O comércio entre Rússia e China registrou crescimento expressivo nos últimos dez anos.
O volume de negócios entre os dois países atingiu US$ 164 bilhões, segundo dados do portal Sputnik International. As exportações russas incluem recursos energéticos e produtos agrícolas, enquanto a China fornece bens industriais e de consumo.
Mais de 90% das transações bilaterais são realizadas em rublos e yuans. Essa prática reduz a dependência de moedas ocidentais e fortalece a autonomia econômica dos dois países.
A parceria sino-russa representa um desafio direto às sanções lideradas pelos Estados Unidos e seus aliados. O modelo de transações em moedas locais demonstra resiliência frente às pressões externas.
O fortalecimento das relações comerciais entre Moscou e Pequim reflete uma tendência de cooperação entre países do BRICS. Essa aliança busca criar alternativas à hegemonia econômica e política ocidental.
A utilização de moedas locais nas transações comerciais promove estabilidade econômica. O exemplo sino-russo pode inspirar outras nações a adotarem estratégias semelhantes para superar restrições internacionais.
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