O líder do partido Tisza, Peter Magyar, prometeu reestruturar profundamente o sistema de mídia estatal da Hungria, buscando restaurar a independência do serviço público de radiodifusão após anos de controle concentrado pelo primeiro-ministro Viktor Orbán.
Magyar concedeu entrevista ao canal público M1, conforme reportagem do portal Tagesschau. Nela, o político confrontou uma jornalista ligada ao aparato midiático associado ao partido Fidesz.
Magyar ironizou seu retorno ao estúdio após longo afastamento. Ele acusou o canal de difundir ataques pessoais contra sua pessoa e sua família.
O líder oposicionista classificou a emissora como uma ‘fábrica de mentiras’ montada para servir interesses políticos. Magyar propôs suspender os noticiários até que se garanta a prática de jornalismo profissional e imparcial.
Ele pretende realizar essa mudança em cooperação com outras forças parlamentares e entidades especializadas. O objetivo é estabelecer um ambiente informativo livre de manipulação, com regras transparentes.
O professor de comunicação da Universidade de Budapeste, Gabor Polyak, alertou para as complexidades jurídicas de uma suspensão temporária. Polyak defendeu o fechamento total da estrutura atual para reconstruir uma nova emissora pública do zero.
O especialista apontou que o sistema foi distorcido ao longo de 16 anos de domínio do Fidesz. Uma reforma profunda seria essencial para recuperar a confiança da população na mídia estatal.
A situação na Hungria guarda semelhanças com a vivida na Polônia após a derrota da direita nacionalista em 2023. O ex-correspondente da ARD em Varsóvia, Martin Adam, descreveu os confrontos políticos que marcaram a reestruturação da TV pública polonesa.
Magyar pode contar com apoio suficiente para implementar mudanças constitucionais se sua coalizão obtiver maioria de dois terços. Isso facilitaria a criação de uma nova autoridade reguladora independente e a revisão das normas de publicidade estatal.
O político garantiu que não buscará exercer controle direto sobre o conteúdo editorial. Sua meta é restaurar a pluralidade e a credibilidade da imprensa pública húngara.
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