Comentários sobre: Tacla Durán, desemprego no Rio e privatização do satélite brasileiro https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/ Portal de noticias e análises sobre política brasileira, geopolítica, economia, tecnologia, sempre numa perspectiva democrática, progressista, anti-imperialista e multipolar! Fri, 01 Dec 2017 19:14:51 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 Por: João Ferreira Bastos https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-447593 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-447593 Com as denuncias de ontem do Tacla Duran, chego a conclusão de que de todos os integrantes da quadrilha de curitiba, o com a menor folha corrida, é o japonês da PF.
É apenas um contrabandista

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Por: Lucy https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-447587 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-447587 O AGENTE DA CIA SR SERGIO MORO FOI TREINADO PELO SERVIÇO DE ESPIONAGEM AMERICANO ELE TAMBÉM ATUOU NA DÉCADA 1990 SOLTANDO PRESOS DA “OPERAÇÃO MACUCO” E BLINDANDO 300 POLÍTICOS DEMOTUCANOS E POLITICOS DO PP (JANENE) NO “ESCÂNDALO BANESTADO” O PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS CAPTOU 125 BILHÕES DAS MULTINACIONAIS PAAR REMUNERAR POLÍTICOS OBEDIENTES A FHC

DISCURSO DE REQUIÃO NO SENADO FEDERAL EM 30 DE SETEMBRO DE 2015: “O ESCÂNDALO BANESTADO (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) FOI O MAIOR CRIME DE CORRUPÇÃO DA TRISTE HISTÓRIA DO BRASIL” ENVOLVE OS MESMOS PROCURADORES (CARLOS FERNANDES E DELAGNOL) O MESMO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF E O MESMO JUIZ SERGIO MORO
https://www.ocafezinho.com/2015/10/03/requiao-relembra-banestado-roubalheira-tucana-desviou-meio-trilhao/

PREJUIZO COM AS PRIVATARIAS DE FHC CHEGARAM A 15 TRILHÕES DE DÓLARES (60 TRILHÕES DE REAIS)
http://www.cafenapolitica.com.br/prejuizo-com-privataria-de-fhc-chegaria-a-15-trilhoes-de-dolares/

SERGIO MORO FOI NOMEADO POR UM COLEGIADO EM 197 ESCOLHIDO NO GOVERNO FHC (GERALDO BRINDEIRO DA PGR- O ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA DA ERA FHC) E O SINISTRO JAGUNÇO SR GILMAR MENDES QUE ERA PRESIDENTE DO STJF NA ERA FHC E FOI UNGIDO PELOS PROPRIOS PARENTES QUE SÃO DONOS DO PARANÁ BANCO, DO GRUPO J MALUCELLI E DA REDE GLOBO DO PARANÁ E DO GRUPO BAND NEWS EM SOCIEDADE COM JOÃO SAAD. (OS PARENTES DE SERGIO MORO , OS TUCANOS OSVALDO MALUCELLI MORO E JOEL MALUCELLI SÃO SUPLENTES DOS TUCANOS ÁLVARO DIAS E OSMAR DIAS QUE USARAM O AVIÃO DO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF NAS CAMPANHAS TUCANAS E DESVIARAM 500 MILHOES DO PARANÁ COM AJUDA DO SECRETÁRIO DAS FINAÇAS LUIZ ANTONIO PAOLICCHI NA GESTÃO TUCANA EM MARINGÁ , PAOLICHHI FOI ASSASSINADO E SEU CORPO FOI DEIXADO NUM PORTA MALAS DE UM CARRO NO CENTRO DE MARINGÁ. LUIZ ANTONIO PAOLICCHI ERA “MARIDO” DE ALBERTO YOUSSEF E O DOLEIRO JÁ TINHA “FORUM ÍNTIMO” COM SERGIO MORO” ) EM 1997 PARA A 13 VARA CRIMINAL DE CURITIBA ONDE TRAMAITAVAM CENTENAS DE PROCESSOS CONTRA OS CORRUPTOS DEMO TUCANOS DO PARANÁ
A ESPOSA DE SERGIO MORO SRA ROSÂNGELA WOLFF QUADROS MORO ADVOGOU PARA OS TUCANOS NO PARANÁ E TAMBÉM PARA A PETROLÍFERA SHELL

