O termo Pa nos robôs aspiradores indica a potência de sucção do aparelho, medida em Pascal. Quanto maior o valor em Pa, maior a força com que o equipamento consegue puxar sujeira, poeira e detritos de pisos e carpetes.
Modelos com até 1.500 Pa atendem limpezas básicas em pisos lisos. Aparelhos intermediários, entre 2.000 e 3.000 Pa, já lidam melhor com sujeiras cotidianas e tapetes leves.
Donos de animais de estimação devem priorizar robôs aspiradores com no mínimo 3.000 Pa. Modelos que chegam a 4.000 Pa ou mais entregam resultados consistentes na remoção de pelos de cães e gatos, que tendem a se agarrar em tecidos e formar bolas difíceis de aspirar.
Pelos de pets grudam com facilidade em carpetes e sofás. Robôs com sucção fraca podem simplesmente empurrar ou espalhar os fios em vez de recolhê-los, tornando a limpeza ineficiente e frustrante para quem convive com animais.
A potência medida em Pa não é o único fator que define a qualidade do robô aspirador. Escovas rotativas bem projetadas, sistemas anti-entupimento e filtros de alta eficiência também são fundamentais, especialmente para pessoas que sofrem de alergias causadas por pelos e ácaros.
Em pisos lisos como porcelanato ou madeira laminada, até modelos de potência intermediária cumprem bem a tarefa. Já em residências com tapetes grossos ou carpetes, a diferença de desempenho entre um equipamento de 2.000 Pa e outro de 4.000 Pa se torna bastante perceptível.
Investir em um robô aspirador mais potente reduz a frequência de limpezas manuais complementares. O morador ganha tempo e mantém a casa mais limpa, mesmo em lares com múltiplos animais de estimação que soltam pelo o ano inteiro.
A escolha do modelo ideal depende do tipo de piso, da quantidade de pelos gerados pelos pets e da presença de alérgicos na família. Quem busca praticidade deve avaliar com atenção o número de Pa antes de decidir pela compra, conforme orientação do Canaltech.
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