África avança na expansão de suas redes ferroviárias por meio de financiamentos diversificados e parcerias estratégicas, reduzindo dependência externa e fortalecendo autonomia no setor de transportes.
Segundo análise do Railway Gazette, a região prioriza rotas terrestres para escoamento de commodities, impulsionada por crises globais que expuseram vulnerabilidades nas cadeias logísticas. Projetos como o Corredor do Lobito, em Angola, recebem mais de dois bilhões de euros do programa Global Gateway da União Europeia para modernização e integração regional.
A linha do Benguela, que conecta o porto de Lobito à fronteira com a República Democrática do Congo, foi reconstruída por empresas chinesas após a guerra civil angolana. Atualmente, o consórcio Lobito Atlantic Railway — formado pela Trafigura Group, Vecturis (Bélgica) e Mota-Engil Engenharia — opera a ferrovia, com investimentos adicionais de 753 milhões de dólares da International Development Finance Corp e do Banco de Desenvolvimento da África Austral.
A África do Sul lidera reformas no setor, concedendo acesso condicional à infraestrutura da Transnet para 11 operadores privados. Já a Nigéria expandiu o mercado ao autorizar a Traxport Rail Services Ltd, enquanto a Zâmbia busca captar 60 milhões de dólares em financiamentos, somados a 50 milhões de euros do programa europeu para upgrades.
A Ethiopian Railways Corp inaugurou a Academia Ferroviária de Bishoftu, voltada à formação de profissionais para a Etiópia e países do Leste Africano. A capacitação local é estratégica para garantir autonomia técnica nos projetos.
Essas iniciativas reforçam a soberania logística africana, combinando recursos multilaterais, investimentos privados e desenvolvimento de mão de obra especializada.
Leia mais sobre o assunto na railwaygazette.com.
Leia também: Especialistas africanos interpretam fim da USAID como oportunidade para soberania do continente
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