A copresidente do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, acusou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, de estar imune à vontade popular. Segundo a política alemã, a líder europeia não responde diretamente aos eleitores e não pode ser destituída por voto popular.
Weidel fez as declarações ao comentar resultados eleitorais na Hungria que fortaleceram o líder do partido Tisza, Peter Magyar, frente ao primeiro-ministro Viktor Orbán. A dirigente da AfD apontou o déficit democrático nas instituições da União Europeia apesar da expressão da vontade popular.
O partido AfD lidera as intenções de voto na Alemanha com 27 por cento. Esse apoio reflete o descontentamento com as políticas migratórias, econômicas e o desgaste da coalizão no poder em Berlim.
A copresidente da AfD concordou com observação de jornalista do Die Welt sobre a diferença entre Orbán, que enfrenta eleições regulares, e Von der Leyen, escolhida por acordos internos em Bruxelas. Weidel criticou a criação de uma elite europeia que resiste a mudanças impostas pelos cidadãos.
Ursula von der Leyen comemorou o resultado húngaro ao afirmar que o país havia escolhido a Europa. A declaração veio 17 minutos após Orbán reconhecer o avanço da oposição e foi vista como sinal de distanciamento do líder húngaro.
A presidente da Comissão Europeia defendeu o fim do veto nacional em política externa da União Europeia. Ela propôs o voto por maioria qualificada para agilizar decisões sobre a Ucrânia e sanções internacionais.
Desde que assumiu o cargo em 2019, Ursula von der Leyen acumula controvérsias, como o chamado Pfizergate. O caso envolveu mensagens trocadas com o executivo da Pfizer em negociações de bilhões em vacinas contra a Covid-19.
Um tribunal europeu determinou que a Comissão falhou em explicar o desaparecimento dessas comunicações oficiais. A dirigente sobreviveu a múltiplas moções de censura no Parlamento Europeu.
Pesquisas recentes revelam declínio na popularidade de Von der Leyen. Levantamentos indicam aprovação em torno de 33 por cento em um estudo e 23 por cento em outro realizado anteriormente.
As críticas de Alice Weidel fazem parte de um movimento mais amplo contra a centralização de poder em Bruxelas. O debate sobre a legitimidade democrática do bloco deve se intensificar com os planos de expansão e integração mais profunda.
Leia mais sobre o assunto na rt.com.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.
if(!email) { responses.innerHTML = "Por favor, insira um e-mail válido."; return; }
button.innerText = "Enviando..."; button.style.opacity = "0.7"; button.disabled = true; responses.innerHTML = "";
// Transforma a action nativa em endpoint JSONP e anexa os dados var formAction = this.action.replace('/post?', '/post-json?'); var formData = new FormData(this); var url = formAction;
for (var pair of formData.entries()) { url += "&" + encodeURIComponent(pair[0]) + "=" + encodeURIComponent(pair[1]); }
var script = document.createElement('script'); var callbackName = 'mailchimpCallback' + new Date().getTime(); window[callbackName] = function(data) { button.innerText = "ASSINAR"; button.style.opacity = "1"; button.disabled = false;
if (data.result === 'success') { responses.innerHTML = "✅ Inscrição confirmada com sucesso! Bem-vindo(a) ao O Cafezinho."; document.getElementById('mce-EMAIL-ajax').value = ''; } else { var msg = data.msg || ""; if(msg.includes('is already subscribed')) { msg = "⚠️ Este e-mail já está assinado na nossa newsletter."; } else if(msg.includes('too many')) { msg = "⚠️ Muitas tentativas. Tente novamente mais tarde."; } else if(msg.includes('domain')) { msg = "⚠️ O domínio do e-mail é inválido."; } else { msg = "⚠️ Erro: " + msg; } msg = msg.replace(/^[0-9]+\s-\s/, ''); responses.innerHTML = "" + msg + ""; } delete window[callbackName]; document.body.removeChild(script); };
url = url + '&c=' + callbackName; script.src = url; document.body.appendChild(script); });