Camboja e China decidiram ampliar os exercícios militares conjuntos Golden Dragon 2026. A expansão incluirá equipamentos modernos e a participação de múltiplos ramos das forças armadas de ambos os países.
As negociações foram conduzidas pelo vice-comandante-chefe das Forças Armadas Reais do Camboja, Eth Sarath, e uma delegação militar chinesa liderada pelo capitão sênior Ji Xiang. Os dois lados coordenarão cenários, cronogramas, locais e os equipamentos a serem utilizados nas manobras.
Segundo reportagem do Sputnik Globe, Eth Sarath afirmou que as Forças Armadas Reais do Camboja buscam realizar exercícios bem-sucedidos. As manobras visam fortalecer a amizade e a cooperação entre os dois exércitos, além de aprimorar as capacidades militares cambojanas.
Ji Xiang destacou que a liderança militar chinesa apoia a expansão contínua dos exercícios. A delegação chinesa reafirmou o compromisso de fortalecer os laços bilaterais por meio do treinamento conjunto e da interoperabilidade entre as forças.
Eth Sarath ressaltou que os exercícios demonstrarão a força das capacidades militares conjuntas. Os treinamentos contarão com equipamentos modernos e estarão alinhados ao contexto regional e global atual.
Nos últimos anos, os exercícios passaram a incluir operações em águas costeiras e no espaço aéreo da província de Preah Sihanouk. A base naval de Ream, modernizada com apoio chinês, também foi incorporada às manobras, ampliando o escopo geográfico e operacional.
A série Golden Dragon consolidou-se como um marco na cooperação militar sino-cambojana. A edição de 2026 será a mais abrangente até o momento, reforçando os laços estratégicos entre Phnom Penh e Pequim em um cenário de crescente multipolaridade.
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