A ESPOSA DO PROCURADOR CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA SRA VERA LÚCIA LIMA ERA FUNCIONÁRIA DO BANESTADO E ATOU NA LAVAGEM DO “ESCÂNDALO BANESTADO” JUNTO COM ALBERTO YOUSSEF EM FOZ DO IGUAÇÚ LAVANDO AS PROPINAS DAS PRIVATARIAS TUCANAS REMUNERADAS PELAS MULTINACIONAIS . O DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO DETERMINOU A SUSPEIÇÃO DO PROCURADOR CARLOS FERNANDES POR TER OCULTADO PROVAS NO CASO BANESTADO.
SERGIO MORO ATUOU NA BLINDAGEM E OPERAÇÃO ABAFA DO CASO LUIZ ANTONIO PAOLICCHI E NOS CRIMES DE DESVIOS DE 500 MILHÕES DE REAIS NA PREFEITURA DE MARINGÁ. BLINDANDO O PREFEITO TUCANO SEU AMIGO GIANOTO E OS IRMÃOS METRALHA ÁLVARO DIAS E OSMAR DIAS QUE SE BENEFICIARAM DOS DESVIOS DE 500 MILHÕES PELO SECRETÁRIO DAS FINANÇAS LUIZ PAOLICCHI. PAOLICCHI FOI MORTO PARA “QUEIMA DE ARQUIVOS”
SERGIIO MORO TAMBÉM ATUOU NO CASO DOS IRMÃOS PALERMO, CRISTIANO PALERMO E SOLON PALERMO PRESOS PELA POLÍCIA FEDERAL NA “OPERAÇÃO CURACAO” ( BILHÕES DE REAIS DESVIADOS PARA O CARIBE) EM CURITIBA QUE DESVIARAM BILHÕES DE REAIS PARA CAMPANHAS POLÍTICAS NO PARANÁ (BETO RICHA E OS IRMÃOS DIAS)
SERGIO MORO FOI O PRINCIPAL ATOR NA “TEIA TUCANA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA” ELE ABAFOU, BLINDOU 300 POLÍTICOS CORRUPTOS REMUNERADOS NAS PRIVATARIAS TUCANAS, SOLTOU 70 DOLEIROS, INCLUINDO OS CHEFÕES DA LAVAGEM DE DINHEIRO SUJO DEMO TUCANO OS SRS ALBERTO YOUSSEF, ADIRA ASSAD E OUTROS 70 DOLEIROS TODOS FORAM MANTIDOS SOLTOS POR SERGIO MORO DESDE 1997. PORTANTO O JUIZ TUCANO SERGIO MORO É UM AGENTE DA CIA TREINADO PELA CIA EM 2009 E AJUDOU A PROTEGER OS 300 POLÍTICOS DO QUADRILHÃO E BENEFICIAR AS MULTINACIONAIS DO PETRÓLEO. ALIÁS A ESPOSA DE SERGIO MORO SEMPRE ADVOGOU PARA A PETROLÍFERA SHELL NOS ESCÂNDALOS DO CASO BANESTADO E NA MORTE DOS AUDITORES DA SHELL ZERA TODD STAHELI E MICHELLI STAHELI MORTOS NO RIO DE JANEIRO APÓS DESCOBRIREM AS RELAÇÕES PROMÍSCUAS DA SHELL DO BRSAIL COM O CORRUPTO GENRO DE FHC SR DAVID ZYLBERSZTAJN QUE DOOU PARA AS PETROLIFERAS CENTENAS DE CAMPOS PETROLIFEROS POR PREÇOS DE HONDA CIVIC EM TROCA DE PROPINAS PAGAS NO ESQUEMA BANESTADO E PELA EMPRESA DE FACHADA “DZ ENERGIA”. O CORRUPTO GENRO DE FHC DAVID TAMBÉM ESTÁ ENVOLVIDO NO CASO DA EXPLOSÃO E AFUNDAMENTO DA PLATAFORMA P-36 ELE RECEBEU PROPINAS DO CORRUPTO SR GERMAN EFRAMOVICTH NA OBRA DA P-36 BREDUZINDO A SEGURANÇA NO PROJETO E NA FASE DE CONSTRUÇÃO NOP EXTERIOR. A PLATAFORMA EXPLODIU E AFUNDOU EM 15 DE MARÇO DE 2001 MATANDO 13 PETROLEIROS E GERANDO PREJUIZOS DE 4 BILHÕES DE DÓLARES AO BRASIL E A PETROBRAS.
https://www.youtube.com/watch?v=S8wTbOnF3jQ

O FILHO DE FHC O VAGABUNDO SR PHC REBECEU PROPINAS DAS MULTINACIONAIS EL PASO E ENRON NAS OBRAS DE GASODUTOS DA GASBOL E NAS OBRAS DAS USINAS TÉRMICAS VENDIDAS PELA EL PASO SUPERFATURADAS POR CAUSA DOS “APAGÕES PLANEJADOS DE FHC E PEDRO PARENTE, O CORRUPTO MINISTRO DOS APAGÕES DE FHC . O FILHO DE FHC RECEBEU 200 MILHÕES DE DÓLARES EM PROPINAS PELO ESQUEMA PANAMÁ PAPERS EM EMNPRESAS DE FACHADA OFFSHORE NO PANAMÁ, BAHAMAS E NAS ILHAS CAYMAN.
https://jornalggn.com.br/noticia/bilhoes-de-dolares-e-uma-conta-chamada-tucano-por-armando-rodrigues-coelho-neto

