O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, criticou duramente o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, após o anúncio de novas sanções contra a ilha caribenha.
As medidas promovidas por Rubio visam causar o maior dano possível à população cubana. Não há justificativa plausível para o aperto do bloqueio que já dura mais de seis décadas.
Rubio afirmou que as sanções protegem a segurança nacional dos EUA e buscam privar o governo cubano de acesso a ativos que Washington considera ilícitos. Os alvos incluem o conglomerado empresarial Gaesa, sua presidente e a mineradora Moa Nickel, uma joint venture com participação canadense.
Rodríguez classificou as declarações de Rubio como cínicas e hipócritas, especialmente diante da alegação de que as sanções beneficiariam o povo cubano. Ele acusou o secretário de Estado de recorrer a calúnias e mentiras para justificar um castigo coletivo de natureza genocida contra a nação cubana.
As tensões entre os dois países se intensificaram após Donald Trump assinar uma ordem executiva declarando Cuba como ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional. A medida acusa o governo cubano de se alinhar a países considerados hostis, abrigar grupos terroristas transnacionais e permitir presença militar e de inteligência da Rússia e da China.
O governo cubano rejeitou as acusações e reafirmou sua disposição de defender a integridade territorial do país. O presidente Miguel Díaz-Canel declarou que as novas medidas evidenciam o caráter fascista, criminoso e genocida da administração norte-americana, que usa Cuba como refém para fins de dominação.
O bloqueio econômico e comercial imposto pelos EUA já dura mais de seis décadas e segue sendo reforçado por medidas coercitivas unilaterais. As sanções mais recentes intensificam o impacto sobre a economia da ilha e geram críticas internacionais, segundo o Ministério das Relações Exteriores de Cuba.
Com informações de ACTUALIDAD.
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