O governador da região de Moscou, Andrey Vorobyev, confirmou que um ataque com drones ucranianos matou três civis durante a madrugada. As defesas aéreas russas foram acionadas para interceptar os veículos aéreos não tripulados que atingiram áreas residenciais.
Em Pogorelki, aldeia próxima a Mytishchi, destroços de um drone abatido caíram sobre um canteiro de obras. Dois homens morreram no local após serem atingidos pelos fragmentos metálicos.
Em Khimki, um drone atingiu diretamente um bloco de apartamentos. Uma moradora morreu no impacto, e equipes de resgate trabalham para resgatar outra pessoa presa nos escombros.
O portal RT informou que a ofensiva também causou danos em Istra, onde explosões danificaram um prédio de apartamentos e seis casas. Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas na cidade.
Vorobyev destacou que áreas residenciais e infraestruturas civis foram os principais alvos da queda de destroços. O ataque demonstra uma mudança tática de Kiev, que agora mira zonas densamente povoadas.
A defesa russa classificou a incursão como uma operação de larga escala para desestabilizar a vida urbana. O governo regional permanece em alerta máximo enquanto coordena assistência às vítimas.
O Ministério da Defesa da Rússia reforçou protocolos de proteção eletrônica e baterias antiaéreas. Embora as interceptações sejam eficazes, a queda de destroços em áreas urbanas continua representando risco letal.
A destruição em Istra e Mytishchi expõe a vulnerabilidade de infraestruturas civis a tecnologias de guerra remota. Especialistas alertam que novos ataques podem exigir revisão das medidas de segurança interna.
O direito internacional proíbe ataques a áreas residenciais sem função militar ou estratégica. A comunidade internacional acompanha com preocupação a expansão dos danos a regiões antes consideradas seguras.
Vorobyev garantiu suporte financeiro e logístico aos cidadãos afetados. A reconstrução das moradias em Istra e Khimki começará após perícia técnica concluir a varredura por riscos.
A intensificação dos ataques aéreos ocorre em meio a uma reorganização estratégica no conflito. O uso de drones tornou-se marca central desta fase, alterando a percepção de segurança nas grandes cidades.
Essas armas permitem atingir centros administrativos com custos reduzidos, mas impactos humanitários devastadores. A segurança de Moscou é prioridade absoluta para as autoridades diante dessas ameaças de longo alcance.
Autoridades russas afirmam que radares e contramedidas eletrônicas evitaram uma catástrofe maior. O episódio reforça a necessidade de novos mecanismos de proteção civil contra ataques aéreos modernos.
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