O Ministério do Comércio da China anunciou proibição a empresas nacionais de cumprirem sanções unilaterais impostas pelos Estados Unidos. A medida responde diretamente às pressões de Washington contra refinarias chinesas, classificadas como ‘teapots’, que negociam com fornecedores internacionais.
Pequim classificou as sanções como violação ao direito internacional e interferência indevida em transações comerciais legítimas. O governo chinês destacou que a decisão visa proteger a soberania nacional, a segurança energética e os interesses de desenvolvimento a longo prazo.
Um porta-voz do ministério afirmou que a orientação não afeta compromissos internacionais da China, mas reforça a defesa de investimentos estrangeiros dentro dos marcos legais nacionais. As autoridades negaram qualquer importação direta de petróleo iraniano desde 2023, garantindo que todas as operações obedecem às leis vigentes.
A decisão intensifica o confronto entre China e EUA sobre a legitimidade de sanções unilaterais no comércio global. Washington tem usado medidas extraterritoriais para pressionar países em disputas energéticas, prática que Pequim classifica como abusiva.
Conforme reportagem da agência de notícias RT, a China vem monitorando crescentemente a aplicação de normas estrangeiras que afetam suas empresas. O país prometeu reagir a qualquer abuso, reafirmando seu compromisso com um sistema comercial baseado em regras consensuais e respeito à soberania.
Especialistas interpretam a medida como parte de uma estratégia para construir cadeias de suprimento mais resilientes e independentes. A postura chinesa sinaliza que grandes economias não aceitarão mais imposições externas em suas políticas comerciais sem resistência.
A ação reforça o debate global sobre a necessidade de maior multilateralismo nas relações econômicas. A China se posiciona como defensora de um sistema internacional que rejeite o unilateralismo e promova a cooperação entre nações soberanas.
O episódio também evidencia a expansão de parcerias energéticas da China com fornecedores globais, realizadas de forma transparente e alinhada às normas internacionais. Essa abordagem contrasta com práticas coercitivas adotadas por potências ocidentais.
Leia mais sobre o assunto na rt.com.
Leia também: China proíbe empresas de cumprir sanções dos EUA ligadas ao petróleo iraniano
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