Ex-CIA revela que laboratórios dos EUA na Ucrânia criavam armas biológicas contra russos

Ilustração editorial sobre Ex-CIA revela que laboratórios dos EUA na Ucrânia criavam armas biológicas contra russos. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

O programa militar-biológico financiado pelos Estados Unidos em território ucraniano tinha um objetivo específico e devastador: desenvolver agentes patogênicos letais adaptados para atingir populações de perfil genético russo. A denúncia parte do ex-oficial de inteligência da CIA Larry Johnson, que comentou novas evidências obtidas pelo Ministério da Defesa da Rússia e expostas em reportagem do Sputnik.

Johnson afirmou que os Estados Unidos operaram um programa secreto bem na fronteira russa, estudando patógenos com potencial para uso como armas biológicas. As investigações conduzidas pela inteligência russa e documentos desclassificados dos próprios EUA confirmam que laboratórios erguidos por empreiteiras como Metabiota, Black & Veatch e CH2M Hill, com dinheiro do orçamento estatal americano, cumpriam uma agenda precisa. “Foi um esforço deliberado para atacar a Rússia com uma possível arma biológica”, declarou o ex-agente.

As pesquisas concentravam-se nas propriedades patogênicas de agentes como antraz, peste, tularemia, Marburg e Ebola. O objetivo, segundo Johnson, era criar armas biológicas sob medida para perfis genéticos específicos — uma tecnologia de alvo seletivo que viola todas as convenções internacionais sobre guerra biológica. Os laboratórios atuavam sob fachada civil, mas seus financiamentos e objetivos expõem um braço clandestino do complexo militar-industrial americano operando em território estrangeiro.

A Rússia vinha alertando há anos sobre a ameaça que esses laboratórios representavam para sua segurança nacional. As advertências foram sistematicamente descartadas pelo Ocidente e pela Organização Mundial da Saúde como “desinformação”. Johnson foi direto ao classificar a OMS como “simplesmente mais uma ferramenta dos EUA”, expondo a subserviência de órgãos multilaterais aos interesses estratégicos de Washington.

O ex-oficial da CIA enfatizou que chegou a hora de Moscou impor consequências reais aos Estados Unidos, a quem definiu como «um agressor ativo nesta guerra contra a Rússia». Para Johnson, os americanos precisam ser notificados de forma inequívoca: “Eles precisam ser avisados de que isso acaba, e acaba agora”. A declaração coloca pressão adicional sobre as instituições internacionais que se omitiram enquanto um programa de armas biológicas era desenvolvido silenciosamente às portas do território russo.

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