A nova pesquisa Genial/Quaest indica que a eleição para o governo da Bahia entrou em cenário de equilíbrio. O levantamento mostra empate técnico entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues em todos os cenários testados.
Os números são próximos.
No primeiro turno, ACM Neto aparece com cerca de 41% das intenções de voto, enquanto Jerônimo varia entre 36% e 37%, diferença dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais
Isso caracteriza empate técnico.
O padrão se repete.
Em cenários alternativos de primeiro turno, os percentuais se mantêm praticamente estáveis, com vantagem numérica de ACM Neto, mas sem significância estatística
Na pesquisa espontânea, o empate é ainda mais evidente.
Ambos aparecem com 13%, enquanto 73% dos eleitores não souberam ou não responderam, indicando alto nível de indefinição
No segundo turno, o cenário segue apertado.
ACM Neto tem 41%, contra 38% de Jerônimo, novamente dentro da margem de erro
O levantamento ouviu cerca de 1.200 eleitores em 61 municípios da Bahia, com nível de confiança de 95%
Outro dado relevante é a rejeição.
Jerônimo aparece com 42% de rejeição, enquanto ACM Neto registra cerca de 32%, fator que pode influenciar a dinâmica da disputa
O cenário é de polarização.
A eleição se concentra em dois nomes principais, com baixa presença de terceiros candidatos.
No plano político, o impacto é direto.
Empates técnicos aumentam a importância de:
- alianças regionais
- desempenho do governo
- campanha e comunicação
Para a Bahia, o quadro é claro.
Não há favorito isolado.
O dado central não é quem lidera numericamente.
É a distância.
Com diferenças dentro da margem de erro em todos os cenários, a eleição de 2026 no estado entra em território totalmente aberto.
E deve ser decidida no detalhe.