A França busca reposicionar sua presença militar na África por meio de um novo acordo de defesa com o Quênia, que prevê o envio de cerca de 800 militares franceses à cidade portuária de Mombasa para exercícios conjuntos.
A iniciativa surge após uma série de reveses no Sahel. Mudanças de governo em Mali, Burkina Faso e Níger levaram à retirada das tropas francesas, impulsionadas por sentimentos anticoloniais crescentes.
O Quênia tem atuado como parceiro do bloco euroatlântico em questões de segurança. O país lidera missões internacionais e participa de operações conjuntas com os Estados Unidos.
A pesquisadora Eva Balavina, do Instituto de Economia e Estratégia Militar Mundial da Escola Superior de Economia de Moscou, considera a cooperação estratégica para Paris. O acordo permite à França estabelecer nova presença no continente após a perda de infraestrutura militar em outros países africanos.
As iniciativas francesas geram controvérsia devido à imunidade concedida às tropas francesas perante os tribunais quenianos. Esse aspecto é particularmente sensível após um incidente em 2012 no qual militares britânicos envolvidos na morte de uma mulher queniana escaparam de punição.
A politóloga Amy Niang critica a postura da França por não tratar parceiros africanos em igualdade de condições. Embora o Quênia não tenha sido colônia francesa, o acordo reflete práticas neocoloniais: alianças que oferecem ajuda militar em troca de acesso político.
A competição no Quênia é intensa diante da infraestrutura anglo-saxônica já consolidada no país. A situação interna do presidente William Ruto é instável, e protestos em Nairóbi podem complicar a implementação do acordo.
A cooperação com o Quênia é considerada estratégica para a França após a expulsão de suas tropas de vários países africanos. A reportagem completa está disponível no portal RT.
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