SERGIO MORO BLINDOU OS ENVOLVIDOS NO “ESCÂNDALO BANESTADO” (OPERAÇÃO MACUCO DO DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO) “UMA CONTA CHAMADA TUCANO (CH J&T) COM BILHÕES DE DÓLARES EM NOME DE FAMILIARES DE FHC, JOSÉ SERRA E OUTROS 300 POLÍTICOS CORRUPTOS DO QUADRILHÃO DE TEMER E FHC

https://jornalggn.com.br/noticia/bilhoes-de-dolares-e-uma-conta-chamada-tucano-por-armando-rodrigues-coelho-neto

O ESCANDALO BANESTADO E A PLANEJADA OPERAÇÃO DO GOLPE, A LAVA JATO, ENVOLVEM OS MESMOS PROCURADORES (CARLOS FERNANDES SNATOS LIMA E DELAGNOL), OS MESMOS DOLEIROS COMANDADOS POR ALBERTO YOUSSEF E O MESMO JUIZ TUCANO AGENTE DA CIA SR SÉRGIO MORO, O PAVÃO DE CURITIBA, E PASMEM OS MESMOS 300 POLÍTICOS DO QUADRILHÃO DE TEMER, FHC, ROMERO JUCÁ, AÉCIO CHEIRA NEVES, JOSÉ CHIRICO SERRA E OUTROS 300 POLÍTICOS LADRÕES E LESA PÁTRIAS CANALHAS DO PMDB/PSDB/PP/DEM/ PPS/PRB/PSC/REDE, OS MENTORES DO GOLPE QUE CAUSOU A DESTRUÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL, A ENTREGA DE 176 BILHÕES DE BARRIS DE PETRÓLEO QUE VALE 30 VEZES O PIB DO BRASIL PARA AS PETROLIFERAS ESTRANGEIRAS, E AINDA A ISENÇÃO DE IMPOSTOS E ISENÇÃO FISCAL PARA AS PETROLÍFERAS (PEC-131 DE JOSÉ CHIRICO SERRA ELE FOI PROPINADO PELAS PETROLIFERAS CORRUPTORAS ANGLO AMERICANAS EXXON MOBIL, BRITISH PETROLEU,SHELL, E A CHEVRON)

NO E-MAILS VAZADOS NO WIKILEAKS: SERRA PARA A CHEVRON

https://jornalggn.com.br/noticia/o-que-diferencia-o-caso-banestado-da-operacao-lava-jato

UMA MEGA FORTUNA DE MEIO TRILHÇAO DE REAIS (125 BILHÕES DE DÓLARES) FOI CAPTADA DE MULTINACIONAIS GANHADORAS DAS “RASPADINHAS DAS PRIVATARIAS TUCANAS DE FHHC” NO ESCÂNDALOSO ESQUEMA BANESTADO . ESSA FORTUNA MEIO TRILHÃO DE REAIS FOI PAGA PELAS 1Q25 MULTINACIONAIS BENEFICIADAS PELAS PRIVATARIAS TUCANAS E ESS A GRANA FOI “LAVADA” EM FOZ DO IGUAÇÚ POR 70 DOLEIROS COMANDADOS POR ALBERTO YOUSSEF, OLGA YOUSSEF, NELAM KODAMO, ADIR ASSAD, RICARDO SÉRGIO DE OLIVEIRA (PRIMO DE SERRA) E ALEXANDRE BOURGEOIS (GRNDO DE SERRA) A SERVIÇO DOS 300 POLÍTICOS VIRA LATAS MEGA CORRUPTOS PICARETAS QUE ENTREGARAM O BRASIL PARA OS GRINGOS FIÉIS ESCUDEIROS DO CALABAR CROCODILO CAIMÃO SR FHC, O MAIOR VAGABUNDO E LESA PÁTRIA DA NAÇÃO. ESSA QUADRILHA DEMO TUCANOS FOI BLINDADA PELO JUIZ SERGIO MORO QUE SOLTOU OS 70 DOLEIROS PRESOS NA “OPERAÇÃO MACUCO” “OPERAÇÃO CAIMAN” E “OPERAÇÃO BANQUEIRO” EM 1997, 1999 E 2002
CONHEÇAM COMOP SERGIO MORO E OS SINISTROS PROCURADORES CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA E DELAGNOL ATUARAM NA SOLTURA DOS DOLEIROS A SERVIÇO DO QUADRILHÃO DE TEMER, JOSÉ CHIRICO SERRA E FHC E NA BLINDAGEM DOS 300 POLÍTICOS VIRA LATAS BLINDADOS POR SERGIO MORO NO ESCÂNDALO BANESTADO:

