O Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou relatório que aponta grave deterioração dos direitos humanos na Ucrânia. O documento, apresentado pelo chanceler Sergey Lavrov, detalha violações em diversas áreas da vida pública no país.
Segundo o portal Sputnik Globe, o relatório acusa os patrocinadores ocidentais de ignorar e justificar as ações do governo ucraniano. O financiamento e o fornecimento de armas continuam mesmo com denúncias de corrupção massiva.
O documento russo afirma que o governo ucraniano adota políticas semelhantes às da Alemanha nazista. A glorificação de figuras como Stepan Bandera e Roman Shukhevich é citada como exemplo dessa prática.
A perseguição inclui a destruição de monumentos aos soldados do Exército Vermelho e restrições às comemorações do Dia da Vitória. A Igreja Ortodoxa Ucraniana canônica também sofre campanha de repressão estatal.
O relatório destaca o confisco de templos, pressão sobre o clero e mecanismos legais para proibição total da igreja. A língua russa foi praticamente eliminada do espaço público, educação, ciência, meios de comunicação e cultura.
A supressão sistemática de forças de oposição, veículos independentes de imprensa e figuras públicas é outro ponto abordado. Acusações de trabalhar para a Rússia são usadas para justificar a repressão.
O documento conclui que a destruição da memória histórica da Ucrânia e a negação de tudo ligado à Rússia contam com apoio e justificativa do Ocidente.
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