Novos ataques israelenses em diferentes áreas da Faixa de Gaza deixaram ao menos 12 palestinos mortos, segundo fontes médicas locais ouvidas pelo Al Jazeera.
Os ataques ocorreram mesmo com o cessar-fogo em vigor desde janeiro de 2025. O acordo foi mediado por Donald Trump, junto com Qatar e Egito.
Oito pessoas morreram em Khan Younis, no sul do enclave. O alvo foi um veículo da polícia, e o ataque também atingiu três civis que passavam pelo local.
Dois policiais foram mortos em Gaza City. Outros dois civis perderam a vida em Beit Lahiya, no norte do território.
O Ministério do Interior de Gaza pediu a intervenção da comunidade internacional. A instituição classificou os atos como uma campanha sistemática contra policiais civis.
As forças locais buscavam restaurar a ordem pública nas áreas civis. O ministério denunciou o silêncio das organizações internacionais diante da escalada.
Os policiais prestam serviços essenciais à população local e são protegidos pelas normas do direito internacional, segundo o comunicado oficial.
O exército israelense também atacou comboios de ajuda humanitária, agravando a crise imposta ao enclave palestino.
Autoridades de saúde registraram 984 mortes e 2.235 feridos desde o início do cessar-fogo. Cinco palestinos, incluindo três crianças, morreram apenas na semana mais recente.
O total de vítimas da guerra supera 72.500 mortos e 172.000 feridos. Milhares de desaparecidos ainda estão sob os escombros.
Organizações de direitos humanos e investigadores da ONU classificaram as ações israelenses como genocídio. Eles destacam a intenção sistemática de destruir o povo palestino.
O Hamas condenou os ataques e apontou o fracasso dos mediadores em conter as ofensivas israelenses e proteger civis. Trump apresentou propostas para a administração do território, mas o plano segue sem execução efetiva.
Leia também: Israel matou 40 mil palestinos em Gaza; 16 mil vítimas são crianças
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