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O anjo de Benjamin não dançou com Genoíno

Por Miguel do Rosário

08 de abril de 2013 : 17h08

Angelus Novus, de Paul Klee

Tenho topado com o nome de Pepe Escobar, o brasileiro que escreve brilhantes análises geopolíticas, em inglês, para o Asian Times, em lugares inusitados, como na contracapa do romance A Dama do Lago, do escritor americano Raymond Chandler. A literatura de Chandler prima pelo magnífico cinismo de seus personagens, a começar por seu mais frequente protagonista, o detetive durão Philip Marlowe.

Suponho que o cinismo de Marlowe tenha ensinado a Pepe Escobar na arte de analisar o complexo e brutal mundo da geopolítica internacional, onde raramente há mocinhos ou bandidos, e mesmo assim, é preciso fazer escolhas morais e escolher um lado no qual botar a culpa pelas maldades do mundo. É preciso escolher, sim, e se manter minimamente leal às suas escolhas. O anjo da história de Walter Benjamin olha para trás, contemplando catástrofes, e um vento o impele para o futuro, para o qual se dirige de costas. Mas é um anjo, e nada mais diferente de um anjo do que um homem! A memória humana seleciona os melhores momentos do passado, está sempre tentando encontrar um sentido pra vida – adentrando o futuro com olhos voltados decididamente para a frente. Nada melhor para blindar a consciência do homem do que um dose calculada de cinismo, sem a qual nos tornaríamos lacrimejantes e perplexos anjos de benjamin.

Entretanto, escrever sobre geopolítica internacional, sendo um brasileiro colaborando para um jornal de hong kong, permite um distanciamento que dificilmente terá um brasileiro ao analisar, em território nacional, uma realidade política inchada de contradições. De vez em quando tento imaginar o que diria Escobar sobre esse ou aquele tema que me ocupa em tardes abafadas do outono carioca, e acabo por concluir que ele se veria forçado a desenvolver um tipo particular de cinismo.

Engana-se, todavia, quem atribui o cinismo a um dom intelectual e elitista. Não, ele é talvez a virtude mais popular do homem contemporâneo, e nem creio que haja diferenças significativas entre a cidade e o campo. Afinal, o sertanejo desconfiado e arisco não é também no fundo um grande cínico? O que são três homens bebendo num botequim senão – necessariamente – uma pequena confraria cínica?

Quem desejar, por exemplo, esculhambar a atividade política encontrará terreno fértil. Oportunismo, covardia, corrupção, vaidade, prepotência, estupidez. Os defeitos e vícios inerentes a todo ser humano ganham magnitude continental quando imantados pelo poder.

Quanto mais aprendemos sobre a política real, mais escabrosas e abrangentes se tornam as histórias, e poucos se salvam. Ouve-se histórias de corrupção deslavada entre procuradores do Ministério Público, juízes, políticos, prefeitos. Enquanto o anjo da história lamenta-se pelas catástrofes passadas, um cidadão atento poderá se embriagar satisfatoriamente de tragédias contemporâneas.

Justamente por ser tão popular, contudo, o cinismo pode ser também, quando mal usado, a mais vulgar das posturas. Pior, ele acaba sendo uma máscara para todo tipo de vício intelectual, para todo tipo de covardia moral. Sobretudo quando o cínico esquece a lição mais importante do cinismo clássico: não colocar a si mesmo como balisa moral da sociedade.

O cinismo pode ser uma ferramenta intelectual extraordinária, se usado como deve ser, como uma espécie de visão pragmática e compreensiva dos erros humanos. O cínico não deixa de lutar contra as injustiças quando as vê, mas ele tem consciência (desesperada?) de que ele mesmo não é, nem poderá vir a ser, nenhum paladino sagrado da justiça. Pelo menos não enquanto ele não fazer uma série de ajustes de contas consigo mesmo. Essa é a principal beleza da literatura, humanizar o homem. Nem o mais abnegado líder sem-terra está imune das mesquinharias e do jogo de poder que se operam na rotina de seu micro-universo.

Nessa confusão, que é humana, tão inevitável quanto a ressaca, se entrecruzam heroísmos e covardias, razões nobres e oportunismo, entusiasmo juvenil e vaidade, ressentimento vil e indignação justa!

Um pequeno protesto justo pode se converter numa execrável ação oportunista, assim como um movimento oportunista pode ser sequestrado pelo bom senso e se tornar uma nobre e bem-sucedida ação política.

