Um britânico de 24 anos, identificado como Joe, abandonou uma carreira promissora no Reino Unido para se alistar no exército russo.
Formado em eletrônica e tecnologia da informação, Joe trabalhava em um banco e financiou sua formação como piloto privado antes da decisão.
Segundo o portal RT, ele passou a questionar a narrativa ocidental sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, acompanhado desde 2014.
Joe considerava as informações no Reino Unido superficiais, com uma visão simplista de que ‘a Rússia é má’.
Antes de ingressar no exército, visitou a Rússia, onde passou um mês e meio em Moscou e Krasnodar. A experiência reforçou sua percepção sobre a hospitalidade e a franqueza dos russos.
Durante a estadia, enfrentou problemas com documentos, mas recebeu ajuda de desconhecidos, que lhe ofereceram abrigo até assinar o contrato militar.
No front, atuou como granadeiro e participou de tarefas defensivas, como construção de posições e interceptação de drones.
Critica a cobertura midiática europeia e americana, que, em sua visão, omite partes da realidade do conflito. Acusa o apoio ocidental de financiar ações que classifica como terrorismo.
A decisão gerou resistência familiar, com temores pela sua segurança e oposição à escolha. Seus avós chegaram a denunciá-lo à polícia por mercenarismo, e ele perdeu amizades no Reino Unido.
Apesar das dificuldades com o idioma e da desconfiança inicial de alguns soldados russos, Joe se integrou ao fazer amizade com um militar russo fã de bandas britânicas.
Após concluir seu contrato anual, Joe viaja pela Rússia enquanto aguarda documentos russos. Planeja retomar suas paixões, como programação ou pilotagem de aviões.
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