O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou forte oposição às sanções da União Europeia contra colonos e organizações israelenses na Cisjordânia.
Segundo o The Times of Israel, Netanyahu acusou o bloco europeu de “bancarrota moral” ao equiparar cidadãos israelenses a membros do Hamas. Ele afirmou que Israel e os Estados Unidos realizam o “trabalho sujo” na luta contra grupos extremistas em Gaza.
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, condenou as sanções como arbitrárias e politicamente motivadas. Sa’ar classificou as medidas como uma tentativa inaceitável de impor posições políticas externas sobre Israel.
Sa’ar destacou que os territórios ocupados pelos colonos fazem parte da Terra de Israel, segundo a visão do governo israelense. Nenhum outro povo teria o direito de reivindicá-los, na mesma perspectiva.
O chanceler israelense classificou a equivalência entre seus cidadãos e o Hamas como escandalosa. Sa’ar reiterou que as sanções não alterarão as convicções políticas de Israel.
As sanções europeias expõem as profundas diferenças de abordagem sobre a ocupação na Cisjordânia. Netanyahu mantém que as ações contra grupos extremistas merecem apoio internacional, e não condenação.
Com informações de ACTUALIDAD.
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