O senador Roberto Requião fez um duro pronunciamento esta semana sobre a mãe de todas as corrupções.
Não foi mensalão, não foi petrolão.
Foi o Banestado.
(Na época, a imprensa não dava apelido com “ão”, não fazia infográficos, charges, não fazia campanha).
Os desvios chegaram a mais de US$ 124 bilhões, ou quase R$ 500 bilhões.
Calculem aí quem souber o quanto isso significaria hoje, contabilizando a inflação.
O próprio Requião lembra que o valor correspondia a bem mais do que as reservas internacionais do Brasil.
É um escândalo totalmente tucano, mas nenhum tucano foi preso.
O juiz do caso foi Sergio Moro, alguns procuradores eram os mesmos da Lava Jato. Não fizeram nada.
Moro soltou Youssef, o principal doleiro do escândalo, e Youssef voltou a roubar.
FHC PLANTOU A SEMENTE DA CORRUPÇÃO NO ESCÂNDALO BANESTADO NO PARANÁ (1995-2002) PARA CAPTAR 125 BILHÕES DE DÓLARES (MEIO TRILHÃO DE REAIS) EM PROPINAS PAGAS PELAS MULTINACIONAIS EM TROCA DAS PRIVATARIAS TUCANAS:

Discurso de Roberto Requião.
Senhoras e senhores senadores,
Quero aproveitar hoje esse clima justiceiro que faz arder em santa ira os corações dos que levantam as bandeiras do civismo e da luta contra a corrupção, para lembrar o maior escândalo, o escândalo-mãe de todas as vergonhas e malfeitos recentes.
Vou relembrar aqui o caso Banestado, devassa feita entre os anos 1966 e 2002, época em que, como se sabe, o hoje tão indigitado partido dos trabalhadores era oposição. E o PSDB, PMDB, PTB, PFL, agora DEM, eram governo.
A investigação do caso Banestado, intitulada no âmbito policial de ‘Operação Macuco’, foi a maior investigação criminal do país de todos os tempos, e a precursora de outras grandes operações que se sucederam nas gestões dos presidentes lula e Dilma.
O caso Banestado começou na delegacia da Polícia Federal de foz do Iguaçu, para apurar o uso irregular das contas CC5 do banco, conforme menção do relatório final da CPI dos Precatórios, tendo, à época, contado com o entusiasmo e a colaboração do procurador da República Celso Três.
O inquérito mãe (inquérito 207/98 – DPF/Foz do Iguaçu) foi presidido pelo delegado federal José Castilho Neto e sua equipe de policiais federais, composta dentre outros pelos peritos criminais Renato Barbosa e Eurico Montenegro .
Em diligências realizadas em Nova Iorque/Estados Unidos, por quase seis meses, com o auxílio do FBI e do Ministério Público distrital local, foi quebrado o sigilo bancário de 137 contas-corrente da extinta agência do Banestado naquela cidade, contas que tinham como procuradores os principais doleiros brasileiros. Esses mesmos que estão aí enredados na Operação Lava Jato.
Com isso, descobriu-se, em um primeiro momento, o desvio e a evasão de divisas brasileiras no montante de 30 bilhões de dólares, o que possibilitou aos investigadores traçarem o que se chamou “mapa da corrupção brasileira”.
Com o prosseguimento da investigação, os desvios de dinheiro e a evasão de divisas revelaram-se ciclópicos, chegando à fantástica cifra de 124 bilhões de dólares.
Essa quantia jamais apurada em qualquer outro escândalo nacional envolvia, como beneficiários finais, nomes coincidentes com os de integrantes da alta cúpula do empresariado e da política nacional à época, em especial a políticos ligados ao PSDB, dentre outros.
Como não se ignora, e se ignora é porque a omissão é seletiva e altamente conveniente, o período da investigação da CPI foi dos anos de 1966 a 2002.
No entanto, o delegado Castilho, no início do governo Lula, por ordem do ministro da Justiça Márcio Thomás Bastos foi afastado das investigações, e outro delegado assumiu a presidência do inquérito.
Com isso, o rastreamento do dinheiro no exterior foi interrompido e nunca mais retomado.
Em consequência, a prova criminal ficou prejudicada, pois no crime financeiro a materialidade delitiva é o dinheiro e o seu rastro, sem o que não há prova hábil à condenação.
Ao invés de prosseguir o rastreamento do dinheiro evadido para chegar aos verdadeiros protagonistas do esquema criminoso, estranhamente, o novo delegado, com o aval do diretor geral da Polícia Federal, optou por apenas investigar em território nacional, através da operação policial intitulada “Farol da Colina”, os doleiros responsáveis pela evasão.
Setenta doleiros foram presos, com alta repercussão midiática, inclusive Alberto Youssef. Mas sem qualquer efeito prático, pois tais crimes continuaram a serem praticados, como se há de ver nos escândalos posteriores .
Os processos foram em sua maioria presididos pelo juiz Sérgio Moro da Justiça Federal de Curitiba. No entanto, ou geraram absolvição por falta de provas ou prescreveram por inércia da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.
Nos inquéritos do caso Banestado, o doleiro Alberto Youssef foi indiciado ao menos cinco vezes, tendo sido condenado em um deles.
O banco de dados com indícios criminais, elaborado à época, serviu de base durante os dez anos subsequentes para o fomento de todas as grandes investigações de crime financeiro no país, incluindo a operação “Lava Jato”.
Esse o grande legado do trabalho do delegado Castilho e do promotor Celso Três e suas equipes.
O legado do banco de dados, o desvendamento do caminho do dinheiro, do modus operandi, a revelação dos nomes e sobrenomes dos notáveis que desviaram, a valores da época, 124 bilhões de dólares, muito mais que as reservas cambiais do Brasil então.
Especulou-se muito porque o falecido ministro e advogado de tantas causas Márcio Thomas Bastos, que efetivamente mandava na polícia federal, mudou o delegado que presidia o inquérito e os rumos da investigação.
O ex-ministro não está mais entre nós, deixemos de lado as perguntas sem respostas.
Senhoras e senhores senadores,
Com toda certeza, se o inquérito presidido pelo delegado Castilho e acompanhado de perto pelo procurador Celso Três tivesse se completado, com o rastreamento do dinheiro no exterior, não teríamos os escândalos que se sucedem ininterruptamente na última década.
Por que o inquérito-mãe, o ponto de partida para desvendar toda a trama da corrupção no país foi abandonado?
Por que nunca se seguiu o rastro dos 124 bilhões de dólares desviados para o exterior?
Como investigar os desvios de hoje sem retomar as investigações do delegado Castilho e do procurador Celso Três?
Lá estão os fios da meada. Lá estão os nomes, todos os nomes. A nomenclatura toda. Lá está a tecnologia da corrupção, da fraude, do roubo, da sonegação, da malversação, da propina, dos trambiques, das concorrências e compras viciadas, superfaturadas.
Lá estão Alberto Youssef e os setenta doleiros. Lá estão as delações premiadas, que logo em seguida foram traídas pelos delatores.
Nada, por mais espantoso que se apure hoje é novidade frente àquela desditosa investigação.
Tenho a convicção que enquanto a “Operação Macuco” não for retomada, continuaremos esse cansativo e inútil trabalho de carregar pedras até o topo da montanha, para vê-las em seguida despencar. E tudo recomeçar,
Por fim, uma notícia que confirma a seletividade de determinadas operações de combate à corrupção.
O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, noticiou nos dias 27 e 28, domingo e segunda passados, que a delação, devidamente premiada, de Alberto Youssef sobre corrupção no governo de Jaime Lerner, sumiu do processo. Escafedeu, evaporou-se, criou asas, ninguém sabe, ninguém viu.
Tão simples assim: a delação de Alberto Youssef no caso Copel/Olvepar, onde os meliantes levaram mais de 150 milhões de reais da empresa paranaense de energia, envolvendo figuras de proa do então governo estadual, sumiu do inquérito.
Noticia a Gazeta que a duras penas tenta-se reconstruir a delação do doleiro.
Mesmo que quisesse, não encontraria um epílogo à altura do desmonte das investigações do Banestado que essa informação sobre o desaparecimento da denúncia de Youssef no escândalo Copel/Olvepar.
E espero que todos os que se levantam contra a corrupção e os corruptos fiquem indignados como eu, diante da impunidade do caso Banestado e diante do sumiço da delação desse tão famoso e até mesmo cultuado personagem chamado Alberto Youssef.
Por fim, ao delegado Castilho, aos peritos criminais Renato Barbosa e Eurico Montenegro e ao procurador Celso Três, minhas homenagens pelo pioneirismo das investigações de lavagem de dinheiro, fraudes financeiras, fraudes fiscais, corrupção.
“Operação Macuco”, foi lá que tudo começou.
Aliás, um pergunta para o ministro Cardozo e para a Polícia Federal: por onde anda o delegado José Castilho Netto?