É tudo um tanto confuso, eu sei, mas por isso mesmo sempre achei que esse Anjo da História de Benjamin não pode nos ajudar muito a entender o destino do mundo, até porque o anjo real, de Klee, me parece bem diferente. O anjo de Klee me parece alegre, meio idiota, os braços erguidos como a dançar.  Talvez ele esteja realmente assustado com o desenrolar contínuo de catástrofes, mas nada que uma boa refeição e uma garrafa de vinho não  o ajude a esquecer.  Nisso, o anjo lembra um homem comum. Dê a ele alguns trocados e sairá pulando e gritando de alegria, ignorando completamente os milhares de anos de sofrimento de sua amada humanidade.  O homem é um ser meio doido, como diria Guimarães Rosa, e talvez seja sua principal virtude. Não entendo porque seria moralmente superior, para o homem, gastar seu precioso tempo a lamentar os que tombaram na peste negra.

Por exemplo,  o nosso ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participou recentemente de um congresso de seu partido, e fez uma declaração contundente: “Não roubei”.

Ora, um político que diz isso, sem que ninguém o tenha acusado, deveria ir preso, por atentado violento ao velho e bom cinismo. Pois não se trata mais de cinismo, mas da mais irritante convencional patifaria demagógica. Pela simples razão que um político corrupto, justamente por ser corrupto e mentiroso, sempre dirá que “não roubou”. Não vou enumerar aqui os inúmeros escândalos da era tucana, nem a falta de energia com que as instituições (não) foram mobilizadas para divulgá-los e combatê-los. Gostaria apenas de concluir o artigo combatendo uma falácia repleta de boas intenções que algumas pessoas conhecidas vem fazendo quando analisam, por exemplo, o julgamento do mensalão.

A pessoa argumenta que, independente dos tropeços do STF, o PT “errou” e por isso pagará por seus crimes, e que isso servirá de lição para poderosos de todo Brasil. Ora, essa é uma visão tosca. Não é condenando um ladrão de galinha pelo crime de homicídio que daremos uma lição aos ladrões do Brasil. O que houve no STF foi um caso gravíssimo, que lesou severamente não apenas a democracia brasileira, mas os direitos humanos das pessoas envolvidas. Ter direito a julgamento justo é um dos direitos humanos mais essenciais de um Estado Democrático de Direito, e pôr isso em segundo plano, em nome de uma demagógica e suspeitíssima lição contra os poderosos, é partilhar de um jogo sujo.

O cinismo com que observamos a política não pode nos cegar. A indignação contra os vícios que sempre iremos flagrar nos homens do poder , não pode se tornar tolerância ao linchamento. Em reinados bárbaros, o soberano de vez em quando mandava enforcar e esquartejar em praça pública alguns nobres, para deleite do populacho, e isso também era uma “lição de que os grandes também são punidos”. Mas a essência da justiça numa democracia não é punir grandes ou pequenos, e sim obedecer às mais severas regras da razão humanista.

Assistindo à entrevista de Genoíno para o programa É Notícia, de Kennedy Alencar, sentimos uma alegria por ver um nobre deputado federal lutando contra uma injustiça cometida não apenas contra si mesmo, mas contra o que ele representa, contra seus eleitores, contra seu partido, contra seu governo. Mas sentimos a tristeza por ouvir, pela enésima vez, o desfile de ilações pobres, o interminável suceder de acusações baseadas umas sobre as outras, ou em circunstâncias totalmente alheias ao processo, invariavelmente desconectada de provas.

A maioria dos ministros foi indicado por Lula, e isso “provaria” sua independência e, portanto, a justeza de sua condenação. Não necessariamente. E vimos bem porque. A mídia cercou os ministros do STF como estrelas de holliwood, aprisionando-os na terrível gaiola de sua própria vaidade, alternando com ataques brutais à honra de quem ousasse discordar do caminho traçado. Por fim, chancelou-se um monstro jurídico, repleto de equívocos, do início ao fim. Não podemos jamais achar que um fato assim possa contribuir para o aperfeiçoamento da democracia brasileira. O anjo de Benjamin conhece bem demais a longa história das injustiças humanas para se surpreender com aquele julgamento farsesco, viciado por todo tipo de preconceito ideológico, ignorância em teoria democrática, e mau caratismo explícito. Mas talvez o anjo ficasse chocado se soubesse que alguns tentam minimizar uma injustiça terrível – porque envolta numa atmosfera de golpe político – com o argumento de uma mesquinha catarse da população contra a classe política. O espírito de vendetta com o qual setores “puros” da esquerda assistiram ao golpe dado contra seus ex-companheiros revela apenas a confusão entre divergência e deslealdade; entre vitória política e tapetão judicial;  entre cinismo e covardia.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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13 comentários

