Comentários sobre: Jihadistas do JNIM intensificam ataques no Mali e sabotam barragem de Manantali https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Tue, 12 May 2026 03:44:18 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Ricardo Almeida https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840946 https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840946 Em resposta a Pedro Neto.

Pedro, sua saída pra Cuba é só clichê que evita o debate: o problema ali não é falta de barragem, é colapso institucional igual ao do Mali, só que com outro rótulo ideológico. Trocar insulto por insulto não constrói segurança pra ninguém.

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Por: Tiago Mendes https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840943 https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840943 Em resposta a Pedro Neto.

Pedro, Jesus passou a vida ao lado dos pobres e oprimidos, e eu prefiro ser chamado de comunista por seguir o Evangelho do que aplaudir omissão enquanto barragens são sabotadas e vidas se perdem. Cuba tem seus problemas, mas miséria mesmo é achar que segurança se constrói com indiferença ao próximo.

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Por: Pedro Neto https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840941 https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840941 Vai pra Cuba, seu comunista, que lá não tem barragem pra sabotar, só miséria.

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Por: Bia Carioca https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840939 https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840939 Em resposta a Lucas Moreira.

Lucas, você acha que alguma empresa privada ia investir um tostão pra manter barragem no Mali se não tivesse garantia de lucro? Infraestrutura crítica não se sustenta com ‘mão invisível’, se sustenta com planejamento estatal e soberania. O problema não é Estado grande, é estado entregue às intervenções estrangeiras que vocês adoram chamar de ‘abertura econômica’.

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Por: Cecília Silva https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840938 https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840938 Em resposta a Lucas Moreira.

Lucas, com todo respeito, mas essa visão de que o setor privado salva infraestrutura em país frágil é papo de quem nunca viu empresa grande sumir quando o lucro aperta. O Mali não foi destruído pelo “Estado grande”, mas por décadas de intervenção estrangeira e exploração que sugou os recursos dele — e mercado nenhum vai reconstruir nada sem garantir antes o próprio lucro. O problema não é monopólio estatal da força, é que o Estado nunca teve força pra ser soberano de verdade, porque o colonialismo e o capital internacional trataram a África como quintal.

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Por: Lucas Moreira https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840937 https://www.ocafezinho.com/2026/05/12/jihadistas-do-jnim-intensificam-ataques-no-mali-e-sabotam-barragem-de-manantali/#comment-840937 Mais um exemplo clássico de que Estado grande e frágil não protege nem infraestrutura crítica. Enquanto os governos continuarem inchando a máquina com políticas assistencialistas e negligenciando segurança e desenvolvimento, a barbárie avança. Se o Mali tivesse menos intervencionismo e mais abertura econômica, talvez o setor privado pudesse ao menos manter a barragem funcionando. Mas é mais fácil culpar o mercado do que admitir que o monopólio estatal da força falhou.

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