O juiz Sergio Moro arbitra uma operação que investiga um extenso esquema de corrupção e evasão de divisas intermediadas por doleiros que atuam especialmente no Paraná. Uma força-tarefa é montada e procuradores da República propõem ações penais contra 631 acusados. Surgem provas contra grandes construtoras e grupos empresariais, além de políticos.
Delações premiadas e acordos de cooperação internacional são celebrados em série. Lava Jato? Não! Trata-se do escândalo do Banestado, um esquema de evasão de divisas descoberto no fim dos anos 90 e enterrado de forma acintosa na transição do governo Fernando Henrique Cardoso para o de Lula.
Ao contrário de agora, os malfeitos no banco paranaense não resultaram em longas prisões preventivas. Muitos envolvidos beneficiaram-se das prescrições e apenas personagens menores chegaram a cumprir pena.
Essas constatações tornam-se mais assustadoras quando se relembram as cifras envolvidas. As remessas ilegais para o exterior via Banestado aproximaram-se dos 134 bilhões de dólares. Ou mais de meio trilhão de reais em valor presente. Para ser exato, 520 bilhões.
De acordo com os peritos que analisaram as provas, 90% dessas remessas foram ilegais e parte tinha origem em ações criminosas. A cifra astronômica foi mapeada graças ao incansável e inicialmente solitário trabalho do procurador Celso Três, posteriormente aprofundado pelo delegado federal José Castilho. Alguém se lembra deles? Tornaram-se heróis do noticiário?
Empreiteiras, executivos, políticos e doleiros que há muito frequentam o noticiário poderiam ter sido punidos de forma exemplar há quase 20 anos. Não foram. Os indiciamentos rarearam, boa parte beneficiou-se da morosidade da Justiça e a maioria acabou impune.
Quanto à mídia, não se via o mesmo entusiasmo “investigativo” dos tempos atuais. Alberto Youssef, Marcos Valério, Toninho da Barcelona e Nelma Kodama, a doleira do dinheiro na calcinha, entre outros, tiveram seus nomes vinculados ao esquema.
Salvo raras exceções, CartaCapital entre elas, a mídia ignorou o caso. Há um motivo. Os investigadores descobriram a existência de contas CC5 em nome de meios de comunicação. Essa modalidade de conta foi criada em 1969 pelo banco para permitir a estrangeiros não residentes a movimentar dinheiro no País.
Era o caminho natural para multinacionais remeterem lucros e dividendos ou internar recursos para o financiamento de suas operações. Como dispensava autorização prévia do BC, as CC5 viraram um canal privilegiado para a evasão de divisas, sonegação de imposto e lavagem de dinheiro.
Em seu relatório, o procurador Celso Três deixa claro que possuir uma conta CC5, em tese, não configuraria crime, mas que mais de 50% dos detentores não “resistiriam a uma devassa”. Nunca, porém, essa devassa aconteceu. A operação abafa para desmobilizar o trabalho de investigação começou em 2001. Antes, precisamos, porém, retroceder quatro anos a partir daquela data.
A identificação de operações suspeitas por meio das CC5 deu-se por acaso, durante a CPI dos Precatórios, em 1997, que apurava fraudes com títulos públicos em estados e municípios. Entre as instituições usadas para movimentar o dinheiro do esquema apareciam agências do Banestado na paranaense Foz do Iguaçu, localizada na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina e famosa no passado por ser uma região de lavagem de dinheiro.
Das agências, os recursos ilegais seguiam para a filial do Banestado em Nova York. Informado das transações, o Ministério Público Federal recorreu ao Banco Central, à época presidido por Gustavo Loyola. Os procuradores comunicaram em detalhes ao BC as movimentações suspeitas.

