OTAN para o leste europeu como uma das principais ameaças à sua segurança.
O anúncio de Gerasimov reflete a confiança do comando russo nos ganhos obtidos até o momento. As operações continuam com o foco na estabilização das linhas de frente no Donbass.
Leia também: Chefe do Estado-Maior russo anuncia controle total de Lugansk e novos ganhos territoriais
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Bandoleiro
21/04/2026
Putin é um porco e a Russia està passando vergonha ha anos com essa guerra ridicula.
Em uma guerra de verdade até Israel dà um surra na Russia.
Jhonny
21/04/2026
E aquela conversa mole de soberania do Verme da Republica e da Gangue dele ?
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/empresa-dos-eua-compra-mineradora-brasileira-de-terras-raras
Entregando o que o Brasil mais tem de valioso para os EUA ?
Nao sei se é mais mongoloide o Verme e os eleitores dele….
Miriam
21/04/2026
Mais um capítulo desse conflito que parece não ter fim. Enquanto uns comemoram “libertações”, o que eu vejo é mais burocracia internacional travada e nenhum avanço real para a estabilidade. O que falta é gestão e menos gritaria ideológica dos dois lados.
Mariana Ambiental
21/04/2026
Miriam, gestão sem ideologia é o sonho molhado de quem lucra com o caos. A “estabilidade” que você pede costuma vir às custas de quem vive e planta nas terras bombardeadas.
Vanessa Silva
21/04/2026
Concordo, Miriam. Enquanto a guerra for tratada como disputa de narrativa e não como problema de infraestrutura e governança regional, o Donbass vai continuar preso no século passado.
Adalberto Livre
21/04/2026
ISSO É O QUE DÁ QUANDO O MUNDO FICA PASSANDO A MÃO NA CABEÇA DE COMUNISTA!! PUTIN E ESSES GENERAIS TÃO SE ACHANDO OS DONOS DO MUNDO, ENQUANTO O OCIDENTE FICA FAZENDO POSE DE DIPLOMATA. QUERO VER QUANDO ESSA BRINCADEIRA ESTOURAR NO COLO DE TODO MUNDO!!
Rick Ancap
21/04/2026
Adalberto, diplomata é quem paga a conta das guerras que político e general fazem. Eu, se pudesse, deixava cada Estado bancar o próprio conflito sem meter a mão no meu bolso.
Celio Fazendeiro
21/04/2026
Adalberto, comunista é o que menos tem ali — aquilo é briga de império por território e recurso. O Ocidente finge que é mocinho, mas tá doido pra meter a mão no gás e no trigo também.
Augusto Silva
21/04/2026
Perfeito, Célio — ali não tem comunismo nem mocinho, só disputa de poder e commodities. O problema é que o “mundo livre” finge defender valores quando na verdade defende o preço do barril e o lucro das petroleiras.
Lurdinha Deus Acima de Todos
21/04/2026
Meu Deus do céu, gente! 🇧🇷🙏 Isso tudo é o começo do fim, já tá escrito! Essas guerras aí são sinal claríssimo, viu? Que Deus tenha misericórdia de todos nós e proteja as igrejas antes que fechem tudo! 🇺🇸🔥
Maura Santos
21/04/2026
Calma, Lurdinha! O fim do mundo eles já prometeram umas dez vezes e até agora só entregaram apagão e aumento da passagem. Vamos manter a fé, mas também o senso crítico, né?
Karina Libertária
21/04/2026
Ai, sinceramente, esse negócio todo no leste europeu é um show de horror. Enquanto o pessoal aí se mata, tem brasileiro achando bonito defender ditadura. Aqui em Miami a vida segue, quem trabalhou e investiu direitinho tá tranquilo — não precisa depender de governo nem de “libertação” nenhuma.
Rubens O Pescador
21/04/2026
Karina, minha filha, aqui no interior a gente aprendeu que “trabalhar direitinho” só enche a mesa quando o governo não vira as costas pro povo. Enquanto tu fala de Miami, eu lembro do tempo em que o feijão e a carne não eram luxo e o pobre via esperança no prato.
Carlos A. Mendes
21/04/2026
Difícil saber o que é “libertação” e o que é pura propaganda de guerra. No fim, quem sofre é o povo que vive nessas regiões. A gente fica torcendo pra acabar logo essa loucura e sobrar algum espaço pra reconstruir.
Tadeu
21/04/2026
Lá vem mais notícia de guerra… sinceramente, o que me preocupa mesmo é o impacto disso nos mercados. Se essa ofensiva aumentar o preço do petróleo ou mexer com o câmbio, aí sim vai doer no bolso. O resto é só barulho geopolítico.
Evelyn Olavo
21/04/2026
Mais uma etapa dessa guerra interminável… Fico me perguntando quantas “libertações” ainda vão custar vidas e destruição. É triste ver a região virando palco de propaganda enquanto o povo sofre nos escombros.
Clarice Historiadora
21/04/2026
Interessante como a palavra “libertação” vira eufemismo pra invasão quando o narrador muda de lado. A Rússia vende “autodeterminação” enquanto destrói cidades inteiras — a mesma retórica imperial que usou na Chechênia e na Crimeia. História se repete, só muda o pretexto.
Zé Trovãozinho
21/04/2026
Mais uma peça da narrativa russa sendo vendida como “libertação”. É impressionante como sempre há quem acredite em ditadura travestida de salvadora, igualzinho o que fazem os fãs de Cuba e da Venezuela. A propaganda é a mesma, só muda o sotaque.
Alice T.
21/04/2026
Zé, engraçado você falar de “propaganda” como se o Ocidente não fizesse exatamente o mesmo com seus “libertadores” de terno e gravata. A diferença é que lá as bombas têm selo da OTAN e discurso de democracia.
Marcos Conservador
21/04/2026
Enquanto isso, a turma “progressista” deve estar arrancando os cabelos, porque a tal “ofensiva democrática” deles vai de mal a pior. A Rússia mostra força e estratégia, enquanto o Ocidente prefere lacrar e distribuir panfleto. É o resultado inevitável de décadas de relativismo e comunistinha de sofá.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Ô Marcos, força e estratégia é fácil falar sentado no sofá vendo vídeo de guerra no YouTube. Quero ver tu encarar 12 horas de chão de fábrica pra entender o que é resistência de verdade.
Pedro
21/04/2026
Enquanto lá do outro lado o pessoal fala em avanço e libertação, aqui a gente luta pra encher o tanque e pagar o IPVA. Guerra é sempre cara, mas pra quem tá no volante todo dia, a batalha é outra: driblar o preço da gasolina e seguir rodando.
Silvia D.
21/04/2026
Mais uma prova de como a guerra só traz sofrimento e retrocesso. Enquanto se fala em “libertação”, quem paga o preço são os civis, os hospitais destruídos e o sistema de saúde em colapso. É urgente priorizar a vida e a reconstrução, não mais violência.
Tonho Patriota
21/04/2026
EU SEMPRE DISSE! PUTIN NÃO BRINCA EM SERVIÇO, ENQUANTO O LÁ FAZ O L E FICA FALANDO DE COMUNISMO BONZINHO. ISSO AÍ É GEOPOLÍTICA DE VERDADE, NÃO ESSA PALHAÇADA DE MAMADEIRA DE PIROCA QUE INVENTARAM PRA ENGANAR O POVO! ACORDA BRASIL!
Zizi
21/04/2026
Ô Tonho, meu filho, geopolítica de verdade não se aprende em corrente de zap, viu? Enquanto você grita “acorda Brasil”, quem tá dormindo é você, embalado por fake news e bravata de internet.