A NASA e a Microchip Technology Inc. desenvolvem em parceria um sistema de computação de alto desempenho para missões espaciais, o High Performance Spaceflight Computing — conhecido como HPSC —, com capacidade de processamento mais de 100 vezes superior à dos processadores atualmente utilizados no espaço.
Os avanços em computação espacial da NASA remontam aos computadores de orientação do programa Apollo, nos anos 1960. Esses sistemas resistiram a condições extremas e viabilizaram missões icônicas, como as operações dos rovers em Marte e o uso de telescópios espaciais.
Missões mais complexas e de longa duração impõem novas exigências aos sistemas computacionais. O HPSC atende a essas demandas com uma arquitetura robusta e otimizada para eficiência energética.
O novo sistema integra processamento e conectividade de rede em um único chip. Essa abordagem reduz custos e consumo de energia ao permitir que funções não utilizadas sejam desligadas.
Duas versões distintas do processador foram criadas para ambientes variados. A versão resistente à radiação é ideal para missões em órbitas geossíncronas e no espaço profundo, enquanto a versão tolerante à radiação atende satélites em órbita baixa da Terra.
O sistema emprega Ethernet avançada para conectar múltiplos sensores e processar grandes volumes de dados de maneira autônoma. Tal capacidade habilita rovers em Marte a se deslocarem em alta velocidade sem supervisão constante.
Imagens científicas podem ainda ser filtradas em tempo real a bordo das espaçonaves. O HPSC inclui monitoramento contínuo de saúde e um controlador de segurança integrado para maior confiabilidade.
O projeto resulta de colaboração entre a NASA, a Microchip Technology Inc. e uma rede de parceiros acadêmicos e industriais. O programa Game Changing Development, da Diretoria de Missão de Tecnologia Espacial, lidera os trabalhos.
A iniciativa envolve ainda o Centro de Pesquisa Langley, na Virgínia, e o Laboratório de Propulsão a Jato. O esforço contribui para o desenvolvimento da força de trabalho em alta tecnologia.
Tecnologias derivadas do HPSC encontram aplicações potenciais em indústrias terrestres como automotiva, aviação e eletrônicos de consumo. Sistemas aeroespaciais, equipamentos médicos, redes de transmissão de dados, drones, inteligência artificial e infraestrutura de energia também podem se beneficiar dos avanços.
Informações adicionais sobre o HPSC estão disponíveis no portal oficial da NASA.
Leia também: Nasa avança em testes com célula de combustível regenerativa para o programa Artemis
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.
if(!email) { responses.innerHTML = "Por favor, insira um e-mail válido."; return; }
button.innerText = "Enviando..."; button.style.opacity = "0.7"; button.disabled = true; responses.innerHTML = "";
// Transforma a action nativa em endpoint JSONP e anexa os dados var formAction = this.action.replace('/post?', '/post-json?'); var formData = new FormData(this); var url = formAction;
for (var pair of formData.entries()) { url += "&" + encodeURIComponent(pair[0]) + "=" + encodeURIComponent(pair[1]); }
var script = document.createElement('script'); var callbackName = 'mailchimpCallback' + new Date().getTime(); window[callbackName] = function(data) { button.innerText = "ASSINAR"; button.style.opacity = "1"; button.disabled = false;
if (data.result === 'success') { responses.innerHTML = "✅ Inscrição confirmada com sucesso! Bem-vindo(a) ao O Cafezinho."; document.getElementById('mce-EMAIL-ajax').value = ''; } else { var msg = data.msg || ""; if(msg.includes('is already subscribed')) { msg = "⚠️ Este e-mail já está assinado na nossa newsletter."; } else if(msg.includes('too many')) { msg = "⚠️ Muitas tentativas. Tente novamente mais tarde."; } else if(msg.includes('domain')) { msg = "⚠️ O domínio do e-mail é inválido."; } else { msg = "⚠️ Erro: " + msg; } msg = msg.replace(/^[0-9]+\s-\s/, ''); responses.innerHTML = "" + msg + ""; } delete window[callbackName]; document.body.removeChild(script); };
url = url + '&c=' + callbackName; script.src = url; document.body.appendChild(script); });