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Messias Franca de Macedo

13 de abril de 2013 às 15h49

Ministros do STF pedem a Barbosa análise de recursos do mensalão

Sábado, 13 de Abril de 2013 – 14:05

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm alertado o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, sobre a resistência em levar a julgamento do plenário os recursos de réus do mensalão. Segundo a Agência Estado, integrantes do STF avaliam como um erro de Barbosa deixar pedidos da defesa engavetados com o objetivo de estender prazos de recursos contra a condenação. A avaliação é compartilhada até mesmo entre ministros que votaram pela condenação maciça dos réus. No final da sessão da última quinta-feira (11), o ministro Celso de Mello, decano do Supremo, ponderou com o presidente para que levasse a plenário os recursos movidos pelos advogados antes da publicação do acórdão do julgamento. Também participaram da conversa os ministros Dias Toffoli e Luiz Fux.

CACHOEIRA – perdão, ato falho –, FONTE: http://www.bahianoticias.com.br/principal/noticia/134811-ministros-do-stf-pedem-a-barbosa-analise-de-recursos-do-mensalao.html

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Não tardará o PIG também começar a exorcizar o monstro forjado – pela própria DIREITONA – que existe no Joaquinzão!…

Quem (sobre)viver, verá!…

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL… ALOPRADA, AVARENTA, sanguessuga, LACAIA, ABJETA, GOLPISTA/TERRORISTA de meia-tigela, ABESTADA, ALIENADA, ALOPRADA, indecorosa, AÉTICA, traidora, despudorada, impunemente fascista, histriônica, MENTEcapta, néscia, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

12 de abril de 2013 às 18h39

AINDA SOBRE TOMATES E FUXs A SERVIÇO DA OPOSIÇÃO AO BRASIL!

A MONOCRACIA BARBOSIANA, UM ACINTE MEDIEVAL EM NOSSOS TEMPOS DE BARBÁRIE! ENTENDA
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Advogados do mensalão entram com agravo indignado no STF
Em tom de indignação, nove advogados de condenados no julgamento do mensalão entraram com novo agravo no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, libere os votos por escrito com antecedência de modo a eles terem mais tempo para produzir os recursos contra a sentença.
(…)
“O errado do direito deve ser remediado por meio do provimento desse agravo regimental. Insistimos que não é juridicamente possível preparar recursos com base em gravações de vídeos.”
Em diversos momentos, os advogados mostraram indignação ao redigir lições básicas de direito, endereçando-as ao presidente do STF, como se ele não as conhecesse. “Os direitos fundamentais expressam valores muito sérios”, diz outro trecho da petição. “A colaboração do advogado é indispensável à administração da Justiça”, afirma. “Suprimir deliberadamente tempo útil da defesa é uma perversão do conteúdo substantivo do devido processo legal”, continua o texto. “Ninguém pode ser condenado sem um processo justo.”
(…)
Ao fim da petição, eles pedem que o agravo seja levado ao plenário da Corte para ser julgado por todos os ministros, e não por Barbosa isoladamente.
E MAIS:
Reveja brigas, brincadeiras e trapalhadas no julgamento do mensalão – 19 vídeos

FONTE: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2013/04/12/advogados-do-mensalao-entram-com-agravo-indignado-no-stf.htm

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… QUEM DETERÁ O MONSTRO QUE EXISTE EM JOAQUIM! TALVEZ O CRIADOR DA CRIATURA! SIM, O PRÓPRIO PIG!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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H.92

11 de abril de 2013 às 14h21

Valeu!

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Alessandro Simas (@alessandrosimas)

09 de abril de 2013 às 20h05

@vagnerdp Dá uma olhada (lição sobre Política) http://t.co/H79yQ3JsGD

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Alessandro Simas (@alessandrosimas)

09 de abril de 2013 às 20h01

Para as brigadas cínicas, campeãs da ética e entusiastas do mensalão (dos outros): http://t.co/H79yQ3JsGD

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Alessandro Simas (@alessandrosimas)

09 de abril de 2013 às 19h59

O anjo de Benjamin não dançou com Genoíno – http://t.co/H79yQ3JsGD

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@helenpfigaro

09 de abril de 2013 às 12h14

“Em reinados bárbaros, o soberano de vez em quando mandava enforcar e esquartejar em praça pública alguns nobres,… http://t.co/59cGBZ4hFO

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@eduardodalbosco

09 de abril de 2013 às 09h03

O anjo de Benjamin não dançou com Genoíno – http://t.co/94RUyOGN7y

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@sergiogau

09 de abril de 2013 às 08h28

O anjo de Benjamin não dançou com Genoino http://t.co/evbkUlfYSj

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Alexandre Santos

09 de abril de 2013 às 08h27

Parabéns! Miguel vc é muito bom! escreve como poucos na blogosfera, lúcido e consciente das nossas limitações terrenas.