Em vez de auxiliar o trabalho do Ministério Público, o Banco Central de Loyola preferiu criar dificuldades para o acesso dos procuradores às contas suspeitas. Segundo Celso Três, as informações eram encaminhadas de forma confusa, propositadamente, diz, com o intuito de atrasar as investigações. Diante dos entraves causados pelo BC, a Justiça Federal tomou uma decisão sem precedentes. Determinou a quebra de todas as contas CC5 do País.
Uma dúvida surgiu de imediato: se havia formas regulares, via Banco Central, de enviar dinheiro ao exterior, qual a razão de os correntistas optarem por essas contas especiais que não exigiam autorização prévia nem estavam sujeitas à fiscalização da autoridade monetária?
Pior: antes do alerta da CPI dos Precatórios, o BC parece nunca ter suspeitado da intensa movimentação financeira por agências de um banco estatal paranaense, secundário na estrutura do sistema financeiro. Até então, nenhum alerta foi dado pelo órgão responsável pela fiscalização dos bancos. Vamos repetir o valor movimentado: 134 bilhões de dólares.
Editada em 1992, uma carta-circular do Banco Central determinava que movimentações acima de 10 mil reais nas contas CC5 deveriam ser identificadas e fiscalizadas. Jamais, nesse período, as autoridades de investigação foram comunicadas pelo BC de qualquer transação incomum.

