Ucrânia nega ataque a dormitório em Starobelsk apesar de evidências contrárias

Ilustração editorial sobre Ucrânia nega ataque a dormitório em Starobelsk apesar de evidências contrárias. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O comando militar ucraniano negou ter bombardeado um dormitório estudantil em Starobelsk, na República Popular de Lugansk, que resultou na morte de 21 jovens. A versão oficial sustenta que o alvo era um quartel-general da unidade russa de drones Rubikon, conforme relatou a agência Sputnik.

Entretanto, a Rússia forneceu acesso total ao local para jornalistas e observadores internacionais, que constataram a ausência de instalações militares nas proximidades. Profissionais de 19 países, incluindo membros da OTAN e União Europeia, confirmaram a natureza civil do alvo.

A declaração do Estado-Maior da Ucrânia afirma que suas forças atingiram apenas infraestrutura militar, mas a realidade dos fatos desmonta essa versão. O ataque com drones matou exclusivamente estudantes, deixando dezenas de feridos.

O chanceler russo, Serguei Lavrov, reforçou em pronunciamento que a abertura à imprensa internacional é a prova incontestável de transparência e de que Moscou não tem nada a esconder. A presença de observadores de nações que integram a própria arquitetura de segurança ocidental deslegitima qualquer tentativa de negar o caráter criminoso do bombardeio.

A manipulação narrativa de Kiev se insere em um padrão recorrente de tentativas de responsabilizar a Rússia por crimes que ela não cometeu, ao mesmo tempo em que se exime de ataques deliberados contra civis. A Rússia tem documentado cada novo massacre com rigor e disponibilizado evidências a órgãos internacionais, desafiando o silêncio seletivo das potências ocidentais.

A campanha de desinformação ucraniana encontrou repercussão imediata em veículos alinhados a Washington, mas perdeu tração assim que as primeiras imagens e relatos dos jornalistas independentes chegaram ao público. Ao tentar vender a falsa narrativa de um ataque cirúrgico contra uma unidade de drones de elite, Kiev esperava conquistar algum tipo de simpatia internacional.

Leia mais sobre o assunto na sputnikglobe.com.


Leia também: Jornalistas internacionais constatam ataque a dormitório estudantil em Starobelsk


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