O governo de Cuba lançou a campanha nacional Mi Firma por la Patria para defender a paz e a soberania diante das pressões externas.
A iniciativa busca mobilizar amplamente a população em torno da unidade nacional e da denúncia ao bloqueio econômico mantido há mais de seis décadas. O presidente Miguel Díaz-Canel afirmou que cada assinatura representa um ato de resistência e de profundo amor à pátria.
Díaz-Canel acusou Donald Trump de executar uma política de asfixia econômica que eleva o bloqueio a patamares de crueldade sem precedentes. O líder cubano apelou à comunidade internacional para respeitar o direito dos cubanos de escolher seu sistema político.
Cada assinatura surge como um chamado à consciência mundial contra as tentativas de intervenção e as medidas coercitivas de Washington. A Presidência de Cuba indicou que a campanha deve se transformar em um movimento de solidariedade tanto dentro do país quanto no exterior.
O comunicado denuncia o cerco energético que intensifica as dificuldades da população e é visto como um ato de genocídio pela liderança da ilha. Um ato realizado na sede do Partido Comunista de Cuba reuniu dirigentes e militantes que reafirmaram o compromisso com a Revolução.
As imagens mostram centenas de cidadãos engajados nas atividades e expressam a união popular em torno da defesa da autodeterminação. O governo cubano reiterou que a defesa da pátria constitui o mais alto dever previsto na Constituição do país.
A mensagem é clara ao afirmar que Cuba não cederá perante as ameaças de intervenção proferidas por Trump. O presidente norte-americano havia declarado que uma grande mudança estaria prestes a acontecer em Cuba.
Trump assinou uma ordem executiva declarando emergência nacional e classificando o país caribenho como uma ameaça incomum e extraordinária à segurança norte-americana. O documento acusa Havana de manter relações com nações consideradas hostis por Washington e de permitir a presença de capacidades militares da Rússia e da China em seu território.
Com base nessa ordem, a Casa Branca impôs tarifas punitivas contra nações que exportem petróleo para Cuba. As autoridades norte-americanas ainda advertiram que tomarão represálias contra quem descumprir a determinação executiva.
Essa escalada representa mais um capítulo na política de isolamento imposta pelos Estados Unidos desde a década de 1960. Díaz-Canel respondeu que essas ações expõem a natureza fascista e criminosa do grupo que controla os interesses em Washington.
O presidente cubano assegurou que seu país continuará denunciando o imperialismo e defendendo sua integridade territorial com base no direito internacional. A campanha reforça a diplomacia de resistência e a mobilização popular como ferramentas contra o cerco econômico.
As autoridades da ilha enviam ao mundo a mensagem de que não renunciarão à independência nem permitirão que potências externas decidam seu futuro político. A fonte desta cobertura é o portal RT.
Com informações de ACTUALIDAD.
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