Com a quebra de sigilo em massa determinada pela Justiça, milhares de inquéritos foram abertos em todo o País, mas nunca houve a condenação definitiva de um político importante ou de representantes de grandes grupos econômicos. Empresas citadas conseguiram negociar com a Receita Federal o pagamento dos impostos devidos e assim encerrar os processos contra elas.
O Ministério Público chegou a estranhar mudanças repentinas em dados enviados pelo governo FHC. Em um primeiro relatório encaminhado para os investigadores, as remessas da TV Globo somavam o equivalente a 1,6 bilhão de reais.
Mas um novo documento, corrigido pelo Banco Central, chamou a atenção dos procuradores: o montante passou a ser de 85 milhões, uma redução de 95%. A RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e atualmente envolvida no escândalo da Zelotes, também foi beneficiada pela “correção” do BC: a remessa caiu de 181 milhões para 102 milhões de reais.
A quebra do sigilo demonstrou que o Grupo Abril, dono da revista Veja, fez uso frequente das contas CC5. A Editora Abril, a TVA e a Abril Vídeos da Amazônia, entre outras, movimentaram um total de 60 milhões no período. O SBT, de Silvio Santos, enviou 37,8 milhões.
As mesmas construtoras acusadas de participar do esquema na Petrobras investigado pela Lava Jato estrelavam as remessas via Banestado. A Odebrecht movimentou 658 milhões de reais. A Andrade Gutierrez, 108 milhões. A OAS, 51,7 milhões. Pelas contas da Queiroz Galvão passaram 27 milhões. Camargo Corrêa, outros 161 milhões.
O sistema financeiro não escapa. O Banco Araucária, de propriedade da família Bornhausen, cujo patriarca, Jorge, era eminente figura da aliança que sustentava o governo Fernando Henrique Cardoso, teria enviado 2,3 bilhões de maneira irregular ao exterior.

Nunca foi possível saber quais dessas contas eram e quais não eram regulares. Para tanto, teria sido necessário aprofundar as investigações, o que nunca aconteceu. Ao contrário. O BC não foi o único entrave. No fim de 2001, o delegado Castilho foi aos Estados Unidos tentar quebrar as contas dos doleiros brasileiros na filial do Banestado.
O então diretor da Polícia Federal, Agílio Monteiro, determinou, porém, que Castilho voltasse ao Brasil. Apegou-se aos “altos custos das diárias” para interromper o trabalho de investigação. Valor da diária: 200 dólares.
Os agentes da equipe de Castilho perceberam o clima contra a operação e a maioria pediu para ser desligada do caso. A apuração seguiu em banho-maria até o começo de 2003, no início do governo Lula, período em que Castilho voltou a Nova York.
Naquele momento, as novas quebras de sigilo permitiram localizar um novo personagem, Anibal Contreras, guatemalteco nacionalizado norte-americano, titular da famosa conta Beacon Hill. Descobriu-se uma estrutura complexa: a Beacon Hill era uma conta-ônibus, recheada por várias subcontas cujo objetivo é esconder os verdadeiros donos do dinheiro. Sob o guarda-chuva da Beacon Hill emergiu uma subconta de nome sugestivo, a Tucano.
Em anotações feitas por doleiros e algumas siglas foram identificadas transações que sugeriam a participação do senador José Serra e do ex-diretor do Banco do Brasil, tesoureiro do PSDB e um dos artífices das privatizações no governo Fernando Henrique, Ricardo Sérgio de Oliveira. Só novas quebras de sigilo permitiriam, no entanto, comprovar as suspeitas. Adivinhe? Elas nunca aconteceram.
Castilho conseguiu acessar o que se poderia chamar de quarta camada das contas. Antes de descobrir os beneficiários finais do dinheiro, os reais titulares, o delegado acabou definitivamente afastado da investigação pelo então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Anos mais tarde, o inquérito seria arquivado.
A CPI do Banestado teve o mesmo destino melancólico. Até hoje, é a única comissão parlamentar a encerrar seus trabalhos sem um relatório final. O PT e o PSDB disputaram para ver quem enterrava primeiro e melhor os trabalhos. O petista José Mentor, relator da CPI, foi acusado de receber dinheiro de um doleiro para excluí-lo do texto final. Mentor nega.
O tucano Antero Paes de Barros, presidente, tentou proteger os próceres do partido e aliados citados na investigação. Uma conveniente briga entre Mentor e Barros marcou o encerramento da apuração no Congresso em dezembro de 2004. No ano seguinte, um novo escândalo, o “mensalão”, sepultaria de vez o interesse pelas contas ilegais no exterior.
Desde então, mudanças na legislação penal e a ampliação de acordos de cooperação internacional passaram a dificultar as tentativas de abafar esses casos. Foram criadas e aperfeiçoadas nos últimos anos as unidades de recuperação de ativos no Ministério da Justiça e no Ministério Público Federal.
Por conta dos ataques às Torres Gêmeas de Nova York em 11 de setembro de 2001, os paraísos fiscais foram pressionados a repassar informações sobre contas suspeitas. Os bancos suíços, notórios por sua permissividade, criaram mecanismos de autofiscalização para a identificação de dinheiro com origem suspeita, algo impensável há 20 anos.
No Brasil, a lei do crime organizado de 2013 foi aprimorada e a lei de lavagem de dinheiro, alterada em 2012, ampliou o cerco contra os sonegadores. Diante dessas mudanças, as investigações não finalizadas do Banestado poderiam ser exumadas? Para investigadores que atuaram no caso, a resposta é sim.
As movimentações finais no exterior dessas contas podem ter ficado ativas após a instituição dessas novas leis, o que daria vida a novos inquéritos. Dependeria da vontade do Ministério Público e da Polícia Federal.
As duas instituições têm sido, no entanto, reiteradamente conduzidas a fazer uma seleção bem específica de seus focos de interesse. Sem o apoio da mídia e setores da Justiça e do poder econômico, mexer em certos vespeiros só produz ferroadas em quem se mete a revirá-los.
O MP e a PF tentaram, a partir da apuração do Banestado, avançar nas investigações por outros caminhos. Daquele esforço derivaram operações como a Farol da Colina, Chacal, Castelo de Areia e Satiagraha.
Em todas elas, o destino foi idêntico. Em alguma instância da Justiça, os processos foram anulados. Bastaram, em geral, argumentos frágeis. A Castelo de Areia, que investigou a partir de 2009 o pagamento de propina de empreiteiras a políticos, acabou interrompida no Superior Tribunal de Justiça por supostamente basear-se em “denúncia anônima”, embora o Ministério Público tenha provado que a investigação se valeu de outros elementos.
O episódio mais notório continua a ser, no entanto, a Satiagraha. Até um falso grampo no gabinete do ministro Gilmar Mendes serviu de pretexto para melar a operação contra o banqueiro Daniel Dantas, que, aliás, operava uma das contas-ônibus no escândalo do Banestado.
Pressionado, o juiz Fausto De Sanctis viu-se obrigado a aceitar a promoção para a segunda instância. Hoje cuida de processos previdenciários. O delegado e ex-deputado Protógenes Queiroz foi perseguido e tratado como vilão. Em agosto, acabou exonerado da Polícia Federal.
Não foi muito diferente com Celso Três e José Castilho. O procurador despacha atualmente em Porto Alegre. O delegado foi transferido para Joinville, em Santa Catarina, e nunca mais chefiou uma operação.
Nenhum deles foi elevado ao pedestal como o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa e o juiz Sergio Moro, que agora colhe as glórias negadas durante o caso Banestado. Teria o magistrado refletido sobre as diferenças entre uma e outra investigação?

