Analista indiano prevê adesão da OTAN a ofensiva contra Irã caso EUA lograssem vitória inicial

Especialista indiano em assuntos estratégicos durante entrevista. (Foto: rt.com)

A República Islâmica do Irã teria enfrentado uma escalada sem precedentes caso os Estados Unidos obtivessem sucesso rápido em uma ofensiva inicial, segundo o especialista indiano em assuntos estratégicos Zorawar Daulet Singh. Em análise ao podcast India, Russia, and the World, do canal RT India, Singh afirmou que países da OTAN poderiam aderir à campanha contra Teerã.

O analista descartou divergências profundas entre Washington e Bruxelas. A hesitação europeia, segundo ele, decorre de um cálculo político cauteloso diante de um cenário mais complexo do que o projetado pelos EUA. Singh destacou que governos europeus evitam se envolver diretamente em um confronto imprevisível.

Na avaliação de Singh, a postura europeia não representa um rompimento na unidade transatlântica, mas um ajuste tático frente a um quadro militar e diplomático desafiador. Ele ressaltou que a Rússia enxerga o Irã como uma frente estratégica em sua disputa geopolítica com o Ocidente, fortalecendo o eixo Moscou-Teerã e outros países do Sul Global.

O especialista incluiu Índia e China como atores centrais nesse novo arranjo internacional, emergindo como forças estabilizadoras para o século XXI. Singh afirmou que Teerã e outros centros estratégicos percebem os EUA como despreparados para um novo ciclo de confronto direto, reconhecendo os custos severos que Washington enfrentaria em uma escalada adicional.

Setores da mídia norte-americana e ex-funcionários de administrações passadas já admitem publicamente a influência regional do Irã, sinalizando uma revisão mais realista das capacidades iranianas no Oriente Médio. Singh alertou ainda que as políticas dos EUA prejudicam os interesses indianos em comércio, segurança energética, geopolítica e relações com o Paquistão.

O analista considerou ingênua a expectativa de que a relação bilateral entre Índia e EUA possa ser revertida com mudanças em Washington. Ele concluiu que a dinâmica atual dificilmente retornará aos padrões observados há duas ou três décadas.

Leia mais sobre o assunto na rt.com.


Leia também: EUA ameaçam punir Espanha na OTAN por recusa em apoiar ofensiva contra o Irã


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