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Líder do Hezbollah afirma que Israel jamais alcançará projeto de Grande Israel

10 Comentários🗣️🔥 Membros do grupo militarizado Hezbollah com rostos pintados e a bandeira da organização. (Foto: actualidad.rt.com) O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou que Israel jamais alcançará o chamado projeto de um Grande Israel, ampliando o tom das críticas à ofensiva conduzida pelo país. O dirigente disse que nem mesmo alianças externas mudarão esse […]

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Membros do grupo militarizado Hezbollah com rostos pintados e a bandeira da organização. (Foto: actualidad.rt.com)

O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou que Israel jamais alcançará o chamado projeto de um Grande Israel, ampliando o tom das críticas à ofensiva conduzida pelo país. O dirigente disse que nem mesmo alianças externas mudarão esse cenário, em pronunciamento divulgado pelo movimento libanês.

Segundo o comunicado, Qassem declarou que a região atravessa um momento crítico e apontou que as operações israelenses ocorrem com apoio e gestão dos Estados Unidos. Ele afirmou que os objetivos israelenses passam por ocupar territórios e direitos do povo árabe pela força, enquanto a resistência busca libertar a terra e estabelecer justiça.

O dirigente afirmou que, diante da resistência, o inimigo permanece incapaz de atingir suas metas. Classificou como contínua a agressão israelense-estadunidense contra o Líbano e rejeitou a ideia de que haveria um cessar-fogo efetivo no país, apesar dos compromissos anunciados anteriormente.

O líder condenou os ataques contra civis, aldeias e localidades, ressaltando a destruição e o assassinato de crianças, mulheres e idosos. Para ele, não existem palavras suficientes para descrever a gravidade das ações empreendidas contra a população libanesa.

Qassem afirmou que o Líbano é o lado agredido e precisa de garantias reais para sua segurança e soberania. O secretário-geral acrescentou que os assentamentos israelenses só permaneceram seguros graças à aplicação rígida, por parte do Líbano, do acordo firmado em 27 de novembro de 2024, que teria sido descumprido posteriormente por Tel Aviv.

De acordo com o dirigente, o Exército libanês se deslocou ao sul do rio Litani para cumprir o acordo, enquanto a resistência ajustou seus métodos às lições acumuladas ao longo dos anos. Ele reforçou que não haverá linha amarela nem zona de amortecimento, indicando que o movimento não aceitará novas concessões territoriais.

Qassem chamou a atenção para a importância da unidade interna e pediu às autoridades que preservem a coesão nacional e determinem ao Exército a defesa plena do território. Em sua avaliação, qualquer solução duradoura passa pela rejeição da ideia de rendição, o que ele considera inaceitável para o povo libanês.

As declarações repercutiram em meio à continuidade dos ataques das Forças de Defesa de Israel ao sul do Líbano, mesmo após o cessar-fogo mediado em novembro de 2024. Esse contexto foi destacado pelo portal Actualidad RT, que relatou ainda o impacto das tensões persistentes na fronteira sul libanesa.

O Hezbollah reiterou que a resistência permanecerá ativa enquanto houver ocupação e bombardeios sobre o território nacional. O movimento sustenta que a defesa da soberania libanesa exige a continuidade da pressão política e militar contra qualquer tentativa de avanço israelense.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Israel anuncia intenção de tomar grandes áreas da Faixa de Gaza em grande escalada


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Eduardo Nogueira

04/05/2026

Carlos, para de pagar de coach de startup. Enquanto Israel bombardeia criança em Gaza, o Hezbollah pelo menos não fica posando de moderninho vendendo curso de como irrigar deserto. Grande Israel vai ter que passar por cima de muito fuzil antes de virar realidade.

    Francisco de Assis

    04/05/2026

    Eduardo, meu amigo, tu foi cirúrgico. Esse papo de startup e irrigação de deserto é cortina de fumaça pra esconder o massacre que tão fazendo com o povo palestino. Enquanto o Brasil tiver um governo soberano e popular como o Lula, a gente sabe que paz se constrói com diálogo, não com bombardeio em cima de criança.