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Por: Roman https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445793 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445793 Tá passando da hora de mobilizar as massas deputado.
Mobilizar as massas e ir para as ruas já.
A esquerda precisar parar de ser infantil contra esses bandidos fascistas que tomaram conta do pais em um grande assalto.

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Por: Toledo https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445792 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445792 Fascismo em escala global.

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Por: Mar https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445790 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445790 Cadeia para os traidores lesa-pátria!

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Por: CyberP https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445789 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445789 Se o setor de telecomunicações no Brasil fosse monopolizado por empresas nacionais privadas já seria um absurdo. Ainda, temos o setor de telecomunicações no Brasil oligopolizado por empresas estrangeiras. Isso é inaceitável. Essa empresas são parceiras de indústrias e fornecedoras de equipamentos de toda infraestrutura, cabos, roteadores, centrais e tudo mais. O satélite brasileiro é mais um entreguismo que atende a interesses estrangeiros e possivelmente a interesses dessa empresas estrangeiras que operam no super mercado brasileiro de telecomunicações.
O que acontece na mesma linha do entreguismo golpista na entrega do setor de petróleo e gás.

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Por: Maria Neusa Nunes https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445547 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445547 Maria Neusa Florianópolis

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Por: Lucélia Moreira https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445779 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445779 Em resposta a Alex Flores.

#Acrisenopais, causada por Moro e seus golden boys,começando primeiro por Globo,Aécio Mineirinho depois que perdeu as eleições presidenciais,o homem propaganda enganosa contra o governo todos os dias.

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Por: Lucélia Moreira https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445478 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445478 Boa tarde meus amigos

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Por: Lucélia Moreira https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445733 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445733 Imprensa mercenária e golpista,TVs abertas todas safadas e contra o povo!

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Por: Lucélia Moreira https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445573 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445573 Greve geral para soberania nacional do país!!!

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Por: Vera Sueli Urbine Miranda https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445548 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445548 Cheguei, de novo, Ribeirão Preto?SP.

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Por: Inês Braschi https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445549 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445549 Por: Alice Pedrotti https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445569 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445569 E con sangue nos olhos

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Por: Lucélia Moreira https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445732 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445732 Não é porque temer arregou que não deveremos fazer a greve,Isso Ainda tá na pauta.

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Por: Inês Braschi https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445579 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445579 #TaclaFuraBolha

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Por: Inês Braschi https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445735 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445735 Eu nunca tinha sido bloqueada. Agora estou impedida de publicar em grupos. Me inscrevi no VK

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Por: Inês Braschi https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445582 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445582 Com certeza, Trazibulo!!!!

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Por: Inês Braschi https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445578 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445578 Abaixo o golpe

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Por: Lucélia Moreira https://www.ocafezinho.com/2017/12/01/tacla-duran-desemprego-no-rio-e-privatizacao-do-satelite-brasileiro/#comment-445583 https://www.ocafezinho.com/?p=81721#comment-445583 O Pedro Parente é um entreguista vagabundo e golpista

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