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Messias Franca de Macedo

08 de abril de 2013 às 23h34

AINDA SOBRE O ‘NEOMONSTRO’! “NUMDISSE”?!…

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QUEM TERÁ CORAGEM DE DETER O PRESIDENTE DO STF?

Joaquim Barbosa representa uma ameaça à democracia brasileira. No Supremo Tribunal Federal, ele já desrespeitou quase todos os seus colegas. Recentemente, chamou um jornalista de palhaço e não se desculpou de forma minimamente decente. Hoje, ironizou membros da magistratura, a quem acusou de agir de forma sorrateira na criação de novos tribunais, e mandou que juízes baixassem o tom de voz ao se dirigir a ele. Detalhe: os novos tribunais foram aprovados por 371 deputados federais. Será que Barbosa se vê acima do Congresso Nacional? (Neste momento, membros da magistratura discutem a redação de uma nota duríssima contra o presidente do STF)
Brasil 247 – O ex-presidente Lula, o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos e Frei Betto podem colocar na biografia: foram responsáveis pela nomeação, ao Supremo Tribunal Federal, de um ministro, hoje presidente da corte, que é uma ameaça à democracia brasileira e que não reúne mínimas condições de permanecer à frente do cargo que ocupa. Joaquim Barbosa já desrespeitou praticamente todos os seus colegas no STF (leia mais aqui). Recentemente, chamou um jornalista do Estado de S. Paulo, Felipe Recondo, de “palhaço”, e não se desculpou de forma minimamente civilizada. Hoje, ao receber representantes de associações magistrados, os acusou de agir de forma “sorrateira” na aprovação de novos tribunais federais.
(…)

FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98351/Quem-ter%C3%A1-coragem-de-deter-o-presidente-do-STF.htm

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL… AUTORITÁRIA, ABESTADA, indecorosa, AÉTICA, traidora, despudorada, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

08 de abril de 2013 às 23h33

O PIG &$ O RESTANTE DA DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL FORJARAM O MONSTRO QUE EXISTE EM JOAQUIM BARBOSA!

##############

Durante um tenso encontro com representantes das três principais associações de magistrados do país, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, afirmou que a criação dos quatro novos Tribunais Regionais Federais foi aprovada de forma “sorrateira” e na “surdina” e apostou que suas sedes serão construídas em “resorts e grandes praias”.
Durante a reunião, Barbosa chegou a pedir que o vice-presidente de uma das entidades abaixasse o tom de voz e só falasse quando autorizado.
(…)

CACHOEIRA: “grande” MÉRDIA NATIVA!

##############

… [Em breve] Chegará a hora de o PIG querer desmaterializar o monstro! Viu estropícios!…

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL… ABESTADA, indecorosa, AÉTICA, traidora, despudorada, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Messias Franca de Macedo

08 de abril de 2013 às 20h27

EXCLUSIVO: ‘RETRATO’ DESMONTA PEÇAS DO MENSALÃO

Em primeiríssima mão, 247 divulga a reportagem de capa da próxima edição da revista Retrato do Brasil, de Raimundo Rodrigues Pereira; ela demonstra que os empréstimos bancários tomados pelo PT existiram (com os devidos registros) e que foi preciso grande esforço retórico para transformar as “fragilidades e falhas” no processo de controle dos recursos do Fundo Visanet pelo Banco do Brasil num clamoroso “desvio de dinheiro público”; matéria afirma que Justiça no processo faz lembrar “tempos medievais”; publicação estará nas bancas no próximo fim de semana;

leia antes aqui: http://www.brasil247.com/pt/247/poder/98308/Exclusivo-'Retrato'-desmonta-pe%C3%A7as-do-mensal%C3%A3o-ExclusivoRetrato-desmonta-pe%C3%A7as-mensal%C3%A3o.htm#comments

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