Carlos Mendes

04/05/2026

Mais um grupo armado financiado com petrodólar e discurso religioso para manter população refém da miséria. Enquanto isso, Israel constrói startups e irriga deserto com inovação — livre mercado gera prosperidade, não guerrilha de fuzil e bandeira.

    Marta

    04/05/2026

    Carlos, meu filho, senta aqui que a vovó vai te dar uma aula de história que você claramente não teve no colégio. Esse discurso de que Israel é só startup e irrigação de deserto enquanto o Hezbollah é guerrilha de fuzil e bandeira é uma simplificação tão rasa que até parece roteiro de novela das nove. Israel não surgiu do livre mercado, não, menino. Ele foi criado em 1948 com um projeto político-colonial apoiado por potências ocidentais, deslocando à força mais de 700 mil palestinos — a Nakba, que você provavelmente nunca ouviu falar. As tais startups e a irrigação do deserto vieram com bilhões de dólares de ajuda externa dos Estados Unidos, que até hoje custeiam boa parte do orçamento militar israelense. Livre mercado, uma ova. É capitalismo de Estado com tanques e muro, bancado pelo contribuinte americano.

    E essa história de que o Hezbollah mantém população refém da miséria? Meu filho, o sul do Líbano foi ocupado por Israel por 22 anos, até 2000. O Hezbollah surgiu como resistência a essa ocupação, e não como um clube de empreendedorismo. Se você acha que um povo submetido a bombardeios, bloqueio naval e violação constante de soberania vai sentar e montar uma aceleradora de startups enquanto tanques israelenses passam por cima da sua casa, você precisa urgentemente sair do Twitter e pegar um livro de geopolítica. O discurso do livre mercado como solução para conflitos históricos é o mesmo que achar que dar um cartão de crédito pra alguém com uma faca no pescoço resolve o problema da faca.

    Agora, sobre o tal projeto de Grande Israel: não é teoria da conspiração, não. Basta ler as declarações de ministros do atual governo israelense, que falam abertamente em anexar a Cisjordânia e expandir assentamentos. Enquanto isso, a população palestina vive em um regime que organizações de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional e a Human Rights Watch, já classificaram como apartheid. Chamar de inovação e prosperidade o que é, na prática, um sistema de segregação e ocupação militar é, no mínimo, uma falta de vergonha na cara. O agro brasileiro que a Maria ali em cima citou também produz, mas se a gente for usar a mesma lógica, vou lembrar que o Brasil cresceu às custas de trabalho escravo e grilagem de terra. Progresso sem justiça social é só barbárie com wi-fi.

João Batista Alves

04/05/2026

O povo de Israel é o povo escolhido, e as promessas de Deus não falham. Esse discurso do Hezbollah é só mais blasfêmia de quem se levanta contra o Criador.

    Lucas Andrade

    04/05/2026

    João, essa narrativa do povo eleito é um dispositivo teológico que historicamente serviu para sacralizar projetos coloniais e apagar a materialidade da ocupação. Invocar o divino para justificar fronteiras e tanques é transformar a fé em instrumento de poder, e não em caminho de libertação.

Maria Silva

04/05/2026

Esse povo fala bonito, mas cadê o resultado? Enquanto isso, o agro brasileiro produz, gera emprego e bota comida na mesa de meio mundo. Deixa esse teatrinho de lado e vem ver como se faz país de verdade, com trabalho e sem frescura de discurso vazio.

    Maura Santos

    04/05/2026

    Maria, o agro produz sim, mas se fosse só por ele a gente ainda tava comendo com a mão e andando de jegue. Quem bota comida na mesa de meio mundo também precisa de transporte público pra chegar no trampo e de cultura pra não virar boi de curral.

Marta Souza

04/05/2026

Mais um discurso inflamado de quem vive de dinheiro público e não gera um centavo de riqueza. Enquanto esse pessoal perde tempo com geopolítica de quinta, o mercado precisa de menos Estado e mais liberdade para empreender. Se deixassem o comércio fluir sem tanta intervenção, talvez esses conflitos perdessem a razão de existir.

    Luizinho 16

    04/05/2026

    aham Marta, pq o mercado livre vai magicamente resolver genocídio e ocupação ilegal de terra, confia


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